Antes da patacoada de tentar agasalhar Huck como o “novo” na política, FHC tentou vender Aécio Neves com o mesmo argumento em 2014.
Divirta-se:
Alckmin está sendo massacrado em público e reage ao seu estilo mosca morta.
Mas Aécio sabe de Huck mais do que o apresentador gostaria.
Huck se beneficiou largamente do relacionamento enquanto lhe foi útil, inclusive nos esquemas de mordomia bancados com dinheiro público.
Para ficar apenas em um exemplo ilustrativo, em 2004 ele foi um dos amigos que utilizaram aeronaves do governo de Minas Gerais para viajar pelo interior do estado.
Estava gravando um quadro de seu Caldeirão com a dupla Sandy e Junior. O programa mostrava os três percorrendo a Estrada Real, que Aécio promovia como atração turística do estado.
Huck não viu nenhum problema em se beneficiar da grana do contribuinte.
A dupla já compartilhou de tudo em décadas de intimidade. Alexandre Accioly, investigado na Lava Jato, é padrinho de um dos filhos de Aécio e sócio de Huck em diversos empreendimentos, entre eles a academia Bodytech.
Em novembro, Aécio declarou que a candidatura de Huck à presidência era a “falência da política”.
“É um pouco do momento de desgaste generalizado pelo qual passa a política”, falou.
“O Luciano é um sujeito muito capaz, inteligente, mas agora é preciso conhecer o que ele pensa sobre as mais variadas questões que demandam a posição de um homem público”.
Para o senador tucano, “o tempo é que vai dizer se ele está ou não preparado para esta missão”.
Fernando Henrique acha que seu protegido global crescerá na terra arrasada por Aécio e pela turma que abraçou o golpe achando que se daria bem.
Huck terá que pensar bem se deseja ter um jagunço de terno como inimigo.
Aquele Aécio das baladas, cheio de amor pra dar, era um.
O outro, o real, é o que manda o primo buscar a grana com o bandido porque tinha que “ser um que a gente manda matar”.
Loucura, loucura, loucura.
Huck e Aécio: “Nunca misturei amizade com política ou negócios em nossa relação” Fonte:DCM
A oito dias de o grupo do senador
Aécio Neves (PSDB) deixar o comando de Minas Gerais, o governo estadual
divulgou nesta terça-feira, 23, os dados relacionados aos gastos com
publicidade feitos pela administração desde 2003. Os dados mostram que,
entre 2003 e 2011, o Estado repassou mais de R$ 1,1 milhão às três
emissoras de rádio e ao jornal da família do tucano.
A iniciativa teve como objetivo desmontar acusações do PT e
investigações em curso do Ministério Público. A partir de janeiro, o
petista Fernando Pimentel assume o Estado no lugar de Alberto Pinto
Coelho (PP), ex-vice-governador de Antonio Anastasia (PSDB), futuro
colega de Aécio no Senado.
De 2003 a 2011, a Rádio Arco Íris, que detém uma franquia da Rádio Jovem
Pan FM em Belo Horizonte, teria recebido R$ 1,06 milhão. A Rádio São
João del Rei S/A e Vertentes FM, ambas em João del Rei, receberam juntas
R$ 51, 8 mil. E o jornal Gazeta de São João del Rei, R$ 45,5 mil entre
2003 e 2011.
O caso passou a ser investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE)
em 2011, após Aécio ter sido parado em uma blitz da Lei Seca no Rio de
Janeiro. Ele dirigia um veículo registrado em nome da Arco Íris.
Aécio Neves governador beneficiou os negócios da família do tucano.
Por nota, o diretório mineiro do PT destacou a iniciativa do governo
mineiro em favor de mais transparência na gestão dos recursos públicos. O
partido, no entanto, não deixou de provocar os tucanos.
“Mais uma vez, o PSDB despreza a inteligência dos mineiros e das
mineiras. Somente agora, no apagar das luzes de um governo que esteve à
frente do Executivo estadual durante doze anos, a Subsecretaria de
Comunicação de MG disponibiliza os gastos com publicidade no Estado”,
diz a nota do PT.
Os mineiros pagaram a conta da propaganda de Aécio
Nos 12 anos em que foi comandado pelos tucanos, o Estado gastou mais de
R$ 547 milhões com publicidade, em valores corrigidos pela inflação
As empresas de comunicação controladas pela família de Aécio que
veicularam publicidade oficial durante seu governo receberam menos do
que seus concorrentes.
Aécio e sua família controlam a rádio Arco Íris, retransmissora da Jovem
Pan em Belo Horizonte, e as rádios São João e Colonial, de São João del
Rei, além do semanário "Gazeta de São João del Rei".
Da posse de Aécio, em 2003, até este mês, quando termina o governo
tucano em Minas, os gastos do Estado com publicidade oficial aumentaram
mais de 900%, já descontada a inflação do período.
Emissoras de TV ficaram com a maior fatia (R$ 290 milhões), com a Rede
Globo em primeiro lugar. Entre os jornais (R$ 138 milhões), o maior
beneficiado foi o "Estado de Minas", que apoiou editorial mente o governo
de Aécio e sua candidatura presidencial.
O jornal é o maior do Estado e teve um aumento expressivo (1.428%) no
valor recebido nos últimos 12 anos. Para o governo, no entanto, houve
acréscimo na publicidade para "todos os veículos".
Só foram divulgados gastos efetuados pela administração direta, sem incluir despesas feitas por empresas estatais.
Em outubro, durante a campanha eleitoral, reportagem da Folha mostrou
que o governo de Minas se recusava a divulgar informações sobre despesas
que realizou para veicular publicidade em três rádios e um jornal
controlados pela família de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010 e
disputou a eleição presidencial deste ano.
Na época, a Folha não conseguiu obter essas informações. O jornal
apresentou requerimentos baseados na Lei de Acesso à Informação. O
governo alegava que o levantamento concluído agora estava incompleto.
Os gastos foram divulgados em documentos no formato PDF, que podem
dificultar sua análise. Os valores nas tabelas só podem ser processados
após a conversão dos documentos em planilhas de cálculo, com o uso de
ferramentas especiais. Na Folha
Até a Folha reconhece que o governo Dilma e Lula são transparente
O candidato do PSDB à Presidência Aécio Neves desconversou nesta
terça-feira ao ser questionado sobre os gastos do governo de Minas
Gerais com publicidade em rádios controladas pela família do tucano.
De acordo com reportagem da “Folha de S. Paulo”, o governador de Minas
Gerais, Alberto Pinto Coelho (PP), (Antes era Anastasia do PSDB, que
deixou o cargo para concorrer a vaga de senador), se recusou a divulgar
números e despesas realizadas para veicular publicidade oficial
(dinheiro público) em três rádios e um jornal controlados pela família
de Aécio.
“Não tenho ciência desses números, mas estimulo o governo de Minas, se
tiver condições, de prestar as informações”, disse o tucano em
entrevista coletiva na capital paulista.
Segundo informações da Folha, que tem divulgado umas notinhas
escondidas na página do jornal depois que este blog passou a divulgar a
biografia suja do candidato tucano, o governador de Minas Gerais se
recusou várias vezes nos últimos anos a divulgar informações sobre
despesas que realizou para veicular publicidade oficial em três rádios e
um jornal controlados pela família do presidenciável tucano Aécio
Neves, que governou o Estado de 2003 a 2010.
Embora reconheça que as empresas da família receberam verbas de
publicidade no período em que Aécio era governador, o que não é vedado
pela legislação, o governo estadual, que continua sob controle de
aliados do tucano, diz não ser possível saber quanto cada veículo
recebeu.
Aécio e sua família controlam a rádio Arco Íris, retransmissora da Jovem
Pan em Belo Horizonte, e as rádios São João e Colonial, de São João del
Rei, além do semanário Gazeta de São João del Rei . Aécio é sócio da
Arco Íris com a irmã mais velha, Andrea, e a mãe, Inês Maria Neves
Faria.
Em 2011, o PT pediu que o Ministério Público investigasse a publicidade
nas empresas da família. O governo mineiro informou à Folha na época que
a rádio Arco Íris recebera R$ 210.693 no ano anterior e disse que faria
um levantamento detalhado sobre os gastos desde 2003, mas jamais
ofereceu esses dados.
Em junho deste ano, a Folha voltou a questionar o Estado, com base na
Lei de Acesso à Informação. Não houve resposta. O governo só respondeu
após um segundo pedido de informações. Não dispomos, de pronto, das
informações tal como solicitadas, por tipo de mídia e por veículo de
comunicação , disse, por escrito. O sistema não é organizado dessa forma
.
PADRÕES
O governo diz ter condições de saber quanto gasta com as agências que
cuidam dos seus anúncios, mas não os valores repassados a cada veículo
que os divulga. Mesmo assim, o governo afirma que não houve
favorecimento às empresas da família de Aécio e que os repasses nunca
destoaram dos padrões de mercado. Procurada, a assessoria da campanha do
PSDB preferiu não se manifestar.
As respostas do governo mineiro contrastam com o padrão adotado pelos
petistas no governo federal. A Secretaria de Comunicação da Presidência
da República divulga na internet todos os pagamentos de órgãos da
administração direta a veículos de comunicação desde 2009.
Em 2012, após pedido apresentado pela Folha com base na Lei de
Acesso, o governo do Estado de São Paulo forneceu informações detalhadas
sobre pagamentos feitos desde 2007. O governo federal não divulga os
gastos das empresas estatais, assim como os governos estaduais.
AUMENTO DE 300%
Os gastos de Minas Gerais com publicidade oficial aumentaram em 300%
durante o governo Aécio. Entre 2003 e 2010, último ano do seu segundo
mandato, houve um salto de R$ 24 milhões para quase R$ 96 milhões, em
valores corrigidos pela inflação.
A investigação aberta pelo Ministério Público Federal a pedido do PT em 2011 não chegou a lugar nenhum.
O caso foi conduzido pelo então procurador-geral de Justiça, Alceu
Marques, que encerrou a apuração afirmando não ter encontrado nenhuma
irregularidade, mesmo sem ter analisado os valores. Atualmente, ele é o
secretário de Meio Ambiente do governo mineiro.
Tema sempre delicado para o PSDB nas
disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de
campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento
com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do
partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de
FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o
Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmou
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar
pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu
partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em
Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do
ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da
campanha do partido no próximo ano.
Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos
do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff.
"Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o
Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não
tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com
estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o
governo do presidente Lula", disse.
"[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da
economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil
crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado",
completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo
deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo
senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
Junho de 2009 - Aécio, em Wall Street, recebe martelo de leiloeiro, um incentivo para vender a 'Petrobrax'.
O então governador vistou a Bolsa de Nova York, para participar da
festa dos investidores estrangeiros com os lucros recebidos da CEMIG,
vindos do aumento da conta de luz paga pelo povo mineiro. http://www.nyse.com/events/1244628775818.html
Depois de não conseguir a adesão nem da ala serrista do tucanato para
sua candidatura presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi buscar
reforços nos EUA.
Com isso, Aécio consolida sua candidatura como subalterna aos EUA, bem
ao gosto do tucanato, e apoiada pelos gringos, cuja reciprocidade
esperada é a entrega do pré-sal, a retomada do projeto "PetrobraX" de
privatização da empresa em fatias, e aumento dos juros pagos aos
banqueiros de Wall Street.
Aliás, em junho de 2009, quando ainda era governador de Minas, Aécio esteve na Bolsa de Valores de Nova York,
para festejar a entrega dos lucros da CEMIG, do jeito que os
investidores estrangeiros gostam, após aumentar a conta de luz da Cemig
em seu governo.
Na ocasião, em que ele ainda disputava a pré-candidatura presidencial
com Serra para 2010, ganhou de presente um simbólico martelo de
leiloeiro. Um recado claro de apoio dos gringos à privataria tucana, de
olho grande no pré-sal e na "PetrobraX"
O usuario de ernegia eletrica da CEMIG que abre sua conta de luz vê o roubo que os
governos tucanos de Aécio Neves e Antonio Anastácia dão nos seus bolsos,
não só na tarifa, como também no ICMS (Imposto de Circulação de
Mercadorias e Serviços) sobre eletricidade.
Qualquer pessoa que compra um carro popular financiado em 60 meses, paga o ICMS.
Já o presidente das Organizações PIG rede Globo, Roberto Irineu Marinho, importa
um jatinho, ou melhor, jatão de luxo de 19 lugares, cujo preço atual passa dos
60 milhões de dólares(U$$60.000.000,00), sem ter que pagar ICMS.
(Da coluna Radar da Revista Veja de 18/02/2009)
É essas mesmas pessoas que são contra aumento de impostos para os ricos, de
forma a financiar o SUS, melhorar a educação e os empregos, aumentar o
salário mínimo e as aposentadorias, erradicar a pobreza,investindo no social para as pessoas mais humildes.
O pulo do gato da turma dos jatinhos e helicópteros está em realizar leasing internacional. As leis e normas juridicas brasileiras obrigam o pagamento do imposto , mas os milionários contestam a constitucionalidade no STF, e
conseguem não pagar, graças a uma liminar do STF assinada por Gilmar
Mendes em favor da empresa Alphavile Urbanismo no leasing de um avião
importado (confira aqui). Isso foi em outubro de 2007. Em 2008, a decisão foi referendada por outros Ministros do STF. Enquanto os ricaços não pagam, a confusão sobre a cobrança ou não do ICMS sobre jatinhos continua até hoje no STF.
Fonte:Os Amigos do presidente Lula
PS do Viomundo: O Bloco ” Minas Sem Censura” conta que Aécio Neves votou a favor dos cinco anos de mandato para o então presidente da República, José Sarney. Na época, seus adversários políticos passaram a chamá-lo de “Aecinco”.
Fonte:Blog VIOMUNDO
retirado do BLOG Rodrigo Vianna ,já que a Imprensa OMITIU
No domingo, a “Folha” publicou – com grande estardalhaço – a lista de parlamentares que possuem emissoras de rádio e TV – ou que mantêm as emissoras em nome de parentes. A reportagem, na edição impressa, remetia o leitor para a “lista completa” que podia ser lida na internet, no UOL. E esclarecia que o material tinha sido preparado pelo Ministério das Comunicações.
Esse blogueiro estranhou, como se pode ler aqui, que a reportagem da “Folha” não citase o senador Aécio Neves – impulsivo e notívago líder da oposição. Recentemente, como se sabe, Aécio foi flagrado numa blitz da Lei Seca no Rio. Recusou-se a fazer o teste do bafômetro. Deve ter as razões dele… O mais interessante: investigações posteriores mostraram que o carro dirigido pelo senador estava em nome da rádio Arco-Íris, que tem a irmã e a mãe de Aécio como sócias, em Minas – como se pode ler aqui. Toda a imprensa divulgou a história (de forma discreta, claro, porque tucanos em geral não devem ser incomodados com essas bobagens).
Estranhei que a rádio da família de Aécio não estivesse na reportagem da “Folha”. E cheguei a supor que omissão se dera porque Aécio e família também não constassem da lista original do Ministério – que suscitou a reportagem…
Mas eis que vários leitores alertam-me para o detalhe: na lista original, consta, sim, uma tal “Rádio Colonial FM Ltda” (em nome da irmã de Aécio)!
A Rádio Colonial e a Rádio Arco-Íris são a mesma coisa? Uma é nome fantasia a outra é o nome da empresa? Ou é uma segunda rádio? Tema ser melhor apurado… Vejam, na página 250 da lista, o nome da irmã de Aécio, Andréa Neves (que, dizem, é a mentora do impulsivo líder da oposição):
Opa, a situação então ficou mais estranha!
A “Folha” incluíra na reportagem de domingo casos de parlamentares que colocam rádios em nome de parentes. A irmã de Aécio está na lista! E Aécio não aparece na reportagem!
Precisa dizer mais alguma coisa?
Como disse a Ângela – uma das leitoras que me alertaram para o fato: “A Folha só não deu mesmo porque não quis”.
Imaginem se houvesse uma rádio no nome da irmã de Lula? Ou da prima do Zé Dirceu? A “Folha” ia “esquecer” de incluir na reportagem?
Aécio não é qualquer um: trata-se do proclamado “novo líder da oposição”.
A “Folha” também não é qualquer uma. Na direção do jornal está Judith Brito, que anunciou ano passado de forma taxativa: como os partidos da oposição estão em crise, cabe à imprensa fazer oposição!
Ok! Mas, desse jeito, não, Judith! Fica feio demais… Brigar com os fatos vai deixar a imprensa de oposição tão fraca quanto a oposição partidária demotucana – que também briga com os fatos há 9 anos!
Desse jeito, de oposição verdadeira mesmo vão sobrar apenas o PMDB e o Palocci.
Em encontro oficial com o procurador-geral de Justiça do Estado de Minas Gerais, Alceu José Torres Marques, nessa quinta-feira, 5, os líderes do bloco “Minas sem Censura”, deputado Rogério Correia (PT), e da Minoria, deputado Antônio Júlio (PMDB), acompanhados dos deputados Sávio Sousa Cruz (PMDB) e Paulo Lamac (PT), formalizaram denúncia de improbidade administrativa à Procuradoria Geral de Justiça de MG, referente ao caso da Rádio-Arco Iris (Jovem Pan em Minas Gerais), pertencente à família da presidente do SERVAS, senhora Andreia Neves e seu irmão, senador Aécio Neves (PSDB).
Na oportunidade, os deputados expuseram todo o escândalo envolvendo a Rádio Arco Iris, que se iniciou após divulgado pela imprensa que a Land Rouver dirigida pelo senador Aécio Neves, ao ser parada em blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro, não pertencia ao tucano, e sim à Rádio. Mesmo com a carteira vencida e se negando a fazer o teste do bafômetro, o senador e seu veículo foram liberados
Ao apurar a estranha situação, o bloco “Minas sem Censura” e a própria imprensa descobriam que a rádio pertencia a Aécio, à sua irmã Andreia Neves e à mãe Inês. Outros seis veículos de luxo também foram declarados em nome da empresa de comunicação da família Neves.
Considerados estranhos os fatos, o bloco de oposição continuou a investigar a rádio Arco-Iris e descobriu, como já noticiado, que a empresa da família Neves recebeu somente em 2010 cerca de R$ 210 mil de publicidade dos cofres públicos mineiros, o que fundamenta improbidade administrativa. O bloco quer informações também sobre o valor total de publicidade com a Arco-Iris durante todo o período do governo Aécio/Anastasia (2003/2011) e nas outras duas empresas de comunicação em nome da presidente do SERVAS: a rádio São João Del Rei S/A e Editora Gazeta de São João Del Rei Ltda. Fundamentos
A lei de improbidade administrativa (Lei 8.429) define quais são os atos de improbidade administrativa, dividindo-se em três tipos: os que importam em enriquecimento ilícito, os que causam prejuízo ao erário e os que, embora não necessariamente causem enriquecimento ilícito nem causem prejuízo ao erário, atentem contra os princípios da administração pública. Os últimos, são aqueles que violam os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições.
No caso concreto da Rádio Arco-Íris, empresa de propriedade da família Neves há pelo menos 15 anos, constata-se, e o próprio governo admite, que houveram repasses financeiros do Estado àquela empresa, seja através de empresas estatais, seja através da administração direta estadual, a título de pagamento por publicidade.
É de conhecimento público e geral, que a Sra. Andrea Neves da Cunha exerceu, durante todo o mandato de seu irmão, Aécio Neves, a função de Coordenadora do Núcleo Gestor de Comunicação Social, responsável pela elaboração da política de comunicação não só da subsecretaria de Comunicação Social bem como de todas as demais secretarias, autarquias, empresas públicas e fundações estaduais.
O pagamento de publicidade à empresa de propriedade da família Neves, com o inegável conhecimento de sua administradora, Sra. Andrea Neves, põe dos dois lados da relação comercial a mesma pessoa : quem determina o quanto, quando e como vai ser pago é a mesma pessoa que presta o serviço e que recebe o pagamento. Tal relação não seria promíscua e improba caso se tratasse de uma relação comercial entre particulares. Mas trata-se de recursos públicos pagos a uma empresa particular de propriedade do gestor daqueles recursos.
Quanto ao Senador Aécio Neves, responsável maior pela gestão dos recursos do Estado de Minas Gerais nos últimos oito anos e recém integrado como sócio da empresa em questão, outra não pode ser a conclusão de que também houve a prática de atos de improbidade administrativa. Além de autorizar o pagamento a empresa de propriedade de sua família, o que atenta contra o princípio da moralidade pública, utiliza-se dos bens adquiridos por esta empresa, conforme confessa a própria assessoria do ex-governador, ao admitir que o Sr. Aécio Neves há muito faz uso dos veículos de propriedade da rádio para seus deslocamentos no estado do Rio de Janeiro.
O Bloco “Minas sem Censura” requereu instauração de processo administrativo, averiguação dos fatos apontados e a propositura de uma Ação Cível Pública, responsabilizando os representados. Autarquias e fundações
Outra representação do bloco “Minas sem Censura” ao procurador, requer apuração sobre a situação dos indicados pelo Governo de Minas para direção de autarquias e fundações públicas do Estado. Para serem nomeados, os indicados precisam ser sabatinados e terem seus nomes aprovados em plenário na ALMG. No mês de janeiro, foram publicados no Diário Oficial, atos de “designação” dos indicados. Eles já estão no exercício pleno de seus cargos sem serem aprovados pelo Poder Legislativo, como prever a Constituição Estadual.
O procurador-geral Alceu José Torres Marques determinou a apuração dos fatos apresentados nas representações, prometendo respostas aos questionamentos do Bloco.
No controverso episódio da multa do Senador Aécio, no Rio de Janeiro, descortinaram-se claras evidências de ocultação de patrimônio, ainda não divulgadas.
O senador declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de cerca de R$600.000,00 onde não consta qualquer automóvel. De abril a dezembro de 2010, o polêmico senador não tinha qualquer rendimento de conhecimento público. Apesar disto, conseguiu, em dezembro de 2010, adquirir da própria mãe, cotas da rádio que leva o sugestivo nome de Arco Íris. E sua mãe, por sua vez, adquiriu tais cotas da irmã de Aécio (Andréa Neves) em novembro de 2010.
Estranha rádio! Embora de propriedade da primeira irmã, plenipotenciária definidora da verbas publicitárias oficiais, bem como de empresas controladas pelo Estado, a Arco Íris vem recebendo parte desses recursos. Pois, pelo menos a CEMIG vem nela anunciando. Além disto, o Deputado João Leite (PSDB) em nota oficial reconhece e adverte que a rádio recebe verbas publicitárias.
O Bloco Minas Sem Censura entrou com requerimento para ter acesso a essas verbas, mas ainda não obteve resposta. Quem sabe o Dep. Marcus Pestana, Presidente Estadual do PSDB que, em sua posse, afirmou que “nada ficaria sem resposta”
possa ajudar o acesso a tais informações?
Estranha frota!
Além da Land Rover TDV8 Vogue, de valor aproximado de R$340.000,00, a frota da rádio inclui outra Land Rover Discovery TD5, uma Toyota Fields, uma Toyota Hilux SWRSRV 4x4, um MMC L200 Sport 4x4 GLS, um Audi A6, um Fiat Strada Adventure, um microônibus Fiat Ducatto, um micro-ônibus Mercedes Benz 312, um uno Mille Fire, um Gol 1000 e uma moto Honda CG150 Titã.
Difícil encontrar nexo entre as atividades de uma rádio de atuação no segmento de música jovem, com a frota de veículos de luxo, que pela tabela FIPE valem aproximadamente R$750.000,00. Isso numa rádio de capital social de R$200.000,00.
Estranhas multas!
Embora a rádio Arco Íris tenha sede na região metropolitana de Belo Horizonte, as infrações de trânsito de seus veículos ocorrem sempre na capital do Rio de Janeiro, Rio Bonito e Búzios.
Estranhos hábitos!
Além desses veículos, o controverso senador utiliza um jato para transporte pessoal que custa R$24.000.000,00 e, de vez em quando, circula de Rolls Royce, ambos de “propriedade “ de um parente (Oswaldo Borges da Costa), por ele nomeado para a presidência da CODEMIG (mesma empresa que “pilotou” a construção da Cidade Administrativa).
Todo cidadão que já exagerou na bebida sabe muito bem o que é uma ressaca moral. Ela vem depois, e junto também, da ressaca física e pode durar um tempo longo, dependendo do estrago feito na noite de embriaguez. Está sendo assim com o Senador Aécio Neves, que até hoje sofre com o porre tomado na madrugada do dia 16 de abril, no Rio de Janeiro, cidade onde mora.
Depois de ser pego em uma blitz da lei seca, ter sua carteira apreendida, se negar a fazer o teste do bafômetro, um conjunto de críticas estão sendo feitas em relação ao comportamento do playboy , conhecido como Menino do Rio.
Além de todas as críticas ao seu eterno jeito irresponsável de viver a vida, colocando a vida dos outros em perigo e de ter seu nome exposto no site do Detran como alcoolizado ou drogado, agora a coisa ficou mais séria. A nova acusação é sobre destinação de recursos públicos do governo de Minas para a empresa de sua propriedade, em sociedade com sua irmã e tutora, Andreia Neves. Carro oficial?
O governo de Minas e as empresas públicas estaduais gastaram, em 2010, cerca de R$ 210 mil em investimentos em publicidade com a Rádio Jovem Pan Belo Horizonte, grupo que inclui a Rádio Arco-Íris Ltda, As informações foram divulgadas pela subsecretaria de Comunicação Social do governo.
Para o líder do bloco Minas Sem Censura, tais pagamentos representariam favorecimento indevido, pelo fato de Andrea Neves integrar a administração estadual e já ter sido responsável pela área de comunicação do Governo. A Arco-Íris transmite a programação da rádio Jovem Pan FM em Belo Horizonte. Fonte:Vermelho
CPI para investigar repasses a rádio de Aécio Neves é barrada em Minas
Por falta de assinaturas, foi arquivado na terça-feira (26) o pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigaria repasses de verbas à rádio Arco-Íris. A transmissora da Jovem Pan FM em Belo Horizonte (MG) é ligada à família do ex-governador e atual senador Aécio Neves (PSDB-MG) e teria sido privilegiada no repasse de verbas de publicidade pública pelo governo mineiro.
O líder da oposição, Rogério Correia (PT), conseguiu 23 das 26 assinaturas necessárias para a abertura da CPI – a Casa tem 77 parlamentares. Havia expectativa de se consiseguir apoio de três dos cinco deputados do PDT, mas isso não aconteceu. A oposição ao governador Antonio Anastasia (PSDB) considera que nomeações para cargos no governo prometidas a pedetistas teriam ajudado a conter a CPI.
A "operação abafa" deve impedir que se investigue se os R$ 210,6 mil em verbas publicitárias repassados para a Arco-Íris em 2010 havim sido repetidos durante os sete anos anteriores da gestão de Aécio. A irmã de Aécio Neves, Andrea, é sócia majoritária da rádio Arco-Íris e coordenou o Núcleo de Comunicação do Governo, tendo poder de determinar quais rádios receberiam anúncios.
A assessoria de Aécio afirma que foram utilizados critérios técnicos na escolha das rádios que receberiam investimentos publicitários e nega possíveis ingerências de Andrea no direcionamento de verbas.
A Arco-Íris é muita próxima da família de Aécio Neves. A mãe dele, Inês Neves, é uma das sócias minoritárias da rádio, de acordo com registro na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A camionete Land Rover preta que ele dirigia quando foi parado, há menos de dez dias, em uma blitz no Leblon, no Rio de Janeiro, está no nome da emissora.
Fonte:Brasil Atual
Aécio declarou que usava a Land Rover como meio de transporte em dezembro. Agora, surge a informação de que o veículo está em nome de uma rádio Senador não pode ter rádio. A irmã do senador Aécio NEves tem a concessão da rádio Arco Iris Ltda. Vamos imaginar que uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.
Mas, em nota à imprensa, a assessoria disse que o carro Land Rover que Aécio dirigia, quando foi parado na blitz da lei seca, era da empresa Arco-Iris da irmã.
Em recente entrevista à revista Alfa, o senador disse que seu meio de transporte é o carro Land Rover Discovery e a moto Honda CRF 250 (Trail). Significa que o Land Rover é usado pelo senador no cotidiano, e não emprestado ocasialmente pela empresa?
Logo, o senador tucano está participando no uso dos bens da empresa concessionária da rádio, o que dá indícios suficientes para uma investigação sobre se é sócio oculto da rádio, coisa vedada a senadores? Notícia publicada nesta terça-feira (19) no jornal O Estado de S. Paulo traz mais luz à discussão.
Aécio é sócio de rádio
Assessoria do senador confirmou que ele entrou na sociedade da Arco-Íris, gerida por sua irmã Andrea, em dezembro de 2010, dois meses depois de ser eleito
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é "sócio" da Rádio Arco-Íris Ltda., dona do veículo Land Rover que ele dirigia no Rio ao ser parado por blitz da polícia na madrugada de domingo. Na ocasião, Aécio foi multado em R$ 957,70 por recusar-se a fazer o teste do bafômetro e em R$ 191,54 por estar com a carteira de habilitação vencida. O documento foi apreendido.
A assessoria do senador confirmou que ele entrou na sociedade da rádio, dirigida por sua irmã Andrea, em dezembro de 2010, dois meses depois de ser eleito senador. Segundo a assessoria, a mãe de Aécio, Inês Maria, que já era sócia de Andrea na rádio, comprou cotas dela e as repassou ao filho. Ele seria sócio minoritário da Arco-Íris, que detém uma franquia da Rádio Jovem Pan FM em Belo Horizonte. O Land Rover usado no Rio foi comprado por R$ 340 mil em novembro do ano passado em nome da empresa.
No governo de Antonio Anastasia (PSDB), Andrea integra o Grupo Técnico de Comunicação Social e foi mantida no cargo de presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social.
Fonte:revista Rede Brasil Atual
Em Minas Gerais todo mundo fala que Aécio Neves (PSDB/MG) controlava a imprensa com mão de ferro. Se falavam mal dele, cabeças rolavam nas redações.
Pois parece que essa censura acompanhou o demo-tucano para a TV Senado.
No portal de vídeos na Internet, até agora (20hs de 06/04/20011), nada de publicarem os vídeos dos apartes dos senadores do PT e de outros partidos que falaram após o tucano.
A publicação de vídeos parou no discurso de Aécio, deixando-o em destaque, com o monopólio da palavra, sem permitir ao internauta cidadão ter acesso ao contraditório dos demais senadores.
Os senadores do PT e demais partidos da base governista estão levando "bola nas costas". Precisam fiscalizar isso, para a TV Senado não virar um canal de propaganda eleitoral tucana.
O PSDB controla a administração do Senado, pois ocupa a 1ª secretaria da mesa, através do Senador Cícero Lucena (PSDB/PB). Pode estar mexendo os pauzinhos para atucanar a comunicação.
Fonte:Os amigos do Presidente Lula
Lembram-se daquela inserção na TV durante a campanha eleitoral que falava: coisa de pobre e coisa de rico, na era demo-tucana?
Pois continua mais atual do que nunca no governo tucano mineiro.
O ex-governador tucano Aécio Neves, e o sucessor Anastasia acham que banda larga é coisa de rico. Coisa de pobre é só orelhão comunitário, planejado pelo governo FHC como meta na privataria, para o século XXI.
A CEMIG (estatal de eletricidade do governo de Minas), tem uma rede de fibra ótica de mais de 4.000 Km para internet e de TV a cabo, que chega a diversos bairros da capital e 29 cidades do interior.
Com essa formidável infra-estrutura pronta, onde já foram investidos US$ 203 milhões, e que poderia levar banda-larga popular a custo acessível aos mineiros, sobretudo da classe C para baixo, o governo demo-tucano fez a opção pelos ricos e pelo favorecimento às altas tarifas do oligopólio das operadoras de telefonia.
O dinheiro público da CEMIG é usado para construir e manter a rede com vultosos recursos, levando o sinal até a porta das casas nos condomínios de alto padrão, para entregar à exploração comercial pelas operadoras de Telefonia, como Oi/Telemar e CTBC Telecom, venderem banda-larga de luxo, chegando a 20MBits, com tarifas que chegam a ser superiores a R$ 200,00 mensais, e em planos "combo" passam de R$ 300,00.
A CEMIG Telecom (subsidiária da CEMIG na área de telecomunicações) se diz “carrier´s carrier”, ou operadora das operadoras. Em outras palavras, a estatal fica com o ônus do investimento pesado na infra-estrutura, e a mão grande e nada invisível do mercado fica com o bônus, apenas atuando como atravessadores: arrecada as elevadas tarifas dos consumidores de alta renda, e paga um módico aluguel da rede para a CEMIG.
Resumo: a CEMIG Telecom (subsidiária da CEMIG na área de telecomunicações) arruma a cama para os barões da telefonia dormirem.
Daniel Dantas na parada
A origem desse "modelo de negócio" ocorreu logo após Daniel Dantas montar o consórcio AES/Southern Energy/Opportunity que arrematou a privatização parcial de 33% CEMIG em 1997.
Em 13 de janeiro de 1999, a estadunidense AES em sociedade com a CEMIG, criava a empresa Infovias (agora rebatizada como CEMIG Telecom), com o objetivo de administrar a rede de fibras óticas da estatal e prestar serviços para empresas de TV por assinatura e Internet banda larga. A CEMIG passou a ser acionista e principal cliente da nova subsidiária.
A Infovias, por sua vez, criou a Way TV, operadora de TV a cabo em Belo Horizonte, e algumas poucas cidades do interior mineiro, usando essa rede da CEMIG.
Em 2002, FHC tinha quebrado o Brasil, a AES estava em crise e não pagava suas dívidas, o povo brasileiro estava sem poder aquisitivo, e tanto a Way TV como a Infovias acumulavam prejuízos e o mercado não era nada promissor. Mas a CEMIG "recomprou" sua própria rede por US$ 32 da milhões da AES (a parte da multinacional).
Fúria neoliberal de Aécio Neves fatiou e privatizou subsidiária para Oi
Depois gastar US$ 32 milhões para recomprar a empresa da AES, em 2003 Aécio Neves assumiu o governo e resolveu privatizá-la, mesmo sabendo que a principal cliente da Infovias era a própria dona: a CEMIG.
Em julho de 2004, o jornal Valor Econômico noticiava que a CEMIG estava finalizando o edital para privatização da Infovias. Talvez por acumular prejuízos e dívidas, a privatização da companhia de fibras óticas não foi à frente, mas resolveram privatizar de forma fatiada: apenas a Way TV foi vendida em 2006, sem as dívidas.
Quem comprou a Way Tv foi a Oi/Telemar por R$ 132 milhões, herdando a clientela e a exploração da rede construída de TV a cabo e banda-larga (a ANATEL vetou que a rede de cabos fosse vendida no pacote, permitindo apenas a cessão de uso da rede, sem exclusividade).
Sem privatizar, a empresa continuou alugando sua rede de fibras óticas para operadoras de telefonia privadas explorarem.
Quando Aécio e os demais neoliberais demo-tucanos privatizaram as telecomunicações, diziam que era porque as empresas privadas teriam muito mais capacidade de investirem do que o estado.
Agora qual é a razão, a não ser favorecimento, para os demo-tucanos neoliberais usarem a CEMIG estatal para bancar os investimentos em expansão da infra-estrutura (e nos nichos de mercado mais lucrativos, que interessam às operadoras privadas) e entregar na bandeja para os tubarões privados explorarem o serviço apenas como atravessadores entre o consumidor e a CEMIG, elevando as tarifas muito acima do custo e apenas recolhendo o lucro?
Se é para a CEMIG fazer toda a infra-estrutura que, pelo menos, ficasse com os lucros e que transferisse os benefícios para o consumidor com menores tarifas, sem atravessadores.
Povo mineiro precisa pressionar Anastasia para acabar com essa maracutaia
A Telebras e o governo federal tem feito acordos com os governos estaduais de boa vontade, como no Rio Grande do Sul, para interligar as redes estaduais disponíveis ao Plano Nacional de Banda Larga, e oferecer conexões de baixo custo acessível a todos.
E aí, governador Anastasia? Quando vai parar de bancar os barões da telefonia privada, com banda-larga de altíssima velocidade na porta da casa dos ricos, em vez de aderir ao PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) do governo Dilma, para todos os mineiros?
Fonte:Blog Os Amigos do Presidente Lula