Google+
Mostrando postagens com marcador jose arruda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jose arruda. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de agosto de 2013

Esquema Siemens também operou em administração de tucano mineiro Aécio

Empresário acusou a ECT de superfaturamento de R$ 48 milhões em licitação promovida no governo FHC tendo como ministro Pimenta da Veiga
 Em meio ao escândalo do chamado propinoduto tucano, denunciado pela Siemens, empresas fornecedoras de equipamentos e de serviços em trens e metrô nas gestões Mario Covas, José Serra e Geraldo Alckmin que superfaturaram R$ 577 milhões, o equivalente a 30% a mais do que os governos pagariam se não houvesse esquema, outros casos envolvendo a empresa igualmente estão sendo investigados, mas ainda permanecem ofuscados.
Até 2005, repousou em uma gaveta do empresário catarinense Edson Maurício Brockveld um envelope lacrado de papel pardo. Em uma das faces do invólucro estão registradas cinco assinaturas de membros da Comissão Especial de Licitação dos Correios. Dentro, segundo ele, está à prova de que a corrupção na ECT começou, ou tinha prosseguimento, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso.
Dono da Brockveld Equipamentos e Indústria Ltda., o empresário esperou até 2005, ocasião da CPMI dos Correios para abrir publicamente o envelope. Seu objetivo era provar ter sido preterido em uma concorrência, em 2000, em favor de duas empresas estrangeiras, a alemã Siemens e a francesa Alstom, ambas com propostas supostamente superfaturadas. 
Brockveld alega ter calculado em R$ 48 milhões o contrato de compra de equipamentos de movimentação e triagem de carga interna oferecido à ECT. A dupla vencedora cobrou quase o dobro. De quebra, diz o empresário, as escolhidas passaram a gerenciar outros três contratos no valor de US$ 100 milhões (R$ 230 milhões).
Em 22 de dezembro de 1999, a ECT abriu a concorrência internacional 016/99 para compra e manipulação de equipamentos de sistemas de movimentação e triagem interna de carga. Interessado no negócio, Edson Brockveld conta que, nos dois anos anteriores à licitação, desenvolveu, junto ao setor de engenharia dos Correios, diversos equipamentos e realizou testes em parceria com as empresas Portec e Buschman, ambas dos Estados Unidos. 
Segundo ele, a pedido da diretoria da ECT, a Brockveld Equipamentos chegou a trazer engenheiros americanos para fazer as demonstrações e, assim, ganhar a confiança da direção da estatal. O presidente da empresa era Hassan Gebrin, ligado aos grupos políticos do então governador do Distrito Federal, Joaquim Roriz (PMDB), e do ex- senador e ex-governador também do Distrito Federal José Roberto Arruda (PFL-DF). 
A indicação havia sido avalizada pelo então ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga. Para garantir uma boa posição no processo licitatório, a Brockveld fez um consórcio com a japonesa NEC, uma das gigantes mundiais do setor de tecnologia de ponta. Pelo acordo, cada empresa seria responsável por um setor. 
A empresa brasileira cuidaria do maquinário de movimentação postal e a NEC dos equipamentos de comunicação e segurança. Dois dias antes da licitação, no entanto, sem nenhum sinal prévio, conta Edson, o então diretor da NEC no Brasil, Marcos Sakamoto, informou à Brockveld que não poderia participar da licitação. 
Alegou, segundo o empresário catarinense, atender a um pedido da direção da Siemens, que não queria a participação das duas empresas na licitação. No dia da abertura das propostas, Edson Brockveld diz ter sido diretamente convidado pelas empresas Mannesmann Dematic Rapistan, Siemens e Alstom a não participar da concorrência da ECT, pois estaria tudo certo que as duas últimas seriam as vencedoras da licitação. 
Brockveld alega ter ignorado a oferta e participado, assim mesmo, do processo. No dia da licitação, o edital previa que fossem abertos os envelopes relativos à habilitação técnica e comercial. Porém, ao ser constatado que a Brockveld Equipamentos iria participar da licitação, e pelo fato de os concorrentes não saberem se a empresa estava ou não com os documentos em ordem, foi feita uma proposta à ECT de emissão de um parecer único da proposta técnica e de habilitação, em desacordo com o estabelecido no edital de licitação.
Feito isso, a Brockveld e a Mannesmann acabaram sumariamente inabilitadas tecnicamente. A Mannesmann imediatamente recorreu, mas teve o pedido indeferido. Ambas receberam, lacrados, os envelopes com as propostas de volta. Siemens e Alstom foram às escolhidas. Detalhe: a empresa francesa embolsou US$ 15 milhões e deu o cano na ECT, por este motivo foi processada pelos Correios e substituída em seguida, pela NEC. 
Logo depois, a direção da Brockveld foi procurada pelas empresas vencedoras. Teriam pedido para que ela não entrasse com recurso administrativo. Em troca, os executivos da Siemens e da Alstom dariam parte do projeto para a perdedora. Ou seja, comprariam da empresa brasileira os equipamentos previstos no contrato. 
Com a Alstom, o acordo foi assinado na noite do dia 23 de fevereiro de 2000. A empresa foi representada, segundo Edson Brockveld, por um diretor chamado Jean Bernard Devraignes. A Siemens, no entanto, esperou a data-limite para entrada de recurso, 24 de fevereiro de 2000, para assinar o acordo, em Brasília. 
Naquele dia, para ter certeza de que tudo sairia conforme combinado, Hélcio Aunhão, diretor da Siemens, foi ao aeroporto da capital federal encontrar com Brockveld, então disposto a entrar com o recurso administrativo contra o resultado da licitação, o que nunca aconteceu. Depois de assinados os contratos, no entanto, as empresas vencedoras não honraram os acordos.
Edson Brockveld, então, esperou o momento certo de se vingar. A crise desencadeada a partir das denúncias de corrupção, justamente nos Correios, lhe pareceu à oportunidade ideal. O empresário foi ao Congresso Nacional para entregar toda a documentação sobre o caso a então senadora, hoje ministra Ideli Salvatti.
Disse a ela ter tomado a iniciativa de denunciar o caso cinco anos depois porque, impedido de participar da licitação e traído por empresas internacionais, achava que a CPMI dos Correios iria se interessar pelo caso. Por isso havia decidido ir pessoalmente ao Senado. Ele disse à senadora que, em princípio, não teria interesse em entrar em briga judicial contra a ECT, mas pretendia acionar a Siemens e a Alstom por quebra de contrato.
O diretor-regional de Vendas da Siemens no Brasil, Hélcio Aunhão, negou, na Sub-relatoria de Contratos da CPMI dos Correios, as acusações de que a empresa teria feito conluio com a Alston para que a Brockveld se retirasse da licitação do sistema de triagem interna de cargas dos Correios. 
Aunhão confirmou ter assinado termos de intenção de compra de alguns equipamentos com a Brockveld, transação que, segundo Edson Maurício, serviria para compensar a empresa que se retirou, mas disse que a compra não foi realizada porque a empresa fornecedora não teria cumprido as condições estipuladas no contrato.
O sub-relator, então deputado federal, hoje Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, afirmou na audiência que a CPMI iria solicitar ao Ministério Público o aprofundamento da investigação sobre o caso. 
O Ministério Público brasileiro obteve de autoridades da Suíça, este ano, a confirmação da existência de contas do operador do esquema junto ao Metrô de São Paulo, Roberto Marinho, no exterior. Agora, espera-se no MP a chegada de novas informações, vindas do Principado de Liechtenstein, vizinho à Suíça, de forma a rastrear o trânsito de grandes recursos no circuito de empresas e bancos do paraíso fiscal. 
Segundo as autoridades o alimentador desse esquema seria a multinacional Alstom, que teria feito “acordo”, com os tucanos antes mesmo da Siemens e em relação ao Metrô de São Paulo, ou seja, no período que ocorreu às irregularidades no Correios, quando Pimenta da Veiga era Ministro das Comunicações de FHC.
Na multinacional alemã, o presidente no Brasil, Peter Loscher, foi afastado do cargo, numa responsabilização indireta sobre a gestão que teria participado de um cartel formado por 15 empresas, todas participantes de um esquema de pagamento de propinas aos tucanos.
Do Novo Jornal 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Arruda pagou R$ 9 milhões indevidos para jogo da CBF. E Aécio Neves? Pagou quanto?

Aecio neves PSDB MG e Ricardo teixeira CBF ladrão
Alô bloco “Minas sem censura”, vejam só essa:
A Tv Record levou ao ar reportagem mostrando que o Ministério Público quer de volta os R$ 9 milhões que o governo do Distrito Federal (na gestão de José Roberto Arruda) gastou para promover um jogo da seleção brasileira contra Portugal em Brasília (DF), em um contrato com uma empresa que não prestou os serviços, e cuja sócia teve negócios com Ricardo Teixeira.

Este jogo em Brasília foi em novembro de 2008.
Poucos meses antes, em junho de 2008, o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB/MG), promoveu o jogo Brasil X Argentina no Mineirão.
Aécio reuniu-se com Ricardo Teixeira, em 14 de maio daquele ano, para fechar a “parceria” entre o governo de Minas e a CBF na promoção do jogo.
A própria assessoria de imprensa do governo Aécio (confira aqui) narrou as declarações após a reunião:
Na época Aécio declarou: ““Eu quero de público agradecer o presidente Ricardo Teixeira que, com demandas, com pedidos de todo o Brasil, mais uma vez, a segunda vez consecutiva, ele traz o principal jogo das Eliminatórias para Belo Horizonte.”
O então secretário de Estado de Esportes e da Juventude no governo de Aécio, Gustavo Corrêa, completou: ““Inúmeras cidades tinham interesse em sediar o jogo. Se não fosse a boa vontade do presidente Ricardo Teixeira e a ação firme do governo de Minas Gerais, Belo Horizonte poderia não ter sido confirmada como sede”.
O governo de Minas e a CBF também definiram uma programação com espetáculos musicais para a data da partida.  Houve shows da banda Skank no dia.
As perguntas que não querem calar são:
1) Qual foi essa “ação firme do governo de Minas” que ganhou a “boa vontade” de Ricardo Teixeira?
2) O “modus operandi” de promoção de jogos da CBF aplicado no governo de José Roberto Arruda foi ou não foi o mesmo aplicado no governo de Aécio Neves?
3) Quem foi a empresa promotora do jogo e do show? E quanto custou aos cofres públicos?
4) Quais as despesas foram bancadas pela Federação Mineira de Futebol?
Fonte:Saraiva 13 via Amigos do Brasil

sábado, 20 de novembro de 2010

Elogios de Aécio Neves a José Roberto Arruda

Aécio Neves: Arruda é belíssimo exemplo de nossa experiência administrativa
Vejam o "Companheirismo" de Aécio Neves dele Mesmo José Roberto Arruda(Mensalão do DEM,Dinheiro na Meia,recebimento de Propinas de empresas do Estado do DF e o Escândalo dos Panetones)
Vejam o que Aécio Neves acha de José Arruda:


Recapitulando vejam quem foi JOSÉ ROBERTO ARRUDA,VEJA ELE RECEBENDO PROPINA DESVIADA DE EMPRESAS QUE PRESTAVAM SERVIÇOS AO ESTADO DO DISTRITO FEDERAL A SECRETARIOS ,ASSESSORES E DEPUTADOS.

Vejam Serra e Arruda aqui