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terça-feira, 25 de dezembro de 2018
Ala de Alckmin é contra expulsar Aécio: o povo vai esquecer depois do natal, dizem
Os tucanos se dividiram diante do pedido do deputado Wherles Rocha (AC) para que o PSDB expulse o senador e deputado eleito Aécio Neves (MG), que foi alvo de ação policial novamente na última semana acusado de receber R$ 100 milhões em propinas na eleições de 2014, o que equivale a 70 triplex do Guarujá que Moro e Globo atribuem a Lula. A ala favorável à punição argumenta que o partido deve resposta rápida aos eleitores.
Aliados do presidente da sigla, Geraldo Alckmin (SP), dizem que não há motivo para afobação. Lembram que Aécio ainda está se defendendo na Justiça e preveem que as pressões diminuirão com as festas de fim de ano e o recesso parlamentar com a blindagem da imprensa e do Judiciário.
Da FSP via Blog da Cidadania
segunda-feira, 5 de março de 2018
Sergio Moro, que em 4 anos de Lava Jato não investiga o Aecio Neves e outros tucanos delatados, recebe patrocínio do PSDB,DEM,Globo, Shell, Exxon, Itaú,Bradesco,Folha,Santander e outros em evento
Depois do "Juiz" da Lava Jato Sergio Moro confraternizar com Aecio Neves e outros tucanos delatados em evento da Istoé em dezembro de 2016 entre outros eventos do PSDB que ele participou, agora foi além: recebendo patrocínio do partido maior rival da única pessoa que ele investiga e persegue

1- PSDB e DEM: Moro não prendeu a irmã de Aécio, que continuou negociando propinas e foi presa (e solta) pelo STF em 2017. Em quase 4 anos de Lava Jato, Moro não prendeu nenhum membro do PSDB nem do DEM.
2-Shell, Exxon, BP, Statoil: Todas elas foram beneficiadas pelo governo Temer (amigo de Moro), levaram todo o petróleo do pré-sal por um preço 300 vezes mais barato que o valor de mercado. Na Inglaterra, Temer é chamado de MiShell Temer, pois está envolvido com negócios espúrios da empresa. Mais de 1 trilhão de prejuizo ao Brasil. Quem organizou a venda foi José Serra e Aloysio Nunes (do PSDB).
4- Bradesco: O Bradesco foi beneficiado por um "erro" do Banco do Brasil no governo Temer e ganhou 5 bilhões de reais ao vender títulos que não valiam nada. Que sorte, né?
5- Globo, Folha, Estadão: As três empresas que alimentam a fama do juiz e tentaram transformá-lo em uma figura heróica e honesta, símbolo do combate à corrupção. Mas a máscara caiu.
Mostre essa foto para seus amigos que ainda acreditam nesse juiz PARCIAL e PARTIDÁRIO, que ganha milhões dando palestras em nome de uma fama fabricada pela midia (item 5) e enfrenta acusações de pedidos de propinas. Nenhum grande bandido está preso na Lava Jato, todos já estão soltos e a operação é apenas um instrumento de pereguição política ao ex-presidente Lula.
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017
PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA
PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal; tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista; Temer é acusado de liderar organização criminosa e de obstruir a Justiça; a denúncia diz que o peemedebista integra, desde 2002, um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões; para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy
247 - O PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal. Os tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista.
A jornalista Andrei Sadi disse em seu blog que os deputados do PSDB já têm o discurso pronto para justificar a defesa de Temer: a denúncia de Rodrigo Janot "não é suficiente" para provocar uma "ruptura" no cenário político em meio à discussão sobre as reformas econômicas.
Os tucanos, no entanto, admitem que o motivo maior é não causar turbulências a um ano da eleição para presidente da República. Na primeira denúncia contra Michel Temer, a bancada do PSDB rachou no plenário: foram 22 votos contra a denúncia, e 21 a favor.
Para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy.
Denúncia
Desta vez, a procuradoria acusa o presidente de organização criminosa e obstrução da Justiça. Temer é acusado de ter participado, desde 2002, de um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões. A partir de 2016, ele teria passado para um papel de liderança. A denúncia afirma que ele "dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização". As acusações têm por base gravações, grampos telefônicos e delações.
No documento de 245 páginas, Janot descreve como o grupo de Temer teria cobrado propina para que empresas conseguissem contratos com estatais e ministérios controlados pelo PMDB. Apenas no caso da Petrobras, o esquema teria causado prejuízo de R$ 29 bilhões. Ainda há uma acusação por obstrução da Justiça contra Temer por suspeita de que ele conspirou com o empresário Joesley Batista para comprar o silêncio de Lúcio Funaro, um operador de propinas do PMDB que está preso.
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Sergio Moro e Aecio Neves com Temer e outros Tucanos descontraídos em evento

acima os tucanos Juiz e assistente de acusação do PSDB Sergio Moro(PR) com clima de descontração com quem ele deveria investigar, dando risadinhas com Aecio Neves(MG) e junto com José Serra(SP), Geraldo Alckmin(SP) e o golpista Michel Temer (PMDB/SP)
Por isso que quando Temer, Aecio ou outros tucanos são citados Sergio Moro Para a audiência e o advogado do PSDB Sergio Moro interrompe a testemunha, pelo que parece não tem serviço naquela vara a não ser perseguir o presidente Lula,pois toda semana em um evento tucano , já nos últimos dias esteve com tucanos em Mato Grosso,com o amigo Dòria
Embora tenha sido um dos políticos mais citados nas delações da Lava Jato, o senador Aécio Neves confraternizou, na noite de ontem, com o juiz Sergio Moro; Aécio já foi apontado como responsável por um mensalão em Furnas, como beneficiário de esquemas no Banco Rural e como "o mais chato" cobrador de propinas de uma empreiteira; a foto despertou reações indignadas na esquerda; "Do que riem tanto o 'justiceiro' alçado a 'herói nacional' e o candidato derrotado em 2014 - e recordista em citações na investigação comandada pelo primeiro?", questionou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ); ontem, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgado por Moro, acusou o juiz paranaense de ser um militante do PSDB
Brasil 247 -
Embora tenha sido um dos políticos mais citados nas delações da Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) confraternizou, na noite de ontem, com o juiz Sergio Moro(PSDB/PR).
Aécio já foi apontado como responsável por um mensalão em Furnas, como beneficiário de esquemas no Banco Rural e como "o mais chato" cobrador de propinas de uma empreiteira.
Segundo a delação da empreiteira Odebrecht, ele também recebia recursos por parte de seu marqueteiro Paulo Vasconcelos. De acordo com a delação da OAS, houve também propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.
A foto despertou reações. "Do que riem tanto o 'justiceiro' alçado a 'herói nacional' e o candidato derrotado em 2014 - e recordista em citações na investigação comandada pelo primeiro?", questionou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que a foto explica por que tucanos não são punidos na Lava Jato. Segundo Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes, a imagem vale por mil palavras.
Ontem, presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgado por Moro, acusou o juiz paranaense de ser um militante do PSDB (leia aqui).cado por procuradores da Lava Jato
Mais fotos de Moro e Aecio Neves
![]() |
| Agora se exibindo para a Globo a qual prestou grandes serviços criminalizando o PT e poupando o PSDB |
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Os tucanos de São Paulo e o Aécio Neves mais uma vez estão na mira da Lava Jato
Procuradores desconfiam que colaboradores
omitiram informações sobre irregularidades em governos de São Paulo e Minas
Gerais
Por Afonso
Benites
Delatores que omitiram informações, propositalmente
ou não, para a Operação Lava Jato serão convocados a prestar novos depoimentos
nas próximas semanas. Entre eles estão representantes das empreiteiras Camargo
Correa, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez que deixaram de detalhar supostos
esquemas de propina pagos para tocarem obras de responsabilidade dos Governos de
São Paulo e de Minas Gerais quando eram administrados pelo PSDB. Obras
realizadas nos Governos paulistas de José Serra e Geraldo Alckmin e no mineiro
de Aécio Neves estariam na mira dos investigadores.
O recall de delatores
foi confirmado ao EL PAÍS, por fontes ligadas à investigação na Procuradoria
Geral da República. O que chamou a atenção do grupo de trabalho que atua em
Brasília foram informações que antecedem o acordo de delação premiada de
executivos das empreiteiras Odebrecht e OAS citando irregularidades em obras das
quais ambas participaram ao lado das demais investigadas ou nas quais foram
concorrentes. Entre elas a Cidade Administrativa de Belo Horizonte (MG), as
construções no Metrô de São Paulo e do Rodoanel do mesmo Estado. Outras propinas
pagas para participarem de obras na gestão de Dilma Rousseff (PT) na presidência
também não foram descartadas.A nova convocação coloca em risco benefícios
obtidos por alguns dos delatores que já haviam assinado os acordos. Em
entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, o procurador-geral da República,
Rodrigo Janot, não confirmou a existência desse recall. Falando em tese, porém,
ele citou que o colaborador é obrigado a revelar todos os atos ilícitos dos
quais participou, se não o fizer, pode ter sua pena aumentada e seu benefício
cassado.
“Existe a possibilidade da pessoa se esquecer mesmo. Estamos
falando de anos e anos que se passaram de prática de diversos atos. Agora, se
for um esquecimento doloso, deliberado, pode, sim, receber pena maior, aumentar
multa e até quebrar a colaboração”. No entendimento de Janot, mesmo se o
benefício for suspenso, as provas apresentadas pelo delator continuam
válidas.
Continuidade dos contratos
Com o golpe contra a Presidenta Dilma Rousseff (PT) e a assunção do grupo de Michel Temer (PMDB)
apoiado pelo PSDB, parte das empreiteiras tem evitado delatar esquemas que
envolvam o grupo que atualmente governa o Brasil, segundo relataram empresários
a investigadores. A razão seria que essas empreiteiras precisariam seguir
firmando contratos com o Governo federal e, no entendimento delas, se
entregassem irregularidades de quem está no poder, dificilmente conseguiriam ser
aprovadas em processos licitatórios para novas obras. Elas temem que a corrupção
sistemática que por décadas predomina no poder público brasileiro ainda esteja
longe de acabar, independentemente de quem esteja no comando do país.
O
debate sobre a acurácia dos depoimentos de delatores voltou a ser tema nesta
semana, quando vieram à tona incongruências da colaboração de Otávio Azevedo,
ex-presidente da Andrade Gutierrez. À Justiça ele disse ter feito um repasse de
1 milhão de reais, que seria propina disfarçada, ao PT _o destino final do
dinheiro era a campanha Dilma-Temer, de 2014. As prestações de contas, no
entanto, mostraram que a soma foi enviado por meio de um cheque nominal a Michel
Temer. O presidente nega que o recurso tenha origem irregular. (No El País) via blog Francisco Castro
sábado, 18 de junho de 2016
Blindado pela mídia,oportunista Alckmin manda Aécio Neves de volta para Minas Gerais
Governador Geraldo Alckmin Merendão, de São Paulo, avalia que o senador golpista Aécio Neves (PSDB-MG) não reúne mais condições para voltar a disputar a presidência da República pelo PSDB; a gota d'água teria sido a delação premiada (mais uma) de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que o acusou de receber R$ 1.000.000,00 em dinheiro vivo e de comprar 50 deputados para se eleger presidente da Câmara no segundo governo FHC; para Alckmin, Aécio agora deve dar "um passo atrás" e tentar recuperar sua base eleitoral em Minas, concorrendo ao Palácio da Liberdade, em 2018.
Minas 247 – O governador Geraldo Alckmin, de São Paulo, decidiu mandar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) de volta para Minas Gerais.
Alckmin avalia que Aécio não reúne mais condições para voltar a disputar a presidência da República pelo PSDB. A gota d'água teria sido a delação premiada de Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro, que o acusou de receber R$ 1 milhão em dinheiro vivo e de comprar 50 deputados para se eleger presidente da Câmara no segundo governo FHC.
Para Alckmin, Aécio agora deve dar "um passo atrás" e tentar recuperar sua base eleitoral em Minas, concorrendo ao Palácio da Liberdade, em 2018.
O recado foi dado na coluna do jornalista Ilimar Franco. Leia abaixo:
Bicadas
Citado
mais uma vez na Lava-Jato, o presidente do PSDB, senador Aécio Neves
começa a ser questionado pelo PSDB de São Paulo. Aliados do governador
Geraldo Alckmin andam dizendo que é hora de Aécio se recolher. Dar um
passo atrás, recuperando sua base eleitoral em Minas, disputando o
governo estadual em 2018.
sábado, 9 de abril de 2016
PSDB recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Gutierrez,imprensa esconde
O Jornal Golpista Nacional da Rede Golpista Globo, gastou 15 minutos falando das doações, dando a entender que apenas o...
Publicado por O Leão da esquerda em Quinta, 7 de abril de 2016
A TV Brasil, em menos de 3 MINUTOS, acabou com o argumento golpista da mídia manipuladora.
Veja neste vídeo.
Assista a TV Brasil pela Web --> http://
Vejam o gráfico das doações e Partidos
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sábado, 26 de março de 2016
Lava Jato: Mídia esconde, mas PSDB recebeu R$ 81,5 milhões das empresas citadas na Operação Lava Jato
Como apontamos em recente artigo no Portal Vermelho, a grande mídia e a oposição golpista têm construído o factoide de que as doações legais de empreiteiras ao PT seriam resultado de propinas, mas as feitas aos demais partidos é por apoio ideológico. O PSDB, nas eleições de 2010 e 2014, recebeu R$ 81,5 milhões das empresas citadas na Operação Lava Jato.
Agência Brasil
Os senadores tucanos Aécio Neves e Aloysio Nunes
O fio condutor dessa tese está nos pedidos de inquérito do
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Lava Jato, que
concentra as investigações em alguns partidos, o que não faz diferença
para a mídia golpista que não cita as doações de empresas envolvidas
feitas aos demais partidos, dando a entender que somente o PT recebeu
doações de empreiteiras.Levantamento feito pela Agência PT de Notícias, com base nas declarações de campanha dos partidos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apontam que nas eleições de 2010 e 2014, o PSDB recebeu R$ 81,5 milhões das empresas Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Camargo Correa, OAS, Galvão Engenharia, UTC, Odebrecht e Setel.
Ainda segundo a reportagem, somente em 2014, os tucanos receberam R$ 53,73 milhões de empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato. Neste mesmo ano, as doações declaradas pelo PT totalizaram R$ 56,8 milhões e pelo PMDB, R$ 46,6 milhões.
Em 2010, por exemplo, o PMDB foi a legenda que mais recebeu doações de empreiteiras com 24% sobre o total das doações (R$ 32,8 milhões) e o PT, R$ 31,4 milhões. As doações para o PSDB feitas no mesmo ano representavam 20% do total de R$ 27,7 milhões.
Como vemos, os números revelam uma situação de equilíbrio entre os três maiores partidos: PT, PSDB e PMDB com a participação das empreiteiras sobre o total arrecadado pouco superior a 20%.
Partindo da tese de que doação legal é propina, o Ministério Público decidiu que fará uma varredura nas doações legais feitas por essas empreiteiras aos partidos investigados. Sendo assim, as doações de campanha feitas por essas mesmas empresas em 2010 e 2014, ao PSDB deveriam entrar na investigação, já que o partido também é citado pelos delatores.
Mas, blindado pela mídia e em sua saga pelo poder as custas do ódio, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) propõe apresentar um projeto de cassação do registro de partidos que possam ser enquadrados em esquemas de propinas.
A medida é boa, mas puramente cenográfica e demagógica, pois visa atingir o PT sem comprovação, já que os suopstos indícios se baseiam na subjetividade de quem tem a intenção política de dizimar o partido adversário. É uma pratica recorrente do PSDB contra o PT. Quem não se lembra da lei de reeleição durante o governo FHC, em que se fez de tudo para aprová-la, inclusive com denúncias de pagamento de propina a deputados. Depois, com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), tentaram aprovar outra lei que impedia a reeleição.
“Todos receberam doações das mesmas empreiteiras, todas de valor significativo. Mas umas foram propina, as outras 'participação legítima da empresa no processo eleitoral', o que é a situação hipócrita que se sustenta com o engavetamento promovido pelo Ministro Gilmar Mendes da decisão do TSE que proíbe dinheiro de empresas nas campanhas”, afirmou o jornalista Fernando Brito, editor do blog Tijolaço.
Do Portal Vermelho, com informações do Brasil 247 e Agência PT de Notícias
Lava Jato: Media hides, but PSDB received R $ 81.5 million of the companies mentioned in Operation Lava Jato
As noted in a recent article in the Red Gate, the mainstream media and the putschist opposition have built the factoid that legal donations from contractors to the PT would be the result of bribes, but those to other parties is for ideological support. The PSDB, in the 2010 and 2014 elections, received R $ 81.5 million of the companies mentioned in Operation Lava jet.
Agency BrazilToucans senators Aécio Neves and Nunes AloysioThe thread of this thesis is in the order of investigation of the Prosecutor General of the Republic, Rodrigo Janot in Lava jet, which concentrates investigations in some parties, which makes no difference to the putschist media that does not mention the donations of companies involved made the other parties, implying that only the PT received donations from contractors.A survey conducted by the Agency PT News, based on campaign statements of the parties by the Superior Electoral Court (TSE), point out that in the 2010 and 2014 elections, the PSDB received R $ 81.5 million of the companies Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão Camargo Correa, OAS, Galvão Engenharia, UTC, Odebrecht and Setel.Also according to the report, only in 2014, toucans received R $ 53,730,000 contractors involved in Operation Lava jet. That same year, donations declared by PT totaled R $ 56.8 million and the PMDB, R $ 46.6 million.In 2010, for example, the PMDB was the legend that received donations from contractors with 24% of total donations (R $ 32.8 million) and PT, R $ 31.4 million. Donations to the PSDB made in the same year accounted for 20% of the total of R $ 27.7 million.As we see, the figures reveal a balance between the three major parties: PT, PSDB and the PMDB with the participation of contractors on the total collected just over 20%.
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domingo, 13 de março de 2016
Geraldo Alckmin e Aécio Neves chegam à Paulista sob vaias e gritos de “corruptos” e "ladrão de merenda"
Enquanto manifestantes gritavam “ladrão de merenda”, apoiadores usavam buzinas
Manifestantes gritavam "ladrão de merenda" e "corruptos" para governador e senador
Caroline Apple/R7
Mais cedo, Alckmin recebeu, na ala residencial do Palácio dos Bandeirantes, uma comitiva formada por senadores e deputados da oposição. Em entrevista coletiva concedida na sede do executivo paulista, Alckmin falou que "é preciso virar a página".
— Precisamos virar essa página. Precisamos de uma solução rápida para retomar o crescimento.
Geraldo Alckmin e Aécio Neves chegam à Paulista... por psdbcensuradopeloyoutube>
do Portal R7 via Os Amigos do Lula De outro ângulo
Manifestantes hostilizaram Aecio Neves e Geraldo Alckmin durante passagem deles pela Avenida Paulista
Publicado por Pedro Venceslau em Domingo, 13 de março de 2016
Enquanto manifestantes gritavam “ladrão de merenda”, apoiadores usavam buzinasGeraldo Alckmin e Aécio Neves chegam à...
Publicado por Fora Aécio Neves em Domingo, 13 de março de 2016
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sábado, 20 de fevereiro de 2016
O vídeo a que todos os eleitores de Aecio Neves e do PSDB deveriam assistir
Faca um favor ao #Brasil. Mostre este vídeo ao... por psdbcensuradopeloyoutube
Vejam a Matéria É um terço SP, um terço nacional e um terço Aécio'
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quarta-feira, 8 de julho de 2015
Superfaturamento de R$ 6 bi, cobrado por Alckmin,Richa e Aécio na conta de luz, acaba.
Isto porque vence hoje a concessão de 21 hidrelétricas antigas da CESP, COPEL e CEMIG, estatais sob controle dos respectivos governadores tucanos. Estas usinas respondem por 7% da geração de fonte hídrica. A concessão volta para o governo federal.
O preço médio real do megawatt-hora (MWh) gerado por estas usinas, que o governo federal passará a cobrar, é R$ 27,00. Até hoje os tucanos cobravam da gente o exorbitante preço superfaturado de R$ 150,00.
Há três anos a presidenta Dilma propôs negociar a redução do preço do MWh das antigas hidrelétricas que estavam com investimentos já amortizados e por isso o custo de geração era muito baixo e poderia ser repassado para diminuir as tarifas. Nenhuma empresa era obrigada a aceitar o acordo pois o contrato de concessão não havia vencido, mas a proposta era justamente garantir a renovação antecipada da concessão que estava para vencer em troca de reduzir as tarifas, também antecipadamente.
As hidrelétricas concedidas à Eletrobras, controlada pelo governo federal, e outras empresas aderiram e na época a tarifa da conta de luz caiu perto de 20% por causa disto. E mente quem diz que não adiantou nada, pois se é verdade que com a estiagem prolongada dos dois últimos anos a conta de luz teve que subir mais do que a inflação por causa de ter que ligar as termoelétricas, cujo custo de geração é mais caro, mente quem ignora o fato de que se as hidrelétricas antigas também estivessem com o preço do MWh alto, a conta de luz hoje seria mais alta ainda. Além disso, nos próximos anos em que as chuvas garantirem reservatórios cheios nestas usinas, a conta de luz cairá.
Mas os governadores tucanos boicotaram aquela redução nas tarifas, e continuaram cobrando o preço superfaturado, em vez de negociar a renovação da concessão. Isto para distribuir mais dividendos nas Bolsas de Valores, esfolando o cidadão consumidor nas tarifas.
Agora perderam a concessão e o povo se vê livre do superfaturamento tucano.
O Ministério das Minas e Energia estima em R$ 6 bilhões por ano o impacto na diminuição da conta de luz.
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Aécio mente e engana os brasileiros ao culpar Dilma por falta de água em São Paulo
Estado é governado pelo PSDB há 24 anosO governador de São Paulo Geraldo Alckmin(PSDB), sabia há anos atrás. que os paulistanos poderiam ficar sem água. Estão. Vários alertas foram dados, mas o governador escondeu de todos, só está deixando os jornais publicarem agora, depois de ter sido reeleito.A imprensa que apoia Aécio e o governador tucano, são os culpados pela falta de água em SP. Dilma, não
Mas o candidato candidato Aécio Neves (PSDB),sem nenhuma
responsabilidade com a verdade e aproveitando-se da eleição, quer votos
na base da mentira. Aécio, já encontrou culpado para o descaso do
governador tucano Geraldo Alckmin com os paulistanos:Dilma.
Na imprensa e nas Redes Sociais, o candidato encontrou um jeito de
enganar desavisados sobre a seca em São Paulo.Culpa a presidente Dilma,
num estado governado há 24 anos pelo PSDB.
Para Aécio, "falta de parceria entre governo e União agravou crise da
água em SP" . A afirma~]ao é patética e demagógica. E mais, quando o
candidato Aécio Neves, usar esse tipo de discurso mentiroso, ele está
apostando que todos somos burros e vamos acreditar em mais uma mentira
que ele conta. Esse é jeito do PSDB de governar. Sempre jogando a
culpa da incompetência absoluta, para os outros, Nunca assumem nada.
Convido vocês para ler a entrevista que a da relatora das Nações Unidas para a questão da água, a portuguesa Catarina de Albuquerque,
44, deu no mês de agosto em que afirma que a grave crise hídrica em
São Paulo é de responsabilidade do governo do Estado. "E não sou a única
a achar isso."
Ela visitou o Brasil em dezembro de 2013, a convite do governo federal.
De volta ao país, ela falou com a Folha na semana passada em Campinas,
após participar de um debate sobre a crise da água em São Paulo
A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) nega que faltem investimentos e atribui a
crise à falta de chuvas nos últimos meses, que classifica como
"excepcional" e "inimaginável".
A seguir, trechos da entrevista à Folha.
No caso de São Paulo, acha que faltou ao governo do Estado adotar medidas e fazer os investimentos necessários?
Acho que sim, e não sou a única. Já falei com vários especialistas aqui
no Brasil que dizem exatamente isso. Admito que uma parte da gravidade
poderia não ser previsível, mas a seca, em si, era. Tinha de ter
combatido as perdas de água. É inconcebível que estejam quase em 40%
[média do país].
Os lucros da Sabesp hoje são distribuídos aos acionistas. Como a senhora avalia isso diante da crise hídrica?
A legislação brasileira determina que uma empresa pública distribua
parte do lucro aos acionistas. Mas uma coisa é uma empresa pública que
faz parafusos, outra é uma que fornece água, que é um direito humano. As
regras deveriam ser diferentes.
O marco normativo dos direitos humanos determina que sejam investidos todos os recursos disponíveis na realização do direito.
No caso de a empresa pública prestar um serviço que equivale a um
direito humano, deveria haver maior limitação na distribuição dos lucros
aos acionistas.
Em São Paulo, pela perspectiva dos direitos humanos, os recursos
deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do
sistema e o acesso de todos a esse direito.
A partir do momento em que parte desses recursos são enviados a
acionistas, não estamos cumprindo as normas dos direitos humanos e,
potencialmente, estamos face a uma violação desse direito.
Seria o caso de se decretar estado de calamidade pública?
A obrigação é garantir água em quantidade suficiente e de qualidade a
todos. Como se chega lá são os governantes que devem saber.
A senhora sobrevoou o sistema Cantareira e disse ter visto muitas piscinas no caminho. O que achou disso?
A situação é grave. Isso foi algo que me saltou à vista.
Quando aterrissei no Egito para uma missão, tendo ciência da falta de
água que existe no país, vi nas zonas ricas do Cairo uma série de casas
com piscinas e pessoas lavando carros. Quem tem dinheiro e poder não
sente falta de água.
O que talvez seja um pouco diferente na situação de São Paulo é que,
pela proporção que a crise tomou, ela poderá atingir pessoas que
tradicionalmente não sofrem limitação no uso da água -e isso é
interessante.
Que efeito isso pode ter?
Pode levar a uma mudança de mentalidade, a uma pressão por parte de
formadores de opinião no Estado de São Paulo para que haja melhor
planejamento e uma gestão sustentável da água.
Quando os únicos que sofrem com a falta de água são pobres, pessoas que não têm voz na sociedade, as coisas não mudam.
E ai Aécio?
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domingo, 19 de outubro de 2014
Elio Gaspari e os escândalos tucanos: Todos soltos, todos soltos, até hoje
O jornalista Elio Gaspari na sua coluna deste domingo (19) no jornal Folha de S.Paulo (link is external), presta uma serviço à memória nacional e relembra o que foram os escândalos tucanos citados por Dilma Rousseff nos últimos debates. Diferentemente do que acontece na gestão de Dilma, na qual as denúncias que surgem são investigadas e os culpados são punidos, nas gestões do PSDB os escândalos são, tradicionalmente, colocados debaixo do tapete.Em debate na TV Band na terça-feira (14), Dilma perguntou a Aécio Neves: "Aonde estão todos os envolvidos com o caso Sivam? Todos soltos. Aonde estão todos os envolvidos na compra de votos durante a reeleição? Todos soltos. Aonde estão os envolvidos da pasta Rosa? Todos soltos. Aonde estão aqueles envolvidos no mensalão tucano mineiro? Todos soltos. Aonde estão aqueles envolvidos nos metrôs e na compra de trens em São Paulo? Todos soltos. O que eu não quero é isso, candidato. Quero todos os culpados presos. É essa a minha indignação que o senhor não enxerga".
No texto intitulado Todos soltos, todos soltos, até hoje, Elio Gaspari lembra o que foi cada um dos casos citados por Dilma, impunes até hoje. Se você não se lembra, venha com a gente nessa viagem ao passado para o qual não queremos voltar:
CASO SIVAM
Era o ano de 1993, governo Itamar Franco, e a empresa americana Raytheon foi escolhida para montar um sistema de vigilância no espaço aéreo da Amazônia. "Coisa de US$ 1,7 bilhão, sem concorrência", lembra Gaspari. Dois anos depois, já no governo FHC, o jornal New York Times publicou que, de acordo com os serviços de informações americanos, rolaram propinas no negócio. "Diretores da Thomson, que perdera a disputa, diziam que a gorjeta ficara em US$ 30 milhões", cita o jornalista, destacando que, claro, tudo poderia ter sido briga de concorrentes, até que um tucano grampeou um assessor de FHC e flagrou-o dizendo que o projeto precisava de uma "prensa" para andar e relatou uma conversa com um senador, onde afirmou que ele sabia "quem levou dinheiro, quanto levou".
Gaspari encerra a descrição do caso assim: "O tucano grampeado voou para a Embaixada do Brasil no México, o grampeador migrou para o governo de São Paulo e o ministro da Aeronáutica perdeu o cargo. Só. FHC classificou o noticiário sobre o assunto como 'espalhafatoso'".
PASTA ROSA
Em agosto de 1995, a gestão de FHC fechou o banco Econômico, que estava quebrado e pertencia a Ângelo Calmon de Sá, um príncipe da banca e ex-ministro da Indústria e Comércio. "Numa salinha do gabinete do doutor, a equipe do Banco Central que assumiu o Econômico encontrou quatro pastas, uma da quais era rosa", cita Gaspari, para indicar o motivo pelo qual o escândalo ficou conhecido como Pasta Rosa. Dentro da pasta, vasta documentação "do ervanário que a banca aspergira nas eleições de 1986, 1990 e 1994. Tudo direitinho: 59 nomes de deputados, 15 de senadores e 10 de governadores, com notas fiscais, cópias de cheques e quantias", relata o colunista.
A estimativa é que, nas três eleições, "esse pedaço da banca deve ter queimado mais de US$ 10 milhões". A documentação foi usada numa briga de tucanos e deu-se um vazamento seletivo. "Quando se percebeu que o conjunto da obra escapara ao controle, o assunto começou a ser esquecido. FHC informou que os responsáveis pela exposição pagariam na forma da lei", diz Gaspari", para lembrar em seguida, que tudo "deu em nada".
COMPRA DE VOTOS PARA A REELEIÇÃO DE FHC
O jornalista Elio Gaspari lembra que, "em maio de 1997, os deputados Ronivon Santiago e João Maia revelaram que cada um deles recebera R$ 200 mil para votar a favor da emenda constitucional que criou o instituto da reeleição dos presidentes e governadores. Ronivon e Maia elegiam-se pelo Acre e pertenciam ao PFL, hoje DEM. Foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Ronivon voltou à Câmara em 2002. De onde vinha o dinheiro, até hoje não se sabe".
MENSALÃO TUCANO MINEIRO
Nas terras de Aécio Neves, em 1998, Eduardo Azeredo perdeu a eleição para o governo do estado para o ex-presidente Itamar Franco. Quatro anos depois, Azeredo elegeu-se senador e tornou-se presidente do PSDB. Em 2005, o nome de Azeredo foi ligado ao do publicitário Marcos Valério: lembra a coluna que ele dava contratos firmados com o governo tucano como garantia para empréstimos junto ao banco Rural. O dinheiro ia para candidatos da coligação de Azeredo, como lembra Gaspari, que também cita que "o PSDB blindou o senador, abraçou a tese do 'caixa dois' e manteve-o na presidência do partido durante três meses".
A coluna ainda destaca: "Quando perdeu a solidariedade de FHC, Azeredo disse que, durante a disputa de 1998, ele 'teve comitês bancados pela minha campanha'. Em fevereiro passado, o Supremo Tribunal Federal aceitou a denúncia do procurador-geral contra Azeredo e ele renunciou ao mandato de deputado federal (sempre pelo PSDB). Com isso, conseguiu que o processo recomeçasse na primeira instância, em Minas Gerais. Está lá".
COMPRA DE TRENS EM SP
Em 2008, o Wall Street Journal noticiou que a empresa francesa Alstom, "molhara mãos" de brasileiros em contratos fechados entre 1995 e 2003. Os valores teriam sido de, no mínimo, US$ 32 milhões. "O Judiciário suíço investigava a Alstom e tinha listas com nomes e endereços de pessoas beneficiadas. Um diretor da filial brasileira foi preso e solto. Outro, na Suíça, também foi preso e colaborou com as autoridades", recorda Gaspari.
O jornalista destaca que um aspecto interessante desse caso é o "fato de que a investigação corria na Suíça, mas andava devagar em São Paulo. Outras maracutaias, envolvendo hierarcas da Indonésia e de Zâmbia, resultaram em punições. Há um ano a empresa alemã Siemens, que participava de consórcios com a Alstom, começou a colaborar com as autoridades brasileiras e expôs o cartel de fornecedores que azeitava contratos com propinas que chegavam a 8,5%."
Em 2008, apareceu nas investigações o nome de Robson Marinho, chefe da Casa Civil do governo tucano em São Paulo entre 1995 e 2001, nomeado ministro do Tribunal de Contas do Estado. "Em março passado, os suíços bloquearam uma conta do doutor num banco local, com saldo de US$ 1,1 milhão. Ele nega ser o dono da arca, pela qual passaram US$ 2,7 milhões. (Marinho tem uma ilha em Paraty)", relata Gaspari, que conclui com a informação de que o Ministério Público de São Paulo já denunciou 30 pessoas e 12 empresas. Mas, até agora, "todos soltos".
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quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Presidenta Dilma investiga, cadê os envolvidos em corrupção do Governo do PSDB?
Aécio Neves não respondeu, mas a pergunta fica no ar: Aonde estão os envolvidos nos casos de corrupção do PSDB? TODOS SOLTOS!Onde estão os envolvidos na compra de votos da reeleição de FHC? , TODOS SOLTOS
Onde estão os envolvidos no Trensalão de Alckmin? , TODOS SOLTOS
Onde estão os envolvidos no Mensalão TUCANO? TODOS SOLTOS
Onde estão os envolvidos no, SIVAM... ? TODOS SOLTOS
Dilma investiga, Aécio esconde!
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
TSE multa campanha de Aécio em R$ 40 mil por ocultar nome de vice Aloysio Nunes em propaganda
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou, nesta quinta-feira, o candidato à Presidência da República Aécio Neves e a Coligação Muda Brasil em R$ 40 mil por terem veiculado oito inserções na televisão sem que aparecesse o nome do candidato a vice-presidente, Aloysio Nunes Ferreira. Foram julgadas procedentes pelo ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto julgou procedentes duas representações apresentadas ao TSE pela coligação de Dilma.“Trata-se de propaganda eleitoral apresentada pelo representado Aécio Neves em benefício próprio, visando à eleição ao cargo de presidente da República. Dessa forma, revela-se impossível que o candidato não teve ciência do conteúdo da publicidade veiculada nas inserções impugnadas, tendo em vista que, repise-se, fora apresentada por ele próprio, muito próximo à realização do pleito”, concluiu Tarcísio.
Fonte:Portal MSN
Veja o Aloysio Nunes mandado prender jornalista ao perguntar da CPI do propinoduto de Alckmin
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Caso Renova. Aécio tenta apagar rastro de R$ 4,5 bilhões
Investigações colocam em evidência a utilização de R$ 4,5 bilhões do patrimônio mineiro para financiar implantação na Bahia de fábrica da AlstomMarco Aurélio Carone
Diante do escândalo do Cartel Alstom/Siemens, começa a naufragar o projeto megalomaníaco de Poder desenvolvido pelo grupo de Aécio Neves que não encontrou limite de atuação na área de energia, ao utilizar-se do Patrimônio Público do Estado de Minas Gerais para elegê-lo presidente da República em 2014.
Alstom e Siemens, réus confessos no escândalo do Metrô e transporte sobre trilhos em São Paulo, tradicionais e principais financiadoras do PSDB paulista, cooptadas através de seus ex-dirigentes a integrar o projeto político de Aécio Neves através do esquema montado pela CEMIG, estão sendo vasculhadas pelo CADE e Ministério Público.
Evidente que se encontram na CEMIG as maiores irregularidades
envolvendo a prática de Cartel, porém a cooptação dos dirigentes das
multinacionais visando evitar maiores fiscalizações ocorreram através de
tentáculos no denominado “Burgo dos Neves”, formado por empresas
subsidiarias integrais da CEMIG e da Light.
Diante do vazamento seletivo de participação apenas no esquema de
corrupção montado na área de transporte sobre trilhos pela
Alstom/Siemens em São Paulo e DF, o governador paulista Geraldo Alkimin e
o ex José Serra, cientes da armadilha e contrariados com o abandono dos
companheiros do PSDB nacional mandou um recado direto a Aécio Neves ao
informar que o Cartel não atuou só em São Paulo, no Metrô, sua atuação
estendeu-se também para as empresas de energia de diversos Estados,
recomendando que sejam também elas investigadas.
Na matéria, “Parte I: Cartel Siemens/Alstom nasceu em Minas Gerais”,
abordamos a até então pouco explicável indicação pelo ex-governador
hoje senador Aécio Neves do ex-presidente da Alstom José Luiz Alquéres,
investigado pela prática de Cartel pelo CADE, para presidir a Light,
empresa adquirida pela CEMIG.
Repetindo á prática adotada na CEMIG, foi através da Light, para
evitar rastro, que Aécio promoveu uma série de aquisições, sendo uma
delas a empresa Renova especializada em energia eólica. Como em relação a
outras empresas, através da Renova alianças e acordos comerciais foram
celebrados apenas no intuito de gerar caixa para sua campanha, poder na
política e economia dos demais Estados da Federação e a “boa vontade”
das grandes corporações multinacionais.
Novojornal noticiou o fato em dezembro de 2012 na matéria; “CEMIG: Consumidor mineiro financia "Império da Energia",
mostrando que a CEMIG vinha há anos criando empresas denominadas
subsidiarias integrais utilizando seu crédito, receita e patrimônio sem
levar em conta os riscos e a viabilidade econômica das mesmas.
Anteriormente em julho de 2012 o Governo de Minas anunciava; “com
investimento de R$ 1,2 bilhão fora inaugurado, no Sudoeste da Bahia, o
Complexo Eólico Alto Sertão I, um empreendimento da Renova Energia,
empresa do Grupo Cemig especializada na geração de energia renovável.
Considerado o maior do gênero na América Latina, o complexo eólico irá
gerar 294 MW de energia, o que representa um incremento de 29,4% na
matriz eólica do país, atualmente na ordem de 1 GW.
Localizado nos municípios baianos de Caetité, Guanambi e
Igaporã é composto por 14 parques, que tiveram sua energia
comercializada para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica
(CCEE). São 184 aerogeradores de 1,6 MW e cada parque irar gerar até 30
MW. A energia gerada pelo Complexo Alto Sertão I é suficiente para
garantir o consumo de uma cidade com 540 mil residências ou cerca de
2,16 milhões de habitantes, considerando quatro pessoas por residência”.
Ao mesmo tempo que em julho de 2012 o Governo de Minas anunciava o
investimento de R$ 1,2 bilhão na Renova, o jornal "Brasil Econômico"
noticiava;
“Uma das principais parcerias do setor energético no Brasil foi
anunciada nesta quarta-feira pela Renova Energia e a francesa Alstom.
As companhias assinaram a carta de intenções durante evento para
clientes e fornecedores em São Paulo”.
"A parceria consolida a nossa posição de liderança nesse
segmento e vai gerar desenvolvimento para a região, disse ao Brasil
Econômico, Marcos Costa, presidente da Alstom Brasil e vice-presidente
de Global Power Sales na América Latina”.
“Jerôme Pécresse, presidente mundial do setor de energias
renováveis da Alstom, afirmou que a parceria coloca a companhia em uma
posição diferenciada no mercado de energia na América Latina. "Esta é
uma parceria ambiciosa, o maior acordo onshore da Alstom para a área
eólica mundialmente. Nossa intenção é que seja um relacionamento
duradouro."
“A previsão é de que os aerogeradores comecem a ser entregues a
partir de 2015, processo previsto para ser concluído entre três e
quatro anos. Para a Renova, a parceria trará vantagens competitivas e
financeiras, já que os geradores da Alstom sairão da fábrica a alguns
quilômetros dali, o que significa menor custo com logística, maior
rapidez na entrega e na manutenção”.
Em fevereiro de 2013 a revista "Veja" noticiou: “Renova fecha
acordo de € 1 bi com Alstom e faz aposta alta em eólicas”. A matéria
informava ainda que; “mesmo sem linhas de transmissão suficientes para
fazer com que a energia saia dos parques eólicos, empresa fecha contrato
incomum no setor: a compra de maquinário antes mesmo que haja
demanda”.
“A notícia não só surpreende pelo volume do investimento (o
maior anunciado pela Renova até hoje), que dimensiona o tamanho da
aposta da empresa no setor eólico brasileiro, como também é uma prática
incomum no mercado de energia, geralmente as empresas só contratam
maquinários para atender a demanda já vendida. O acordo com a Alstom
contempla também a prestação de serviços de operação e manutenção, mas
não impede que, para outros projetos, a Renova contrate outros
fornecedores ou que a Alstom venda para outras companhias de energia os
maquinários”.
Á exemplo da ferrovia do Aço, obra bilionária construída no período
do Golpe Civil Militar de 1964, sinônimo de desperdício de dinheiro
público, o Complexo Eólico Alto Sertão está sendo construído a um custo
de R$4,5 bilhões para gerar energia mesmo sem a existência de linhas de
transmissão para venda do produzido.
Fontes do mercado de energia já haviam denunciado que a aquisição
de parte do capital da Renova ocorrido coincidentemente após a saída de
Alqueres da Light, ocasião que recebeu uma indenização de R$ 30 milhões,
visou apenas dar a empresa garantias para celebração de financiamentos
bilionários inclusive perante o BNDES para compra sem qualquer licitação
de equipamentos da francesa Alstom, uma vez que Renova é uma empresa
privada.
Até a compra da participação acionaria pela Light os geradores de
energia do parque eólico da empresa Renova eram da marca GE sendo
substituídos pelos da Alstom, viabilizando a construção de uma fábrica
da multinacional francesa em Camaçari na Bahia. Segundo as mesmas fontes
a comprovação de que a lucratividade da empresa Renova passou a ser uma
questão secundária, para não gerar desconfiança e repercussão, a
principal cláusula do acordo de acionistas celebrado entre Renova e
Light, foi à retirada de suas ações da Bolsa de Valores.
Diante das investigações e da proporção que ganhou o escândalo do
Cartel Alstom/Siemens o grupo de Aécio tenta agora apagar o rastro de R$
4,5 bilhões criado com garantias do patrimônio público do Estado de
Minas Gerais para em tese beneficiar apenas a Alstom.
Documento que fundamenta a matéria:
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sábado, 10 de agosto de 2013
Esquema Siemens também operou em administração de tucano mineiro Aécio
Empresário acusou a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC tendo como ministro Pimenta da VeigaEm meio ao escândalo do chamado propinoduto tucano, denunciado pela Siemens, empresas fornecedoras de equipamentos e de serviços em trens e metrô nas gestões Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin que superfaturaram R$ 577 milhões, o equivalente a 30% a mais do que os governos pagariam se não houvesse esquema, outros casos envolvendo a empresa igualmente estão sendo investigados, mas ainda permanecem ofuscados.
Até 2005, repousou em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está à prova de que a corrupção na ECT começou, ou tinha prosseguimento, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso.
Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário
esperou até 2005, ocasião da CPMI dos Correios para abrir publicamente o
envelope. Seu objetivo era provar ter sido preterido em uma
concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã
Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente
superfaturadas.
Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra
de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à
ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o
empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no
valor de US$ 100 milhões (R$ 230 milhões).
Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional
016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de
movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson
Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu,
junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e
realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos
Estados Unidos.
Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos
chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e,
assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa
era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do então governador do
Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do ex- senador e ex-governador
também do Distrito Federal José Roberto Arruda (PFL-DF).
A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das
Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no
processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC,
uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo,
cada empresa seria responsável por um setor.
A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e
a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da
licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então
diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não
poderia participar da licitação.
Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da
direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na
licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter
sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan,
Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria
tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação.
Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo,
do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os
envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser
constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e
pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com
os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um
parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o
estabelecido no edital de licitação.
Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente
inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve
o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as
propostas de volta. Siemens e Alstom foram às escolhidas. Detalhe: a
empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT, por este
motivo foi processada pelos Correios e substituída em seguida, pela
NEC.
Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pelas empresas
vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso
administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam
parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa
brasileira os equipamentos previstos no contrato.
Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro
de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um
diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a
data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para
assinar o acordo, em Brasília.
Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme
combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da
capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o
recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca
aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas
vencedoras não honraram os acordos.
Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A
crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos
Correios, lhe pareceu à oportunidade ideal. O empresário foi ao
Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso a
então senadora, hoje ministra Ideli Salvatti.
Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso cinco anos
depois porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas
internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo
caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à
senadora que, em princípio, não teria interesse em entrar em briga
judicial contra a ECT, mas pretendia acionar a Siemens e a Alstom por
quebra de contrato.
O diretor-regional de Vendas da Siemens no Brasil, Hélcio Aunhão,
negou, na Sub-relatoria de Contratos da CPMI dos Correios, as acusações
de que a empresa teria feito conluio com a Alston para que a Brockveld
se retirasse da licitação do sistema de triagem interna de cargas dos
Correios.
Aunhão confirmou ter assinado termos de intenção de compra de
alguns equipamentos com a Brockveld, transação que, segundo Edson
Maurício, serviria para compensar a empresa que se retirou, mas disse
que a compra não foi realizada porque a empresa fornecedora não teria
cumprido as condições estipuladas no contrato.
O sub-relator, então deputado federal, hoje Ministro da Justiça
José Eduardo Cardozo, afirmou na audiência que a CPMI iria solicitar ao
Ministério Público o aprofundamento da investigação sobre o caso.
O Ministério Público brasileiro obteve de autoridades da Suíça,
este ano, a confirmação da existência de contas do operador do esquema
junto ao Metrô de São Paulo, Roberto Marinho, no exterior. Agora,
espera-se no MP a chegada de novas informações, vindas do Principado de
Liechtenstein, vizinho à Suíça, de forma a rastrear o trânsito de
grandes recursos no circuito de empresas e bancos do paraíso fiscal.
Segundo as autoridades o alimentador desse esquema seria a
multinacional Alstom, que teria feito “acordo”, com os tucanos antes
mesmo da Siemens e em relação ao Metrô de São Paulo, ou seja, no período
que ocorreu às irregularidades no Correios, quando Pimenta da Veiga era
Ministro das Comunicações de FHC.
Na multinacional alemã, o presidente no Brasil, Peter Loscher, foi
afastado do cargo, numa responsabilização indireta sobre a gestão que
teria participado de um cartel formado por 15 empresas, todas
participantes de um esquema de pagamento de propinas aos tucanos.
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sábado, 26 de janeiro de 2013
Boicote tucano a redução nas contas de luz faz cair máscara do 'choque de gestão'
Enquanto Dilma tenta garantir aumento da produção industrial, os governos estaduais do PSDB parecem trabalhar para garantir lucros maiores aos acionistas (Foto: Rubens Chaves/Folhapress)
O anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff de que as tarifas de energia elétrica terão redução acima do prometido em setembro passado(Veja o pronunciamento CLICANDO AQUI), foi um novo balde de água fria nas pretensões dos que criticam a renegociação dos contratos das concessionárias e a exigência de novos investimentos em infraestrutura.
A redução do custo da eletricidade entrará em vigor hoje (24), anunciou à noite a presidenta em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão. Para os consumidores residenciais, o corte será de 18,5%, acima dos 16,2% estimados em setembro do ano passado, quando foi anunciada a proposta de renovação antecipada das concessões do setor elétrico.
“Neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje, podemos ver como erraram feio, no passado, os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda. Os que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria. Os que não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média”, disse.
Para as indústrias, o corte será de até 32%, superando os 28% projetados anteriormente. A diminuição do custo da energia será possível com a renovação antecipada e onerosa de concessões elétricas que venceriam de 2015 a 2017 e pela redução ou fim de encargos sobre o setor. Além de ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a economia, o corte maior na conta de luz dará um alívio à inflação
As companhias estaduais em que os governadores são do PSDB, Cesp (Geraldo Alckmin), Cemig (Aécio Neves e Antonio Anastasia) e Copel (Beto Richa), optaram por não renovar suas concessões de geração.
O PSDB foi fundado em 1988, e no ano seguinte lançou a expressão "choque de capitalismo" como plano de governo. O resultado deste choque não foi muito feliz nos oito anos neoliberais do governo de Fernando Henrique Cardoso. Depois, os governadores tucanos passaram a falar em "choque de gestão", cuja ideia seria um governo que administrasse bem os recursos públicos, com custos menores. Há controvérsias se o discurso batia com a realidade.
Agora a presidenta Dilma Rousseff apresentou um plano de redução nas tarifas de energia elétrica, visando tanto a aumentar a competitividade da indústria e gerar melhores empregos, como a aliviar o bolso do cidadão na conta de luz. O plano é simples: usinas hidrelétricas construídas há muitos anos e que estão com a concessão de sua exploração vencendo puderam renovar mediante redução da tarifa sobre a energia gerada. Isso porque os custos para construção da usina já foram amortizados ao longo dos anos e não justifica mais continuarem embutidos na tarifa.
A maioria das empresas concessionárias aderiram. Os governadores tucanos que controlam as empresas estaduais detentoras da concessão de algumas destas usinas resolveram boicotar e não aderiram. A decisão tucana serve para beneficiar os lucros dos acionistas, em detrimento da população.
A situação é análoga à de um cidadão que compra a casa própria financiada em 20 anos. Ele paga o financiamento para cobrir o custo da casa, além dos encargos financeiros. Depois de pagos os 20 anos, seu orçamento familiar fica livre daquela despesa. A antecipação feita por Dilma equivale a quitar com um ou dois anos de antecedência, para ficar livre do custo do financiamento. A decisão dos tucanos equivale a querer impedir a quitação para os banqueiros ganharem mais com o financiamento nas condições antigas.
Outra alegação desastrada dos tucanos é dizer que, se a tarifa de energia cair, a arrecadação do ICMS dos estados sobre essa energia também cai. Ora, então nenhum ganho sobre preços poderá mais ser repassado à população, sob risco de desequilibrar as contas do governo estadual? Assim, o governador Geraldo Alckmin comprova que aquelas visitas ao chamado "impostômetro" foram mais falsas que uma nota de três reais. Choque de gestão de verdade não seria atrair maior produção industrial, com energia mais barata? É isso que a presidenta Dilma está fazendo.
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