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sábado, 13 de julho de 2019
Não Melindrado,Aecio Neves reaparece para votar a favor do fim das aposentadorias
Veja como votaram os deputados do PSDB:Agora sim, não falta mais nada nessa #ReformaComprada, até um difunto resolveu sair do seu Mausoléu pic.twitter.com/Sbjl47hckj— Jair Wellington ® (@JairWellington2)12 de julho de 2019

Veja Também Sergio Moro compartilha post de Onyx Lorenzoni do Caixa 2 e comemora o fim das aposentadorias
Do Fora PSDB
domingo, 15 de julho de 2018
PF DIZ TER PROVAS DE QUE AECIO NEVES MANIPULOU DADOS DE CPI QUE APUROU O MENSALÃO
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Aecio Neves em evento descontraído com juiz de um caso só |
247 - A Polícia Federal afirma, em um relatório datado de maio deste ano, ter conseguido provas de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) atuou para maquiar os dados do Banco Rural que foram entregues à CPI dos Correios, que apurou o esquema do chamado mensalão, em 2005. De acordo com o delegado federal Heliel Jefferson Martins Costa, os dados foram alterados de maneira a omitr a ligação da instituição com as empresas do operador do esquema Marcos Valério e o governo mineiro, que na época era comandado por Aécio.
Segundo a PF, as provas contra o tucano aparecem nas ocasiões em que "são demonstrados fatos secundários, devidamente comprovados, a partir dos quais é possível extrair a convicção da existência do fato probando, por meio de induções ou raciocínio lógico", ou seja: Aécio não tinha como não saber ou não ter participado do esquema investigado.
As investigações, iniciadas a partir da delação do ex-senador e presidente da CPI dos Correios em 2005 e 2006 Delcídio do Amaral, apontam que Aécio e o vice-governador Clésio Andrade teriam maquiado os dados apresentados para deixar políticos do PSDB fora das apurações.
Como resultado da maquiagem das informações, os nomes dos fiadores dos empréstimos contraídos por Marcos Valério foram omitidos do relatório da CPI. Isto teria acontecido após Aécio acertar com Delcidio a extensão do prazo para que o Banco Rural concedesse as informações solicitadas.
"A exclusão foi feita sem qualquer motivação idônea, vez que não houve alteração nas garantias dadas para quitar o empréstimo que justificassem a renúncia pelo banco dos compromissos fidejussórios (garantias) prestados por Mauri José — presidente da ALMG e líder do Governo Mineiro naquela casa legislativa — e Danilo de Castro — secretário do Governo de Minas Gerais à época dos fatos", destaca o relatório da PF.
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terça-feira, 15 de maio de 2018
Preso novamente doleiro que delatou Aécio e foi solto, em 2014, por Sérgio Moro
Em acordo feito em 2014, o doleiro Ceará, solto de maneira mal explicada por Moro, mencionou os políticos Fernando Collor de Mello, Aécio Neves e Renan Calheiros

Atualizado às 12h18 de 15/05
O doleiro Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, delator da Lava Jato, foi preso preventivamente em João Pessoa (PB) na manhã desta terça-feira (15). Ceará atuava na Lava Jato com o doleiro Alberto Youssef, e firmou, em 2014, acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). De acordo com nota da Polícia Federal desta terça-feira, ele “retornou às suas atividades ilegais”.
No mês seguinte, em 22 de abril de 2014, o Ministério Público Federal do Paraná apresentou denúncia contra Ceará por apenas um crime: operar, sem a devida autorização, instituição financeira de câmbio, com pena prevista de um a quatro anos de reclusão.
O MPF-PR pediu ainda na denúncia o pagamento mínimo de multa de R$ 5 milhões por danos causados ao sistema financeiro e econômico. No dia seguinte, a denúncia foi aceita pelo juiz Sérgio Moro. Em seu despacho, o magistrado soltou Ceará da prisão preventiva, colocando-o em liberdade com medidas restritivas, tais como retenção do passaporte, proibição de contato com Alberto Youssef, ter de avisar ao juízo em caso de mudança de endereço etc.
De acordo com artigo publicado na Fórum, em 2016, por Helena Sthephanowitz, há no caso um buraco mal explicado, ou seja, saber “porque alguns investigados só saem da cadeia em Curitiba quando delatam qualquer coisa, quase sempre com efeitos políticos que atingem a atual base governista federal (na época o governo Dilma), enquanto outros que tinham informações que atingem a oposição tucana foram mandados para casa em silêncio, ganhando benefícios como redução de multas, suspensão e extinção de penas?”. Leia o artigo completo de Helena aqui.
Na prisão desta terça-feira, a Polícia federal soltou nota sobre Ceará onde afirma:
“Quanto ao operador financeiro (“doleiro”) já investigado da Operação Lava Jato, chama atenção o fato de ter retornando às suas atividades ilegais mesmo tendo firmado acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República e posteriormente homologado pelo Supremo Tribunal Federal. A Procuradoria Geral da República e Supremo Tribunal Federal serão comunicados sobre a prisão do réu colaborador para avaliação quanto a “quebra” do acordo firmado”, afirma a PF.
Delações de Ceará
Em 2014, Ceará disse, em depoimento, que foi à Maceió e levou R$ 300 mil para o ex-presidente da República Fernando Collor de Mello (PTB-AL) em pacotes de notas de R$ 100. O depoimento foi homologado em 2015.
À época, Collor negou conhecer Ceará e questionou a credibilidade do seu depoimento.
O delator também mencionou, em depoimento, que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) recebeu R$ 300 mil a mando de Youssef. Aécio negou a afirmação.
Ceará ainda citou a entrega de dinheiro a outros políticos, entre eles, os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Os senadores também negaram.
No caso de Randolfe Rodrigues, o então ministro Teori Zavascki, na época relator do processo da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento das denúncias contra o senador, líder da REDE SUSTENTATIBILIDADE no Senado Federal, citado sem provas pelo delator Carlos Alexandre Rocha, o ‘Ceará’.
Diante da gravidade da acusação, a Procuradoria-Geral da República decidiu ouvir novamente o doleiro Youssef, que seria a fonte das denúncias de Souza Rocha. Reinquirido em 11 de setembro, o doleiro negou todas as versões de Souza Rocha, dizendo que “nunca teve a conversa relatada por Ceará”, que “nunca entregou dinheiro a Randolfe Rodrigues”, que “nunca falou sobre entrega de valores a Randolfe Rodrigues para Ceará ou qualquer outra pessoa”, que não conhece o senador da REDE e “nunca teve qualquer relação com ele”.
Com base nesses esclarecimentos, a procuradora Ela Wiecko, que em novembro de 2015 exercia o cargo de Procuradora-Geral da República, no lugar de Rodrigo Janot, pediu ao STF o arquivamento da Petição n° 5.819, esclarecendo: “Não se vislumbram elementos mínimos que possam fundamentar uma instauração de inquérito” em relação ao senador Randolfe Rodrigues.
Com informações do G1
Do revista Forum
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quarta-feira, 9 de maio de 2018
Aécio Neves vai para “juízes amigos”. Viram, bobinhos do foro privilegiado. Por Fernando Brito
Texto publicado no Tijolaço.
POR FERNANDO BRITO.
Na hipocrisia brasileira, as coisas são o contrário do que parecem. O fim do foro privilegiado, disseram a você, agilizaria o julgamento dos políticos acusados de crimes. Celeridade, celeridade, celeridade, bradavam os colunistas dos grandes jornais
E hoje, na Folha, lê-se que Alexandre de Moraes, mandado diretamente do PSDB para o Supremo, acaba de remeter para a Justiça de Minas Gerais o inquérito sobre as propinas supostamente pagas a Aécio Neves pela construção do Centro Administrativo do Estado.
Aquela mesma justiça estadual onde, por anos arrastou-se o processo do “mensalão mineiro”, novela que ainda não terminou e que corre o risco de ter como epílogo a prescrição da pena dada a Eduardo Azeredo, ex-presidente nacional do PSDB, já perdido nas brumas da memória pública.
Embora vá ser muito difícil Aécio Neves livrar-se , de imediato, do outro processo que se lhe move, o da mala da JBS, ficam maiores as possibilidades de que, findo seu mandato, também este tenha o mesmo destino.
E em Minas, como se sabe, até um aeroporto privado, para uso de lazer, vira uma obra de infraestrutura, essencial para escoar a produção da indústria da pequena cidade de Cláudio.
Que, como se sabe, é conhecida pelo grande número de fundições de ferro, um material levíssimo, dequado para transporte aéreo.
Fonte DCM
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segunda-feira, 5 de março de 2018
VÍDEO: O prejuízo milionário que Aécio Neves deu ao Estado de Minas com a construção de palácio, mas a Justiça não quer investiga
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Na Foto o Juiz da Lava Jato Sergio Moro rindo com Aecio Neves em evento da impunidade ao PSDB e perseguição a Lula e a demais adversários do PSDB |
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Sergio Moro, que em 4 anos de Lava Jato não investiga o Aecio Neves e outros tucanos delatados, recebe patrocínio do PSDB,DEM,Globo, Shell, Exxon, Itaú,Bradesco,Folha,Santander e outros em evento
Depois do "Juiz" da Lava Jato Sergio Moro confraternizar com Aecio Neves e outros tucanos delatados em evento da Istoé em dezembro de 2016 entre outros eventos do PSDB que ele participou, agora foi além: recebendo patrocínio do partido maior rival da única pessoa que ele investiga e persegue

1- PSDB e DEM: Moro não prendeu a irmã de Aécio, que continuou negociando propinas e foi presa (e solta) pelo STF em 2017. Em quase 4 anos de Lava Jato, Moro não prendeu nenhum membro do PSDB nem do DEM.
2-Shell, Exxon, BP, Statoil: Todas elas foram beneficiadas pelo governo Temer (amigo de Moro), levaram todo o petróleo do pré-sal por um preço 300 vezes mais barato que o valor de mercado. Na Inglaterra, Temer é chamado de MiShell Temer, pois está envolvido com negócios espúrios da empresa. Mais de 1 trilhão de prejuizo ao Brasil. Quem organizou a venda foi José Serra e Aloysio Nunes (do PSDB).
4- Bradesco: O Bradesco foi beneficiado por um "erro" do Banco do Brasil no governo Temer e ganhou 5 bilhões de reais ao vender títulos que não valiam nada. Que sorte, né?
5- Globo, Folha, Estadão: As três empresas que alimentam a fama do juiz e tentaram transformá-lo em uma figura heróica e honesta, símbolo do combate à corrupção. Mas a máscara caiu.
Mostre essa foto para seus amigos que ainda acreditam nesse juiz PARCIAL e PARTIDÁRIO, que ganha milhões dando palestras em nome de uma fama fabricada pela midia (item 5) e enfrenta acusações de pedidos de propinas. Nenhum grande bandido está preso na Lava Jato, todos já estão soltos e a operação é apenas um instrumento de pereguição política ao ex-presidente Lula.
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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Ex-executivo da Odebrecht aumenta suspeita em obra da gestão Aécio Neves em Minas
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Na foto Juiz parcial da lava Jato Sergio Moro e o Senador Aecio Neves em evento da IstoÈ cochichando impunidade ao PSDB e perseguição aos Inimigos |
Reportagem de Mateus Coutinho no Globo.
O depoimento de um ex-funcionário da Odebrecht que não fechou acordo de delação premiada reforça a suspeita de irregularidades nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais, durante a gestão Aécio Neves. Ex-coordenador de execução de um lote, Carlos Berardo Zaeyen afirmou à Polícia Federal, em 20 de novembro, que o consórcio responsável por esse trecho do empreendimento — formado por Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão — firmou dois contratos que, na prática, teriam sido usados apenas para justificar o repasse de dinheiro.
Zaeyen depôs no inquérito que apura as suspeitas de pagamento de propina ao senador do PSDB, que era governador na época da obra, por parte das empreiteiras. Zaeyen era subordinado ao diretor da Odebrecht Sérgio Luiz Neves, que fez acordo de delação e contou sobre o esquema de corrupção. Zaeyen disse não ter tomado conhecimento sobre o acerto de propina que teria sido feito por seus superiores. Responsável por fazer relatórios mensais, ele contou ter assinado os contratos com as construtoras Cowan e Alicerce “por confiança em seu diretor”.
O contrato com a Alicerce era no valor de R$ 2.600.000,00 (2,6 milhões) e tinha entre os objetivos a realização de estudos de planejamento executivo do empreendimento. Zaeyen afirmou que, no entanto, o estudo foi apresentado quando a obra já estava em andamento. “O cronograma geral apresentado era uma mera constatação do que já vinha sendo implementado pelo consórcio”, relatou.
Em relação à Cowan, o contrato de R$ 5 milhões previa o aluguel de cinco guindastes, oito caminhões betoneira e cinco bombas de concreto. À PF, Zaeyen disse não se recordar da utilização de equipamentos da empresa nas obras e que as gruas e elevadores daquele trecho foram alugadas da empresa Pingon. Já os caminhões e as bombas de concreto foram alugados da empresa Holcim, segundo ele.
A Cidade Administrativa de MG foi citada por delatores da Odebrecht como sendo uma obra em que teria havido um acerto entre as empreiteiras com o conhecimento de Aécio para definir os consórcios vencedores. Como contrapartida, combinaram o pagamento de 3% do valor total do contrato em propinas para o tucano.
(…)
À PF os representantes da Cowan e da Alicerce afirmaram que os serviços foram prestados. O criminalista Castellar Modesto Guimarães Neto, que representa a Alicerce, informou, por meio de nota, que “a defesa já apresentou dezenas de documentos que demonstram a veracidade do contrato firmado”.
Em nota, Aécio diz que “a acusação é falsa e atende a interesses, tendo sido desmentida em depoimentos”.
(…)
DO DCM
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Enquanto Moro só foca no PT, Operador de Aécio Neves lavou dinheiro e abriu offshore no Panamá

Da Agência Sportlight:
Dimas Toledo abriu uma offshore no paraíso fiscal do Panamá em pleno curso da Lava Jato.
É o que mostram os documentos da Junta Comercial daquele país obtidos pela Agência Sportlight de Jornalismo Investigativo. A Opala Work Invest foi aberta em 29 de janeiro de 2015, já no segundo ano da operação. Em uma atualização realizada na instituição panamenha dois meses depois, em 23 de março, Maria Isabel Martins Toledo, mulher de Dimas, aparece também como sócia. A empresa foi encerrada em 30 de novembro de 2016.

Dimas Toledo foi apontado como o operador no esquema de corrupção que captava recursos para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) em Furnas Centrais Elétricas, citado em diferentes delações premiadas, como a do ex-senador Delcídio do Amaral, nas delações dos executivos da Odebrecht e na de Fernando Moura, ligado a Petrobras.
De acordo com o relatado por Henrique Valadares, ex-diretor da Odebrecht, Dimas participou, em 2008, das negociações para o pagamento de R$ 50 milhões no exterior, para que Aécio defendesse os interesses da Odebrecht nas usinas de Santo Antonio e Jirau, no Rio Madeira, em Porto Velho (RO).

Odebrecht tratou de propina com Aécio dentro do Palácio das Mangabeiras
Henrique Valadares chegou a contar que foi recebido em fevereiro daquele ano juntamente com o ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, no Palácio das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas Gerais, (Aécio Neves na ocasião). O assunto era o leilão que envolvia as duas usinas.
Leia também: Gasolina aumenta de novo dia 10 de janeiro
O delator contou que Aécio teria dito que Valadares seria procurado por Dimas Toledo para tratarem do pagamento. E depois da reunião, Marcelo Odebrecht teria dito a Valadares que acertou o pagamento de R$ 50 milhões para o tucano, sendo R$ 30 milhões da Odebrecht e outros R$ 20 milhões dados pela Andrade Gutierrez. De acordo com a delação, Dimas entregou a Valadares um papel com o nome de Alexandre Accioly, amigo de Aécio Neves, para que este recebesse os depósitos em uma conta de Cingapura. Accioly nega o fato.
A partir daí, os pagamentos para Aécio (codinome Mineirinho na relação de propinas) por parte das empreiteiras foi sempre via Dimas.
Há ainda outro relevante fato ligando Aécio e Dimas Toledo: no âmbito da “Operação Cobra”, 42ª fase da Lava Jato, quando foi preso o ex-presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, entre as apreensões estava um papel timbrado do banco com escritos de Bendine, onde o nome de Dimas Toledo aparece como “caixa de AN”, interpretado como as iniciais do senador mineiro.
No último dia 8 de junho, Dimas Toledo foi alvo de condução coercitiva, parte da “Operação Barão Gatuno”, que investigou o esquema de corrupção e lavagem de dinheiro em Furnas.
Do falando verdades
(…)
sábado, 6 de janeiro de 2018
DENÚNCIA GRAVE! Aécio Neves Está Sendo Blindado, Dispara Marcelo Odebrecht
Em depoimento prestado em novembro à Polícia Federal, o empresário Marcelo Odebrecht revelou que a Braskem, braço petroquímico do grupo Odebrecht, se recusou a lhe fornecer informações que poderiam implicar parlamentares como o senador Aécio Neves (PSDB-MG).
As informações constam em reportagem de Rubens Valente, da Folha de S.Paulo. Segundo a matéria, Marcelo Odebrecht, que à época do depoimento ainda estava preso em regime fechado – agora cumpre prisão domiciliar – tenta provar um dos pontos de sua delação ao solicitar informações à Braskem.
O ponto da delação questionado pela PF foi o que provaria “apoios prestados” ao grupo em “atos legislativos”, em especial “medidas provisórias”, por parlamentares federais. Marcelo Odebrecht afirmou que correspondências trocadas com parlamentares em poder da Braskem provariam seus relatos.
No entanto, a empresa negou parcialmente seu pedido, segundo ele, ao responder “que se tratavam de emails classificados como ‘privilegiados’ por transitar pela área jurídica”. Marcelo Odebrecht avalia que são, porém, “informações relevantes que em nada dizem respeito à relação ‘advogado-cliente'”.
CLICK POLÍTICA com informações de brasil247
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segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Lava Jato cancela delação da Andrade que atingiria em cheio Aécio Neves e se fosse contra o Lula?
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O Juiz da Lava jato Sergio Moro confratenizando com tucanos acusados de corrupção no evento da Revista QUANTOÉ e conspirando para perseguir o Lula e livrar o PSDB das acusações
Da Folha
|
A pouco mais de um mês de deixar o cargo, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, enviou sinais de que não quer mais saber da complementação da delação da Andrade Gutierrez.
A desistência ocorreu após procuradores questionarem se haveria relatos de crime envolvendo o ex-presidente Lula e teles e receberem um não como resposta e não quiseram saber se tem outros envolvidos, já que o foco de Sergio Moro é o Lula e o PT
A desistência ocorreu após procuradores questionarem se haveria relatos de crime envolvendo o ex-presidente Lula e teles e receberem um não como resposta e não quiseram saber se tem outros envolvidos, já que o foco de Sergio Moro é o Lula e o PT
A avaliação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e em Brasília é que, sem Lula e sem teles, a complementação da delação da Andrade Gutierrez traria poucas novidades.
A empresa, que nasceu em Belo Horizonte, tem relações com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas os procuradores avaliam que os relatos dela sobre o tucano pouco acrescentariam ao que foi relatado pela Odebrecht e por Joesley Batista,mas apesar desses relatos continua solto, com mandato e conspirando contra o povo junto com Temer.
A empresa, que nasceu em Belo Horizonte, tem relações com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas os procuradores avaliam que os relatos dela sobre o tucano pouco acrescentariam ao que foi relatado pela Odebrecht e por Joesley Batista,mas apesar desses relatos continua solto, com mandato e conspirando contra o povo junto com Temer.
Os procuradores tinham interesse em três casos envolvendo empresas de telecomunicações porque a Andrade Gutierrez é uma das sócias da Oi e controlava a Telemar.
Os casos são os seguintes: 1) o investimento de R$ 5 milhões feito em 2005 pela Telemar na Gamecorp, empresa de Fábio Luis Lula da Silva, o filho mais velho de Lula; 2) a compra da Brasil Telecom em 2008 pela Telemar, negócio no qual o Banco do Brasil e o BNDES entraram com R$ 6,8 bilhões; e 3) a história narrada pelo publicitário Marcos Valério, condenado no mensalão..
A Andrade Gutierrez negou aos procuradores que tenha havido crime nesses três episódios, segundo a Folhaapurou.
(…)
Fonte: ForaPSDB via falandoverdades.com.br
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segunda-feira, 31 de julho de 2017
Janot volta a pedir prisão de Aécio Neves pelos R$ 2.000.000,00 recebidos de Joesley Batista
Do Viomundo
Janot volta a pedir ao STF prisão do senador Aécio Neves
Primeiro pedido foi rejeitado pelo ministro Marco Aurélio
BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista.
Janot também pediu para afastamento de Aécio do mandato de senador. Pedidos anteriores de afastamento e prisão foram rejeitados em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá agora a Primeira Turma decidir sobre o assunto.
Em maio, o ministro Edson Fachin, também do STF, determinou o afastamento de Aécio do exercício do mandato, mas negou o pedido de prisão. Posteriormente, o caso mudou de relator: saiu do gabinete de Fachin, e foi para o de Marco Aurélio. Em junho, ele aceitou recurso da defesa e permitiu que Aécio voltasse ao Senado. E negou novo pedido de Janot para determinar a prisão do parlamentar.
Em junho, Marco Aurélio também determinou a devolução do passaporte ao senador. Além disso, o autorizou a se ausentar do Brasil e a manter contato com outros investigados. Aécio é um dos políticos brasileiros investigados em razão das delações premiadas de executivos do frigorífico JBS. Ao assumir os processos de Aécio,
Marco Aurélio disse inicialmente que não tomaria sozinho decisões em recursos contra determinações de Fachin, levando-os para julgamento da Primeira Turma, composta por cinco ministros, incluindo Marco Aurélio. Mas como o STF entrou de recesso em julho, e não haveria mais reuniões da Primeira Turma, o relator preferiu decidir sozinho em 30 de junho, último dia de trabalho normal no STF
Como o tribunal volta a funcionar plenamente em agosto, a Primeira Turma poderá analisar o caso agora.
Em sua decisão, Marco Aurélio procurou atenuar possível atrito com Fachin, destacando que o quadro da época em que o colega afastou Aécio do mandato, em maio, era outro, diferente do observado em junho.
“Tem-se que o quadro fático, hoje, é outro. Será que o antecessor na relatoria, o autor da decisão, mesmo assim, implementaria a medida extrema, verdadeira sanção, verdadeira pena, irreversíveis, verdadeira morte política do Senador, afastando a essência do mandato parlamentar, que é o exercício?”, questionou Marco Aurélio na decisão tomada em junho.
Leia também:
sexta-feira, 26 de maio de 2017
PF apreende anotação escrita 'Cx 2' no apartamento de Aécio Neves
A Polícia Federal apreendeu no apartamento do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), no Rio, uma anotação manuscrita em que estava escrito "Cx 2".
"Diversos documentos acondicionados em saco plástico transparente, dentre eles 01 papel azul com senhas, diversos comprovantes de depósitos e anotações manuscritas, dentre elas a inscrição 'Cx 2'", informa relatório da PF incluído no inquérito com base na delação da JBS em supostos atos ilícitos.
A PGR (Procuradoria-Geral da República) apura se Aécio Neves, o presidente Michel Temer e o deputado afastado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) cometeram crimes de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.
Aécio foi alvo da operação Patmos, desdobramento da Lava Jato, no dia 18 de maio.
Fonte:Folha De São Paulo
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Bomba atômica: JBS delata Temer, Aécio Neves e compra do silêncio de Cunha
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Acima Aécio Neves(PSDB), Michel Temer (PMDB) com o Juiz da Lava jato Sergio Moro em evento da ISTOÈ |
247 - Donos da JBS, os irmãos Joesley e Wesley Batista fizeram nesta quarta-feira 17 uma denúncia explosiva ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, noticiou a Rede Globo.
Os empresários disseram ter gravações de Michel Temer dando aval para a compra do silêncio de Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e deputado cassado, hoje condenado e preso.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também foi gravado, pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal.
O Plantão da Globo
Transcrição de Audio entre Aecio Neves e... por psdbcensuradopeloyoutube Vejam a escuta do Michel Temer Vídeo da Escuta de Temer misteriosamente censurado pelo Youtube vejam outra cópia no Facebook
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quinta-feira, 20 de abril de 2017
Em MG, Anastasia e Aécio Neves receberam os maiores repasses, diz Odebrecht e Dallagnol e Juiz Sergio Moro insistem em falar que PSDB não participou do esquema
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O Dengo e o Mineirinho rindo da justiça que Sergio Moro só persegue o Lula e eles livres para roubarem |
A lista apresentada pelo delator e ex-executivo Benedicto Junior apontou que, entre os mineiros, o senador Antonio Anastasia (PSDB) é o que teria recebido o maior repasse por meio de caixa 2; de acordo com a planilha da empreiteira, foram R$ 5,47 milhões em oito parcelas ao longo de 2010, quando o tucano disputou e venceu a reeleição para governador de Minas; o segundo maior favorecido seria senador Aécio Neves (PSDB), que ganhou o apelido de “Mineirinho”; o parlamentar teria recebido R$ 5,25 milhões em cinco transferências, em 2010
Minas 247 - A lista apresentada pelo delator e ex-executivo Benedicto Junior cita nominalmente 40 mineiros em uma uma relação de 187 políticos. O relatório apontou repasses de caixa 2 que teriam sido feitos entre 2008 e 2014 a vários políticos. Entre os mineiros, o senador Antonio Anastasia (PSDB) é o que teria recebido o maior repasse por meio de caixa 2. De acordo com a planilha da empreiteira, foram R$ 5,47 milhões em oito parcelas ao longo de 2010, quando o tucano disputou e venceu a reeleição para governador de Minas. Na planilha, Anastasia é apelidado de “Dengo”. O segundo maior favorecido seria senador Aécio Neves (PSDB), que ganhou o apelido de “Mineirinho”. O parlamentar teria recebido R$ 5,25 milhões em cinco transferências, em 2010. O delator afirmou que os valores foram acertados diretamente com Aécio, sem interlocutores. O então vice-governador de Anastasia, Alberto Pinto Coelho (PP), teria recebido dez parcelas que, somadas, chegam a R$ 825 mil. O dinheiro seria para apoiar o PP e aliados da sua base, de acordo com o ex-executivo. Em troca, Pinto Coelho trabalharia no “desenvolvimento de projetos de infraestrutura de interesse da empresa”. Entre os nomes com atuação no estado, 24 cumprem mandatos. Os repasses a representantes de Minas Gerias foram divididos entre 14 partidos que atuaram na base e na oposição ao governo federal entre 2008 e 2014: PSDB, PPS, DEM, PMDB, PP, PSD, PT, PSB, PV, PCdoB, PR, PTN, PMB e PDT.
Vejam o que o procurador do Power Point acha da corrupção do PSDB
Veja também a desculpa de Sergio Moro para não investigar o PSDB http://www.politicaemdebate.com/2016/07/acredite-se-quiser-sergio-moro-diz-que.html
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Aécio Neves definiu conluio em licitação em Minas, afirma delator da Odebrecht

Da Folha Ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Júnior afirmou em sua delação premiada à Lava Jato que se reuniu com Aécio Neves (PSDB-MG) para tratar de um esquema de fraude em licitação na obra da Cidade Administrativa para favorecer grandes empreiteiras.
A reunião, segundo o delator, ocorreu quando o tucano governava Minas.
Segundo a Folha apurou, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, disse aos procuradores que, após o acerto, Aécio orientou as construtoras a procurarem Oswaldo Borges da Costa Filho. De acordo com o depoimento, com Oswaldinho, como é conhecido, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema.
Ainda de acordo com o delator, esses valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.
Em nota, Aécio repudiou o teor do relato de Benedicto Júnior e defendeu o fim do sigilo sobre as delações "para que todo conteúdo seja de conhecimento público".
Oswaldinho é um colaborador das campanhas do hoje senador mineiro. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o ex-executivo da Odebrecht afirmou que o próprio Aécio decidiu quais empresas participariam da licitação para a obra.
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), a Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, custou R$ 2,1 bilhões em valores da época. Foi inaugurada em 2010, último ano de Aécio como governador, sendo a obra mais cara do tucano no governo de Minas.
Niemeyer não queria empresas pequenas na obra porque considerava o projeto extremamente complexo e temia que empresas pequenas não conseguissem executá-lo.
Com Oswaldinho, que foi presidente da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais), as empresas negociariam, ainda de acordo com Benedicto Júnior, como seriam feitos os pagamentos.
As informações fornecidas por BJ em sua delação premiada foram confirmadas e complementadas, segundo pessoas com acesso às investigações, pelos depoimentos do ex-diretor da Odebrecht em Minas Sergio Neves.
Sergio Neves aparece nas investigações como responsável por operacionalizar os repasses a Oswaldinho e é ele quem detalha, na delação, os pagamentos a Aécio.
Líder do consórcio, que contou com Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, a Odebrecht era responsável por 60% da obra e construiu um dos três prédios que integram a Cidade Administrativa, o Edifício Gerais.
Benedicto Júnior e Sérgio Neves estão entre os 77 funcionários da Odebrecht que assinaram acordo de colaboração com a Lava Jato. As delações foram homologadas pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carmén Lúcia, e enviadas à Procuradoria-Geral da República, sob sigilo.
RECALL DA ANDRADE
A Folha apurou que, em razão das confissões de BJ e Sergio Neves, procuradores da Lava Jato exigiram dos advogados da Andrade Gutierrez, no fim de 2016, uma espécie de complementação das delações de seus executivos, que eles chamam de "recall".
Isso porque, segundo investigadores, funcionários da Andrade não detalharam o esquema de propina na Cidade Administrativa e em outras duas obras especificadas nas delações da Odebrecht: a construção do Rodoanel e do Metrô, em São Paulo.
Nas próximas semanas, o ex-presidente da AG Energia Flávio Barra e o ex-vice-presidente institucional da empresa Flávio Machado serão ouvidos novamente em Curitiba. Outros executivos da empresa também podem ser incluídos no "recall".
Barra dará detalhes das obras em São Paulo, enquanto Machado vai confirmar a versão que Oswaldinho cobrou propina de 3% do valor dos contratos da Cidade Administrativa, o que chegaria a cerca de R$ 40 milhões somente na parte da Andrade.
Esse também é o relato do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Em junho de 2016, a Folha publicou que ele contaria, em sua delação premiada, que pagou a Aécio, via Oswaldinho, o mesmo percentual em relação à obra, de 3%. As negociações com a OAS, porém, foram suspensas por causa de vazamentos.
O nome de Oswaldinho também aparece em uma troca de mensagens de setembro de 2014 entre o então presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e Benedicto Júnior, que tratavam de uma doação de R$ 15 milhões "de recursos disponibilizados a Mineirinho via Sergio Neves".
"Combinei que Sergio Neves sentaria com OSW para ver forma (dentro das limitações que temos) de 15", diz a mensagem enviada a BJ por Marcelo Odebrecht.
Na campanha presidencial de 2014, em que foi derrotado por Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves recebeu R$ 15 milhões da empreiteira baiana como doação oficial.
A reunião, segundo o delator, ocorreu quando o tucano governava Minas.
Segundo a Folha apurou, Benedicto Júnior, conhecido como BJ, disse aos procuradores que, após o acerto, Aécio orientou as construtoras a procurarem Oswaldo Borges da Costa Filho. De acordo com o depoimento, com Oswaldinho, como é conhecido, foi definido o percentual de propina que seria repassado pelas empresas no esquema.
Ainda de acordo com o delator, esses valores ficaram entre 2,5% e 3% sobre o total dos contratos.
Em nota, Aécio repudiou o teor do relato de Benedicto Júnior e defendeu o fim do sigilo sobre as delações "para que todo conteúdo seja de conhecimento público".
Oswaldinho é um colaborador das campanhas do hoje senador mineiro. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o ex-executivo da Odebrecht afirmou que o próprio Aécio decidiu quais empresas participariam da licitação para a obra.
Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), a Cidade Administrativa, sede do governo mineiro, custou R$ 2,1 bilhões em valores da época. Foi inaugurada em 2010, último ano de Aécio como governador, sendo a obra mais cara do tucano no governo de Minas.
Niemeyer não queria empresas pequenas na obra porque considerava o projeto extremamente complexo e temia que empresas pequenas não conseguissem executá-lo.
Com Oswaldinho, que foi presidente da Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais), as empresas negociariam, ainda de acordo com Benedicto Júnior, como seriam feitos os pagamentos.
As informações fornecidas por BJ em sua delação premiada foram confirmadas e complementadas, segundo pessoas com acesso às investigações, pelos depoimentos do ex-diretor da Odebrecht em Minas Sergio Neves.
Sergio Neves aparece nas investigações como responsável por operacionalizar os repasses a Oswaldinho e é ele quem detalha, na delação, os pagamentos a Aécio.
Líder do consórcio, que contou com Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão, a Odebrecht era responsável por 60% da obra e construiu um dos três prédios que integram a Cidade Administrativa, o Edifício Gerais.
Benedicto Júnior e Sérgio Neves estão entre os 77 funcionários da Odebrecht que assinaram acordo de colaboração com a Lava Jato. As delações foram homologadas pela presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carmén Lúcia, e enviadas à Procuradoria-Geral da República, sob sigilo.
RECALL DA ANDRADE
A Folha apurou que, em razão das confissões de BJ e Sergio Neves, procuradores da Lava Jato exigiram dos advogados da Andrade Gutierrez, no fim de 2016, uma espécie de complementação das delações de seus executivos, que eles chamam de "recall".
Isso porque, segundo investigadores, funcionários da Andrade não detalharam o esquema de propina na Cidade Administrativa e em outras duas obras especificadas nas delações da Odebrecht: a construção do Rodoanel e do Metrô, em São Paulo.
Nas próximas semanas, o ex-presidente da AG Energia Flávio Barra e o ex-vice-presidente institucional da empresa Flávio Machado serão ouvidos novamente em Curitiba. Outros executivos da empresa também podem ser incluídos no "recall".
Barra dará detalhes das obras em São Paulo, enquanto Machado vai confirmar a versão que Oswaldinho cobrou propina de 3% do valor dos contratos da Cidade Administrativa, o que chegaria a cerca de R$ 40 milhões somente na parte da Andrade.
Esse também é o relato do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Em junho de 2016, a Folha publicou que ele contaria, em sua delação premiada, que pagou a Aécio, via Oswaldinho, o mesmo percentual em relação à obra, de 3%. As negociações com a OAS, porém, foram suspensas por causa de vazamentos.
O nome de Oswaldinho também aparece em uma troca de mensagens de setembro de 2014 entre o então presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e Benedicto Júnior, que tratavam de uma doação de R$ 15 milhões "de recursos disponibilizados a Mineirinho via Sergio Neves".
"Combinei que Sergio Neves sentaria com OSW para ver forma (dentro das limitações que temos) de 15", diz a mensagem enviada a BJ por Marcelo Odebrecht.
Na campanha presidencial de 2014, em que foi derrotado por Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves recebeu R$ 15 milhões da empreiteira baiana como doação oficial.
Alexandre Rezende - 24.jun.2016/Folhapress | ||
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Complexo arquitetônico da Cidade Administrativa de Minas Gerais, construída durante a gestão Aécio Veja a Matéria exibida pela Record que o Jornal Nacional da Globo escondeu |
"Mineirinho" recebeu R$ 15.000... por psdbcensuradopeloyoutube
sábado, 10 de dezembro de 2016
Aécio Neves, o Mineirinho, está lá também: R$ 15 milhões e deixa o amigo Moro em situação difícil, vai investigar?

Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht; ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira; nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz; Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição; agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros
Minas 247 – Principal responsável pela quebra da economia brasileira, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que lançou o Brasil no abismo ao não aceitar sua derrota eleitoral em 2014, irrompe com tudo nas delações da Odebrecht.
Ele é o Mineirinho, que recebeu nada menos que R$ 15 milhões do departamento de propinas da empreiteira. "No pedido de busca e apreensão da Polícia Federal da 26.ª fase da Lava Jato, a Xepa, Mineirinho é apontado como destinatário de R$ 15 milhões entre 7 de outubro e 23 de dezembro de 2014. As entregas, registradas nas planilhas da secretária Maria Lúcia Tavares, do Setor de Operações Estruturadas – conhecido como o “departamento de propina” da Odebrecht – teriam sido feitas em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais", diz reportagem do Estado de S. Paulo.
Nesta semana, Aécio apareceu sorridente numa foto ao lado do juiz Sergio Moro, que reconheceu, ao ser alvo de protestos na Alemanha, que a imagem foi infeliz.
Moro afirmou que não havia nada sobre Aécio na sua jurisdição, mas agora tem, pois, ainda que Aécio tenha foro privilegiado, isso não vale para seus tesoureiros.
Além dos R$ 15 milhões que recebeu, Aécio também intermediou o pagamento de uma propina de R$ 1 milhão para o senador Agripino Maia (DEM-RN), presidente do DEM, que também foi um dos líderes do golpe contra a democracia brasileira (saiba mais aqui).
A assessoria de imprensa do PSDB mineiro afirmou que R$ 15 milhões foi o total doado pela Odebrecht à campanha do PSDB em 2014, que o valor foi registrado no TSE e que Aécio “desconhece supostas citações em planilhas da empresa”.
Vejam abaixo a lista retirada do site Congresso em Foco de políticos tucanos delatados no listão ,por falta de tucanos delatados Moro não vai ficar
NOMES CITADOS | PARTIDO | UF | CARGO |
“Vereadores PSDB-SP” | PSDB | SP | Não identificados |
Ademir Lucas, ou “Demir” | PSDB | MG | Ex-prefeito de Contagem (MG) e ex-deputado federal |
Aecio Neves | PSDB | MG | Senador |
Alexandre José Berardinelli Arraes | PSDB | RJ | Ex-candidato a vereador no Rio de Janeiro (RJ) |
Antero Paes de Barros Neto | PSDB | MT | Ex-senador |
Arthur Virgílio | PSDB | AM | Prefeito de Manaus (AM) |
Arthur Virgílio Bisneto | PSDB | AM | Deputado federal |
Betinho Gomes | PSDB | PE | Deputado federal |
Beto Richa | PSDB | PR | Governador do Paraná |
Bruno Araújo | PSDB | PE | Ministro das Cidades e deputado federal licenciado |
Cássio Cunha Lima | PSDB | PB | Senador |
Cícero Lucena | PSDB | PB | Ex-senador |
Cristina Carrara | PSDB | SP | Prefeita de Sumaré (SP) |
Daniel Coelho, o “Comuna” | PSDB | PE | Deputado federal |
Dinha | PSDB | GO | Ex-prefeito de Planaltina de Goiás (GO) |
Duarte Nogueira | PSDB | SP | Secretário de Transportes do Estado de SP e deputado federal licenciado |
Dudu Ronalsa | PSDB | AL | Vereador em Maceió (AL) |
Elias Gomes | PSDB | PE | Prefeito de Jaboatão dos Guararapes (PE) |
Firmino Filho | PSDB | PI | Prefeito de Teresina |
Geraldo Alckmin | PSDB | SP | Governador |
Gláucia Brandão, ou “candidato Neves/MG” | PSDB | MG | Ex-candidata a prefeita de Ribeirão das Neves (MG) |
Guilherme Maluf | PSDB | MT | Deputado estadual |
Jaison Cardoso | PSDB | SC | Prefeito de Imbituba (SC) |
João Almeida | PSDB | BA | Ex-deputado federal |
Jorge Vi | PSDB | AL | Ex-candidato a deputado federal |
José Aníbal | PSDB | SP | Suplente do senador José Serra (PSDB-SP) e ex-deputado federal |
Jose Serra | PSDB | SP | Senador e Ministro das Relações exteriores de Temer |
Jutahy Magalhães Jr. | PSDB | BA | Deputado federal |
Luis Paulo Correa da Rocha | PSDB | RJ | Deputado estadual |
Luiz Carlos Hauly | PSDB | PR | Deputado federal |
Luiz Paulo Veloso Lucas | PSDB | ES | Ex-deputado federal e ex-prefeito de Vitória (ES) |
Marconi Perillo | PSDB | GO | Governador de Goiás |
Mendes Thame | PSDB | SP | Deputado federal |
Nelson Marquezan Jr. | PSDB | RS | Deputado federal |
Otávio Leite | PSDB | RJ | Deputado federal |
Pablito | PSDB | MG | Vereador em Belo Horizonte (MG) |
Paulo Abi-Ackel | PSDB | MG | Deputado federal |
Paulo Barbosa | PSDB | SP | Prefeito de Santos (SP) |
Paulo Câmara | PSDB | BA | Vereador em Salvador (BA), onde preside a Câmara Municipal |
Reinaldo Azambuja | PSDB | MS | Governador de Mato Grosso do Sul |
Rita Camata | PSDB | ES | Ex-deputada federal |
Roberto Carlos de Souza | PSDB | SC | Prefeito de Navegantes (SC) |
Rogério Marinho | PSDB | RN | Deputado federal |
Romero Rodrigues | PSDB | PB | Prefeito de Campina Grande (PB) |
Rui Palmeira | PSDB | AL | Prefeito de Maceió (AL) |
Tarsila Crusius | PSDB | RS | Candidata a vereadora em Porto Alegre, filha da ex-governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) |
Theotônio Vilella | PSDB | AL | Ex-governador de Alagoas |
Wambert Di Lorenzo | PSDB | RS | Candidato a prefeito em Porto Alegre (RS) |
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Aécio Neves pediu para Marcelo Odebrecht dar R$ 1.000.000,00 a Agripino Maia, Sergio Moro vai investigar?
Da delação de Claudio Melo Filho, da Odebrecht:
Tenho relação profissional há cerca de 05 anos com o Senador José Agripino, que sempre se referiu a companhia com muita cordialidade, fazendo questão de mencionar a sua relação pessoal com Emílio Odebrecht.
Em uma ou duas oportunidades, durante o ano de 2014, estive reunido com o Senador para tratar sobre a política na Bahia, especialmente em razão da minha amizade com Geddel Vieira Lima e da relação conflituosa que se estabeleceu em decorrência da retomada da candidatura de Paulo Souto, do partido do Senador José Agripino, ao Governo da Bahia.
Além disso, quando a mídia ventilou que, em eventual vitória de Aécio Neves na campanha presidencial de 2014, o Senador José Agripino poderia ser postulante ao cargo de Ministro de Minas e Energia, estive com o parlamentar. O material foi um estudo sobre a problemática da crise energética no Brasil e eu levei este material ao Senador, pedindo a ele que olhasse com carinho, especialmente no que diz respeito aos impactos da energia sobre o Nordeste.
Por ocasião ainda da campanha de 2014, a pedido de Marcelo Odebrecht, comuniquei ao Senador que a companhia iria fazer um pagamento a ele no valor de R$ 1.000.000,00. Destaco que o Senador José Agripino não era candidato a cargo eletivo nas eleições de 2014. Segundo me foi dito por Marcelo Odebrecht, esse valor teria sido solicitado a ele pelo Senador Aécio Neves como uma forma de apoio ao DEM, que era presidido à época pelo Senador José Agripino.
(…)
Fonte DCM
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Sergio Moro e Aecio Neves com Temer e outros Tucanos descontraídos em evento

acima os tucanos Juiz e assistente de acusação do PSDB Sergio Moro(PR) com clima de descontração com quem ele deveria investigar, dando risadinhas com Aecio Neves(MG) e junto com José Serra(SP), Geraldo Alckmin(SP) e o golpista Michel Temer (PMDB/SP)
Por isso que quando Temer, Aecio ou outros tucanos são citados Sergio Moro Para a audiência e o advogado do PSDB Sergio Moro interrompe a testemunha, pelo que parece não tem serviço naquela vara a não ser perseguir o presidente Lula,pois toda semana em um evento tucano , já nos últimos dias esteve com tucanos em Mato Grosso,com o amigo Dòria
Embora tenha sido um dos políticos mais citados nas delações da Lava Jato, o senador Aécio Neves confraternizou, na noite de ontem, com o juiz Sergio Moro; Aécio já foi apontado como responsável por um mensalão em Furnas, como beneficiário de esquemas no Banco Rural e como "o mais chato" cobrador de propinas de uma empreiteira; a foto despertou reações indignadas na esquerda; "Do que riem tanto o 'justiceiro' alçado a 'herói nacional' e o candidato derrotado em 2014 - e recordista em citações na investigação comandada pelo primeiro?", questionou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ); ontem, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgado por Moro, acusou o juiz paranaense de ser um militante do PSDB
Brasil 247 -
Embora tenha sido um dos políticos mais citados nas delações da Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) confraternizou, na noite de ontem, com o juiz Sergio Moro(PSDB/PR).
Aécio já foi apontado como responsável por um mensalão em Furnas, como beneficiário de esquemas no Banco Rural e como "o mais chato" cobrador de propinas de uma empreiteira.
Segundo a delação da empreiteira Odebrecht, ele também recebia recursos por parte de seu marqueteiro Paulo Vasconcelos. De acordo com a delação da OAS, houve também propina de 3% nas obras da Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.
A foto despertou reações. "Do que riem tanto o 'justiceiro' alçado a 'herói nacional' e o candidato derrotado em 2014 - e recordista em citações na investigação comandada pelo primeiro?", questionou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ). A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que a foto explica por que tucanos não são punidos na Lava Jato. Segundo Carina Vitral, presidente da União Nacional dos Estudantes, a imagem vale por mil palavras.
Ontem, presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que será julgado por Moro, acusou o juiz paranaense de ser um militante do PSDB (leia aqui).cado por procuradores da Lava Jato
Mais fotos de Moro e Aecio Neves
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Agora se exibindo para a Globo a qual prestou grandes serviços criminalizando o PT e poupando o PSDB |
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sábado, 9 de abril de 2016
PSDB recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Gutierrez,imprensa esconde

O Jornal Golpista Nacional da Rede Golpista Globo, gastou 15 minutos falando das doações, dando a entender que apenas o...
Publicado por O Leão da esquerda em Quinta, 7 de abril de 2016
A TV Brasil, em menos de 3 MINUTOS, acabou com o argumento golpista da mídia manipuladora.
Veja neste vídeo.
Assista a TV Brasil pela Web --> http://
Vejam o gráfico das doações e Partidos
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