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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Em MG, Anastasia e Aécio Neves receberam os maiores repasses, diz Odebrecht e Dallagnol e Juiz Sergio Moro insistem em falar que PSDB não participou do esquema

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Em MG, Anastasia e Aécio Neves receberam os maiores repasses, diz Odebrecht e Dallagnol e Juiz Sergio Moro insistem em falar que PSDB não participou do esquema
O Dengo e o Mineirinho rindo da justiça que Sergio Moro só persegue o Lula e eles livres para roubarem

A lista apresentada pelo delator e ex-executivo Benedicto Junior apontou que, entre os mineiros, o senador Antonio Anastasia (PSDB) é o que teria recebido o maior repasse por meio de caixa 2; de acordo com a planilha da empreiteira, foram R$ 5,47 milhões em oito parcelas ao longo de 2010, quando o tucano disputou e venceu a reeleição para governador de Minas; o segundo maior favorecido seria senador Aécio Neves (PSDB), que ganhou o apelido de “Mineirinho”; o parlamentar teria recebido R$ 5,25 milhões em cinco transferências, em 2010

Minas 247 - A lista apresentada pelo delator e ex-executivo Benedicto Junior cita nominalmente 40 mineiros em uma uma relação de 187 políticos. O relatório apontou repasses de caixa 2 que teriam sido feitos entre 2008 e 2014 a vários políticos. Entre os mineiros, o senador Antonio Anastasia (PSDB) é o que teria recebido o maior repasse por meio de caixa 2. De acordo com a planilha da empreiteira, foram R$ 5,47 milhões em oito parcelas ao longo de 2010, quando o tucano disputou e venceu a reeleição para governador de Minas. Na planilha, Anastasia é apelidado de “Dengo”. O segundo maior favorecido seria senador Aécio Neves (PSDB), que ganhou o apelido de “Mineirinho”. O parlamentar teria recebido R$ 5,25 milhões em cinco transferências, em 2010. O delator afirmou que os valores foram acertados diretamente com Aécio, sem interlocutores. O então vice-governador de Anastasia, Alberto Pinto Coelho (PP), teria recebido dez parcelas que, somadas, chegam a R$ 825 mil. O dinheiro seria para apoiar o PP e aliados da sua base, de acordo com o ex-executivo. Em troca, Pinto Coelho trabalharia no “desenvolvimento de projetos de infraestrutura de interesse da empresa”. Entre os nomes com atuação no estado, 24 cumprem mandatos. Os repasses a representantes de Minas Gerias foram divididos entre 14 partidos que atuaram na base e na oposição ao governo federal entre 2008 e 2014: PSDB, PPS, DEM, PMDB, PP, PSD, PT, PSB, PV, PCdoB, PR, PTN, PMB e PDT.
Vejam o que o procurador do Power Point acha da corrupção do PSDB
Veja também a desculpa de Sergio Moro para não investigar o PSDB http://www.politicaemdebate.com/2016/07/acredite-se-quiser-sergio-moro-diz-que.html

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Aécio Neves e José Serra podem pegar penas de até 22 anos se a justiça não for MOROsa com eles

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Aécio Neves e José Serra podem pegar penas de até 22 anos se a justiça não for MOROsa com eles
Senadores Aécio Neves(PSDb/MG), presidente do PSDB, e José Serra (PSDB-SP) podem ser condenados a 22 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbitos das investigações deflagradas com as delações da Odebrecht; dos 98 investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir da colaboração premiada da Odebrecht, 67 são acusados de cometer crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, cujas penas, somadas, podem chegar a até 22 anos de prisão.

247 - Os senadores Aécio Neves, presidente do PSDB, e José Serra (PSDB-SP) podem ser condenados a 22 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbitos das investigações deflagradas com as delações da Odebrecht.
Dos 98 investigados no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir da colaboração premiada da Odebrecht, 67 são acusados de cometer crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, cujas penas, somadas, podem chegar a até 22 anos de prisão.
Aécio Neves é alvo de cinco inquéritos autorizados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF. Em um dos processos, delatores afirmam que o grupo do senador e presidente do PSDB teria recebido R$ 50 milhões em troca de favores em projetos do setor elétrico, como Furnas e Cemig.
O tucano José Serra e o ministro das Comunicações, Gilberto Kassab (PSD), também serão investigados no Supremo.
O temor de ser processado por corrupção, que prevê penas de até 12 anos, e lavagem de dinheiro, com previsão de 10 anos, é o maior entre políticos e pessoas ligadas a eles que são investigadas nos inquéritos. Não apenas pela pena mais rígida, mas também pelos maiores prejuízos à imagem pública dos acusados, tendo em vista as eleições de 2018. o julgamento precisa ser mais rápido — afirma.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Odebrecht acusa Aécio Neves como ‘organizador’ de fraudes e propinas na Cidade Administrativa

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Odebrecht acusa Aécio Neves como ‘organizador’ de fraudes e propinas na Cidade Administrativa
Ex-governador de Minas Gerais e candidato derrotado à Presidência da República em 2014, Aécio foi citado nas delações feitas por Marcelo Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Sérgio Luiz Neves, Cláudio Melo Filho e Henrique Valladares. Nas denúncias apresentadas ao STF, o Ministério Público Federal (MPF) diz que o tucano praticou os crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é apontado por delatores da Odebrecht como o organizador de ‘um esquema para fraudar processos licitatórios’ na construção da Cidade Administrativa, em Minas. O tucano e o ex-presidente da Codemig, responsável pela licitação, Oswaldo Borges da Costa, serão investigados em um inquérito no Supremo Tribunal Federal, pedido pela Procuradoria-Geral da República e autorizado pelo relator da Operação Lava Jato na Corte, ministro Edson Fachin. O Estado teve acesso com exclusividade a despachos do ministro, assinados eletronicamente no dia 4 de abril.

“Consoante o Ministério Público, os referidos colaboradores apontam, por meio de declaração e prova documental, que, no início de 2007, o senador Aécio Neves da Cunha, recém-empossado para o segundo mandato de governador do Estado de Minas Gerais, teria organizado esquema para fraudar processos licitatórios, mediante organização de um cartel de empreiteiras, na construção da ‘Cidade Administrativa’ (ou ‘Centro Administrativo’) de Minas Gerais, com o escopo último de obter propinas decorrentes dos pagamentos das obras”, destaca Fachin.

O inquérito sobre Aécio é embasado nas delações dos executivos da Odebrecht Sérgio Luiz Neves e Benedicto Barbosa da Silva Junior.

A Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves é a sede do governo do Estado de Minas Gerais. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, Cidade Administrativa foi inaugurada em 2010 e custou mais de R$ 1,2 bilhão.

O projeto foi pago pelo governo de Minas e fechado pelo então governador. A Odebrecht liderou o consórcio que construiu a Cidade Administrativa, junto com a Queiroz Galvão e a OAS. A responsável pelo contrato foi a estatal Codemig.

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Ministério Público de Minas Gerais já investiga suspeitas de fraude à licitação nas obras da Cidade Administrativa de Minas.

Inquérito civil público foi aberto em setembro do ano passado após vir à tona que o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro citaria em delação premiada na Operação Lava Jato o pagamento de propina de 3% do valor do empreendimento a um dos principais auxiliares do tucano, o empresário Oswaldo Borges da Costa Filho.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Aécio Neves recebia mesada de de 1 milhão de reais a 2 milhões, afirma delator

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AECIO-NEVES_PSDB
Marcelo Odebrecht e outro executivo da empresa contaram que o senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, recebeu “vantagens indevidas” em troca de apoio a interesses da empreiteira, sobretudo no caso dos projetos das usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. Segundo o colaborador Henrique Valladares, Aécio, identificado como “Mineirinho”, recebia mesadas que variavam de 1 milhão de reais a 2 milhões de reais.
O teor de outro inquérito envolvendo o senador tucano revela que, em seus acordos de colaboração, Marcelo Odebrecht e Benedicto Júnior apresentaram provas documentais de que, em 2014, efetuaram o pagamento de “vantagens indevidas” em benefício do senador Aécio Neves e de seus aliados políticos. O relato foi confirmado pelo principal executivo da empreiteira em Minas Gerais.
FONTE: MSN Brasil:

sexta-feira, 31 de março de 2017

Veja decreta morte de Aécio Neves: propina em NY

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Veja decreta morte de Aécio Neves: propina em NY
Se não bastassem as propinas em Furnas, na Cidade Administrativa (MG) ,conta secreta em Liechtenstein e  até o caixa dois em Cingapura entre outros, agora surge mais uma bomba; segundo reportagem de capa da revista Veja deste final de semana, o ex-­presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, delator da Lava Jato, afirmou que a empresa depositou propina para o senador tucano numa conta em Nova York operada por sua irmã; texto diz que situação de Aécio "é um pouco pior" que a dos outros caciques tucanos que poderiam concorrer à presidência, José Serra e Geraldo Alckmin, e que "pode se complicar ainda mais"; Aécio Neves,amigo de festas do Juiz da lava Jato Sergio Moro, seria o político que recebeu uma das mais altas somas da empreiteira, R$ 70 milhões, considerando-se pagamentos de 2003 até hoje
247 - A revista Veja deste fim de semana acaba de decretar a morte do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e pôr fim de vez aos seus planos - se é que ainda eram possíveis - de se candidatar à presidência da República em 2018 (leia aqui).
Se não bastassem as propinas em Furnas, na Cidade Administrativa (MG) e até o caixa dois em Cingapura, surge uma nova bomba: o ex-­presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Junior, delator da Lava Jato, afirmou que a empresa depositou propina para o senador numa conta em Nova York operada por sua irmã, Andrea Neves, segundo reportagem da revista.
O texto diz que situação de Aécio "é um pouco pior" do que a dos outros caciques tucanos que poderiam concorrer à presidência, José Serra e Geraldo Alckmin, e que "pode se complicar ainda mais". "BJ era amigo de Aécio e frequentemente era visto jantando com o senador no Rio", diz a Veja.
"De acordo com BJ, os valores foram pagos como 'contrapartida' — essa é a expressão usada na delação — ao atendimento de interesses da construtora em empreendimentos como a obra da Cidade Administrativa do governo mineiro, realizada entre 2007 e 2010, e a construção da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no Estado de Rondônia, de cujo consórcio participa a Cemig, a estatal mineira de energia elétrica", diz trecho da matéria.
"A denúncia de BJ é grave e atinge em cheio a imagem de um político que, até outro dia, firmava-se como a principal liderança da oposição ao governo do PT e, com o impeachment de (Golpe de Estado  contra) a Presidenta Dilma, tornou-se figura expressiva, embora atuando nos bastidores, no governo de Michel Temer. Por meio de sua assessoria, Aécio Neves classificou a acusação de 'falsa e absurda'", diz ainda a publicação.
Aécio seria o político que recebeu uma das mais altas somas da empreiteira, R$ 70 milhões, considerando-se pagamentos de 2003 até hoje, de acordo com o conteúdo das delações, informa o texto.

domingo, 19 de março de 2017

Marcelo Odebrecht delatou depósito de R$ 50 milhões para Aécio Neves no exterior

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Juiz Sergio Moro cochichando com Aecio Neves o proximo plano para perseguir o PT e deixar ele impune
O ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo disseram em acordo de delação premiada que acertaram junto com a Andrade Gutierrez o repasse de R$ 50 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) após vencerem o leilão para a construção da hidrelétrica Santo Antônio, em Rondônia, em dezembro de 2007.
Executivos que complementaram o depoimento de Marcelo afirmaram que a Odebrecht se comprometeu a pagar R$ 30 milhões, enquanto a Andrade Gutierrez se encarregou dos R$ 20 milhões restantes.
Os delatores não esclareceram se os valores alegados foram efetivamente pagos, segundo a Folha apurou.
Também não falaram em propina para descrever o acerto com Aécio.
Os depoimentos, ainda sob sigilo, embasaram pedidos de inquérito feitos na semana passada pela Procuradoria-Geral da República contra diversas autoridades.
No caso de Aécio, por ele ter foro privilegiado, a solicitação foi feita ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, que ainda não deu essa autorização.
Caso o inquérito seja autorizado, começa a fase de colheita de provas. Havendo indícios, a PGR oferece uma denúncia, que, se aceita pela Justiça, torna o investigado réu, dando início a um processo que culminará em julgamento.
O tucano afirma que “é absolutamente falsa a pretensa acusação”.
À época do leilão da usina Santo Antônio, no rio Madeira, em 2007, Aécio, embora fosse um dos principais nomes de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que licitou a usina em Rondônia, estava no seu segundo mandato como governador de Minas Gerais e tinha sob seu comando uma das empresas que integravam o consórcio que ganhou a disputa, a Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais). A empresa de energia é controlada pelo governo mineiro até hoje.
Embora fora do governo federal, o tucano também mantinha influência sobre o principal investidor da usina, a empresa Furnas.
Essa relação é apontada por políticos como o ex-deputado Roberto Jefferson e o ex-senador Delcídio do Amaral, além de um lobista do PT que foi preso pela Lava Jato, Fernando Moura.
(…)
Da  Folha via DCM

quinta-feira, 16 de março de 2017

STF não investigará Aécio Neves tarja preta porque "crime prescreveu"

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STF arquiva inquérito contra Aécio por prescrição. Tucano era acusado por ex-colega de partido de receber R$ 1 milhão ilicitamente. Rodrigo Janot avisou à corte que o crime atribuído ao senador prescreveu. Ele só poderia ser punido até 2016. Caso ficou parado na gaveta do Procurador durante meses


STF arquiva inquérito contra Aécio Neves
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato, determinou o arquivamento das investigações de uma acusação contra o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB.
Fachin seguiu a recomendação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que concluiu que o crime atribuído pelo ex-senador Sérgio Machado (CE) a Aécio prescreveu. Ou seja, o Estado perdeu o prazo para julgá-lo. O caso ficou parado nas gavetas de Janot por meses.
Em depoimento prestado em maio, Sérgio Machado acusou Aécio de ter recebido dinheiro ilícito entre 1998 e 2000, quando ainda era deputado federal. O procurador-geral pediu autorização do Supremo para apurar a denúncia em 4 de outubro. No mesmo dia, o tribunal pediu a Janot que se pronunciasse sobre o assunto. Só no início deste mês ele se manifestou. Avisou à corte que o crime de corrupção passiva atribuído ao senador prescreveu, só poderia ter sido punido até 2016.
A investigação também alcançava o ex-senador e ex-governador de Alagoas Teotônio Vilela Filho (PSDB), presidente do partido na época apontada por Sérgio Machado, ex-líder do PSDB no Senado e ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras e um dos delatores da Lava Jato.
Machado contou que ele, Aécio e Teotônio montaram um fundo para financiar a bancada do PSDB no Congresso. O parlamentar mineiro, segundo o delator, recebeu R$ 1 milhão. O plano, de acordo com Machado, era eleger o maior número possível de deputados federais para viabilizar a condução de Aécio à presidência da Câmara em 2000.
De acordo com o ex-senador, os três levantaram R$ 7 milhões, que foram rateados entre cerca de 50 deputados. “A maior parcela dos cerca de R$ 7 milhões arrecadados à época foi destinada ao então deputado Aécio Neves, que recebeu R$ 1.000.000,00 em dinheiro”, disse Machado. O delator contou, ainda, que recebeu R$ 350 mil para o PSDB, em 1998, das mãos do empreiteiro Luiz Nascimento, da Camargo Correa, uma das empresas investigadas na Lava Jato.
Aécio chamou as declarações de Sérgio Machado de “falsas e covardes”. “(Machado) não hesita em mentir e caluniar no afã de apagar seus crimes e conquistar benefícios de uma delação premiada”, respondeu o senador logo depois que foi divulgada a delação do ex-colega de partido.
Ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras, o ex-senador cearense ocupou o cargo por indicação do PMDB, partido ao qual se filiou ao final do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Para fazer a delação, o político gravou peemedebistas ilustres, como os senadores Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR) e o ex-presidente José Sarney. Nos áudios, todos faziam críticas à Lava Jato e demonstravam temor com o avanço das investigações. Jucá defendeu, inclusive, que era preciso “estancar a sangria” da Lava Jato, ao defender o golpe contra a então presidenta Dilma Rousseff.
Problemas no STF
O arquivamento, porém, não livra Aécio de problemas na Justiça. O nome dele é dado como certa na lista dos políticos que serão investigados no Supremo por conta das delações da Odebrecht.
O senador já responde aos inquéritos 42464244 pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O presidente do PSDB é acusado de receber vantagens ilícitas de empresa contratada pela estatal Furnas Centrais Elétricas. Segundo a PGR, recursos irregularmente desviados de Furnas recebiam verniz legal por intermédio de pessoas jurídicas ligadas à irmã do senador tucano. Além disso, ainda de acordo com a acusação, o dinheiro era destinado a contas no exterior, por meio de doleiros, o que configura evasão de divisas.
O segundo inquérito apura se Aécio atuou para “maquiar” dados da CPI dos Correios, em 2005, e esconder a relação entre o Banco Rural e o chamado mensalão mineiro. Na época, ele era governador de Minas. Também são investigados Clésio Andrade, que era vice-governador do tucano, e o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PMDB), que era filiado ao PSDB.
Edson Sardinha, Congresso em Foco via pragmatismo Politico

quinta-feira, 2 de março de 2017

Aécio Neves pediu 15 milhões de reais na eleição de 2014, diz Odebrecht

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Em depoimento à Justiça Eleitoral, o empreiteiro afirma que o tucano fez o pedido em meio à disputa com Marina Silva na campanha de 2014
George Gianni / PSDB
Aécio Neves do PSDB pediu 15 milhões de reais na eleição de 2014, diz Odebrecht
Aécio: enroscado pelo depoimento de Odebrecht





Com o impeachment da petista, ao qual o PSDB se dedicou com afinco, a ação no Tribunal Superior Eleitoral, presidido por Gilmar Mendes(PSDB), se tornou uma espécie de "coringa" para os tucanos, e uma ameaça a Temer. Como deixou claro o senador Cássio Cunha Lima(PSDB) em uma entrevista, ela só avançaria caso o novo governo não andasse na linha.
Agora, em março de 2017, a ação volta para assombrar os tucanos. Conforme apurou CartaCapital, em depoimento no TSE, na quarta-feira 1º, o empresário Marcelo Odebrecht, dono da empreiteira que leva o nome de sua família, relatou diversas conversas com Aécio Neves e contou que o senador, presidente do PSDB e então candidato ao Palácio do Planalto, sempre pedia contribuições de campanha.
No início da disputa eleitoral, Odebrecht disse que Aécio Neves pediu 5 milhões de reais. Um outro pedido teria ocorrido no meio do primeiro turno, quando a disputa entre Aécio Neves(PSDB) e Marina Silva (REDE) estava bastante acirrada. Odebrecht afirmou que inicialmente negou o pedido do tucano, por considerar o valor muito alto, e que Aécio rebateu sugerindo como "alternativa" que os pagamentos fossem feitos aos seus aliados políticos.
As tratativas para o pagamento foram realizadas, segundo o delator, por Sérgio Neves, superintendente da Odebrecht em Minas Gerais, e Oswaldo Borges da Costa, apontado como tesoureiro informal do tucano. Odebrecht disse ter sido informado, após ser preso na Operação Lava Jato, que o aporte financeiro pedido por Aécio Neves não se concretizou e que só se recorda de doações oficiais para o tucano.
Ocorre que o valor de 15 milhões de reais citado por Odebrecht coincide com uma anotação a constar de uma planilha da empreiteira apreendida pela 26ª fase da Operação Lava Jato. Batizada de Xepa, a operação descobriu a existência do departamento de Operações Estruturadas da companhia, definido pelo Ministério Público Federal como "departamento de propina".
Este valor de 15 milhões de reais estava anotado ao lado de "Mineirinho", alcunha que se referia a Aécio Neves , segundo contou Claudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht e delator da Lava Jato. O valor teria sido pago entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. Os detalhes da operação devem constar na colaborações premiadas de executivos da empreiteira homologadas pelo STF no início do ano.
O PSDB afirmou que as doações feitas pela Odebrecht foram declaradas à Justiça Eleitoral e que Odebrecht em nenhum momento "disse ter feito qualquer contribuição de caixa dois à campanha eleitoral do partido em 2014". Ainda segundo o PSDB, Oswaldo Borges nunca foi tesoureiro informal de nenhuma campanha do partido.
Fonte:Carta Capital