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sábado, 19 de dezembro de 2020
MPMG denuncia Aécio Neves por crimes na Cidade Administrativa
O MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) denunciou hoje o ex-governador do estado e atual deputado federal Aécio Neves (PSDB) e outras 15 pessoas pelos supostos crimes de peculato, corrupção e lavagem de dinheiro na licitação e obra da Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais. A defesa de Aécio lamentou "a precipitação e o absurdo da denúncia". As irregularidades teriam acontecido entre 2007 e 2010, mas os supostos crimes só foram descobertos em 2016 a partir de uma colaboração premiada no âmbito da Operação Lava Jato.
- "As investigações foram aprofundadas pelo MPMG, que celebrou colaborações com outros três executivos de duas das nove empresas conluiadas, os quais corroboraram, integralmente, os primeiros atos de colaboração." Todas as empreiteiras, segundo o MP, se uniram, a convite do então governador Aécio Neves, "para fraudar a licitação e repartir ilicitamente os contratos para a execução das obras".
Os valores contratados para a Cidade Administrativa eram superfaturados "em razão da absoluta inexistência de competição na licitação". Segundo as investigações, 3% do montante pago às empreiteiras foi entregue ao então governador Aécio Neves como propina —um diretor da Codemig seria o responsável por repassar os valores. O MP aponta que parte do dinheiro foi pago "por meio de contratos fictícios e, ainda, por valores entregues a terceiros, em evidente conduta de ocultação e lavagem de dinheiro". O prejuízo para os cofres públicos supera R$ 50 milhões. A denúncia foi oferecida por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Belo Horizonte e do Gaeco (Grupo de... -
Esperar para ver se nao deixarão prescrever isso
quarta-feira, 18 de setembro de 2019
Executivo da Odebrecht que disse ter pago R$ 50 milhões a Aécio Neves é encontrado morto
Henrique Valladares, tido como um dos principais delatores da Odebrecht, foi encontrado morto nesta terça-feira em seu apartamento no Rio de Janeiro
O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro. Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.
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| Na foto acima o então Senador Aecio neves com então Juiz da lava Jato Sergio Moro em clima de descontração |
As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. As causas da morte não foram divulgadas. Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato.
Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio.
A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.
sábado, 13 de julho de 2019
Não Melindrado,Aecio Neves reaparece para votar a favor do fim das aposentadorias
Veja como votaram os deputados do PSDB:Agora sim, não falta mais nada nessa #ReformaComprada, até um difunto resolveu sair do seu Mausoléu pic.twitter.com/Sbjl47hckj— Jair Wellington ® (@JairWellington2)12 de julho de 2019

Veja Também Sergio Moro compartilha post de Onyx Lorenzoni do Caixa 2 e comemora o fim das aposentadorias
Do Fora PSDB
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sexta-feira, 5 de julho de 2019
Após enrolar mais de 2 anos do audio, Justiça de SP torna Aécio Neves réu pelo caso da propina da JBS
O tucano é investigado por corrupção e tentativa de obstrução à Lava Jato por, supostamente, ter pedido e recebido propina de Joesley Batista; ao acertar o pagamento, Aécio chegou a dizer que a pessoa que receberia teria que ser uma "que a gente mata antes de fazer delação"
Em decisão proferida na última terça-feira (2), o juiz João Batista Gonçalves, da Justiça Federal de São Paulo, ratificou que recebeu a denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) por corrupção e tentativa de obstrução da Lava Jato. Com o recebimento da denúncia, o tucano se tornou réu em seu nono processo.
A acusação do ex-procurador-geral, Rodrigo Janot, de 2017, se dá no âmbito das delações de Joesley Batista, do Grupo J&F, que afirmou ter pago propina no valor de R$ 2 milhões ao deputado. À época, a Justiça teve acesso a conversas telefônicas entre Aécio e Josley em que eles teriam acertado o pagamento da propina.
“Se for você pegar em mãos, vou eu mesmo entregar. Mas, se você mandar alguém de sua confiança, mando alguém da minha confiança”, teria dito Joesley, ao que Aécio teria respondido: “Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação”
Além de Aécio, sua irmã, Andréa Neves, um primo e um assessor parlamentar do congressista são acusados de corrupção passiva. Em 2017, o tucano chegou a ser afastado do Senado em meio às denúncias, mas conseguiu retomar seu posto e se eleger deputado federal no ano passado. Também são acusados de corrupção passiva a irmã do senador, Andréa Neves, um primo dele e um assessor parlamentar do congressista. Em troca, ele teria prestado favores políticos a Joesley.
Em março, o STF bloqueou R$ 1,7 milhão em bens do deputado. O caso estava sob investigação no STF e foi transferido para São Paulo após o Supremo decidir que o foro por prerrogativa de função dos parlamentares refere-se apenas a crimes cometidos no cargo e em função dele.
Na decisão desta semana, a Justiça Federal de São Paulo determinou que Aécio seja intimado para explicar as acusações.
A defesa do tucano ainda não se manifestou
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sexta-feira, 7 de junho de 2019
Escrivão da PF passou depoimento de Joesley para irmã do Aécio Neves
Investigação aponta que Andrea Neves teve acesso à documentação ilegalmente e por meio escuso; operação prendeu agentes envolvidos no caso
A Polícia Federal em Minas encontrou um depoimento sigiloso do empresário Joesley Batista, da JBS, na residência da jornalista Andrea Neves, irmã do deputado federal Aécio Neves (PSDB). É o que mostra documento da operação Escobar, desencadeada em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (5), para coibir um suposto esquema de vazamento de dados de investigações confidenciais envolvendo dois escrivães da própria PF e três advogados de políticos e empresários.
Segundo a investigação, quem acessou o depoimento reservado de Joesley Batista foi o escrivão da PF, Márcio Antônio Camillozzi Marra, preso preventivamente na operação. Marra foi nomeado conselheiro do Cruzeiro Esporte Clube pelo advogado Ildeu da Cunha Pereira, que também está preso, conforme o R7 mostrou ontem. O cargo no Cruzeiro seria uma compensação pelos vazamentos ilegais.
O depoimento vazado de Joesley Batista, principal delator da família Neves, faz parte da operação Capitu, desencadeada no passado para investigar a suspeita de um esquema de desvios de verbas no Ministério da Agricultura . Na época, Joesley e o ex-vice-governador de Minas Antônio Andrade (MDB) foram presos. Nem Aécio, nem Andrea são investigados pela operação Capitu.
"Ocorre que Andrea Neves (ou até mesmo seu irmão, Aécio Neves) não faziam parte das investigações do IPL 689/2018, que tramita em segredo de Justiça, razão pela qual não poderiam obter acesso, ainda que os documentos fosse obtidos legitimamente, dentro das prerrogativas dos advogados ou investigados que têm acesso aos autos", anotou, em despacho, a juíza Camila Franco e Silva Velano, da 4ª Vara da Justiça Federal em BH.
Meio escuso
De acordo com a juíza Camila Franco, a documentação encontrada na casa de Andrea não tem assinatura. Portanto, só poderia ter sido acessada por um policial que detém senha especial, no caso o delegado ou pelos escrivães. "Tais fatos sugerem fortemente que a investigada Andrea Neves teve acesso a referidos documentos sigilosos por meios escusos", escreveu a magistrada.
Três advogados e dois escrivães da PF, além de Andrea Neves estão entre os investigados pela operação Escobar. A irmã de Aécio Neves foi intimada a depor.
DO R7
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
ROMEU ZEMA "O NOVO" SE CERCA DE PESSOAS LIGADAS A AÉCIO NEVES
Provável líder do governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais pediu votos no tucano![]() |
| O governador de Minas Gerais, Romeu Zema Foto: O Tempo/Agência O Globo
O governador de Minas Gerais,Romeu Zema , está se cercando de pessoas ligadas ao senadorAécio Neves (PSDB).
O secretário de Governo é o ex-prefeito de Juiz de Fora Custódio Mattos , que foi secretário de Desenvolvimento Social na gestão do tucano à frente do estado.
Renata Vilhena , atual secretária de Reforma Administrativa, foi secretária de Planejamento de Aécio.
Agora tudo leva a crer que o líder do governo na Assembleia Legislativa será o deputado tucano Luiz Humberto Carneiro , que pediu votos em Aécio nas eleições passadas e já foi chamado por ele de “companheiro”.
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Da Época
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terça-feira, 25 de dezembro de 2018
Ala de Alckmin é contra expulsar Aécio: o povo vai esquecer depois do natal, dizem
Os tucanos se dividiram diante do pedido do deputado Wherles Rocha (AC) para que o PSDB expulse o senador e deputado eleito Aécio Neves (MG), que foi alvo de ação policial novamente na última semana acusado de receber R$ 100 milhões em propinas na eleições de 2014, o que equivale a 70 triplex do Guarujá que Moro e Globo atribuem a Lula. A ala favorável à punição argumenta que o partido deve resposta rápida aos eleitores.
Aliados do presidente da sigla, Geraldo Alckmin (SP), dizem que não há motivo para afobação. Lembram que Aécio ainda está se defendendo na Justiça e preveem que as pressões diminuirão com as festas de fim de ano e o recesso parlamentar com a blindagem da imprensa e do Judiciário.
Da FSP via Blog da Cidadania
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018
Propina chegava a Aécio e cúmplices em caixas de sabão e contas na Suíça
Além do primo de Aécio Neves, o ‘Fred’, outro cúmplice, citado por Rocha Pena, foi Mendherson Souza, ex-assessor do senador Zezé Perrela (MDB-MG). Segundo Pena, o dinheiro foi entregue dentro de caixas de sabão em pó.
Por Redação do Correio do Brasil– de Belo Horizonte e São Paulo
Dono de uma rede de supermercados mineira, o empresário Waldir Rocha Pena admitiu que prestava serviço ao grupo JBS para repassar propinas a políticos mineiros. Ele revelou, em depoimento à Polícia Federal (PF) ter entregue dinheiro vivo a Frederico Pacheco, primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O ‘Fred’, como é conhecido, figura em gravações anteriores, captadas pela PF com autorização judicial
— Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara — disse Aécio a Joesley Batista.
Outro cúmplice, citado por Rocha Pena, foi Mendherson Souza, ex-assessor do senador Zezé Perrela (MDB-MG). Segundo Pena, o dinheiro foi entregue dentro de caixas de sabão em pó.
Prisão temporária
No depoimento, o empresário ratifica a delação premiada feita por executivos da JBS quanto ao pagamento de propinas a figuras públicas de Minas Gerais. O testemunho, prestado também à Receita Federal, foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que tem competência para investigar a denúncia me função do foro privilegiado dos parlamentares.
O teor das declarações também foi empregado pela PF no âmbito da Operação Capitu, que apura corrupção e desvios no Ministério da Agricultura, e que resultou em um novo pedido de prisão temporária para um dos donos da JBS, o empresário Joesley Batista.
Em sua delação premiada, o o ex-diretor da JBS Ricardo Saud, afirmou que o pagamento de suborno para Aécio, totalizando cerca de R$ 4 milhões, foi operacionalizado por meio de um supermercado em Belo Horizonte. As informações foram confirmadas por Pena.
Respostas
Segundo as investigações, porém, os repasses foram maiores que os citados nas delações, chegando a R$ 6 milhões, conforme documentos contábeis apreendidos pelos agentes. As propinas teriam sido pagas em 2014, que foi ano eleitoral.
A assessoria de Aécio Neves informou que “todas as doações recebidas pela campanha nacional do PSDB em 2014 foram legais e estão devidamente declaradas junto à Justiça Eleitoral. As acusações formuladas pelos executivos da JBS já se mostraram mentirosas, o que levou inclusive a PGR a solicitar a rescisão de seus acordos de colaboração”.
Já a assessoria de Zezé Perrella destacou que não existem elementos que liguem o pagamento de propinas ao senador. A defesa de Mendherson disse que o depoimento de Pena não passa de uma “mentira estúpida”.
Mais propina
Ainda nesta sexta-feira, chegou à PGR um documento oficial da Justiça suíça que cita, pela primeira vez, suspeitas sobre o financiamento de uma campanha presidencial do PSDB. Decisão do Tribunal Penal Federal do país europeu, de 26 de setembro deste ano, rejeitou recursos apresentados pelos suspeitos para impedir que um processo de cooperação judicial, com o Ministério Público Federal brasileiro, seguisse adiante.
Estão sendo apurados cerca de R$ 43,2 milhões bloqueados em contas suíças. Os nomes dos suspeitos estão sob sigilo.
Procurada, a atual direção do PSDB informou que não irá se pronunciar até saber exatamente do que se trata. Trata-se do segundo caso envolvendo o PSDB de colaboração entre Brasil e Suíça. Da primeira vez, foram enviados ao Brasil extratos bancários de contas atribuídas ao ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza.
Em sigilo
Paulo Preto, apontado como operador do PSDB pela Polícia Federal, é acusado de desvio de dinheiro público durante governos tucanos no estado de São Paulo. As investigações na Suíça envolvem movimentações de cerca de R$ 133 milhões. Mas, de acordo com o Ministério Público da Suíça, no caso dos R$ 43,2 milhões, o investigado não é ele.
Em 27 de junho de 2017, o Ministério Público Federal brasileiro teria apresentado um pedido de assistência judicial à Suíça “em um processo criminal instaurado contra B. e outros por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva”. A letra refere-se a um suspeito, mas não se trata da inicial de seu nome.
De acordo com o tribunal da Suíça, a solicitação de cooperação do MPF brasileiro trata de suspeitos “de terem concordado que o grupo C. deveria pagar, em troca da implementação de um contrato de empréstimo celebrado por eles com D. (uma joint venture brasileira ativa no desenvolvimento do serviço rodoviário, controlada por governo do Estado de São Paulo para a construção, exploração, manutenção e gestão de autoestradas e nós intermodais), o dinheiro para financiar a campanha presidencial do PSDB”. As letras C e D referem-se a empresas cujos nomes também estão sob sigilo.
No pedido de cooperação, o Brasil solicitava que os suíços bloqueassem ativos da ordem de R$ 43,2 milhões em contas identificadas, o “equivalente a mais de 10 milhões de francos suíços, valor total pago pelo Grupo C. em uma base de corrupção entre 2006 e 2012”
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terça-feira, 9 de outubro de 2018
Aecio Neves e Beto Richa declaram apoio a Bolsonaro
Em maio de 2014, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) manifestou um desejo: “Se eu não for candidato, quero ser vice de Aécio.”
o então senador Aécio Neves (PSDB) perdeu aquela eleição da Presidenta Dilma Rousseff (PT) e Bolsonaro não foi candidato a vice do tucano, que preferiu Aloysio Nunes (PSDB) — ainda hoje ministro no governo golpista de Michel Temer (MDB).
Vejam tambem Em caso de vitória de Bolsonaro Reforma da Previdência pode ser retomada no final do governo Temer
Pois bem, passaram-se quatro anos. Após delação da JBS e investigação na lava jato, Aécio derreteu e segurou-se numa cadeira de deputado federal por Minas Gerais. Eleito no 19º lugar, com 106 mil votos, o tucano retribuiu o outrora apoio a Bolsonaro.
Além de Aécio, outro tucano encrencado no mundo crime — Beto Richa — também anunciou que vai de Bolsonaro no 2º turno. O ex-governador do Paraná fez 3,73% dos votos para o Senado após ser preso por corrupção no mês de setembro.
Diz a Bíblia Sagrada: “Diga-me com quem andas e te direi quem és!”
DO Blog do Esmael
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Minas Gerais, Brasil
segunda-feira, 8 de outubro de 2018
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
Anastasia tenta censurar vídeo que o liga a Aécio Neves

Enquanto o juiz da lava jato Sergio Moro fica desfilando com Mineirinho e outros corruptos sorridentes em eventos ,candidato ao governo de Minas Gerais, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) entrou com uma ação judicial para tirar do ar um vídeo da campanha do governador Fernando Pimentel, do PT, que o liga ao senador Aécio Neves (Golpista) (PSDB-MG), como se o nome fosse um palavrão. Indicado Aécio, Anastasia foi o relator do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, que foi afastada da presidência da República sem crime de responsabilidade. Dilma deu a volta por cima e chegará ao Senado na vaga que era de Aécio, desmoralizado pelos grampos da JBS, em que negocia uma propina de R$ 2 milhões que foi abafada por DODGE,Moro e STF e
assim autorizado a concorrer a eleição pela justiça parcial
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domingo, 17 de junho de 2018
Aliados do Aecio Neves e Anastasia impedem Governo de Minas de pagar os salários do funcionalismo
Golpe em Minas Gerais: Pimentel impedido por PSDB e PMDB de pagar os salários do funcionalismo
Da redação – Na última quinta-feira, dia 14, aliados políticos do Aecio Neves filiados ao PMDB e ao PSDB, juntamente com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), em maioria indicados pelo Mineirinho, conseguiram uma liminar para proibir que o governador Fernando Pimentel (PT-MG) possa contratar um empréstimo de R$ 3 bilhões para sanar dívidas do estado. Entre essas dívidas está os salários atrasados do funcionalismo público do estado.

O golpista que acionou o TCE-MG foi o deputado estadual Gustavo Valadares do PSDB. É uma política clara de golpismo para gerar instabilidade no governo mineiro. É mais uma tentativa de derrubar o governo do PT, como aconteceu com a invasão do Palácio da Liberdade na última semana.
A liminar vai prejudicar mais de 20 milhões de mineiros que serão afetados com atraso dos salários e também investimentos em saúde e educação.
Está em curso em Minas Gerais uma operação golpista contra o governo do PT para impedir que Fernando Pimentel concorra à reeleição nas próximas eleições. É preciso que haja uma resposta à altura dos sindicatos e do movimento popular organizado contra esta ofensiva golpista contra o governo do PT de Minas Gerais.
Abaixo o Golpe de Estado em MG!
Fonte: causaoperaria.org.br
terça-feira, 15 de maio de 2018
Preso novamente doleiro que delatou Aécio e foi solto, em 2014, por Sérgio Moro
Em acordo feito em 2014, o doleiro Ceará, solto de maneira mal explicada por Moro, mencionou os políticos Fernando Collor de Mello, Aécio Neves e Renan Calheiros
Atualizado às 12h18 de 15/05
O doleiro Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, delator da Lava Jato, foi preso preventivamente em João Pessoa (PB) na manhã desta terça-feira (15). Ceará atuava na Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef, e firmou, em 2014, acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com nota da Polícia Federal desta terça-feira, ele “retornou às suas atividades ilegais”.
No mês seguinte, em 22 de abril de 2014, o Ministério Público Federal do Paraná apresentou denúncia contra Ceará por apenas um crime: operar, sem a devida autorização, instituição financeira de câmbio, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão.
O MPF-PR pediu ainda na denúncia o pagamento mínimo de multa de R$ 5 milhões por danos causados ao sistema financeiro e econômico. No dia seguinte, a denúncia foi aceita pelo juiz Sérgio Moro. Em seu despacho, o magistrado soltou Ceará da prisão preventiva, colocando-o em liberdade com medidas restritivas, tais como retenção do passaporte, proibição de contato com Alberto Youssef, ter de avisar ao juízo em caso de mudança de endereço etc.
De acordo com artigo publicado na Fórum, em 2016, por Helena Sthephanowitz, há no caso um buraco mal explicado, ou seja, saber “porque alguns investigados só saem da cadeia em Curitiba quando delatam qualquer coisa, quase sempre com efeitos políticos que atingem a atual base governista federal (na época o governo Dilma), enquanto outros que tinham informações que atingem a oposição tucana foram mandados para casa em silêncio, ganhando benefícios como redução de multas, suspensão e extinção de penas?”. Leia o artigo completo de Helena aqui.
Na prisão desta terça-feira, a Polícia federal soltou nota sobre Ceará onde afirma:
“Quanto ao operador financeiro (“doleiro”) já investigado da Operação Lava Jato, chama atenção o fato de ter retornando às suas atividades ilegais mesmo tendo firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República e posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal. A Procuradoria Geral da República e Supremo Tribunal Federal serão comunicados sobre a prisão do réu colaborador para avaliação quanto a “quebra” do acordo firmado”, afirma a PF.
Delações de Ceará
Em 2014, Ceará disse, em depoimento, que foi à Maceió e levou R$ 300 mil para o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) em pacotes de notas de R$ 100. O depoimento foi homologado em 2015.
À época, Collor negou conhecer Ceará e questionou a credibilidade do seu depoimento.
O delator também mencionou, em depoimento, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu R$ 300 mil a mando de Youssef. Aécio negou a afirmação.
Ceará ainda citou a entrega de dinheiro a outros políticos, entre eles, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os senadores também negaram.
No caso de Randolfe Rodrigues, o então ministro Teori Zavascki, na época relator do processo da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento das denúncias contra o senador, líder da REDE SUSTENTATIBILIDADE no Senado Federal, citado sem provas pelo delator Carlos Alexandre Rocha, o ‘Ceará’.
Diante da gravidade da acusação, a Procuradoria-Geral da República decidiu ouvir novamente o doleiro Youssef, que seria a fonte das denúncias de Souza Rocha. Reinquirido em 11 de setembro, o doleiro negou todas as versões de Souza Rocha, dizendo que “nunca teve a conversa relatada por Ceará”, que “nunca entregou dinheiro a Randolfe Rodrigues”, que “nunca falou sobre entrega de valores a Randolfe Rodrigues para Ceará ou qualquer outra pessoa”, que não conhece o senador da REDE e “nunca teve qualquer relação com ele”.
Com base nesses esclarecimentos, a procuradora Ela Wiecko, que em novembro de 2015 exercia o cargo de Procuradora-Geral da República, no lugar de Rodrigo Janot, pediu ao STF o arquivamento da Petição n° 5.819, esclarecendo: “Não se vislumbram elementos mínimos que possam fundamentar uma instauração de inquérito” em relação ao senador Randolfe Rodrigues.
Com informações do G1
Do revista Forum
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quarta-feira, 9 de maio de 2018
Aécio Neves vai para “juízes amigos”. Viram, bobinhos do foro privilegiado. Por Fernando Brito
Texto publicado no Tijolaço.
POR FERNANDO BRITO.
Na hipocrisia brasileira, as coisas são o contrário do que parecem. O fim do foro privilegiado, disseram a você, agilizaria o julgamento dos políticos acusados de crimes. Celeridade, celeridade, celeridade, bradavam os colunistas dos grandes jornais
E hoje, na Folha, lê-se que Alexandre de Moraes, mandado diretamente do PSDB para o Supremo, acaba de remeter para a Justiça de Minas Gerais o inquérito sobre as propinas supostamente pagas a Aécio Neves pela construção do Centro Administrativo do Estado.
Aquela mesma justiça estadual onde, por anos arrastou-se o processo do “mensalão mineiro”, novela que ainda não terminou e que corre o risco de ter como epílogo a prescrição da pena dada a Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB, já perdido nas brumas da memória pública.
Embora vá ser muito difícil Aécio Neves livrar-se , de imediato, do outro processo que se lhe move, o da mala da JBS, ficam maiores as possibilidades de que, findo seu mandato, também este tenha o mesmo destino.
E em Minas, como se sabe, até um aeroporto privado, para uso de lazer, vira uma obra de infraestrutura, essencial para escoar a produção da indústria da pequena cidade de Cláudio.
Que, como se sabe, é conhecida pelo grande número de fundições de ferro, um material levíssimo, dequado para transporte aéreo.
Fonte DCM
Fonte DCM
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segunda-feira, 5 de março de 2018
Sergio Moro, que em 4 anos de Lava Jato não investiga o Aecio Neves e outros tucanos delatados, recebe patrocínio do PSDB,DEM,Globo, Shell, Exxon, Itaú,Bradesco,Folha,Santander e outros em evento
Depois do "Juiz" da Lava Jato Sergio Moro confraternizar com Aecio Neves e outros tucanos delatados em evento da Istoé em dezembro de 2016 entre outros eventos do PSDB que ele participou, agora foi além: recebendo patrocínio do partido maior rival da única pessoa que ele investiga e persegue

1- PSDB e DEM: Moro não prendeu a irmã de Aécio, que continuou negociando propinas e foi presa (e solta) pelo STF em 2017. Em quase 4 anos de Lava Jato, Moro não prendeu nenhum membro do PSDB nem do DEM.
2-Shell, Exxon, BP, Statoil: Todas elas foram beneficiadas pelo governo Temer (amigo de Moro), levaram todo o petróleo do pré-sal por um preço 300 vezes mais barato que o valor de mercado. Na Inglaterra, Temer é chamado de MiShell Temer, pois está envolvido com negócios espúrios da empresa. Mais de 1 trilhão de prejuizo ao Brasil. Quem organizou a venda foi José Serra e Aloysio Nunes (do PSDB).
4- Bradesco: O Bradesco foi beneficiado por um "erro" do Banco do Brasil no governo Temer e ganhou 5 bilhões de reais ao vender títulos que não valiam nada. Que sorte, né?
5- Globo, Folha, Estadão: As três empresas que alimentam a fama do juiz e tentaram transformá-lo em uma figura heróica e honesta, símbolo do combate à corrupção. Mas a máscara caiu.
Mostre essa foto para seus amigos que ainda acreditam nesse juiz PARCIAL e PARTIDÁRIO, que ganha milhões dando palestras em nome de uma fama fabricada pela midia (item 5) e enfrenta acusações de pedidos de propinas. Nenhum grande bandido está preso na Lava Jato, todos já estão soltos e a operação é apenas um instrumento de pereguição política ao ex-presidente Lula.
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terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Vejam como votaram os deputados de Minas Gerais para livrar Temer da segunda denuncia e acabar com aposentadoria do povo e acabar com direitos
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou por maioria a rejeição da denúncia por obstrução da Justiça e organização criminosa contra o peemedebista.
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDB na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo(EM Minas Anastasia(PSDB/MG) e Zeze parella(PMDB/MG) votaram para salvar o Aecio Neves e Aecio não votou por ser o acusado)
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDB na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo(EM Minas Anastasia(PSDB/MG) e Zeze parella(PMDB/MG) votaram para salvar o Aecio Neves e Aecio não votou por ser o acusado)
A denúncia havia sido oferecida pela procuradoria-geral da República com base nas delações da JBS. De acordo com órgão, Temer, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), formaram uma organização criminosa que teria recebido ao menos R$ 587.000.000,00 em propina e atuado para atrapalhar as investigações.
Foram 251 votos favoráveis ao parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava a não autorização da abertura de inquérito contra Temer no STF. 233 deputados votaram contra o parecer. Para que o inquérito fosse autorizado, eram necessários 342 votos. Com a decisão, Temer, que liberou milhões em emendas parlamentares, segue sendo o único presidente da história a ser denunciado em pleno exercício do mandato e, mais do que isso, ter as denúncias rejeitadas. Em agosto, o peemedebista foi salvo na Câmara de ter inquérito aberto no STF por corrupção passiva.
Relembrem a conversa dele com Dono da JBS
Vejam o Voto dos demais parlamentares AQUI contra e a favor de Temer
Minas Gerais
Ademir Camilo (Pode) – sim
Aelton Freitas (PR) – sim
Bilac Pinto (PR) – sim
Bonifácio de Andrada (PSDB) – sim
Brunny (PR) – sim
Caio Narcio (PSDB) – sim
Carlos Melles (DEM) – sim
Dâmina Pereira (PSL) – sim
Delegado Edson Moreira (PR) – sim
Diego Andrade (PSD) – sim
Dimas Fabiano (PP) – sim
Domingos Sávio (PSDB) – sim
Fábio Ramalho (PMDB) – sim
Franklin (PP) – sim
Leonardo Quintão (PMDB) – sim
Luis Tibé (PTdoB) – ausente
Luiz Fernando Faria (PP) – sim
Marcelo Aro (PHS) – sim
Marcos Montes (PSD) – sim
Marcus Pestana (PSDB) – sim
Mário Heringer (PDT) – ausente
Mauro Lopes (PMDB) – sim
Misael Varella (DEM) – sim
Newton Cardoso Jr (PMDB) – sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – sim
Raquel Muniz (PSD) – sim
Renato Andrade (PP) – sim
Renzo Braz (PP) – sim
Rodrigo de Castro (PSDB) – sim
Rodrigo Pacheco (PMDB) – abstenção
Saraiva Felipe (PMDB) – sim
Tenente Lúcio (PSB) – sim
Toninho Pinheiro (PP) – sim
Zé Silva (SD) – sim
sábado, 2 de dezembro de 2017
Planilha encontrada pela PF revela que Aécio tem cota de cargos no governo Temer
Documento intitulado “Indicações para Cargos Federais – Minas Gerais” detalha quem indicou e quem foi indicado para 16 cargos em 10 órgãos do governo federal em Minas; além disso, Aécio tem mapeamento de cargos da União disponíveis no estado.

A Polícia Federal (PF) achou e apreendeu, no gabinete de Aécio Neves (PSDB-MG) no Senado, 14 folhas com planilhas que detalham indicações políticas a cargos nos mais diferentes órgãos da administração pública federal em Minas Gerais. Além disso, Aécio detinha um mapeamento de cargos da União disponíveis em Minas, com as respectivas remunerações e vagas em aberto. Um dos documentos traz a data de 10 de fevereiro de 2017, o que indica a influência do senador no governo de Michel Temer. As informações são do repórter Vinicius Sassine, de O Globo.
Os papéis foram apreendidos pela PF em 18 de maio deste ano, dia em que foi deflagrada a Operação Patmos, autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No mesmo dia, a PF fez buscas em imóveis ligados ao senador em Brasília, Rio e Minas e prendeu preventivamente a irmã dele, Andrea Neves. O senador e candidato derrotado nas eleições presidenciais de 2014 foi citado nas delações premiadas dos executivos do grupo J&F como beneficiário de repasses de recursos pelo grupo. Em junho, a Procuradoria-Geral da República denunciou Aécio por corrupção passiva e obstrução de Justiça, pelo suposto recebimento de propina de R$ 2 milhões da J&F.
A planilha intitulada “Indicações para Cargos Federais – Minas Gerais” detalha quem indicou (político e partido) e quem foi indicado para 16 cargos em 10 órgãos do governo federal em Minas. É esta planilha que traz a data “10/02/2017”. Os órgãos são Serviço Geológico do Brasil (CPRM), Superintendência Federal de Agricultura, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Caixa, Ceasa, Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Ibama, Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Geap e Companhia de Armazém e Silos de Minas.
*Com informações de O Globo e Brasil 247
Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
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terça-feira, 26 de setembro de 2017
STF AFASTA O AÉCIO NEVES DO MANDATO E DETERMINA RECOLHIMENTO NOTURNO

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 26, por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F; na mesma sessão, ao contrário dos donos da JBS que pagaram propinas, Primeira Turma negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio Neves, que recebeu as propinas, feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot; articulador principal do golpe de 2016 que arrasou o País, Aécio ficará solto, embora tenha sido flagrado nos grampos da JBS negociando propinas de R$ 2 milhões
Agência Brasil - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (26), por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F.
Na mesma sessão, a Primeira Turma negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo no último dia 17. Outras duas solicitações de prisão foram negadas por decisões monocráticas (individuais) no STF: uma do ministro Edson Fachin e outra do ministro Marco Aurélio Mello.
Votaram pelo afastamento os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, ficando vencidos os ministros tucano Alexandre de Moraes(PSDB/SP), que assumiu o lugar do Teori após um estranho acidente de avião, e Marco Aurélio Mello que disse que o mineirinho tem uma "carreira elogiavel". Pelo mesmo placar, foi determinado que Aécio não pode se ausentar de casa à noite, deve entregar seu passaporte e não pode se comunicar com outros investigados no mesmo caso, entre eles sua irmã Andréa Neves.
Em seu voto, Fux afirmou que a atitude mais elogiosa a ser tomada por Aécio, desde o início, seria se licenciar do mandato para provar sua inocência. "Já que ele não teve esse gesto de grandeza, nós vamos auxiliá-lo a pedir uma licença para sair do Senado Federal, para que ele possa comprovar à sociedade a sua ausência de culpa", disse.
Do 247
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA
PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal; tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista; Temer é acusado de liderar organização criminosa e de obstruir a Justiça; a denúncia diz que o peemedebista integra, desde 2002, um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões; para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy
247 - O PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal. Os tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista.
A jornalista Andrei Sadi disse em seu blog que os deputados do PSDB já têm o discurso pronto para justificar a defesa de Temer: a denúncia de Rodrigo Janot "não é suficiente" para provocar uma "ruptura" no cenário político em meio à discussão sobre as reformas econômicas.
Os tucanos, no entanto, admitem que o motivo maior é não causar turbulências a um ano da eleição para presidente da República. Na primeira denúncia contra Michel Temer, a bancada do PSDB rachou no plenário: foram 22 votos contra a denúncia, e 21 a favor.
Para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy.
Denúncia
Desta vez, a procuradoria acusa o presidente de organização criminosa e obstrução da Justiça. Temer é acusado de ter participado, desde 2002, de um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões. A partir de 2016, ele teria passado para um papel de liderança. A denúncia afirma que ele "dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização". As acusações têm por base gravações, grampos telefônicos e delações.
No documento de 245 páginas, Janot descreve como o grupo de Temer teria cobrado propina para que empresas conseguissem contratos com estatais e ministérios controlados pelo PMDB. Apenas no caso da Petrobras, o esquema teria causado prejuízo de R$ 29 bilhões. Ainda há uma acusação por obstrução da Justiça contra Temer por suspeita de que ele conspirou com o empresário Joesley Batista para comprar o silêncio de Lúcio Funaro, um operador de propinas do PMDB que está preso.
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Zezé Perrella
sábado, 8 de julho de 2017
Aécio Neves desiste de ser presidente para se candidatar a deputado em 2018 para não perder foro privilegiado

Alvo de nove inquéritos no Supremo Tribunal Federal, Aécio Neves, que chegou a ser afastado do Senado após a delação da JBS, projeto voos mais baixos do que o Palácio do Planalto em 2018, quando pretende se candidatar a deputado federal e, se eleito, quer ser um parlamentar menos combativo, mais discreto, segundo reportagem da IstoÉ
Minas 247 – Em 18 de maio, Aécio Neves (PSDB-MG) parecia uma carta fora do baralho. O Supremo Tribunal Federal o afastou do mandato de senador e a irmã, braço-direito do tucano, estava presa.
No início de julho, o ministro do STF Marco Aurélio Mello devolveu o mandato a ele e, no dia 6 de julho, o Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação feito pelos parlamentares de oposição.
Se não conseguiu dar a volta por cima, Aécio ao menos se livrou de alguns percalços em seu caminho – alguns porque ainda há nove inquéritos a serem enfrentados no Supremo Tribunal Federal.
Se não conseguiu dar a volta por cima, Aécio ao menos se livrou de alguns percalços em seu caminho – alguns porque ainda há nove inquéritos a serem enfrentados no Supremo Tribunal Federal.
Agora, ele já traça planos para a eleição de 2018. Em 2014, por 1,3% dos votos, o mineiro não se elegeu presidente. Mas o tormento causado pela Lava Jato na carreira política do tucano o obriga a ambições mais modestas para o pleito do ano que vem: Aécio quer ser deputado federal por Minas Gerais, segundo reportagem de Débora Bergamasco, da IstoÉ.
No entanto, antes de conseguir uma cadeira na Câmara, o tucano vai encarar os inquéritos e a denúncia em tramitação contra ele no STF. Como seu mandato termina em 2018, Aécio precisa permanecer como ficha-limpa, ou seja, sem condenação em âmbito criminal.
Além do objetivo mais simples, o parlamentar quer fazer de si uma versão tucana do ‘Lulinha paz e amor’: de acordo com interlocutores, o político combativo e agressivo adotará um tom mais conciliador.
Além do objetivo mais simples, o parlamentar quer fazer de si uma versão tucana do ‘Lulinha paz e amor’: de acordo com interlocutores, o político combativo e agressivo adotará um tom mais conciliador.
A ideia por trás dessa radical mudança é o instinto de preservação. Manter a discrição e evitar confronto é algo prudente para um político que ficou quase uma década sob os holofotes. Aécio planeja se manter como presidente licenciado do PSDB.
Mesmo após a saraivada de denúncias causada pela delação da JBS, ele ainda é o político com mais influência no ninho tucano. Isso pode prejudicar as ambições presidenciais de outros dois integrantes do partido, os paulistas Geraldo Alckmin e João Doria. Em poucos meses, saberemos quem ganhará a guerra de bicadas no ninho.
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