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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA

PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal; tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista; Temer é acusado de liderar organização criminosa e de obstruir a Justiça; a denúncia diz que o peemedebista integra, desde 2002, um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões; para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy


PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA

247 - O PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal. Os tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista.
A jornalista Andrei Sadi disse em seu blog que os deputados do PSDB já têm o discurso pronto para justificar a defesa de Temer: a denúncia de Rodrigo Janot "não é suficiente" para provocar uma "ruptura" no cenário político em meio à discussão sobre as reformas econômicas.
Os tucanos, no entanto, admitem que o motivo maior é não causar turbulências a um ano da eleição para presidente da República. Na primeira denúncia contra Michel Temer, a bancada do PSDB rachou no plenário: foram 22 votos contra a denúncia, e 21 a favor.
Para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy.
Denúncia
Desta vez, a procuradoria acusa o presidente de organização criminosa e obstrução da Justiça. Temer é acusado de ter participado, desde 2002, de um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões. A partir de 2016, ele teria passado para um papel de liderança. A denúncia afirma que ele "dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização". As acusações têm por base gravações, grampos telefônicos e delações.
No documento de 245 páginas, Janot descreve como o grupo de Temer teria cobrado propina para que empresas conseguissem contratos com estatais e ministérios controlados pelo PMDB. Apenas no caso da Petrobras, o esquema teria causado prejuízo de R$ 29 bilhões. Ainda há uma acusação por obstrução da Justiça contra Temer por suspeita de que ele conspirou com o empresário Joesley Batista para comprar o silêncio de Lúcio Funaro, um operador de propinas do PMDB que está preso.

domingo, 29 de junho de 2014

Tucanos escondem que Aécio foi nomeado diretor da Caixa por Sarney, aos 25 anos

O Partido Pirata do Brasil, ainda em processo de criação, divulgou a página 15 de um suposto relatório interno do PSDB cujo teor contém estratégias e análise de conjuntura da pré-candidatura presidencial. Não há confirmação da autenticidade do relatório, não há assinatura que identifique a autoria, por isso não é possível tomá-lo como verídico, nem levá-lo a sério.
Tucanos escondem que Aécio foi nomeado diretor da Caixa por Sarney, aos 25 anos


Mas não deixa de ser curioso um parágrafo, onde diz: "A execução da campanha será feita por Andrea Neves, irmã do nosso candidato. Ela já deu as dicas para não se associar de forma alguma com Sarney, e está estritamente ligada as pesquisas para prover a candidatura de forma dura contra o PT. Deve se encaminhar toda informação para o grupo que ela está trabalhando. O cuidado deve ser redobrado com os grupos ligados a Sarney".
Independentemente da veracidade ou não deste texto, em recente entrevista de Aécio Neves (PSDB), quando perguntado se o PMDB e Sarney comporiam sua base de apoio caso ele fosse eleito, o tucano deu uma resposta em cima do muro, dizendo que não fariam parte do núcleo central do governo.
Na entrevista dá para perceber uma preocupação do tucano em desvencilhar-se da imagem de proximidade com o senador José Sarney (PMDB), hoje em palanque oposto, mas com quem teve uma longa história de relacionamento político.
Ao fim da ditadura em 1985, o PMDB da época lançou a candidatura de Tancredo Neves, avô de Aécio, a presidente ainda em eleições indiretas pelo colégio eleitoral. Dissidentes do PDS, partido de apoio à continuidade civil da ditadura, criaram o PFL e Sarney foi escolhido vice. Tancredo adoeceu, faleceu, e Sarney tornou-se presidente.
Antes da missa de 30o. dia de Tancredo, no dia 14 de maio de 1985, o Diário Oficial da União publicava decreto do então presidente José Sarney nomeando um jovem recém-formado de 25 anos para Diretor de Loterias da Caixa Econômica Federal. Era Aécio Neves.
O decreto era assinado também pelo então ministro da Fazenda, atual senador Francisco Dornelles (PP-RJ), primo de Aécio.
A nomeação política, e com nepotismo, do inexperiente Aécio Neves há 29 anos para um cargo tão alto, em uma espécie de primeiro emprego, desconstrói todo o discurso do tucano sobre gestão, meritocracia, aparelhamento político do estado, e outros bordões que os tucanos gostam de dizer, mas não praticam.
Por isso, o relatório divulgado pelo Partido Pirata pode ser ou não verdadeiro, mas a preocupação em não associar o nome de Aécio ao de Sarney faz sentido, pois traz de volta um passado que os tucanos preferem manter abafado, longe do conhecimento e da memória do grande público.
Fonte:Os Amigos do Lula

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Aécio Neves e a farra dos aluguéis

senador Aecio Neves e a farra dos alugueis no senado
Os gastos da verba indenizatória do senador Aécio Neves no primeiro semestre de 2011 custaram aos cofres públicos R$ 58.285,68.
Deste total, R$ 56.013,99 foram utilizados para pagar as despesas do seu escritório político em MG (uma vez que, desde abril deste ano, a Mesa Diretora do Senado só autoriza um escritório político por estado para cada senador).
O que causa espanto é que, enquanto Aécio Neves pagou com dinheiro público, em média, R$ 9.335,66 por mês com o aluguel e a manutenção do seu escritório, o prédio do IPSEMG (edifício de 12 andares e 12 mil metros quadrados de área construída) localizado na Praça da Liberdade – uma das regiões mais valorizadas de Belo Horizonte – será alugado pelo Governo de Minas para um grupo de empresários do setor hoteleiro pela bagatela de R$ 13.000,00.
O contrato, elaborado enquanto Aécio Neves ainda era governador de MG, foi firmado sob suspeita de fraude na licitação. O consórcio vencedor foi o Hotel Fasano, cujos sócios são Alexandre Accioly e Rogério Fasano, notórios amigos do ex-governador.
Quais as conclusões o cidadão mineiro pode chegar diante destes dados?
1. Ou o senador Aécio Neves está gastando de forma ineficaz o dinheiro público, pagando pelo aluguel de seu escritório político um valor acima do mercado; ou está gastando de forma imprópria, superfaturando o valor do aluguel.
2. Ou o Governo de Minas, sob a gestão de Aécio Neves e Antônio Anastasia, não soube administrar o patrimônio público, realizando um péssimo negócio com o grupo do Hotel Fasano; ou está cobrando um preço abaixo do valor de mercado pelo aluguel do prédio do IPSEMG para beneficiar os amigos do ex-governador.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Aécio : Leis Delegadas (MG) X Medidas Provisórias (BR)

Aecio neves e as medidas provisorias
O senador mineiro agora escreve sobre a mudança dos ritos para a tramitação de Medidas Provisórias (MPs). Sinceramente, quem atropelou, por oito anos o parlamento mineiro deve fazer “cara de paisagem” para assinar um texto desses.
Medidas provisórias, como se sabe, são atos unipessoais do presidente da República, limitados constitucionalmente, que tramitam no Congresso, que podem ser derrubadas, modificadas ou aprovadas soberanamente por deputados e senadores. Há prazos e ritos, que agora são modificados, mas sem alterar nada de substancial.
Quem ouve Aécio falar sobre o assunto pensa, inicialmente, que ele é o autor da proposta aprovada. Não é. A iniciativa é de José Sarney como ele registra, discretamente, em “seu” novo texto. Neves foi apenas o relator da Emenda Constitucional 11/11 e seu substitutivo nem sequer foi aprovado integralmente pelo plenário da Casa. O texto também obteve emendas de Wilson Pinheiro (PT-BA), Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) e Pedro Simon (PMDB-RS). De relevante, a única proposta do senador tucano é algo que redunda, já que é prevista no regimento das duas casas federais: a proibição formal de emendas “frankstein”, ou seja, a intrusão de temas estranhos ao objeto original das medidas provisórias.
O tema é importante. Mas diz pouco sobre as responsabilidades do Executivo. E diz mais sobre a pouca celeridade do próprio Legislativo.
Quem usa “leis delegadas” não tem autoridade para criticar MPs
Mas, o que chama atenção no artigo de Aécio Neves, na FSP (22/08), é a sua desenvoltura para falar de algo (MP) que é muito mais transparente, passível de crítica e aperfeiçoamento, do que as “Leis Delegadas” que são praticadas em Minas Gerais e em Assembleias Legislativas de vários estados. Leis delegadas essas que, em comparação com governos mineiros anteriores, o ex-chefe de executivo Aécio Neves usou sem dó, nem piedade. Desde 2003 foram mais de 400 dispositivos alterando a estrutura administrativa do estado, criando cargos e funções, tabelas salariais, alterando as carreiras do serviço público, gerando estruturas, tudo em função de seus acordos políticos e seu projeto pessoal de poder.
Mas o que são leis delegadas?

Diferentemente das medidas provisórias, a lei delegada em Minas é a estranha autorização que a Assembleia Legislativa deu, por maioria de votos, para que Aécio e seu sucessor, o professor de direito administrativo, Antônio Anastasia, “legislassem”  em lugar da Casa... Legislativa.
E ele ainda vem falar em “resgate das prerrogativas e da própria dignidade do Congresso Nacional”. Cara de pau. O parlamento mineiro tornou-se conhecido como Assembleia “homologativa”, depois que o “imperador” Aecinho Malvadeza por aqui reinou. Contando com uma farta maioria de deputados e deputadas servis, Aécio é o campeão brasileiro de edição de “leis delegadas” e, sob seu mastro imperial, conseguiu um recorde lamentável: em seus dois governos instalaram-se menos CPIs do que nos “anos de Ditadura Militar” no legislativo estadual!
Em termos de senado, uma das medidas que ele festeja é a criação de mais um rito: o da “admissibilidade”, que na prática só aumenta o poder de barganha do congressistas. É isso que ele oferece aos seus pares. Tudo coerente com seu projeto pessoal de agradar possíveis aliados futuros. Faz caridade com chapéu alheio. E não diz à sociedade que, quando muito, valorizou a disputa pela Comissão de Constituição e Justiça nas duas casas parlamentares em Brasília. Porque por ela passa a tal admissibilidade. Só isso.
Fosse “macho” mesmo, o líder atrófico da oposição neoliberal proporia o fim de emendas individuais e coletivas no Parlamento. Mas, se assim o fizesse, comprometeria sua carreira de eterno presidenciável.
A “arte do possível” de Aécio Neves é gerar factóides para produzir fotos e matérias favoráveis na mídia comercial que ele controla. Aliás, Eliane Cantanhede, líder da oposição midiática à presidenta Dilma, já se expressou sobre os limites dos senador mineiro: “Aécio? Ora cai do cavalo, ora cai no bafômetro”.

Fonte:Minas sem censura

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Bloco Minas Sem Censura pendura Sarney e ACM no pescoço de Aécio Neves

Rádio Árco-Íris e Aécio, um relacionamento de mais de duas décadas
do Bloco Minas Sem Censura


PS do Viomundo: O Bloco ” Minas Sem Censura” conta que Aécio Neves votou a favor dos cinco anos de mandato para o então presidente da República, José Sarney.  Na época, seus adversários políticos passaram a chamá-lo de “Aecinco”.
Fonte:Blog VIOMUNDO