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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Veja como votaram os senadores na PEC 55 / 241 que limitam os gastos públicos com Saúde e Educação


PEC 55 241Senadores
Os senadores aprovaram o texto base da PEC 55 que congela investimentos na educação, na saúde e na assistência social pelos próximos 20 anos em vez de cortar as mordomias dos políticos e verbas para a Mídia como A Rede Globo bajularem
Vejam também como votaram os deputados na PEC 241/55

53 senadores que votaram a favor da PEC 55/2016


1- Aécio Neves - PSDB-MG
2 - Aloysio Nunes - PSDB-SP
3 - Alvaro Dias - PV-PR
4 - Ana Amélia - PP-RS
5 - Antonio Anastasia - PSDB-MG
6 - Antonio Carlos Valadares - PSB-SE
7 - Armando Monteiro – PTB-PE
8 - Ataídes Oliveira - PSDB-TO
9 - Benedito de Lira - PP-AL
10 - Cidinho Santos - PR-MT
11 - Ciro Nogueira - PP-PI
12 - Cristovam Buarque - PPS-DF
13 - Dalirio Beber - PSDB-SC
14 - Deca - PSDB/PB
15 - Edison Lobão - PMDB-MA
16 - Eduardo Amorim - PSC-SE
17 - Eduardo Braga - PMDB-AM
18 - Elmano Férrer - PTB-PI
19 - Eunício Oliveira - PMDB-CE
20 - Fernando Bezerra Coelho - PSB-PE
21 - Flexa Ribeiro - PSDB-PA
22 - Garibaldi Alves Filho - PMDB-RN
23 - Gladson Cameli - PP-AC
24 - Hélio José - PMDB-DF
25 - Ivo Cassol - PP-RO
26 - José Agripino - DEM-RN
27 - José Aníbal - PSDB-SP
28 - José Maranhão - PMDB-PB
29 - José Medeiros - PSD-MT
30 - Lasier Martins - PDT-RS
31 - Lúcia Vânia - PSB-GO
32 - Magno Malta - PR-ES
33 - Marta Suplicy - PMDB-SP
34 - Omar Aziz - PSD-AM
35 - Otto Alencar – PSD-BA
36 - Pastor Valadares – PDT-RO
37 - Paulo Bauer - PSDB-SC
38 - Pedro Chaves – PSC-MS
39 - Pinto Itamaraty – PSDB-MA
40 - Raimundo Lira - PMDB-PB
41 - Reguffe – Sem Partido-DF
42 - Ricardo Ferraço - PSDB-ES
43 - Roberto Muniz - PP-BA
44 - Romero Jucá - PMDB-RR
45 - Ronaldo Caiado - DEM-GO
46 - Sérgio Petecão - PSD-AC
47 - Simone Tebet - PMDB-MS
48 - Tasso Jereissati - PSDB-CE
49 - Telmário Mota - PDT-RR
50 - Valdir Raupp - PMDB-RO
51 - Vicentinho Alves - PR-TO
52 - Waldemir Moka - PMDB-MS
53 - Wellington Fagundes - PR-MT
OBS: O presidente do Senado, Renan Calheiros, se absteve de votar, entretanto a colocou na pauta e barganhou com STF e Golpista Temer a sua recondução em troca da aprovação da PEC e a retirada da lei do abuso de autoridade de juizes e promotores a qual todos os outros servidores são submetidos(Vejam as punições a servidores comuns que abusam a autoridade)

16 senadores que votaram contra a PEC 55/2016

1 - Angela Portela - PT-RR
2 - Dário Berger - PMDB-SC
3 - Fátima Bezerra - PT-RN
4 - Gleisi Hoffmann - PT-PR
5 - Humberto Costa - PT-PE
6 - João Capiberibe - PSB-AP
7 - Jorge Viana - PT-AC
8 - José Pimentel - PT-CE
9 - Kátia Abreu - PMDB-TO
10 - Lídice da Mata - PSB-BA
11 - Lindbergh Farias - PT-RJ
12 - Paulo Paim - PT-RS
13 - Paulo Rocha - PT-PA
14 - Regina Sousa - PT-PI
15 - Roberto Requião - PMDB-PR
16 - Vanessa Grazziotin - PCdoB-AM

Fonte Senado e Blog do Esmael

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!

A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!






A Presidenta Dilma Rousseff está sofrendo um processo de impeachment por ser acusada de praticar “pedaladas fiscais” por atraso de pagamento a bancos públicos - no caso para garantir garantir às
pessoas mais necessitadas desse país o Plano Safra (2015), o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa
Família (2014) e outros programas sociais , sem que tivesse sido registrado prejuízo para os bancos
ou para o Tesouro.

Já o relator do impeachment, senador Anastasia (PSDB/MG), pupilo de Aécio Neves, quando foi
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.

A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?

Seria Cômico se não fosse golpe!
FONTE: Conversa Afiada via Clickpolítica conforme sugestão do Leitor Abel

Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia  do PSDB


Pedaladas do Antonio Anastasia – Minas desmascarando o golpe contra Presidenta Dilma
O senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi posto em um dilema ao ser escolhido relator da comissão de impeachment no Senado. Encarregado de analisar as acusações que pesam contra a presidente Dilma Rousseff sobre as chamadas “pedaladas fiscais”, o tucano corre o risco de admitir que cometeu crime durante o período em que foi governador de Minas Gerais. Pois, nesse período, praticou atos idênticos aos que constam na peça acusatória da presidente. Entre 2011 e 2014 foram editados 972 decretos de suplementação orçamentária.
É o que atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Segundo os documentos, mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, o então governador editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias. Exatamente o mesmo expediente adotado pelo governo federal.
Pedaladas gerais
A diferença primordial entre as medidas adotadas pelo governo federal e o Executivo mineiro na gestão de Antonio Anastasia fica por conta dos valores. Enquanto a acusação contra a presidente Dilma Rousseff se refere a seis decretos de 2015 que somam R$ 2,5 bilhões, os de Anastasia somam, em apenas três anos, R$ 63,3 bilhões. Apenas as suplementações orçamentárias que levam em conta o “excesso de arrecadação”, mesmo com o descumprimento das metas fiscais, somaram R$ 6,4 bilhões.
Em 2011, o orçamento previsto era de R$ 44,9 bilhões, com autorização para aumento de gastos até 18,5% a partir de outubro (10% antes disso). Segundo relatório do TCE-MG, neste ano “os créditos suplementares totalizaram, em valores brutos, R$ 18,285 bilhões”. “Desse montante, R$ 6,221 bilhões oneraram o percentual de 18,5%. O restante dos créditos suplementares – R$ 12,063 bilhões – foi aberto para atender os créditos excluídos do percentual autorizado”, acrescenta o documento.
O mesmo ocorre nos anos seguintes. Em 2012, com orçamento previsto de R$ 51,4 bilhões e autorização para suplementações que onerem os gastos em até 10%, o Executivo estadual editou decretos que somam R$ 22,5 bilhões. Valor quase igual aos R$ 22,4 bilhões de 2013, quando foram previstas receitas de R$ 68,1 bilhões – e os mesmos 10% de possibilidade de suplementações que aumentassem gastos.
Vale ressaltar que os limites foram ultrapassados em todos estes anos mesmo com as leis orçamentárias excluindo do aumento de gastos as despesas com pessoal e encargos sociais, dotações referentes ao pagamento da dívida pública, gastos com recursos vinculados e diretamente arrecadados, despesas com precatórios e sentenças judiciais, créditos para reserva de contingência e contrapartidas de convênios e recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.
Apropriação de recursos previdenciários
Enquanto Dilma é acusada de ter atrasado repasses a bancos federais, o governo mineiro, sob a gestão do hoje senador Antonio Anastasia se apropriou definitivamente de recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais. Isto foi feito por meio da Lei Complementar 131, sancionada pelo então governador em 6 de dezembro de 2013.
Por meio do texto, o Executivo extinguiu o superavitário Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e se apropriou dos mais de R$ 3 bilhões que estavam em suas contas.
Os recursos foram usados para integrar o deficitário Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), no qual o governo era obrigado a fazer aportes mensais de R$ 700 milhões. O deficit do Funfip, na ocasião, ultrapassava R$ 8 bilhões.
Investimentos mínimos constitucionais
As “pedaladas” cometidas pelo relator da comissão de impeachment do Senado vão além. Em abril de 2012, o então governador de Minas firmou com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o chamado Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), por meio do qual a corte de contas admitiu que o Executivo aumentasse gradativamente os investimentos em Saúde e Educação, já que não estavam sendo cumpridos os mínimos constitucionais de 12% e 25%, respectivamente.
O acordo levou o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas a entrar, ainda em 2012, com ação na Justiça para anular o TAG. “Importante destacar que, em exercícios anteriores, o mesmo Tribunal de Contas do Estado, nos processos anuais de aprovação de contas de Governadores,
já apontava para a necessidade de cumprimento dos índices constitucionais”, afirma a ação civil pública, citando documentos da corte de contas. “Determinadas despesas, como repasses financeiros para a COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou pagamentos de natureza previdenciária, são comumente relacionados, anualmente, como se fossem gastos com saúde ou educação, respectivamente, gerando inevitável discussão jurídica a respeito de tal possibilidade”, acrescenta o MPE.
Suspeição
O senador Anastasia é membro do partido derrotado nas últimas eleições. Mais que isso, um partido que desde o primeiro momento se mostrou inconformado.
Apenas quatro dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o PSDB solicitou uma auditoria das urnas. Este foi o primeiro ato do PSDB de contestação e inconformidade ao resultado do pleito. Um ano depois o partido admitiu que não houve fraude.
Em dezembro de 2014, a sigla protocolou no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura e da diplomação de Dilma Rousseff e, do seu vice, Michel Temer. Foram além, pediram também que o tribunal diplomasse os candidatos derrotados, Aécio Neves e Aloysio Nunes. Sem sucesso, os derrotados passaram a apostar no quanto pior melhor. Dificultaram o andamento dos trabalho legislativos no Congresso Nacional e, mais tarde, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que não fazia mais parte da base do Governo, membros do partido apoiaram as pautas-bombas de Cunha com o nítido interesse de prejudicar o executivo.
Flávio Henrique Costa Pereira, advogado do PSDB, é um dos que assina o pedido de impeachment com os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, e a advogada Janaina Paschoal.
O PSDB sempre teve posição pública e prévia sobre o processo de impeachment, é adversário declarado da presidenta e tem evidente interesse no desfecho da votação.
Lava jato
Além dos vícios mencionados, há de se levar em conta também o interesse no fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção. O desejo no impeachment da presidenta Dilma também é o desejo, por parte de muitos políticos investigados por corrupção, de que as investigações sejam paralisados e diversos inquéritos sejam arquivados para salvar corruptos e corruptores.
O senador Antonio Anastasia recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Foi dele a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado em 2014, com R$ 18,1 milhões em doações.
A campanha de Anastasia arrecadou R$ 2 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e do banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato. Só o BTG Pactual doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.
Outra coincidência também é que quatro das empreiteiras citadas acima construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais, com o custo de mais de R$ 1 bilhão.
Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação, suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação. A Polícia Federal pediu a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas às construtoras OAS e UTC, mas Zavascki manteve o arquivamento.
Fonte: Pedaladasdoanastasia

Vejam Também : Geraldo Alckmin pedalou mais que Dilma. Existe impeachment na terra dos tucanos? Senador Tucano Cassio Cunha Entrega que FHC fez pedaladas

O Perfil de alguns defensores do Golpe contra Presidenta Dilma 

sábado, 18 de outubro de 2014

PIG Globo proíbe Dilma de usar reportagem sobre fome do Governo FHC e Aécio do PSDB

Globo proíbe Presidenta Dilma de usar reportagem sobre fome no Facebook


A pedido da Rede Globo, o Facebook determinou ontem a retirada de um vídeo publicado pela campanha da presidenta Dilma Rousseff, com uma reportagem do Jornal Nacional.
A emissora reivindicou direitos autorais sobre a reportagem, que só poderia ter sido publicada mediante autorização. O vídeo ainda pode ser acessado no site do PT e em outras redes sociais.
A reportagem fazia parte de uma série especial do Jornal Nacional sobre a fome no Brasil, realizada em 2002 – último ano do governo tucano de Fernando Henrique Cardoso. Na publicação, a campanha petista exaltava a saída do país do mapa da fome, anunciada pela ONU em setembro.-Do Poder Online
Com a presidenta Dilma e Lula
Fome deixa de ser um problema estrutural no Brasil
A saída do Brasil do mapa da fome e o fato de Brasília, hoje, ser um território livre da extrema pobreza pelo critério de renda são marcos históricos que precisam ser amplamente divulgados e comemorados
ver mais
http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154957/Fome-deixa-de-ser-um-problema-estrutural-no-Brasil.htm
Com FHC e Aécio
Tem saudade do fantasma
FHC ? Lembra do que ele fez ?

Medidas impopulares ? É o princípio ativo dos tucanos.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/26/tem-saudade-do-fantasma-fhc-lembra-do-que-ele-fez/

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Aécio afirma: não era 'irregular' ele receber dos cofres públicos "Bolsa família de papai deputado". O que você acha?


Diante de provas irrefutáveis por documentos, Aécio Neves (PSDB) confessou em nota emitida por sua campanha, que foi funcionário da Câmara dos deputados, aos 19 anos, sem concurso, comissionado no gabinete de seu próprio pai, o então deputado federal Aécio Ferreira da Cunha (ARENA, PDS, PFL), da base governista da ditadura.

Detalhe: Seu pai era deputado por Minas, o gabinete ficava em Brasília, e Aécio morava e estudava no Rio de Janeiro.

Continuou recebendo este salário dos cofres públicos por 3 anos (e ainda falta explicar outros dois cargos, um no Ministério da Justiça em 1977, e outro no BDMG sem data informada).

É um claro caso de nepotismo, mamatas e privilégios e forte indício do que chamam "funcionário fantasma" no jargão popular.

A nota é tão arrogante que ataca quem o critica, e diz que "não havia nenhuma irregularidade".

http://aecioneves.com.br/noticia-a-coligacao-muda-brasil-esclarece-as-mentiras-e-farsas-propagadas-pela-campanha-do-pt.html?utm_source=portal-aecio-neves&utm_medium=home-ultimas-noticias-minibar&utm_campaign=&utm_content=

Ora, políticos de oligarquias como a de Aécio Neves fazem regras como aquelas para tornar mamatas regulares, legislando em proveito próprio, mamando nas tetas do estado.

Logo não era irregular porque as regras eram feitas para permitir estas mamatas, mas é esse tipo de "regularidade" que o povo deseja?

Enquanto isso, naquela época ainda existia no Brasil a vergonhosa situação de crianças morrendo pela fome, nas regiões mais pobres do país.

O jovem filho de deputado Aécio Neves estava no orçamento da União, ganhando para viver na praia do Rio de Janeiro. Crianças vivas ou mortas subnutridas pela fome, ficavam sem verbas que iam para o bolso de Aécio quando a família do tucano estava no poder (seu pai era deputado da base governista da ditadura).

Olhe esse documentário do Globo Repórter de 35 anos atrás para ver o que acontecia quando a versão do "Bolsa família" era "Bolsa família de papai deputado":



O povo está cansado de políticos como Aécio, que se aproveitam da "legalidade" de mamatas indevidas para perpetuar injustiças.

Não é só a questão pessoal da mamata que Aécio teve aos 19 anos que está em questão. É muito mais do que isto. São modelos diferentes de governar, de enxergar e de resolver os problemas do povo e da nação.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

13 motivos para tucano não votar na Presidenta Dilma Rousseff


13 motivos para tucanos não votarem na Presidenta Dilma Rousseff maldito Lula

Atendendo a pedidos de uma leitora no post "Jornalista faz lista com 27 motivos para não votar em Aécio Neves " publicaremos motivos para Tucanos não votarem na Presidenta Dilma,Vejam:

1)Pobres com carros:
Insuportável no transito pobraiada andando com carro zero atrapalhando o transito #ForaPT

2)Ninguem conseguem mais escrava doméstica
Fora PT, aumetaram tanto o salário mínimo e mais direitos trabalhistas para domésticas, as madames estão tendo que pegar no pesado

3)Nordeste com água e São Paulo com seca
Inadmissível isso , enquanto investido na transposição do Rio São Francisco lega água ao Nordeste, São Paulo com seca não pode ficar atrás (os eleitores não tem discernimento de saber que a culpa é do Governador Chuchu fujão)

4)Pobres no Aeroporto
"Chega de PT", nao aguenta mais esse governo, agora até empregados andam de avião,perdeu o glamour , não aguenta esse cheiro de pobre

5) Pobre com casa propria , quem vai escravizar cobrando aluguéis ?
Com tanto pobre com casa própria, não consegue mais ganhar dinheiro com aluguéis sem fazer nada, fora Minha casa Minha Vida

6)Não aguenta tanto pobre e negros na faculdade
Com PROUNI qualquer pobre pode ter faculdade , não aguenta conviver na mesma sala deles

7) O Salário mínimo está muito alto , mais da  metade dos lucros vai para pagar empregados
Volte FHC, acabar com privilégio de empregados e revogar a lei áurea


8) Agora pobre acessa internet Banda Larga, que absurdo, no tempo de FHC era poucos , pobre só acessava 3 meses, pois as empresas cortavam o telefone

9) Brasil independente ? saudades de ser colônia dos EUA, é chique, volta FMI

10) Uma mulher e um operário governar , isso não pode presidente é para Doutor
Presidente não sabe falar inglês ,só o Obama não pode falar Português , um país colonizado tem que falar inglês

11)Agora tem que contratar negros no serviço público

12) Pobre não pode ter médico de qualidade, Fora Mais médicos

13) Pobre com conta bancária, Absurdo isso o banco sempre lotado deles #voltaFHC

e para completar ..

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aécio Neves (PSDB/MG) falta sessão do Senado até em dia de votação de seu próprio projeto de Lei.

Será por isso que ele não teve nenhum de seus projetos aprovados nesses quase 4 anos de mandato?

PSDB quer mudar Bolsa Família. Mas não aparece para votar


O Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do benefício.

Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.

Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.

Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.

Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.

Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .

Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.

“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.

Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.dZJtGCpV.dpuf


O Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do benefício.

Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.

Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.

Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.

Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.

Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .

Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.

“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.

Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.

Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
O Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do benefício.

Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.

Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.

Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.

Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.

Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .

Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.

“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.

Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.

Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
O Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do benefício.

Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.

Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.

Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.

Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.

Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .

Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.

“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.

Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.

Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf

terça-feira, 20 de maio de 2014

Lobão Filho diz que tucano acabará com Bolsa Família

Erich Decat

Brasília – Integrantes da coordenação da pré-campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB) entraram nesta segunda-feira, 19, com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o pré-candidato a governador do Maranhão e senador Edison Lobão Filho (PMDB) por propaganda eleitoral antecipada.
Em evento no dia 3 de maio em Barra do Corda, interior maranhense, Lobão Filho, aliado da presidente Dilma Rousseff, afirmou que Aécio era contra o Bolsa Família, principal programa social do governo e bandeira de campanha dos petistas. A declaração foi gravada em vídeo e colocada nas redes sociais.
“Prefeito, estou preocupado porque o candidato a presidente da República Aécio Neves declarou antes de ontem que ele é contra o Bolsa Família. Quem de vocês aqui gosta do programa Bolsa Família levanta mão?”, afirma Lobão Filho, que, em seguida, emenda: “Isso me preocupa porque os nossos adversários estão unidos ao Aécio Neves, que já disse, em todos os jornais, emissoras de televisão, que é contra o Bolsa Família e que ele é contra o aumento que a presidente Dilma havia dado ao Bolsa Família.”
Os “adversários” locais de Lobão Filho são os aliados do pré-candidato do PC do B ao governo do Maranhão, Flávio Dino, entre eles os tucanos maranhenses.
O deputado tucano Carlos Sampaio, coordenador jurídico da pré-campanha de Aécio, considerou as declarações “absurdas” e cobrou apoio do governo para aprovar projeto de autoria de Aécio que transforma o Bolsa Família numa política de Estado. “Porque eles não querem aprovar para não tirar o discurso da mentira. É interessante continuar mentindo em todos os rincões do Brasil quando bastaria aprovar o projeto, que acabaria com a mentira na prática”, disse.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Dilma ironiza apoio de Aécio ao Bolsa Família: “Chamavam de Bolsa Esmola”


Dilma ironiza discurso pró-Bolsa Família de Aécio: “Chamavam de Bolsa Esmola”. Tucano prometeu que, se for eleito para a presidência em 2014, manterá o programa social
Aecio neves FHC bolsa familia


Em entrevista para rádios pernambucanas, na manhã desta quarta-feira (18), a presidenta Dilma Rousseff ironizou a declaração do senador Aécio Neves (PSDB), candidato tucano à Presidência da República. “É sempre bom ver que eles reconhecem alguma coisa, porque durante muito tempo o Bolsa Família foi chamado de Bolsa Esmola.”
Aécio Neves prometeu manter, caso eleito, os programas Bolsa Família e Mais Médicos. Porém, na última terça-feira (17), foi lançada a cartilha que norteará o programa do PSDB para o pleito eleitoral de2014.  O documento explica que “a superação da pobreza não pode se limitar a uma única ação (Bolsa Família).”
Dilma respondeu aos tucanos lembrando o Pronatec, programa federal para cooperar no aperfeiçoamento profissional de pessoas de baixa renda. “Já estamos formando 850 mil pessoas nos cursos do Pronatec. São pessoas que conseguem um emprego e aos poucos saem do Bolsa Família”, afirmou a presidenta.
O programa Mais Médicos também foi alvo de “críticas ácidas e sem fundamento”, lembrou Dilma Rousseff. Em Pernambuco, dos 185 municípios do estado, 134 solicitaram profissionais do Mais Médicos, segundo a presidenta.

 Relembre o que o PSDB pensa do Bolsa Família
Álvaro Dias e o preconceito do PSDB contra o Bolsa Família e contra os pobres. from forapsdb on Vimeo.

sábado, 28 de setembro de 2013

E aí, Aécio Neves, vamos conversar?

Do Blog do Rovai  - 28/09/2013

por Renato Rovai   
Caro senador Aécio Neves, imagino que o senhor não conheça este escriba e talvez nem a Revista Fórum, apesar de a revista já circular há 12 anos e de eu ter lhe encontrado recentemente no Aeroporto de Congonhas. Sentamos frente a frente no saguão e vossa excelência me olhou umas quatro ou cinco vezes de soslaio. Eu fiz de conta que não percebia e me mantive concentrado no tablet. Depois pegamos o mesmo ônibus que nos levou ao avião. Íamos para o Rio de Janeiro. Aliás, parece que vossa excelência gosta muito da capital carioca. Eu também sou fã. E se tivesse as mesmas condições econômicas que o senhor não resistiria a viver boa parte do meu tempo por lá. Mas o que me motiva a escrever este post não é o Rio. E outra coisa.


E aí, Aécio Neves, vamos conversar?  

Assisti a uma recente inserção de TV do seu partido e vi que vossa excelência está aberta ao diálogo. Diz algo assim: “Sou Aécio Neves, vamos conversar”. Achei ótima a iniciativa. E por este simples blogue, lhe digo: “Sou o Renato Rovai e aceito o convite”. Quero conversar com vossa excelência.


E aproveito para lhe dizer que irei lhe enviar oficialmente essa solicitação de conversa. Acho que vou falar em entrevista, porque talvez a sua assessoria não entenda o espírito da coisa. Mas que fique claro, será um bate-papo. Aliás, um papo reto (o senhor tem usado este termo) transmitido pela web. No qual farei algumas perguntas sobre temas que me parecem muito importantes. Na sequência, seguem alguns temas das perguntas. Ah, claro, vou abrir para os internautas poderem falar com o senhor. É assim que funciona na lógica do papo reto. As pessoas não ficam com esse lenga-lenga do script televisivo, onde tudo é meio que combinado antes. Por isso não posso lhe garantir que tratarei apenas dos temas abaixo. Mas, confio no seu espírito democrático. E na sua boa intenção e sinceridade ao nos convidar para conversar. E fazer um papo reto.


Pautas para a conversa.


- As privatizações no governo Fernando Henrique e o custo delas para o Brasil







- Os motivos que levaram o PSDB a ser contra o Bolsa Família no início do governo Lula



- O silêncio da mídia mineira em relação ao governo de Minas, denunciado como censura econômica por vários jornalistas e movimentos sociais



- O que o senhor achou daquele texto em espaço editorial, assinado por Mauro Chaves, no jornal O Estado de S. Paulo, cujo título era “Pó parar, governador


- Qual a sua real opinião sobre o ex-governador José Serra. É verdade que o senhor e ele têm dossiês impressionantes um contra o outro?.


Listei apenas 10 pontos iniciais. Mas como na internet não há limite de tempo, podemos ficar horas conversando. Papo reto, senador. Sem papas na língua. Que tal?


Então, só pra finalizar, vou imitá-lo..


E aí, senador Aécio Neves, vamos conversar?

quarta-feira, 9 de março de 2011

Aécio Neves quer acabar com o Bolsa-família, entregando o dinheiro a coronéis políticos

O senador demo-tucano Aécio Neves (PSDB/MG) sugeriu acabar com o Bolsa-família no formato atual.


Ele declarou ao jornal Estadão:

"A questão do Bolsa Família acaba com os prefeitos que querem intermediar as políticas sociais e ficam de fora".

Essa história de "querer intermediar..." é o tipo de coisa que mais dá trabalho à Polícia Federal, e a CGU  (Controladoria Geral da União), em escândalos de corrupção com verbas repassadas.
Vejam um exemplo dessa "intermediação " com o programa " Renda Cidadã" de Alckmin e Serra em Cunha ,Interior de São Paulo,eles deixaram nas mãos da prefeitura e houve favorecimentos e desvios Clicando nesse LINK

 Alem disso o demo-tucano está voltando ao tempo dos coronéis políticos, que submetiam o povo a passar fome, e confundiam, de propósito, direitos do cidadão com favores materiais em troca de voto.

Os coronéis pegavam dinheiro público para distribuir cestas básicas e coisas do gênero, escolhendo a dedo quem receberia, sem regras claras.

Os desonestos davam sumiço, pelo menos em parte, no dinheiro. Os honestos, ainda assim, não conseguiam fazer chegar a todos que precisavam, nem a tempo de não passarem fome. E ainda criavam uma relação de dependência material em troca de votos, em vez da situação de altivez do cidadão, atualmente, que porta um cartão do Bolsa-família porque tem direito à ele, e não por favor de ninguém.

O sucesso e os bons resultados do Bolsa-família, reconhecidos mundialmente, está justamente em entregar o dinheiro diretamente na mão da cada família (geralmente para a mãe), sem intermediários e sem desvios.

Os prefeitos já tem um papel importante nesse processo: fazer e manter o cadastro dos beneficiários que vivem em sua cidade.

Prefeito que é honesto, e que não é adepto do coronelismo político, tem coisas muito mais importantes a fazer e reivindicar na área social, do que estragar um programa exemplar: providenciar terrenos seguros e bem localizados para a baixa renda no "Minha Casa, Minha Vida", apresentar projetos de saneamento básico, comprar merenda escolar da agricultura familiar, contratar cooperativas de catadores para recolher e reciclar o lixo, em vez de só contratar grandes empreiteiras, fazer projetos de creches, UPA's, escolas técnicas, cidades digitais para banda larga, melhorar aplicação de verbas e salários dos professores na educação municipal, combater desvios e desperdícios no SUS e na educação, etc, etc, etc...
Fonte:Blog os Amigos do Presidente Lula 
 e http://www.vnews.com.br/noticia.php?id=91587