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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Mais um tiro no pé do Aécio: expôs suas 61 faltas ao trabalho no Senado

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Mais um tiro no pé do Aécio: expôs suas 61 faltas ao trabalho no Senado
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) deu dois tiros no pé ao querer desqualificar o senador Lindberg Farias (PT-RJ), na sessão de terça-feira (22).

O primeiro foi desagradar 100 milhões de internautas, ao tentar emperrar o Marco Civil da Internet.

O segundo foi jogar uma luz sobre o número absurdo de faltas ao trabalho no Senado.

Aécio tentou ficou sem argumentos, depois que foi desmascarado por Lindberg, quis agredir com desqualificações dizendo que o Lindberg teria chegado atrasado na sessão.

Lindberg rebateu explicando que enquanto ele é um dos senadores mais assíduos, Aécio tem um número de faltas elevado.

Segundo levantamento do site Congresso em Foco, nos anos de 2011, 2012 e 2013, Aécio já faltou ao trabalho no Senador durante 61 dias. E Lindberg de fato é um dos mais presentes. Foi o sétimo senador mais assíduo de 2013.

Para Aécio, seria melhor ter faltado mais um dia na terça para escapar desse vexame.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Que vergonha, Aécio: ANEEL desmente na TV propaganda enganosa da CEMIG

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Essa notícia o novelão tucano chamado Jornal Nacional da TV Globo escondeu.

Os tucanos mineiros quiseram dar uma de malandros e colocaram na TV uma propaganda enganosa da Cemig (empresa de eletricidade controlada pelo governo de Minas), culpando o governo federal pelo aumento na conta de luz que a empresa é que exigiu.

A propaganda mentia, dizendo que a Cemig apenas cumpria a tarifa determinada pela ANEEL (Agencia Nacional de Energia Elétrica) do "governo federal".

A verdade é outra. A Cemig pede aumento e a ANEEL apenas autoriza o valor máximo que a Cemig pode cobrar, com base em cálculos de custos, para não haver abuso. A Cemig pode cobrar qualquer tarifa abaixo do máximo, se quiser.

No reajuste deste ano a Cemig pediu absurdos 29,74% de aumento. A ANEEL autorizou no máximo 14,24%, sendo que a Cemig poderia aplicar um reajuste menor, até este limite autorizado.

O desmentido se espalhou rapidamente nas redes sociais.

Ontem a Aneel veiculou na TV mineira propaganda de esclarecimento público desmentindo as informações falsas da Cemig. Vexame total dos tucanos. Se tivessem ficados quietos, não teriam dado esse tiro no pé.

Serviu para os cidadãos desavisados conhecerem como a tucanada é de fato, antes de serem enganados nas urnas.

Até o canal esportivo ESPN comentou:
O SBT também noticiou, apesar de ter feito uma matéria que poderia ser melhor editada para ficar mais clara: O novelão tucano da TV Globo chamado Jornal Nacional, nem pensar em veicular alguma notícia que vá contra os interesses eleitorais do seu amado candidato Aécio Neves (PSDB-MG). Para quem não viu a propaganda enganosa da Cemig, é esta abaixo:

sábado, 12 de abril de 2014

Pagamento de sócia da Cemig a doleiro reforça defesa de CPI ampliada

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Em sintonia com a agenda política oposicionista liderada por Aécio Neves (PSDB-MG) visando fazer uma CPI exclusivamente sobre a Petrobras, a revista Época desta semana publicou uma reportagem levantando suspeita de que pagamentos à consultoria "de fachada do doleiro Alberto Youssef", seriam para pagar propina a políticos e funcionários públicos.
Pagamento de sócia da Cemig a doleiro reforça defesa de CPI ampliada

Em um trecho, diz o texto: "Seguindo o caminho do dinheiro de Youssef, a PF e uma possível CPI chegarão não apenas ao passado da Petrobras, mas também ao presente. Em 19 de setembro de 2012, a Investminas, do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, conhecido como PP, depositou R$ 4,3 milhões na conta da MO Consultoria – empresa de fachada usada pelo doleiro Youssef".A Investminas Participações não tem nada a ver com a Petrobras, mas tem tudo a ver com a Cemig (estatal mineira de eletricidade)...Leia a matéria completa e veja os documentos aqui

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Bomba: Pagamento a doleiro Alberto Youssef por sócia da CEMIG complica Aécio.

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Na ânsia de atacar a Petrobras, a revista Época, sem querer deu um tiro de canhão em Aécio Neves (PSDB-MG).

A revista apontou um pagamento da empresa Investminas Participações a uma empresa que a revista diz ser de fachada do doleiro Alberto Youssef.

Acontece que a Investminas não tem negócios com a Petrobras. Teve com a CEMIG.

E as datas dos acontecimentos são devastadoras para Aécio Neves (PSDB-MG), pelas suspeitas que a revista Época levantou:

11-07-2012: CEMIG tem 49% da empresa Guanhães Energia e a Investminas tem os outros 51%. A CEMIG é sócia também da LIGHT (distribuidora de eletricidade no RJ), e vota para a Light comprar os 51% da Investminas.

28-08-2012: LIGHT anuncia a compra dos 51% da Guanhães, pagando R$ 26,6 milhões pelo negócio.

19-09-2012: A Investminas depositou R$ 4,3 milhões na conta da MO Consultoria – empresa de fachada usada pelo doleiro Youssef, segundo as palavras da revista Época.

O jornal Estadão vai além. Diz que a MO Consultoria "seria uma espécie de central de distribuição de valores para políticos ligada ao doleiro Alberto Youssef".

A CEMIG é estatal mineira, hoje sob domínio tucano, que também controla a LIGHT. Há 12 anos que a principal liderança do tucanato mineiro é Aécio Neves.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,empresa-de-ex-ministro-pagou-r-4-3-milhoes-a-doleiro-preso-pela-pf,1151739,0.htm

terça-feira, 8 de abril de 2014

Estudante é retirado de palestra de Aécio Neves em Porto Alegre

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Jovem questionou senador em voz alta no Fórum da Liberdade.

Organização diz que aceita opiniões divergentes, mas com educação.

Rafaella Fraga Do G1 RS
Aécio Neves foi um dos painelistas do Fórum da Liberdade (Foto: Rafaella Fraga/G1)
Uma confusão marcou o discurso do presidente do PSDB, Aécio Neves, na noite de abertura da 27ª edição do Fórum da Liberdade, em Porto Alegre, nesta segunda-feira (7). Um estudante foi retirado do Salão de Atos da PUCRS pelos seguranças do evento após fazer um questionamento em voz alta ao pré-candidato tucano à Presidência.
O senador de Minas Gerais foi convidado a falar sobre “competitividade” no Fórum da Liberdade. Após fazer críticas ao governo da presidente Dilma Rousseff, Aécio estava prestes a encerrar sua participação no evento quando, do fundo do salão, um estudante gritou alguma pergunta, que pouco deu pra entender. Mencionava “cocaína no helicóptero”.
Estudante Marcelo Ximenes foi retirado do forúm
por seguranças em palestra de Aecio Neves 

Estudante Marcelo Ximenes foi retirado do forúm
por seguranças (Foto: Reprodução/RBSTV)

O tucano deixou o palco sem responder, enquanto o público vaiava o jovem. Em seguida o estudante, que estava sozinho, foi retirado do Salão de Atos por dois seguranças. A organização do evento confiscou a credencial de identificação dele. Disse que opiniões divergentes são aceitas no fórum, mas que é preciso “educação”.
Na rua, o jovem identificou-se como Marcelo Ximenes, 25 anos, estudante de ciências sociais da PUCRS. Disse que queria questionar o senador sobre o episódio ocorrido em novembro passado, quando quase 500 quilos de cocaína foram apreendidos em um helicóptero em nome da empresa de propriedade do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG), filho do senador Zezé Perrella (PDT-MG), considerado pelo jovem aliado de Aécio.
“Quase me agrediram, foi isso o que aconteceu”, disse o estudante, reclamando dos seguranças. “Eu gritei alto (a pergunta), já que não tinha microfone. Se eu colocasse uma pergunta como essa no papel, ninguém ia ler. Esse não é um espaço democrático, como todo espaço da direita. Que democracia é essa que não se pode fazer uma pergunta? ”, questionou Marcelo.

O discurso de Aécio
Durante sua palestra, Aécio Neves falou sobre democracia, cidadania, política e economia, entre outros temas. Pré-candidato do PSDB à Presidência, não poupou críticas às atuais políticas do governo federal, sobretudo as políticas sociais e econômicas. “Temos que deixar de ser um estado paternalista para ser um estado empreendedor”, defendeu.
Aécio lembrou o golpe militar de 1964 e a retomada do exercício ao voto. “Eu e os que pertencem à minha geração somos filhos da democracia e filhos da liberdade. A democracia é a liberdade de pensamento. O grande desafio da nossa geração é diferente daquela que nos legaram a democracia. Nosso desafio é transformar a democracia em efetivamente um instrumento de melhoria na qualidade de vida das pessoas”, apontou.
Sobre política, o senador voltou aos governos anteriores para listar o que, segundo ele, contribuiu para o crescimento da economia brasileira e o fortalecimento da democracia. “Eu reconheço avanços. Desde a reconstrução democrática, ao impeachment de um presidente eleito, o governo de transição do presidente Itamar [Franco], a modernização da economia, a privatização de alguns setores, que foram necessários. Todas essas reformas foram essenciais para que o Brasil avançasse”, avaliou.
Embora breve ao abordar assuntos envolvendo as eleições, o pré-candidato tucano não deixou de alfinetar o governo da presidente Dilma Rousseff. “Por maiores que sejam nossas dificuldades, temos o mais valioso instrumento para mudar as coisas. Nós temos sido administrados por gente que não quer bem o Brasil”, disse, sob aplausos da plateia simpática a ele.
G1

Aécio em outro escândalo: Minas em vez de receber, paga para "privatizar" o Mineirão

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Foto à esquerda: Aécio em evento esportivo com Eduardo Azeredo (do mensalão mineiro), e do senador aliado Zezé Perrella (do helicóptero). Foto à direita com o ex-cartola Ricardo Teixeira.
Foto à esquerda: Aécio em evento esportivo com Eduardo Azeredo (do mensalão Tucano), e do senador aliado Zezé Perrella (do helicóptero). Foto à direita com o ex-cartola Ricardo Teixeira.
Cadê o Ministério Público Mineiro?

O governo tucano de Minas fez um contrato no estilo privataria tucana para exploração do estádio do Mineirão. É de mãe para filho para o Consórcio Minas-Arena.

Se a empresa não tiver o lucro mínimo esperado de R$ 3,7 milhões por mês, o dinheiro público de Minas cobre.

Só em 2013, a tucanada mineira já pagou com o dinheiro público dos mineiros R$ 44 milhões para garantir o lucro do consórcio Minas-Arena. Pelo contrato, mesmo se não dinamizar o uso do estádio, o governo de Minas paga uma generosa bolsa.

O consórcio Minas-Arena é constituído pelas felizardas empreiteiras Egesa, Construcap e Hap Engenharia.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Aécio fecha pacto com banqueiros e escala o "Sr. Desemprego" para a Fazenda

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Aécio fecha pacto com banqueiros e escala o "Sr. Desemprego" para a Fazenda
Mal das pernas nas pesquisas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) não consegue empolgar nem banqueiros e gestores do setor financeiro, tradicionais eleitores dos tucanos. Não porque não gostem das promessas do candidato, mas porque não vê nele chances de vitória.

Em janeiro deste ano, o jornal Valor Econômico fez um levantamento junto à turma do mercado financeiro e apurou que eles não estavam dispostos em apostar dinheiro financiando campanhas de Aécio ou Eduardo Campos, já que não acreditam que tenham chances de vitória, diante do favoritismo de Dilma.

Pois Aécio tenta reverter pelo menos a disposição para financiarem sua campanha, prometendo que, se eleito, dará o que os banqueiros pedem. "Estou preparado para medidas impopulares", disse.

Traduzindo no popular: os banqueiros terão muita teta para mamar no governo tucano. Não precisa dizer que o dinheiro drenado a mais para eles quem pagará a conta é povo com seu sacrifício. Isso se o tucano ganhasse, é claro.

A cartada de Aécio para seduzir a banca a abrir a carteira foi dizer que colocará no Ministério Fazenda o "Sr. Desemprego".

Sim, porque disse que colocará no comando da economia o ex-presidente do Banco Central no governo FHC, Armínio Fraga. É um neoliberal de carteirinha, daqueles que tem receitado por aí que é preciso aplicar receitas que acabam jogando milhões de trabalhadores no desemprego e arrochando os salários para fazer a "economia ir bem". Como pode a economia ir bem se o povo for mal? Pois essa tucanada acha normal isso.

No governo FHC foi assim, o desemprego era tratado apenas como consequência, e não como meta a ser reduzida. A meta era só pagar juros escorchantes, vender patrimônio público a preço de banana, sucatear o SUS e as escolas, arrochar aposentadorias e o funcionalismo, e submeter a classe média para baixo a todo tipo de sacrifício.