Marcadores:
aecio neves,
Anastasia,
funcionalismo,
garoto do rio,
Incompetência,
industrialização,
José Serra,
PSDB,
salário,
Zezé Perrella
Mostrando postagens com marcador garoto do rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador garoto do rio. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 11 de julho de 2017
Aécio Neves, que nunca ralou na vida, encabeça a lista dos 50 senadores que mataram a CLT
Da Redação
Vejam como votaram os deputados
Guarde o nome dos 50 senadores que permitiram que o trabalhador brasileiro ganhe menos que um salário mínimo mensal:
Aécio Neves (PSDB-MG)
Ana Amélia (PP-RS)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Airton Sandoval (PMDB-SP)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Benedito de Lira (PP-AL)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Dalirio Beber (PSDB-SC)
Dário Berger (PMDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Edison Lobão (PMDB-MA)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Elmano Férrer (PMDB-PI)
Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Gladson Cameli (PP-AC)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jader Barbalho (PMDB-PA)
João Alberto Souza (PMDB-MA)
José Agripino (DEM-RN)
José Maranhão (PMDB-PB)
José Medeiros (PSD-MT)
José Serra (PSDB-SP)
Lasier Martins (PSD-RS)
Magno Malta (PR-ES)
Marta Suplicy (PMDB-SP)
Omar Aziz (PSD-AM)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Raimundo Lira (PMDB-PB)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Roberto Muniz (PP-BA)
Roberto Rocha (PSB-MA)
Romero Jucá (PMDB-RR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Rose de Freitas (PMDB-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Simone Tebet (PMDB-MS)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Valdir Raupp (PMDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Waldemir Moka (PMDB-MS)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Wilder Morais (PP-GO)
Zeze Perrella (PMDB-MG)
Resumo do Congresso em Foco
1 – Gestante e lactante em ambiente insalubre
O texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico.
2 – Serviço extraordinário da mulher
O projeto enviado ao Senado pelos deputados federais revoga o art. 384 da CLT. Esse artigo determina que a trabalhadora mulher deve ter 15 minutos de descanso obrigatório antes de iniciar o horário de serviço extraordinário, a chamada hora-extra.
3 – Acordo individual para a jornada 12 por 36
Para o relator na CAE, Temer deveria vetar também a alteração que permite que acordo individual estabeleça a chamada jornada 12 por 36, aquela em que o empregado trabalha 12 horas seguidas e descansa as 36 horas seguintes. Ferraço acredita que o texto aprovado pelos deputados sobre esse assunto “não protege suficientemente o trabalhador, que pode ser compelido a executar jornadas extenuantes que comprometam sua saúde e até sua segurança”.
4 – Trabalho intermitente
O relator recomenda veto aos dispositivos que regulamentam o chamado trabalho intermitente, aquele no qual a prestação de serviços não é contínua, embora com subordinação. Nesse tipo de trabalho, são alternados períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador. O melhor, para ele, seria regulamentar por Medida Provisória, estabelecendo os setores em que a modalidade pode ocorrer.
5 – Representantes dos empregados
O relator crê que uma MP poderia regulamentar a criação da comissão de representantes dos empregados nas empresas com mais de 200 funcionários. O PLC 38/2017 prevê que esses representantes não precisam ser sindicalizados e terão o objetivo de ampliar o diálogo entre empresa e empregados, mas não têm estabilidade do emprego.
6 – Negociação do intervalo intrajornada
O texto aprovado pelos deputados permite que trabalhador e empregador acordem, por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo, “intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de 30 minutos para jornadas superiores a seis horas”. Para o relator a mudança precisa ser melhor analisada para não gerar “precarização das condições de trabalho, com consequências sobre a saúde e a segurança do trabalhador”.
Fonte:VIOMUNDO
Veja também:
Um discurso memorável contra a reforma trabalhista
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
Depois de Moro ir aos EUA, PF tirou Aécio Neves da praia para depor

“Qualé, mermão”
Pior que condução coercitiva: a PF tirou Aécio da praia para depor
Não fosse uma nota numa coluna da revista Época, você jamais ficaria sabendo que Aécio Neves foi depor na Polícia Federal.Menos de uma semana depois do Juiz Sergio Moro ter tirado férias para os EUA, o seu companheiro de festas senador Aecio Neves foi ouvido no inquérito que apura se ele fraudou dados da CPI dos Correios, de 2005.
Também não teve cobertura ao vivo na GloboNews, helicóptero, agentes com fuzis e muito menos condução coercitiva. Tudo nas mais perfeitas calma e civilidade.
Sob essa cortina de silêncio, escapou a razão do depoimento. Em sua delação premiada homologada no STF, Delcídio do Amaral contou que o mineiro maquiou informações obtidas no Banco Rural pela Comissão Parlamentar de Inquérito que ele presidiu.
Suspeita-se da ocultação da relação entre o Banco Rural e o mensalão mineiro.
Delcídio também implicou Eduardo Paes, na época deputado federal pelo PSDB, e Clésio de Andrade.
“Que os dados atingiriam em cheio a pessoas de Aécio Neves e Clésio Andrade, governador e vice-governador de Minas Gerais”, lê-se na delação.
Sobra ainda para Carlos Sampaio, o pitbull de Aécio ao longo de 2015 e meados de 2016. Sampaio saberia da tentativa de maquiagem.
Em outubro, Gilmar Mendes atendeu ao pedido de Janot e autorizou a PF a analisar vídeos do transporte de documentos da CPI dos Correios.
No dia em que o inquérito sobre Aécio foi aberto, 3 de maio, servidores transportaram caixas de uma sala para a Coordenação de Arquivo do Senado a pedido do gabinete do tucano.
Aécio alegou que estava colhendo elementos para apresentar a sua defesa. Você acredita se quiser.
O maior desrespeito dos agentes que quiseram ouvi-lo na terça foi tirar Aécio Neves da praia com um sol desses. Isso não se faz.
Fonte DCM
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
enriquecimento,
garoto do rio,
imprensa,
Incompetência,
LULA,
PIG,
PSDB,
salário
terça-feira, 12 de julho de 2016
Relatório da PF revela relação da Andrade Gutierrez com Aécio Neves
Relatório com análise de mensagens do ex-presidente da empreiteira Otávio Azevedo destaca conversas sobre valores destinados a uma associação presidida pela irmã do senador, Andrea Neves, e troca de mensagens com Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, apontado como tesoureiro informal do tucano
Em relatório anexado ao inquérito da empreiteira Andrade Gutierrez, a Polícia Federal analisou as informações contidas em celulares apreendidos com o ex-presidente da construtora, Otávio Marques de Azevedo. No documento, a PF destaca conversas sobre valores destinados a uma associação presidida pela irmã do senador Aécio Neves, Andrea Neves, e troca de mensagens com Oswaldo Borges, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais, e apontado como tesoureiro informal do tucano.
Aécio atualmente é alvo de dois inquéritos do Supremo Tribunal Federal no âmbito da operação Lava Jato. Em sua delação, Otavio Marques de Azevedo não delatou qualquer tipo de pagamento de propina ou fraudes praticadas em licitações à época que o tucano era governador de Minas Gerais.As conversas com Borges, apontado como um tesoureiro informal do senador tucano, são de agosto de 2014, em meio a campanha presidencial na qual o senador golpista Aécio Neves concorreu com a presidenta Dilma Rousseff. Em 27 de agosto, Oswaldo pergunta a Otávio se era possível “falar na quinta às 19h em Sp”.
Dois dias depois, Otavio responde: “Já foi feito”. Oswaldo agradece no mesmo dia: “Obrigado Otavio. Com vc funciona!!!rsrs”.
“Destaca-se mensagens de Otávio Marques e Oswaldo Borges da Costa e Otávio Marques e +556981266901 analisadas em conjunto pois é possível que estejam relacionadas à doações eleitorais”, informa o relatório da PF. Ainda segundo o agente federal Di Bernardi, autor do relatório, as “mensagens aparentemente contradizem o Termos de Declaração de Otávio no tocante a forma como se davam as doações eleitorais”.
“Observa-se que tanto na mensagem para Manoel Araujo como na mensagem para Oswaldo Borges, Otávio encaminha, praticamente no mesmo horário do dia 29/08/2014, a mensagem “Já foi feito”, sendo que ambos agradecem. Informações em fontes abertas associam Oswaldo Borges da Costa Filho à Aécio Neves (seria genro do padrasto de Aécio108)”, completa o relatório.
Andrea Neves
Apontada como braço-direito do senador, Andrea Neves aparece no relatório da Polícia Federal por ter presidido a associação civil Servas – Serviço Voluntário de Assistência Social. No dia 22/11/2012, Otávio recebe mensagem de Jose Augusto Figueira, então suplente do conselho de administração da Oi e presidente da Oi Futuro.
Na mensagem, Figueira informa a Otávio que ele possui saldo de R$ 1,5 milhões e que “para o Servas reservara, 160 ou 320 mil e que aguarda retorno asap”. Além de apontar a existência da associação mineira, presidida entre 2003 e 2014 por Andrea Neves, a Polícia Federal salienta que dada a proximidade das datas é possível que o assunto Servas tenha relação com uma reunião realizada um dias antes.
Essa reunião, conforme revelam mensagens analisadas pela PF, foi agenda no dois dias antes da conversa sobre o Servas. Em mensagem do dia 20, interlocutor identificado como Major Braga (Aécio) enviou a seguinte informação para o ex-presidente da Andrade Gutierrez: “Boa noite Dr Otávio! A pedido do Senador Aécio Neves preciso falar com o senhor! Obrigado, Major Braga”.
Minutos depois, Major Braga envia outra mensagem: “Dr Otávio, Senador Aécio Neves pede para avisar que irá dormir na residência da mãe dele, Sra. Ines Maria. Reunião amanhã transferida para o endereço, Rua Prefeito Mendes Moraes, nr 1100 / Cobertura – RJ”.
As informações são do jornal O Estado de São Paulo via os Amigos do Lula; Leia mais aqui em Lava Jato chega no ninho tucano, com delações contra Aécio e Serra
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
enriquecimento,
garoto do rio,
Incompetência,
PSDB
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
DCM elege Aécio 'o pior brasileiro do ano'
"Ele consumiu seu tempo em conspirações contra a democracia em 2015. Tentou, e continua a tentar, cassar 54 milhões de votos, sob os pretextos mais esdrúxulos, cínicos e desonestos. Adicionou um novo e definitivo rótulo a sua imagem de playboy do Leblon, adepto de esforço mínimo e máximas vantagens: o de golpista", escreve o jornalista Paulo Nogueira, ao justificar sua escolha.
247 – O jornalista Paulo Nogueira, editor do Diário do Centro do Mundo, elegeu o senador Aécio Neves (PSDB-MG) 'o pior brasileiro do ano'.
"Ele consumiu seu tempo em conspirações contra a democracia em 2015. Tentou, e continua a tentar, cassar 54 milhões de votos, sob os pretextos mais esdrúxulos, cínicos e desonestos. Adicionou um novo e definitivo rótulo a sua imagem de playboy do Leblon, adepto de esforço mínimo e máximas vantagens: o de golpista", escreveu Nogueira, ao justificar sua escolha.
"Para tanto, andou sempre nas piores companhias da República. Esteve constantemente junto de Eduardo Cunha, que só não levou o título de Pior Brasileiro porque Aécio existe", disse ainda o jornalista. "Aécio protegeu, preservou Cunha. E assim contribuiu decisivamente para que ele chegasse ao fim do ano ainda na presidência da Câmara, o que representa uma tonitruante bofetada moral no rosto da nação. Pode-se dizer que Cunha é filho de Aécio. São sócios no crime de lesa democracia."
Leia a íntegra no DCM.
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
enriquecimento,
garoto do rio,
Incompetência,
PSDB
Trauma: Até em nota, no Dia do Natal, Aécio chora sua derrota
O senador mineiro e presidente nacional
do PSDB, Aécio Neves, criticou, por meio de nota, a edição da Medida
Provisória (MP) 704 que autoriza a utilização de recursos da Conta Única
do Tesouro no Banco Central para pagar despesas primárias do governo
federal.
No início
da tarde deste 25 de dezembro, Dia do Natal onde a tradição cristão
comemora o nascimento do Menino Jesus, no lugar de publicar uma nota
tradicional de Natal desejando felicidade, saúde e votos de
prosperidade, o tucano preferiu publicar uma longa mensagem falando do
já batido assunto que dominou sua mente durante o ano todo, as tais
“pedaladas fiscais” da presidente Dilma Rousseff.
Ohhhh… que grande pronunciamento esse do
senhor Aécio Neves que não esquece do seu choro de derrota nem no Natal
e pelo visto vai continuar na passagem de ano e durante todo o ano de
2016.
Veja abaixo a íntegra da nota do senador Aécio Neves sobre o assunto:
“Vemos, mais uma vez, e lamentavelmente,
o governo Dilma fazer uso de truques contábeis – o uso do superávit
financeiro da conta única do Tesouro Nacional – para pagar outros
truques contábeis que foram as pedaladas fiscais”, diz Aécio Neves.
O governo da presidente Dilma Rousseff
publicou ontem (24/12) nova Medida Provisória (704) que autoriza o uso
de recursos da Conta Única do Tesouro no Banco Central para pagar suas
despesas primárias.
Repete o mesmo truque que já usou ano
passado. Em dezembro de 2014, editou a Medida Provisória 661, que
estabelecia no seu Art. 2o: “O superávit financeiro das fontes de
recursos existentes no Tesouro Nacional poderá ser destinado à cobertura
de despesas primárias obrigatórias”.
O que significa exatamente isso?
Autoriza o governo federal utilizar recursos da conta única – recursos
de contribuições arrecadadas no passado e que não foram gastas nas
finalidades específicas e ficaram na conta única rendendo juros – para
pagar despesas primárias, que são os gastos com as políticas públicas.
Este ano, portanto, o governo Dilma
volta a editar a Medida Provisória autorizando o uso do saldo financeiro
da conta única do Tesouro Nacional para pagar tanto despesas primárias
quanto as pedaladas fiscais.
Importante notar que a nova MP foi
publicada às vésperas do feriado de Natal. No ano passado fizeram o
mesmo com o envio por MP das mudanças propostas no seguro desemprego,
abono salarial e pensões. É um governo que pede um novo voto confiança
aos investidores, mas que, na manhã seguinte, volta a se aproveitar de
um momento em que a imprensa e a sociedade estão desmobilizadas para
publicar atos polêmicos.
O recado está claro: tudo indica que o
governo federal usará novamente uma manobra fiscal para fazer frente a
suas despesas. O saldo financeiro da conta única do Tesouro Nacional
deveria ser usado, no entanto, apenas para o pagamento de dívida
pública, como estabelece a Lei 11.943, de 28 de maio de 2009.
Ocorre que para o governo fazer uso de
recursos da conta única para pagar despesas atrasadas seria necessário
que tivesse arrecadação primária superior à despesa primária, o que não é
o caso, pois o próprio governo projeta um déficit primário de R$ 60
bilhões este ano, sem o pagamento das pedaladas.
De acordo com as boas práticas
contábeis, despesas primárias (despesas não financeiras) devem ser pagas
com a receita de impostos e contribuições. Quando o governo não tem
recursos suficientes para pagar suas despesas não financeiras, pede
recursos emprestados ao mercado por meio da emissão e vendas de títulos
públicos, uma operação que aumenta a dívida bruta e a líquida no ato do
pagamento das despesas não financeiras que deu origem ao aumento da
dívida.
Assim, no caso do pagamento das
pedaladas fiscais, isso não seria diferente. As pedaladas fiscais –
dívidas do Tesouro junto a bancos públicos – são despesas primárias
(equalização de juros) que não foram pagas no exercício financeiro que a
despesa ocorreu.
Uma despesa primária atrasada deveria
ser paga com arrecadação de impostos e/ou com aumento da divida bruta
decorrente da emissão de novos títulos públicos. Mas quem espera bom
senso e transparência de um governo do PT sempre se decepciona.
Vemos, mais uma vez, e lamentavelmente, o
governo Dilma fazer uso de truques contábeis – o uso do superávit
financeiro da conta única do Tesouro Nacional – para pagar outros
truques contábeis que foram as pedaladas fiscais.
25 de dezembro de 2015.
Senador Aécio Neves
Presidente nacional do PSDB
Presidente nacional do PSDB
Fonte NETCINA e
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
garoto do rio,
imprensa,
Incompetência,
PSDB
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Preso na Lava Jato, André Esteves bancou lua de mel de Aécio Neves
Além do senador Delcídio Amaral, o banqueiro André Esteves também foi preso nesta quarta-feira na nova fase da Operação Lava Jato. O bilionário bancou a lua de mel do senador Aécio Neves (MG) com a ex-modelo Letícia Weber em Nova York no luxuoso hotel Waldorf Astoria
O banqueiro André Esteves, do banco BTG
Pactual, foi preso pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, na
casa da família, no Rio de Janeiro, em uma nova fase da Operação
Lava-Jato.
Apontado como um dos envolvidos nas irregularidades que levaram também à
prisão o senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo na Casa, na
manhã desta quarta-feira, Esteves é considerado uma das personalidades
mais influentes do mercado financeiro. Esteves é acusado pelo ex-diretor
da Petrobras Nestor Cerveró de ter pago propina ao senador Fernando
Collor (PTB-AL).Presidente do Conselho de Administração do BTG Pactual, Esteve teve presença marcante no casamento do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), com a ex-modelo Letícia Weber.
Segundo o jornal O Globo, logo após o casamento de Aécio e Letícia, em outubro de 2013, os noivos partiram para Nova York, com passagens aéreas pagas pelo banco BTG Pactual.
Além do transporte, André Esteves providenciou para os dois uma suíte no luxuoso hotel Waldorf Astoria, no coração de Nova York.
Oficialmente, o BTG Pactual disse que as despesas custeavam uma palestra de Aécio num evento voltado para investidores estrangeiros em Nova York.
O convite havia sido feito um mês antes do casamento. Aécio, segundo sua assessoria divulgou na época, declinou de cobrar pela palestra.
13º mais rico do Brasil
Dono de uma fortuna estimada em 2,5 bilhões de dólares, Esteves é o 628º homem mais rico do mundo e 13º do Brasil segundo a revista Forbes. Sua carreira teve início no então banco Pactual, em 1989. Quatro anos depois ele já era sócio do banco e, em 2002, assumiu a presidência da instituição financeira.com O Globo, 247 e ZH
pragmatismo politico
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Aécio Neves usou avião do governo de Minas para passear..O povo paga a conta
O homem que se diz paladino da moral foi até namorar de avião pago com dinheiro público. 124 viagens a passeio. Pelo menos é isso que diz a reportagem publicada hoje na Folha de São Paulo, o jornal de assessoria de Aécio Neves. Leia a matéria a seguir
O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), usou aeronaves
oficiais para realizar 124 viagens ao Rio de Janeiro nos sete anos e
três meses que governou Minas Gerais (2003-2010)
O documento, foi feito para atender a requerimento originalmente
realizado por um deputado estadual do PSDB, mostra uma média de 1,4
viagem por mês ao Rio e a outras cidades fluminenses, como Búzios e
Angra dos Reis.
A maioria das viagens foi entre quinta e domingo. Além disso, há em
2008 e 2009 seis passagens para Florianópolis, onde morava a namorada e
hoje mulher do tucano, a ex-modelo Letícia Weber.
A planilha informa, por exemplo, um deslocamento a São Paulo, Rio e
Florianópolis em 19 de fevereiro, quinta da véspera do Carnaval. Colunas
sociais de Florianópolis registraram fotos do então governador em uma
festa acompanhado de Letícia.
O relatório é assinado pelo atual secretário da Casa Civil de Minas, Marco Antonio de Rezende Teixeira. Ele afirma no texto que a pesquisa não encontrou justificativa para a realização das viagens.
O custo dos deslocamentos não foi listado, mas a gestão Fernando Pimentel (PT) diz que informará o valor à Assembleia até outubro.
O relatório é assinado pelo atual secretário da Casa Civil de Minas, Marco Antonio de Rezende Teixeira. Ele afirma no texto que a pesquisa não encontrou justificativa para a realização das viagens.
O custo dos deslocamentos não foi listado, mas a gestão Fernando Pimentel (PT) diz que informará o valor à Assembleia até outubro.
Natural de Belo Horizonte, Aécio morou até o início da vida adulta no
Rio. A assessoria do tucano diz ser normal o uso de avião oficial por
governantes em compromissos pessoais, afirma haver inconsistências na
listagem e diz que em alguns casos houve compromissos oficiais.
O uso de aeronaves pelo governante do Estado, durante a gestão de Aécio, era regulado por um decreto assinado pelo tucano. Ele permite o uso de aviões oficiais pelo governador "em deslocamento de qualquer natureza, por questões de segurança".
O uso de aeronaves pelo governante do Estado, durante a gestão de Aécio, era regulado por um decreto assinado pelo tucano. Ele permite o uso de aviões oficiais pelo governador "em deslocamento de qualquer natureza, por questões de segurança".
JURISPRUDÊNCIA
Consultada pela Folha, a especialista em direito administrativo Polyanna
Vilanova diz que a jurisprudência do STJ (Superior Tribunal de Justiça)
aponta que o uso de carro oficial para fins particulares é improbidade
administrativa. Ela ressalva, porém, que a jurisprudência não é
específica sobre o uso de aviões.
Sucessor de Aécio, o tucano Antonio Anastasia (2010-2014) fez em média
sete viagens por ano ao Rio. Desde janeiro, Pimentel viajou uma vez ao
Estado, no Carnaval, para ver um desfile de Carnaval que homenageou
Minas.
Marcadores:
aecio neves,
aeroaecio,
corrupção,
enriquecimento,
garoto do rio,
namorada,
PSDB,
transportes
domingo, 16 de agosto de 2015
Sob gritos de "ladrão", Aécio Neves bate em retirada da manifestação.
#CarnaCoxinhaA aparição do senador Aécio Neves (PSDB-MG) na manifestação dos coxinhas a favor da ditadura, do golpe e da corrupção tucana foi relâmpago.
Apesar do ambiente controlado e do cordão de isolamento formado pela assessoria tucana em Belo Horizonte, o que seus assessores temiam ocorreu.
Ao ver a presença do tucano, um manifestante gritou: "Eu quero é o povo na rua, não político ladrão".
Aécio mal ficou meia hora na manifestação. Chegou por vota das 11h30 em um carro que parou perto de um caminhão de som, caminhou alguns metros, cercado de seguranças e assessores tucanos. Subiu no caminhão e falou pouco, logo batendo em retirada, com medo de sua presença atrair hostilidade como ocorreu com o manifestante que gritou "político ladrão".
Em uma área mais reservada dos olhares do público, protegido pela claque tucana, gravou cenas para os telejornais, posou para fotos e falou rapidamente para a imprensa. Foi embora às 12hs. (Com informações de "O Tempo").
No Amigos do Presidente Lula
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
garoto do rio,
Incompetência,
PSDB
Local:
Belo Horizonte - MG, Brasil
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Outro helicóptero apreendido, de prefeito tucano chegado a Aécio Neves
É o ex-prefeito de Itaguaí, Luciano Mota (PSDB), eleito com apoio direto de Aécio Neves.
Foi afastado do cargo ontem (31) por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, por causa da Operação Gafanhotos da Polícia Federal, que investiga desvios na prefeitura de R$ 30 milhões por mês no SUS e dos royalties do petróleo.
O dinheiro da prefeitura para saúde saía dos cofres públicos mas não chegava no atendimento médico ao cidadão. Enquanto isso, coincidentemente, o prefeito aecista passou a andar de Ferrari, Land Rover e comprou um helicóptero, causando desconfiança e revolta na população.
A Polícia Federal (PF) apreendeu hoje (1º) os bens do ex-prefeito, incluindo o helicóptero e três carros de luxo.
Baladas
Assim como Aécio, Mota tem fama de baladeiro.
Em dezembro de 2013, uma conta de bar do ex-prefeito ficou em R$ 6.455,00.
A parte mais extravagante foi 3 garrafas de champanhe Don Pérignon, uma
das mais caras do mundo. Cada garrafa custou R$ 2 mil no Miroir Club, na
Lagoa, área nobre da noite carioca.
O ex-segurança de Mota, Alexandre Marques da Silva, 47 anos, gravou vídeos e testemunhou fatos e conversas sigilosas.
Por meio do material coletado pelo segurança – que foi policial militar em Itaguaí por mais de 10 anos – a Polícia Federal obteve provas e evidências do esquema de corrupção montado.
Em entrevista ao Jornal Atual, Alexandre falou da ostentação com dinheiro público, de propinas de empresários em estacionamentos de shoppings e descreve como o dinheiro circulava em porta-malas de veículos, como viajou de helicóptero para São Paulo a fim de comprar um Land Rover de R$ 580 mil e a rotina de festas, baladas e contas em boate que chegavam aos R$ 20 mil.
O ex-segurança de Mota, Alexandre Marques da Silva, 47 anos, gravou vídeos e testemunhou fatos e conversas sigilosas.
Por meio do material coletado pelo segurança – que foi policial militar em Itaguaí por mais de 10 anos – a Polícia Federal obteve provas e evidências do esquema de corrupção montado.
Em entrevista ao Jornal Atual, Alexandre falou da ostentação com dinheiro público, de propinas de empresários em estacionamentos de shoppings e descreve como o dinheiro circulava em porta-malas de veículos, como viajou de helicóptero para São Paulo a fim de comprar um Land Rover de R$ 580 mil e a rotina de festas, baladas e contas em boate que chegavam aos R$ 20 mil.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Agnaldo Timóteo chama Aécio Neves de "Moleque de Ipanema e Leblon
Agnaldo Timóteo chama Aécio Neves de "Moleque... por psdbcensuradopeloyoutube
AÉCIO VC É MOLEQUE , VOCÊ É MOLEQUE .... http://t.co/woQsuic6uv
— Agnaldo Timóteo (@AgnaldoTimoteo_) 17 março 2015
Marcadores:
aecio neves,
corrupção,
covarde,
Dilma,
garoto do rio,
imprensa,
mentiras,
PIG,
PSDB
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Aécio Neves é eleito o pior senador de 2014 em ranking da Veja
Depois de fazer campanha aberta pela eleição do tucano Aécio Neves (PSDB-MG) à presidência, Veja publica ranking que o aponta como o pior senador do Brasil em 2014, com nota zero; para a criação da lista, segundo a revista, "são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de VEJA e da Editora Abril"; dos 20 mais bem colocados no 'Ranking do Progresso', divulgado pela quarta vez consecutiva, sete parlamentares pertencem aos quadros da dupla PSDB/DEM, mesmo número dos governistas PT/PMDBPara a formação da lista, de acordo com a publicação, "são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de VEJA e da Editora Abril". A Veja publica um quadro com os "nove eixos considerados fundamentais para isso". Confira abaixo:
A lista de senadores é liderada por Eduardo Amorim, do PSC-SE. Já na de deputados, quem está no topo são dois tucanos: o líder do PSDB na Casa, Antonio Imbassahy (BA), e Marcus Pestana, presidente do PSDB de Minas Gerais. A revista aponta que, no ranking deste ano, há "maior equilíbrio entre parlamentares do governo e da oposição na Câmara Federal". Dos 20 mais bem colocados, sete pertencem aos quadros da dupla PSDB/DEM, mesmo número dos filiados aos partidos aliados ao governo PT/PMDB.
"O que explicaria tal mudança?", pergunta a reportagem de Veja. "É impossível não considerar como determinante do ranking de 2014 o fator 'calendário eleitoral'. Tivemos um longo e árduo ano de campanhas para os pleitos presidencial e legislativo — contaminadas, mais uma vez, por uma sucessão de escândalos que envolveram a classe política e alguns candidatos-protagonistas. Senadores e deputados passaram boa parte de 2014 empenhados em levar aos seus eleitores o resultado do trabalho desenvolvido a partir de 2011. Além disso, muitos congressistas se lançaram na disputa para os executivos federal e estaduais. Isso trouxe pelo menos duas consequências: a) um número pequeno de deliberações no Congresso, se considerarmos como base o período 2011-2013; b) pouco trabalho feito por parlamentares que, em outro momento, teriam maior atuação nos processos decisórios do Legislativo", explica a revista.
Leia aqui a íntegra.
Marcadores:
aecio neves,
garoto do rio,
Incompetência,
PIG,
PSDB,
representação
domingo, 21 de dezembro de 2014
Choro de perdedor Aécio Neves
Tentar impedir a posse de Dilma (PT) no tapetão parece apenas choro de perdedor
O PSDB pediu à Justiça Eleitoral que anule os votos de Dilma Rousseff e
entregue a faixa de presidente ao candidato derrotado Aécio Neves. A
ação tem 54 páginas e um início espantoso. Afirma que a petista teve uma
"pífia vitória nas urnas" e que sua legitimidade é "extremamente
tênue", apesar da vantagem de 3,4 milhões de votos. Por dever de ofício,
continuei a leitura.
O primeiro argumento tucano é que Dilma abusou do poder político ao
convocar cadeias de rádio e TV para se promover. É verdade, mas ela já
foi condenada e multada por isso.Os exemplos citados são de março, no
Dia da Mulher, e maio, no Dia do Trabalho. A campanha só começou em
julho, e depois Marina Silva e o próprio Aécio chegaram a ultrapassar a
petista nas pesquisas. Atribuir sua reeleição a dois pronunciamentos no
primeiro semestre é uma ofensa ao eleitor, que já foi punido com a
overdose de exposição dos três candidatos na propaganda obrigatória.
Algumas páginas adiante, o PSDB afirma que sindicatos apoiaram a
candidata do PT. É uma acusação tão ociosa quanto dizer que bancos
cerraram fileiras com o tucano.
Como provas, o texto enumera outdoors espalhados por professores
mineiros em endereços como a rua 33, em Ituiutaba, e a avenida Pau
Furado, em Uberlândia. Se Aécio pensa ter encontrado aí a razão do
fracasso em seu próprio Estado, o PT já pode gelar o champanhe para
2018.
A ação ainda enfileira irrelevâncias como a publicação de notícias
simpáticas à presidente em um site oficial e o transporte gratuito de
eleitores para um comício em Petrolina.
Por fim, o PSDB cita Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras,
para sustentar que Dilma foi bancada por empreiteiras corruptas. Muitas
também financiaram Aécio, mas isso é o de menos. Se as denúncias forem
confirmadas ao fim do processo, a oposição poderá até defender o
impeachment da presidente. Tentar impedir sua posse agora, no tapetão,
parece apenas choro de perdedor. - De Bernardo Melo Franco - Colunista
da Folha
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Aécio Neves reaparece para trabalhar no Senado só às 3 horas da tarde
O senador Aécio Neves (PSDB) convocou a imprensa demotucana, os parlamentares e seus assessores no Congresso Nacional para cobrir seu retorno "triunfal" ao Senado, depois de sua derrota nas eleições.O problema é que Aécio apareceu para o trabalho só depois das 3 horas da tarde, em plena terça-feira de batente.
Um mau recomeço.
Discurso cancelado por medo de "nocaute" nos apartes
O senador iria fazer um discurso hoje. Cancelou e remarcou para amanhã, para ensaiar com seus aliados uma blindagem aos apartes de petistas.
Toda vez que Aécio tentou fazer discursos de impacto, o resultado de suas próprias palavras foi pífio, mas os apartes dos senadores petistas foram demolidores, gerando vídeos impagáveis nas redes sociais.
Leia também:
- Revista Veja inclui Aécio entre os piores senadores do Brasil.
Marcadores:
aecio neves,
entrevista,
garoto do rio,
Incompetência,
PIG,
PSDB,
representação
sábado, 18 de outubro de 2014
Marcadores:
aecio neves,
censura,
corrupção,
garoto do rio,
Incompetência,
PSDB
PARADA DE SUCESSO: "Payboy Fora da Lei" A Música mais tocada em todo o Brasil
O vídeo que Aécio quer censurar!
Andreia Eu nunca fui perfeito
Mas pode ser que seja eleito
E alguém pode querer me investigar
Você controla os Jornais
É minha irmã , meu capataz
A minha historia não pode vazar
Andreia eu não resolvo nada
Você é minha irmã amada
Minha eminência parda me conduz
O meu passado é muito torto
Tem overdose à Aeroporto
Você sabe a Vida loka me seduz
Metido a besta arrogante, anti-herói bato em mulher
Sou Playboy, playboy fora da lei
Perdi em Minas, mas não tô nem aí
Eu fui treinado para mentir
O meu cinismo me conduz
Metido a besta arrogante anti-herói
Bato em mulher, eu sou playboy,
Playboy fora da lei
Perdi em Minas, mas não tô nem aí
Eu fui treinado para mentir
Meu cinismo me conduz
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Campanha de Aécio em pânico: assessoria recursou explicar cargo "fantasma" aos 17 anos, diz o Terra
O Terra já sabe. Cronometre quantos dias o Jornal Nacional vai demorar
para tocar no assunto, e só falará quando a assessoria de Aécio for
obrigada a se pronunciar.
|
| http://noticias.terra.com.br/eleicoes/aecio-neves/aecio-ocupou-cargo-na-camara-aos-17-anos-mesmo-morando-no-rj,9e71990bd4a09410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html |
Deu no Portal Terra:
Aécio ocupou cargo na Câmara aos 17 anos mesmo morando no RJ
Tem circulado na última semana nas redes sociais a informação de que o candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) ocupou um cargo de secretário de gabinete parlamentar na Câmara dos Deputados entre 1977 e 1981, portanto, quando o mineiro tinha entre 17 e 21 anos e, segundo sua biografia oficial, morava no Rio de Janeiro.
Em sua biografia, porém, o candidato cita seus primeiros passos na política em 1981, quando foi convidado pelo avô, Tancredo Neves, para trabalhar em sua campanha para governador de Minas Gerais.
Segundo o site de sua campanha, aos 10 anos, Aécio se mudou para o Rio de Janeiro, onde passou a adolescência e o início da vida adulta. Informação conflitante com o site da Câmara dos Deputados, que confirma Aécio como secretário de gabinete parlamentar entre 1977 e 1981, antes de se tornar secretário particular de Tancredo, mesmo não morando em Brasília.
O período conflitante da biografia do candidato coincide com o intervalo de tempo em que o pai de Aécio, Aécio Cunha, atuou como deputado federal pela Arena (1963 – 1979) e pelo PDS (1983-1987), partidos de apoio ao regime militar.
O Terra entrou em contato com a assessoria de imprensa de Aécio Neves, que não havia se posicionado até a publicação da matéria.
Marcadores:
aecio neves,
cargos comissionados,
corrupção,
enriquecimento,
entrevista,
garoto do rio,
imprensa,
PSDB,
salário
domingo, 12 de outubro de 2014
Folha faz fumaça para salvar Aécio. Sarney, nepotismo, cargo fantasma derretem tucano
Entrou em operação uma cortina de fumaça para desviar críticas a Aécio para assuntos suaves, de pouco apelo eleitoral, como "choque de gestão".
O jornalão Folha de São Paulo dá o golpe de puxar a pauta de críticas a Aécio para o "choque de gestão" em Minas.
É para desviar desses assuntos explosivos que, se o povo souber, a candidatura derrete.
O jornalão quer esfriar nas redes sociais estes assuntos:
1) Aécio fala em meritocracia, mas foi nomeado Diretor da Caixa Econômica Federal, aos 25 anos, recém-formado, por indicação política de seu primo que era Ministro da Fazenda, Francisco Dornelles, e o então presidente José Sarney (documentos comprovando aqui).
2) Aécio teve cargo em Brasília aos 17 anos, recebendo salário dos cofres públicos da Câmara dos Deputados, quando morava e estudava no Rio de Janeiro (comprovação aqui).
3) Aécio ganhou concessão de Rádio do então presidente José Sarney, em um toma-lá-dá-cá por apoio ao governo da época.
4) Francisco Dornelles, o primo de Aécio que o nomeou junto com Sarney para diretoria da Caixa, foi presidente do PP, no período em que o partido é acusado pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa de o ter "apadrinhado" na Petrobras em troca de propinas em contratos com empreiteiras.
Marcadores:
aecio neves,
cargos comissionados,
enriquecimento,
garoto do rio,
Incompetência,
PSDB,
radio,
salário
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Marajá fantasma? Aos 17 anos, Aécio Neves já tinha cargo em Brasília, mas morava no Rio
A biografia oficial de Aécio Neves na Câmara dos Deputados registra forte indício de que ele foi funcionário fantasma da casa no período de 1977 a 1981.Eis a prova:
![]() |
| http://www2.camara.leg.br/a-camara/conheca/historia/Ex_presidentesCD_Republica/aecio.html |
- Aécio nasceu em março de 1960;
- Foi secretário de Gabinete Parlamentar na Câmara dos Deputados, no período de 1977 a 1981 (o "prodígio" conseguiu o "emprego" com 17 anos);
Detalhe: neste período seu pai era Deputado Federal pela ARENA, o partido da ditadura.
O problema é que neste período ele estava estudando, bem longe de Brasília, no Rio de Janeiro, conforme reportagem da revista época:
![]() |
| http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR81182-6009,00.html |
- depois estudou engenharia durante 3 anos na PUC do Rio de Janeiro, onde viveu dos 11 aos 22 anos;
- aos 22 anos (1982/1983), voltou para Belo Horizonte, para se formar em Economia pela PUC mineira e virar assessor do avô. Formou-se em 1984.
Com estas informações, constata-se que era impossível Aécio bater o ponto na Câmara Federal em Brasília e estudar no Rio de Janeiro ao mesmo tempo, no período de 1977 até 1981.
Fonte:Os Amigos do Lula
Marcadores:
aecio neves,
cargos comissionados,
corrupção,
enriquecimento,
garoto do rio,
PSDB,
refundação,
salário
domingo, 5 de outubro de 2014
Jornalista faz lista com 27 motivos para não votar em Aécio Neves
Aécio, como de costume, infringindo a lei ao estacionar em vaga para deficiente
CENSURA
1- Censurou a parte da imprensa mineira que ousou denunciar esquemas de corrupção quando governador de MG.
2- Também tentou censurar o Google, Yahoo! e Bing, movendo um processo para retirada de links relacionados ao uso de drogas e ao desvio de verbas da saúde.
3- Mandou demitir um diretor da Globo de Minas Gerais após três reportagens que o desagradaram.
4- Não gosta de ser investigado: em 10 anos ele e seu sucessor Anastasia só permitiram 3 CPIs em Minas Gerais. Mais de 70 foram barradas.
CORRUPÇÃO QUANDO FOI GOVERNADOR DE MINAS GERAIS
5- Foi processado por desviar R$ 4,3 bilhões da saúde.
6- Construiu 5 aeroportos em cidades com menos de 25 mil habitantes no entorno de sua fazenda.
7- Um dos aeroportos custou R$ 14 milhões e fica na fazenda de seu tio.
8- Pagou R$ 56 mil reais ao ex-ministro do STF Ayres Britto para arquivar a investigação de ilegalidade no aeroporto na fazenda de seu tio.
9- Quando governador, desapropriou um terreno de seu tio-avô no valor de R$ 1 milhão e fez o Estado pagar a ele uma indenização superfaturada de R$ 20 milhões.
INFRINGINDO A LEI
10- Apesar de declarar apenas R$ 100 mil em bens, sua rádio tem uma frota de carros de luxo e de passeio no valor de mais de 1 milhão e reais. Quem passeia nesses carros?
11- Foi pego pela polícia dirigindo o carro de sua rádio, um Land Rover no valor de R$ 192.000,00. O pior: estava embriagado e se recusou a fazer o teste do bafômetro.
12- Troca de favores ou compra de votos? Quando governador contratou 98 mil servidores públicos sem concurso e de maneira ilegal.
13- Nepotismo? Com apenas 25 anos foi nomeado diretor da Caixa Econômica Federal por seu primo, o então Ministro da Fazenda Francisco Oswaldo Neves Dornelles.
EDUCAÇÃO E SAÚDE
14- Durante seu governo, Minas Gerais passou a pagar o piso salarial mais baixo do Brasil a professores.
15- Aliás, tal piso era mais baixo que o permitido pela lei do piso salarial de professores, e portanto, ilegal.
16- Diminuiu o salário-base dos médicos em Minas para apenas R$ 1.050,00 -o segundo mais baixo do Brasil.
17- Quando governador de MG, pagou com dinheiro do Estado uma dívida da Rede Globo de US$ 269 milhões referente à compra da Light.
ECONOMIA
18- Em 2013 quando Dilma anunciou redução de 20% na conta de luz, os tucanos de Minas se posicionaram contra. Pediram um aumento de 30%. Em vez de a conta abaixar, subiu 14,76% (que foi o que a Aneel aprovou).
19- Ele e seu sucessor fizeram a dívida de Minas crescer 127% em 11 anos.
MENSALÃO E PROTEGIDO DA IMPRENSA
20- Tem um dos réus do mensalão tucano como assessor. O publicitário Eduardo Guedes, acusado de desviar R$ 3,5 milhões para a empresa de Marcos Valério.
21- Tem em seu palanque em Minas o maior réu e mentor do mensalão tucano, seu antecessor no governo de MG, Eduardo Azeredo.
22- Seu primo, Rogério Lanza Tolentino, era braço direito de Marcos Valério e foi condenado por lavagem de dinheiro em MG.
23- Seu outro primo, Tancredo Aladin Rocha Tolentino, foi preso por vender sentenças judiciais. A Globo se calou.
24- Por falar em sentença, conseguiu um mandado de busca e apreensão para que a polícia invadisse o apartamento de uma jornalista. Computador, hd externo, cds e celular foram apreendidos.
SENADOR EXEMPLAR?
25- Nos quatro anos como senador, apresentou menos projetos que o deputado Tiririca.
26- Gastou 63% do dinheiro com passagens de avião pagas pelo senado com viagens para o Rio de Janeiro. Apenas 27% das viagens foram para MG, estado que o elegeu senador.
27- Aliás, torrou 589 mil reais em passagens de avião para o Rio em pouco mais de 3 anos e meio como senador. Fonte: Plant�o Brasil
Atendendo a pedidos de muitos leitores e visitantes publicamos "13 motivos para tucano não votar na Presidenta Dilma Rousseff" CLIQUE AQUI
BRINDE OS 45 principais escândalos do Governo FHC/Aécio do PSDB
45 escândalos que marcaram o governo FHC
1 - Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um
dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo
combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
1995. Quebra do monopólio da PETROBRÁS. Pouco se lixando para a
crescente importância estratégica do petróleo, Fernando Henrique Cardoso
usou seus rolo compressor para forçar o Congresso Nacional a quebrar o
monopólio estatal do petróleo, instituído há 42 anos. Na comemoração,
Cardoso festejou dizendo que essa era apenas mais uma das “reformas” que
o país precisava fazer para se modernizar.
2 - O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 - A farra do Proer
1995. O inesquecível PROER: Em 1995 o ex-presidente Cardoso deu uma amostra pública do seu compromisso com o capital financeiro e, na calada de uma madrugada de um sábado em novembro de 1995, assinou uma medida provisória instituindo o PROER, um programa de salvação dos bancos que injetou 1% do PIB no sistema financeiro – um dinheiro que deixou o sofrido Tesouro Nacional para abastecer cofres privados, começando pelo Banco Nacional, então pertencente a família Magalhães Pinto, da qual um de seus filhos era agregado. Segundo os ex-presidentes do Banco Central, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, a salvação dos bancos engoliu 3% do PIB, um percentual que, segundo economistas da Cepal, chegou a 12,3%.
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 - Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
1996. Engavetamento da CPI dos Bancos. Disposto a controlar a crise
aberta pelas suspeitas sobre o sistema financeiro, o presidente
Fernando Henrique Cardoso ameaçou e “convenceu” as lideranças do Senado a
engavetar os requerimentos para instalação de uma CPI sobre os bancos.
Em compensação, o ministério da Fazenda se comprometeu (e nunca cumpriu)
a prestar contas ao Senado sobre o PROER. Decepcionada, a CNBB
distribuiu nota dizendo não ser justo “que se roube o pouco dinheiro de
aposentados e trabalhadores para injetar no sistema financeiro, salvando
quem já está salvo ou já acumulou riquezas através da fraude e do
roubo”.
5 - Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
1996. Modificação na lei de Patentes. Cedeu em tudo que os EUA
queriam e, desdenhando às súplicas da SBPC e universidades, Fernando
Henrique Cardoso acionou o rolo compressor no Congresso e alterou a Lei
de Patentes, dando-lhe um caráter entreguista e comprometendo o avanço
científico e tecnológico do país.
6 - A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
1996. Escândalo do SIVAM | : O projeto SIVAM foi associado a um
superescândalo que redundou na contratação da empresa norte-americana
Raytheon, depois da desqualificação da brasileira Esca (uma empresa que
acomodava “amigos dos amigos” e foi extinta por fraudes contra a
Previdência). Significativamente, a Raytheon encomendou o gerenciamento
do projeto à E-Systems – conhecido braço da CIA. Até chegar a Raytheon, o
mondé foi grande. Conversas gravadas apontavam para o Planalto e,
preferindo perder os anéis para não perder os dedos, Cardoso demitiu o
brigadeiro Mauro Gandra do ministério da aeronáutica e o embaixador
Júlio César dos Santos da chefia do seu cerimonial. Depois, como prêmio
pela firmeza como guardou o omertá, Júlio César foi nomeado embaixador
do país no México.
7 - Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
1997. A emenda da reeleição: O instituto da reeleição foi comprado
pelo presidente Cardoso a um preço estratosférico para o tesouro
nacional. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João
Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto.
Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos.
Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir
Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
8 - TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
Subserviência internacional: Um único exemplo: ao visitar a
embaixada norte-americana, em Brasília, para apresentar a solidariedade
do povo brasileiro aos EUA por ocasião dos atentados de 11 de setembro
de 2001, Cardoso e seu ministro do exterior, Celso Lafer, levaram um chá
de cadeira de 40 minutos e só foram recebidos após passarem por uma
revista que lhes fez até tirar os sapatos.
9 - Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
1998. O escândalo da privatização (1): A privatização do sistema
Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. O ex-caixa de
campanha de Fernando Henrique Cardoso e de José Serra, um tal Ricardo
Sérgio de Oliveira, que depois foi agraciado com a diretoria da Área
Internacional do Banco do Brasil, não conseguiu se defender das
acusações de pedir propinas para beneficiar grupos interessados no
programa de privatização. O mala-preta de Cardoso teria pedido R$ 15
milhões a Benjamin Steinbruch para conseguir o apoio financeiro de
fundos de pensão para a formação de um consórcio para arrematar a cia.
Vale do Rio Doce e R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio
Telemar.
10 - O “caladão”
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo
FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD).Uma panegeral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistemahaviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores,às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
1998. O escândalo da privatização (2): Grampos instalados no BNDES
pescaram conversas entre Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro
das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES,
articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco
Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida,
amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende, nos leilões que se
seguiram ao esquartejamento da TELEBRÁS. O grampo detectou a voz do
ex-presidente Cardoso autorizando o uso de seu nome para pressionar o
fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
11 -Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial
e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
1999. O caso Marka/FonteCindam: Durante a desvalorização do real, em janeiro de 1999, os bancos Marka e FonteCindam foram graciosamente socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão, sob o pretexto de que sua quebra criaria um “risco sistêmico” para a economia. Enquanto isso, faltava dinheiro para saúde, educação, desenvolvimento científico e tecnológico
12 - O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
2000. O fiasco dos 500 anos: O Brasil completou seu 500º
aniversário sem uma festa decente. Em nome da contenção de gastos
determinado pelo FMI, Cardoso proibiu as comemorações, que ficaram
reduzidas às armações do então ministro do Esporte e Turismo, Rafael
Greca. O fiasco foi total. Índios e sem-terra foram agredidos pela
polícia porque tentaram festejar a data em Porto Seguro. De concreto
mesmo, ficou uma caravela que passou mais tempo viajando do Rio de
Janeiro até a Bahia do que a nau que trouxe Pedro Álvares Cabral de
Portugal até o Brasil em 1500 e um stand superfaturado na Feira de
Hannover. A caravela deve estar encostada em algum lugar por aí e Paulo
Henrique Cardoso, filho do presidente, está respondendo inquérito pelo
superfaturamento da construção do stand da Feira de Hannover.
13 - Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
2001. Racionamento de energia: A imprevidência do governo Cardoso,
completamente submisso às exigências do FMI, suspendeu os investimentos
na produção de energia e o resultado foi o apagão no setor elétrico. O
povo atendeu a campanha de economizar energia e, como “prêmio”, teve as
tarifas aumentadas para compensar as perdas de faturamento das
multinacionais que compraram as distribuidoras de energia nos leilões de
desnacionalização do setor. Uma medida provisória do governo Cardoso
transferiu o prejuízo das distribuidoras para os consumidores, que lhes
repassaram R$ 22,5 bilhões.
14 - Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
2001. Acordo de Alcântara: Em abril de 2001, à revelia do Congresso Nacional, o governo Cardoso assinou um “acordo de cooperação internacional” que, na prática, transfere o Centro de Lançamento de Alcântara para os EUA. O acordo ainda não foi homologado pelo Congresso graças à resistência da sociedade civil organizada.
Acordos com FMI: Em seus oito anos de mandato, Fernando Henrique Cardoso enterrou a economia do país. Para honrar os compromissos financeiros, precisou fazer três acordos com o FMI, hipotecando o futuro aos banqueiros. Por trás de cada um desses acordos, compromissos que, na prática, transferiram parte da administração pública federal para o FMI. Como resultado, o desemprego, o arrocho salarial, a contenção dos investimentos públicos, o sucateamento da educação e saúde, a crise social, a explosão da criminalidade.
15 - O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no epísódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
Planalto, TRT de São Paulo e cercanias: O famoso Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, um dos mais eficazes “gerentes financeiros” da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso, se empenhou vivamente no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista. As maus línguas ainda falam em superfaturamento no Serpro, lobby para empresas de informática, ajuda irregular à Encol e manipulação de recursos dos fundos de pensão na festa das privatizações.
16 - Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um
dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
Autoritarismo: Passando por cima do Congresso Nacional, Fernando Henrique Cardoso burlou o espírito da constituição e administrou o país com base em medidas provisórias, editadas e reeditadas sucessivamente. Enquanto os presidentes José Sarney e Fernando Collor, juntos, editaram e reeditaram 298 MP’s, Cardoso exerceu o poder de forma autoritária, editando mais de 6.000 medidas provisórias.
17 - Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
O escândalo dos computadores: A idéia de equipar as escolas públicas com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata com a completa ignorância da Lei de Licitações. Não satisfeito, o governo Cardoso fez mega-contrato com a Microsoft para adoção do sistema Windows, uma manobra que daria a Bill Gates o monopólio do sistema operacional das máquinas. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
18 - Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
Mudanças na CLT: Fernando Henrique Cardoso usou seu rolo compressor na antiga Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que “flexibiliza” a CLT, ameaçando direitos consagrados como férias, décimo terceiro salário e licença maternidade. Graças à pressão da sociedade civil o projeto estancou no senado.
19 - Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da
Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
Explosão da dívida pública: Quando Cardoso assumiu a presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa era de R$ 153,4 bilhões. Outro dia, em abril de 2002, essa dívida já era de R$ 684,6 bilhões. Hoje, a dívida alcança 61% do PIB.
20 - Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valoresestabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
Violação aos direitos humanos: Exemplo: em 1996, o Brasil ganhou as manchetes mundiais pelo chamado “Massacre Eldorado do Carajás”, no qual 19 sem-terra foram assassinados no sul do Pará.
21 - Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas.
Explosão da violência:Fernando Henrique Cardoso transformou o Brasil num país super violento. Na última década, o número de assassinatos subiu quase 50%. Pesquisa feita pela Unesco em 60 nações colocou o Brasil no 3º lugar no ranking dos países mais violentos. Ao final do mandato do presidente Cardoso, cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente no Brasil.
22 - Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras
protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
Renda em queda e desemprego em alta: A Era FHC foi marcada pelos altos índices de desemprego e baixos salários.
23 - Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
Desenvolvimento Humano. Segundo o Human Development Report 2001 (ONU), o Brasil ficou na 69ª posição, atrás de países como Eslovênia (29º posição), Argentina (34º posição), Uruguai (37º posição), Kuwait (43º posição), Estônia (44º posição), Venezuela (61º posição) e Colômbia (62º posição).
24 -Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 - Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 - O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 - Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 - Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 - Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. A dívida já equivalia em 2001, preocupantes 54,5% do PIB.
31 - Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 - Crescimento pífio do PIB
Na “Era FHC”, a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães
(PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 - Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em
sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36- Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 - Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 - Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman - paraíso fiscal do Caribe.
42 –Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 –Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previdência
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de
2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – foi naquele ano o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.
Marcadores:
aecio neves,
aeroaecio,
Anastasia,
cargos comissionados,
censura,
corrupção,
educação,
enriquecimento,
garoto do rio,
Incompetência,
mensalão,
PIG,
PSDB,
saúde
Assinar:
Postagens (Atom)




















