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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Aécio Neves nomeou presidente da Vale! Explicado o motivo dos 3 anos sem julgamento do caso de Mariana pela Justiça

DCM: Mineirinho acertou diretoria com Joesley!
Aécio Neves  nomeou presidente da Vale! Explicado o motivo da demora da Justiça Federal em julgar o caso de Mariana

Via DCM:
Matéria do Globo de maio de 2017 falava sobre a indicação do atual presidente da Vale, Fabio Schvartsman, por Aécio Neves:
Na conversa com Joesley Batista no Hotel Unique, em São Paulo, no dia 24 de março, Aécio Neves lhe ofereceu a possibilidade de nomear um diretor da Vale. Foi nessa mesma conversa que Aécio pediu R$ 2 milhões para, supostamente, pagar honorários advocatícios.
Este trecho da gravação feita por Joesley rebate frontalmente o que Aécio disse ontem à noite: que sua relação com o dono da JBS era meramente de amizade, sem envolver nenhum tipo de contrapartida.
Ora, embora a Vale seja uma empresa privada, o tipo de acesso que Aécio vende ali só lhe era possível devido à sua influência no governo Temer e o devido poder do governo sobre a formação da diretoria da Vale.
Os dois começam a falar na Vale quando Joesley, que gravava toda a conversa, diz a Aécio que gostaria que o novo presidente da empresa fosse Aldemir Bendine, ex-presidente do Banco do Brasil, da Petrobras e enroladíssimo na Lava-Jato.
Aécio disse que não poderia fazê-lo, mas tranquiliza Joesley. Contou que ele já havia indicado o novo presidente da Vale e que o nome de seu candidato seria conhecido em breve por Joesley.
Revelou, em seguida, que havia colocado o nome de seu indicado como um dos três da empresa de headhunters contratada pela Vale para fazer a escolha. E mais: Joesley poderia escolher qualquer diretoria da empresa para fazer uma nomeação.
Para Joesley, Aécio não falou em nomes. Mas quando, três dias depois dessa conversa gravada por Joesley, Fábio Schvartsman foi anunciado como o novo presidente da Vale, Aécio disse a vários interlocutores que o executivo foi indicado por ele. 


quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Luciana enfrenta Aécio e denuncia corrupção do PSDB e sobra para Marina e Dilma (Debate CNBB)

Luciana Genro enfrenta Aécio e denuncia corrupção dos governos do PSDB no debate dos presidenciáveis organizado pela CNBB.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Aécio Neves propõe “Petrobras independente”. Ou seria uma privatização disfarçada?


Senador Aécio Neves vai propor "Petrobras independente" sob a alegação de “salvar a estatal de petróleo da ingerência dos políticos e da incompetência administrativa”; Relatório Reservado, um boletim destinado ao mundo das finanças e dos negócios, informa nesta terça (6) que mote servirá à campanha para todas as manchas que a oposição, da noite para o dia, passou a enxergar na estatal; cópia do antigo sonho neoliberal de tornar o Banco Central do Brasil “independente”, como querem os EUA, Aécio defende que a Petrobras sirva somente aos interesses dos mais ricos e dos sócios privados, ou seja, o tucano quer que a estatal seja “independente” do povo e das políticas públicas; isto é privatização dos resultados ou não?
Senador Aécio Neves vai propor “Petrobras independente” sob a alegação de “salvar a estatal de petróleo da ingerência dos políticos e da incompetência administrativa”; Relatório Reservado, um boletim destinado ao mundo das finanças e dos negócios, informa nesta terça (6) que mote servirá à campanha para todas as manchas que a oposição, da noite para o dia, passou a enxergar na estatal; cópia do antigo sonho neoliberal de tornar o Banco Central do Brasil “independente”, como querem os EUA, Aécio defende que a Petrobras sirva somente aos interesses dos mais ricos e dos sócios privados, ou seja, o tucano quer que a estatal seja “independente” do povo e das políticas públicas; isto é privatização dos resultados ou não?
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato a presidente da República, vai propor nos próximos a bandeira “Petrobras independente” para “salvar a estatal de petróleo da ingerência dos políticos e da incompetência administrativa”. É o que informa o boletim Relatório Reservado desta terça-feira (6). O comunicado dirigido ao mundo dos negócios e finanças usa marcações fortes contra o PT e a companhia de energia tais como “aparelhamento partidário”, “interferências políticas”, “os desmandos administrativos”, “corrupção generalizada”.
Relatório Reservado crava já no título que “Aécio descobre seu pré-sal eleitoral” e aponta o mote “Petrobras independente” como elixir para todas as manchas que a oposição, da noite para o dia, passou a enxergar na pele da estatal.
Na prática, Aécio defende que a Petrobras sirva somente aos interesses dos mais ricos e dos sócios privados. O tucano tem ojeriza ao fato de a estatal investir sua energia em programas sociais. Para essa turma, o ideal seria privatizar a companhia, mas falta-lhe coragem para dizer isso abertamente. A “nova” proposta do presidenciável do PSDB é uma cópia do receituário neoliberal que também luta pela “independência” do Banco Central do Brasil. Os Estados Unidos apoiam essa ideia.
Leia a íntegra do comunicado do Relatório Reservado:
Aécio descobre seu pré-sal eleitoral
A exploração política da Petrobras promete ir muito além do pré-sal eleitoral. O candidato Aécio Neves pretende colocar no seu balaio de campanha a promessa de gestão autônoma da estatal. A proposta da “Petrobras independente” será embalada e vendida como a cura para todos os males que assolam a companhia. A medida, portanto, seria um elixir contra o “aparelhamento partidário”, as “interferências políticas”, “os desmandos administrativos”, a “corrupção generalizada” e todas as demais manchas que a oposição, da noite para o dia, passou a enxergar na pele da estatal.
Ao lado da bandeira da autonomia administrativa da Petrobras, Aécio Neves vai lançar outra promessa de campanha: a fixação de regras para a correção periódica dos preços dos combustíveis. Exequível ou não – e quem se importa com isso? –, a proposta permitirá a Aécio levantar a bola para si próprio. O candidato do PSDB pretende bater forte na defasagem dos preços dos derivados de petróleo e seu impacto sobre a estatal, apontando para fatos que atestariam os danos causados pelo governo do PT. Um deles seria a desvalorização das ações, que custou à petroleira a queda do 12º posto para o 120º lugar no ranking das maiores empresas dos países emergentes.
A natureza não foi tão perfeita assim com tucanos e congêneres. O mal das aves é que as penas ficam expostas. Ciente dos próximos passos de Aécio Neves, o governo já prepara uma contraofensiva. A intenção do PT é mostrar que por trás das propostas de Aécio esconde-se uma privatização disfarçada da Petrobras, que traria a reboque todos os procedimentos e práticas que durante a gestão de FHC receberam a alcunha de “privataria”. Em tempo: são os peixes e não os pássaros que morrem pela boca, mas ontem, em São Paulo, o candidato tucano talvez tenha falado mais do que deveria. Ao soltar o comentário “Meu Deus, quem disse que nós vamos privatizar a Petrobras? Nós vamos é reestatizá-la”, mais pareceu um menino preocupado em mostrar que não estava com a mão amarela.
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terça-feira, 8 de abril de 2014

Aécio em outro escândalo: Minas em vez de receber, paga para "privatizar" o Mineirão

Foto à esquerda: Aécio em evento esportivo com Eduardo Azeredo (do mensalão mineiro), e do senador aliado Zezé Perrella (do helicóptero). Foto à direita com o ex-cartola Ricardo Teixeira.
Foto à esquerda: Aécio em evento esportivo com Eduardo Azeredo (do mensalão Tucano), e do senador aliado Zezé Perrella (do helicóptero). Foto à direita com o ex-cartola Ricardo Teixeira.
Cadê o Ministério Público Mineiro?

O governo tucano de Minas fez um contrato no estilo privataria tucana para exploração do estádio do Mineirão. É de mãe para filho para o Consórcio Minas-Arena.

Se a empresa não tiver o lucro mínimo esperado de R$ 3,7 milhões por mês, o dinheiro público de Minas cobre.

Só em 2013, a tucanada mineira já pagou com o dinheiro público dos mineiros R$ 44 milhões para garantir o lucro do consórcio Minas-Arena. Pelo contrato, mesmo se não dinamizar o uso do estádio, o governo de Minas paga uma generosa bolsa.

O consórcio Minas-Arena é constituído pelas felizardas empreiteiras Egesa, Construcap e Hap Engenharia.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Aécio a tucanos: "somos o partido da privatização"


Tema sempre delicado para o PSDB nas disputas eleitorais, as privatizações estarão presentes no discurso de campanha do senador Aécio Neves, presidenciável do partido; em evento com tucanos na cidade de Franca, em São Paulo, o presidente nacional do partido disse ainda que fará a defesa do legado dos dois governos de FHC; "acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB", afirmou
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidenciável do PSDB, começa a dar pistas de como pretende defender sua candidatura em 2014 e o seu partido, que governou o país entre 1995 e 2002. Em encontro do PSDB em Franca (SP), ele afirmou que a defesa das privatizações e do "legado" do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no próximo ano.
Durante o evento, Aécio contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos do PT, do ex-presidente Lula e do atual da presidente Dilma Rousseff. "Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB. Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula", disse.
"[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado", completou Aécio. Na visita a Franca, Aécio estava acompanhado pelo deputado federal Duarte Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).
No 247

sexta-feira, 29 de março de 2013

Aécio Neves chama a cavalaria de Wall Street para socorrer sua candidatura

Aécio Neves chama a cavalaria de Wall Street para socorrer sua candidatura
Junho de 2009 - Aécio, em Wall Street, recebe martelo de leiloeiro, um incentivo para vender a 'Petrobrax'.
O então governador vistou a Bolsa de Nova York,  para participar da festa dos investidores estrangeiros com os lucros recebidos da CEMIG, vindos do aumento da conta de luz paga pelo povo mineiro.
http://www.nyse.com/events/1244628775818.html

Depois de não conseguir a adesão nem da ala serrista do tucanato para sua candidatura presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi buscar reforços nos EUA.

Com articulações de FHC, os tucanos decidem contratar para conselheiro de estratégia política o guru David Axelrod, um ex-alto funcionário da Casa Branca e conselheiro político de Bill Clinton, Obama e outros figurões da política estadunidense.

Com isso, Aécio consolida sua candidatura como subalterna aos EUA, bem ao gosto do tucanato, e apoiada pelos gringos, cuja reciprocidade esperada é a entrega do pré-sal, a retomada do projeto "PetrobraX" de privatização da empresa em fatias, e aumento dos juros pagos aos banqueiros de Wall Street.

Aliás, em junho de 2009, quando ainda era governador de Minas, Aécio esteve na Bolsa de Valores de Nova York, para festejar a entrega dos lucros da CEMIG, do jeito que os investidores estrangeiros gostam, após aumentar a conta de luz da Cemig em seu governo.

Na ocasião, em que ele ainda disputava a pré-candidatura presidencial com Serra para 2010, ganhou de presente um simbólico martelo de leiloeiro. Um recado claro de apoio dos gringos à privataria tucana, de olho grande no pré-sal e na "PetrobraX"

Do blog os Amigos do Lula

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

A história do nióbio de Aécio Neves

ALMG: Audiência Pública vai debater relação CBMM/CODEMIG/NIÓBIO
 

 Esses tucanos malditos só sabem vender o patrimônio Público.

Deputado Rogério Correia pede audiência pública para debater a renovação sem licitação, por 30 anos, do contrato para exploração do Nióbio pela CBMM
 Comissão de Minas e Energia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais deverá, em sua primeira reunião deste ano, decidir sobre o pedido de audiência pública, formulado pelo deputado Rogério Correia (PT), para debater a prorrogação, sem licitação pela CODEMIG, por mais 30 anos, do contrato de arrendamento com a CBMM para exploração da mais valiosa lavra mineral do País e a mais estratégica do planeta.
A renovação ocorreu em 2003 logo após a posse do então governador, hoje senador Aécio Neves. Para se ter ideia do que significou, em matéria de ganho, a renovação para Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), que tem como atividade exclusiva a exploração da mina de Nióbio de Araxá, sem a mina, cessa sua atividade.
Depois da renovação, a empresa vendeu 15% de suas ações por 2 bilhões de dólares, ou seja, levando em conta apenas o valor de suas ações, a empresa valeria hoje 28 bilhões de dólares , valor superior ao que o Estado de Minas Gerais arrecada através de todos os impostos e taxas em um ano.
Esta operação já havia causado desconfiança principalmente nas forças nacionalistas que acompanhavam de perto a movimentação, porque meses depois a CBMM venderia 15% de seu capital a um fundo Coreano, que representa investidores não identificáveis.
“A CBMM tem o capital dividido entre o "Grupo Moreira Sales" e a "Molybdenium Corporation - Molycorp", subsidiária da "Union Oil", por seu turno, empresa do grupo "Occidental Petroleum - Oxxi", muito embora seja fácil deduzir a prevalência do grupo alienígena, pelo histórico do banqueiro Walther Moreira Sales, tradicional "homem de palha" de capitalistas estrangeiros, inclusive de Nelson Aldridge Rockefeller, que tanto se intrometeu na política do Brasil”, afirmou à reportagem do Novojornal o Contra-Almirante Reformado Roberto Gama e Silva.
Acrescentando: “Circula por aí versão segundo a qual só as jazidas de nióbio dos "Seis Lagos" valem em torno de 1 trilhão de dólares. Necessário esclarecer que por sua localização e facilidade de exploração a jazida de Araxá vale muito mais que a “Seis Lagos”.
O Ministério Público mineiro já investigava a renovação sem licitação do arrendamento celebrado pela CODEMIG, porém, fatos recentes noticiados por Novojornal, através da matéria “CBMM vende à estatal japonesa poder de veto sobre o Nióbio”, comprovam também a prática de crime contra a soberania nacional. Trata-se da venda de mais 15% das ações da CBMM, dando poder de veto a uma empresa estatal japonesa.
Novojornal noticiou ainda que tais vendas ocorreram em função do quadro beligerante entre Aécio Neves e Oswaldo Borges da Costa, presidente da CODEMIG, dando início à divisão do que avaliam ser uma fortuna incalculável conseguida e a conseguir através da diferença entre a venda subfaturada e o valor real no exterior do Nióbo.
O Nióbio, riqueza que poderia significar a redenção da economia mineira e nacional, foi entregue, através de operação bilionária e ilegal, a empresa estatal japonesa, Japan Oil, Gas and Metals National Corporation, em parceria com um fundo de investimento que representa os interesses da China.
Este é o final de um ruidoso conflito instalado no centro do Poder de Minas Gerais que vem sendo, nos últimos dois anos, de maneira omissa e silenciosa, testemunhado pelo governador Antônio Anastásia.
Desde 2003 o então governador e atual senador Aécio Neves entregou a condução das principais decisões e atividades econômicas do Estado de Minas a Oswaldo Borges da Costa, que assumiu a função estratégica de presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (CODEMIG), criando um governo paralelo.
Por trás deste cenário artificial operou um esquema de corrupção, que contou com a cumplicidade até mesmo da Procuradoria Geral de Justiça, que impedia a atuação do Ministério Público Estadual, à imprensa mineira jamais foi permitido tocar neste assunto.
Na audiência pública está previsto o comparecimento dos maiores especialistas do setor principalmente os ligados as Forças Armadas que veem promovendo gestões para federalizar, a exemplo da Petrobras, a exploração de Nióbio. Relatórios confidenciais da Abim e da área de inteligência do Exército demonstram como operou o esquema criminoso de subfaturamento montado pela CODEMIG/ CBMM, através da Cia de Pirocloro de Araxá.
A assessoria de imprensa da CBMM, da CODEMIG, do senador Aécio Neves e do Governo de Minas Gerais foram procuradas e não quiseram comentar o assunto.
Documentos que fundamentaram a matéria
Fonte:Novo Jornal  via terror do Nordeste

sábado, 26 de janeiro de 2013

Boicote tucano a redução nas contas de luz faz cair máscara do 'choque de gestão'


Boicote tucano a redução nas contas de luz faz cair máscara do 'choque de gestão'

Enquanto Dilma tenta garantir aumento da produção industrial, os governos estaduais do PSDB parecem trabalhar para garantir lucros maiores aos acionistas (Foto: Rubens Chaves/Folhapress)
O anúncio feito pela presidenta Dilma Rousseff de que as tarifas de energia elétrica terão redução acima do prometido em setembro passado(Veja o pronunciamento CLICANDO AQUI), foi um novo balde de água fria nas pretensões dos que criticam a renegociação dos contratos das concessionárias e a exigência de novos investimentos em infraestrutura. 
A redução do custo da eletricidade entrará em vigor hoje (24), anunciou à noite a presidenta em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão. Para os consumidores residenciais, o corte será de 18,5%, acima dos 16,2% estimados em setembro do ano passado, quando foi anunciada a proposta de renovação antecipada das concessões do setor elétrico.
“Neste novo Brasil, aqueles que são sempre do contra estão ficando para trás, pois nosso país avança sem retrocessos, em meio a um mundo cheio de dificuldades. Hoje, podemos ver como erraram feio, no passado, os que não acreditavam que era possível crescer e distribuir renda. Os que pensavam ser impossível que dezenas de milhões de pessoas saíssem da miséria. Os que não acreditavam que o Brasil virasse um país de classe média”, disse. 
Para as indústrias, o corte será de até 32%, superando os 28% projetados anteriormente. A diminuição do custo da energia será possível com a renovação antecipada e onerosa de concessões elétricas que venceriam de 2015 a 2017 e pela redução ou fim de encargos sobre o setor. Além de ampliar a competitividade da indústria nacional e estimular a economia, o corte maior na conta de luz dará um alívio à inflação 
As companhias estaduais em que os governadores são do PSDB,  Cesp (Geraldo Alckmin), Cemig (Aécio Neves e Antonio Anastasia) e Copel (Beto Richa), optaram por não renovar suas concessões de geração.
O PSDB foi fundado em 1988, e no ano seguinte lançou a expressão "choque de capitalismo" como plano de governo. O resultado deste choque não foi muito feliz nos oito anos neoliberais do governo de Fernando Henrique Cardoso. Depois, os governadores tucanos passaram a falar em "choque de gestão", cuja ideia seria um governo que administrasse bem os recursos públicos, com custos menores. Há controvérsias se o discurso batia com a realidade.
Agora a presidenta Dilma Rousseff apresentou um plano de redução nas tarifas de energia elétrica, visando tanto a aumentar a competitividade da indústria e gerar melhores empregos, como a aliviar o bolso do cidadão na conta de luz. O plano é simples: usinas hidrelétricas construídas há muitos anos e que estão com a concessão de sua exploração vencendo puderam renovar mediante redução da tarifa sobre a energia gerada. Isso porque os custos para construção da usina já foram amortizados ao longo dos anos e não justifica mais continuarem embutidos na tarifa. 
A maioria das empresas concessionárias aderiram. Os governadores tucanos que controlam as empresas estaduais detentoras da concessão de algumas destas usinas resolveram boicotar e não aderiram. A decisão tucana serve para beneficiar os lucros dos acionistas, em detrimento da população. 
A situação é análoga à de um cidadão que compra a casa própria financiada em 20 anos. Ele paga o financiamento para cobrir o custo da casa, além dos encargos financeiros. Depois de pagos os 20 anos, seu orçamento familiar fica livre daquela despesa. A antecipação feita por Dilma equivale a quitar com um ou dois anos de antecedência, para ficar livre do custo do financiamento. A decisão dos tucanos equivale a querer impedir a quitação para os banqueiros ganharem mais com o financiamento nas condições antigas. 
Outra alegação desastrada dos tucanos é dizer que, se a tarifa de energia cair, a arrecadação do ICMS dos estados sobre essa energia também cai. Ora, então nenhum ganho sobre preços poderá mais ser repassado à população, sob risco de desequilibrar as contas do governo estadual? Assim, o governador Geraldo Alckmin comprova que aquelas visitas ao chamado "impostômetro" foram mais falsas que uma nota de três reais. Choque de gestão de verdade não seria atrair maior produção industrial, com energia mais barata? É isso que a presidenta Dilma está fazendo.
Brasil Atual

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Aécio Neves fará 'Caravanas da Privataria'

Enquanto o ex-presidente Lula planeja fazer Caravanas da Cidadania no Brasil, para elevar o ativismo político o presidenciável tucano Aécio Neves (PSDDB-MG) fará viagens defendendo a privatização.
Com mandato de parlamentar pago pelo contribuinte, senador viajará fazendo campanha pela Presidência 

Aécio Neves, em vez de exercer seu mandato de senador, pretende viajar pelo Brasil, fazendo conchavos com oligarquias e "resgatando" o programa da Privataria Tucana implementado no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC). Quem paga? O povo que o elegeu para o Senado, já que o senador não abrirá mão de seu salário. Além da imprensa, que dará todo destaque, Aécio terá também espaço nos programas de TV do partido, que serão exibidos em 30 de maio e em 19 de setembro, além dos oito dias de inserções de 5 minutos diários. Como vocês podem notar, a campanha eleitoral 2014 já começou.
O senador tucano será o futuro presidente nacional do PSDB. E já tem agendada, ainda este mês, reunião com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Depois do paulista, Aécio continuará alinhavando ao Sul, ao Norte e ao Nordeste. É objetivo repetir o modelo que o elegeu em 2002 ao governo de Minas, mas, dessa vez, Aécio é o candidato à sucessão de Dilma Rousseff (PT). 
O parlamentar carregará na mala promessas como apoio financeiro dos banqueiros privados, insatisfeitos com Dilma por causa da queda da taxa de juros, e que veem em Aécio a esperança da volta dos juros altos. Carregará também o apoio de investidores internacionais que preferem os brasileiros pagando tarifas altas da conta de luz para remeterem mais lucros para o exterior. Além do apoio das petroleiras internacionais de olho grande no pré-sal e na retomada do projeto de fatiar a Petrobras para vendê-la aos pedaços. Aécio já nomeou o ex-genro de FHC, Zylbersztajn, para a Light, para mantê-lo por perto. 
Além disso, Aécio tem a oferecer às oligarquias políticas encalacradas com operações da Polícia Federal a volta dos anos FHC, com a nomeação de um Geraldo Brindeiro para procurador-geral da República, e "enquadrar" a PF para fazer como nos tempos de FHC, quando faltava até gasolina nas viaturas, para impedir operações que "constrangessem" políticos da base de apoio dos demotucanos, na época. 
Aécio já começou sua caravana da privataria pelo Rio de Janeiro, encontrando-se a equipe econômica de FHC que quebrou o Brasil três vezes. O ex-ministro da Fazenda Pedro Malan e o economista Edmar Bacha, depois de servirem ao banqueiros, com uma política de juros altos, quando estavam no governo, viraram, eles próprios, banqueiros. O ex-ministro Pedro Malan e o economista Edmar Bacha fazem parte do Banco Itaú, que patrocina o Jornal da Globo para William Waack e Sardenberg criticarem a queda na taxa de juros, promovida pela presidenta Dilma.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

REQUIÃO CHAMA AÉCIO ÀS FALAS: PSDB DISTRIBUIU R$ 150 MILHÕES DE LUCRO A MAIS PARA OS ACIONISTAS PRIVADOS SÓ NO PARANÁ

O senador Roberto Requião (PMDB/PR)  mostra em discurso no Senado que a parceria espúria entre mídia e mercado de capitais está mais atuante do que nunca. O pior é que conta com um lobby formado pelo PSDB dentro do Congresso Nacional. Em certo momento cita o nome de Aécio Neves (PSDB/MG) e mostra o que o partido dele está fazendo.

Para o senador, quem se coloca contra essa proposta moderada da presidenta Dilma Rousseff de redução da tarifa de energia está fazendo  única e exclusivamente a defesa dos sócios privados.


Fonte:http://glaucocortez.com/2012/12/20/requiao-chama-aecio-as-falas-psdb-distribuiu-r-150-milhoes-de-lucro-a-mais-para-os-acionistas-privados-so-no-parana/

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Esquema da Lista de Furnas poderia ter migrado. Explicaria Aécio ser contra a conta de luz barata

Deu na Agência Senado:

A Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI), aprovou, nesta quarta-feira (12), requerimento do deputado Jilmar Tatto (PT-SP), líder da Maioria na Câmara dos Deputados, para que o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, seja convidado a prestar esclarecimentos sobre o suposto esquema de corrupção e lavagem de dinheiro para abastecer campanhas políticas do PSDB, no início dos anos 2000, conhecido como “Lista de Furnas”.
Os tolos, a oposição e o PIG vão dizer que o escândalo é antigo, que é retaliação e blá-blá-blá. Será? Independentemente de implicações criminais, o assunto nunca foi explicado, e há um processo em curso no Ministério Público do Rio de Janeiro, porém sem atingir quem tem foro privilegiado (os políticos graúdos). FHC tem mais de 70 anos, idade em que o prazo de prescrição de crimes cai pela metade. Portanto, muito provavelmente, o código penal não o incomodará mais, na maioria dos casos. Poderia falar à nação sobre sua experiência acumulada nesses esquemas, para contribuir com melhorias nos costumes políticos.

Porém, há outro assunto atualíssimo: o que teria a ver a Lista de Furnas com a batalha do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e dos governadores tucanos contra a conta de luz barata?

Vamos supor que houvesse alguma "Lista da Cemig", "Lista da Cesp", "Lista da Copel", já que os tucanos perderam o comando sobre Furnas, mas mantém o comando das empresas dos estados que governam.

Se a conta de luz cai, o povo fica com mais dinheiro no bolso, em vez do dinheiro ir para as empresas. Sobra menos dinheiro para pagar fornecedores, que poderiam financiar campanhas tucanas (pode até ser no caixa 1, mesmo). Tem ou não tem sentido?

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Empresários denunciam Aécio por sabotar redução na conta de luz

Empresários denunciam Aécio neves por sabotar redução na conta de luz
http://www.fiesp.com.br/wp-content/uploads/2012/11/450x275mm.pdf
A FIESP (Federação da Indústrias de São Paulo) finalmente iniciou uma campanha publicitária na imprensa para cobrar de senadores e deputados a aprovação da Medida Provisória da presidenta Dilma para diminuir a conta de luz.

Apesar de não citar nomes, o alvo principal do anúncio tem nome e endereço: o senador Aécio Neves (PSDB/MG). O tucano é o principal lobista contra a redução na conta de luz, porque diminui os lucros distribuídos pela CEMIG aos acionistas privados com quem ele tem o rabo preso por compromissos.

A campanha publicitária iniciou após a presidenta Dilma chamar as falas a FIESP. Os empresários reclamavam que o custo da energia elétrica no Brasil estava prejudicando a competitividade da indústria nacional. Dilma montou o marco regulatório da renovação antecipada da concessão das usinas hidrelétricas que estão vencendo, de forma a reduzir a tarifa. Passou a enfrentar resistência de parlamentares ligados as empresas geradoras de eletricidade, a maioria estatais sob controle de governadores tucanos. Os empresários da indústria, os maiores beneficiados, estavam quietos, diferente do que fizeram na época da CPMF. Com a pressão da Presidenta, se mexeram.
Do Blog Amigos do Lula

sábado, 10 de novembro de 2012

Aecio e eletricas contra a redução da conta da energia elétrica

 Aécio Neves é lobista das elétricas?

Por Altamiro Borges
As poderosas empresas de energia elétrica ganharam um novo aliado na luta contra as medidas do governo para reduzir as contas de luz. Em audiência pública realizada no Senado nesta semana, Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano, criticou a iniciativa da presidenta Dilma. “Cito sempre o ex-governador de Minas e ex-presidente Juscelino Kubitscheck, que dizia que energia cara é aquela que você não tem. E se você retira a capacidade de investimento destas empresas vai faltar energia mais adiante”, afirmou.

Segundo o Valor, o senador do PSDB afirmou que as medidas do governo irão afugentar os investimentos das multinacionais e poderão causar “um colapso no nosso complexo sistema de energia”. Neste sentido, ele defendeu mais tempo para a aprovação da Medida Provisória 579, que prevê mudanças nas regras de concessão do setor. O seu discurso se encaixa perfeitamente no tom terrorista destas empresas nos últimos dias. Até parece coisa de lobista, que recebeu bilionários recursos para as suas campanhas eleitorais.
Ofensiva da mídia privatista
Na mídia “privada” também está em curso uma ofensiva para derrotar a MP 579. Todo dia os jornalões e tevês divulgam matérias contra a redução das tarifas de energia. Multinacionais e “analistas de mercado” são sempre as fontes destas “reporcagens”. A última do noticiário apocalíptico da imprensa é que as empresas do setor elétrico sujeitas à renovação das concessões terão de efetuar baixas contábeis bilionárias, que reduzirão o seu patrimônio líquido e comprometerão a distribuição de dividendos aos acionistas.
Com a retomada do crescimento econômico nos últimos anos, as empresas de energia ganharam fortunas. Os contratos de concessão vencem em 2015 e 2017 e elas, agora, não aceitam rediscutir os seus lucros estratosféricos. Isto explica a fúria das corporações empresariais, que contam com o apoio da mídia “privada” e do senador Aécio Neves. Na defesa do capital, o presidenciável tucano explicita suas posições neoliberais. E ainda tem gente que acredita que ele é um político “moderado”, um “mineiro conciliador”.
do Blog do Miro

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Petrobrax de Aécio Petrobrás, privatização, FHC e Aécio Neves

A Petrobrax de Aécio
Petrobrás, privatização, FHC e Aécio Neves

                              (17/12/2012)
         Tanto empurraram, que ele está indo. Aécio usou o tema “Petrobrás” para sua apologia, ainda subliminar, da privatização da empresa e de seu elogio ao livre mercado.
         Seu texto semanal resgata o pobre método de comparação aleatória de números, tentando demonstrar que a companhia está em grave crise financeira, em face de um suposto aparelhamento partidário nos anos do governo Lula. O mote foi a audiência pública no Senado, na qual a presidenta da empresa, Graça Foster, expôs a situação da estatal. Lógico que Aécio pinçou alguns números e desenha um cenário pessimista.
         Outra versão, a da empresa, traça um quadro distinto. Quem quiser comparar vá ao link  http://www.agenciapetrobras.com.br/materia.asp?id_editoria=8&id_noticia=974628.
         Mas o bacharel Aécio insiste em seu blá-blá-blá. Sua “arte de manipular números” é tosca. Falar de cifras fracionadas (20,1 bilhões) ou números inteiros, mas “exatos” (171 bilhões) é tão velho quanto andar para a frente, como técnica de manipulação.
         Ao final, ele revela o eixo de sua prédica: “O estilo estatizante, intervencionista e populista de governar traz, em sua raiz, o conflito entre a necessidade e a conveniência, com sistemática prevalência do último sobre os interesses do país.”
         Probleminha de lógica formal: falta a ele provar que o tal “estilo estatizante” é contrário aos “interesses do país”. Pois não há estilo estatizante no governo Dilma e os interesses do país, na ótica aeciana, nunca são revelados. Mas nós os revelamos: são os das grandes petrolíferas mundiais, de olho em fatias do mercado que a Petrobrás disputa aqui e no mundo. 
Aécio é a reedição da “Petrobrax”, nome que um “sócio” de FHC, ex-presidente da empresa, queria lhe infringir, como mecanismo de sua venda às gigantes mundiais do setor.
         A ciência econômica de buteco, de nosso trôpego senador, desconhece a retração brutal da economia no mundo, que joga o PIB da China, de 11%, para 7%; que quebrou a Grécia, a Irlanda, a Itália, a Espanha, pressiona a França, a Alemanha e a Inglaterra e que, anos antes, por causa do tal livre mercado, quase levou o planeta à bancarrota com o calote financeiro que explode com a bolha imobiliária dos EUA. E que isso tudo impacta a Petrobrás também.
         Ou seja, as dificuldades da Petrobrás derivam, segunda sua análise, de problemas internos e não da agiotagem financeira internacional e dos mesmos interesses privados que ele tenta representar e defender, ainda que de forma velada.
         Ele omite dados importantes: que a demanda mundial de gasolina cresce em média 15% , e a do Brasil chega a 49%; a de diesel é de 29% internacionalmente e aqui foi a 43%; a produção de petróleo no mundo sobe 12% e do Brasil 73% etc.
         Em se tratando de petróleo, faz-se necessário planejar e investir, pensando em décadas e não em anos. Como FHC apostou na desvalorização da empresa, para sua privatização, o governo Lula teve de cuidar de investimentos estruturais, visando a Petrobrás de 2030. Essa combinação entre curto e longo prazo gera alguns indicadores problemáticos mesmo. Aécio, no entanto, escolhe o curto prazo para sua pregação religiosa da lógica privatista.
         Como um boneco de ventríloquo dos tais “mercados”, seu ghost writer lhe despeja um texto completamente irresponsável, sem a comparação das devidas grandezas e a segmentação de dados de curtíssimo prazo.
         A dita “grande” imprensa há muito tenta desqualificar a empresa, fazendo questionamentos de encomenda, oriundos das concorrentes mundiais da Petrobrás. O blog “Fatos e Dados” os responde um a um ( http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/ ). O textículo do nosso senador parisiense é uma cópia mal feita de tais tentativas.
Anexo: artigo Aécio - 17 setembro.doc
Fonte Minas sem censura

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Entenda a Privatização Tucana

amaury privataria tucana fhc serra aecio
do Minas sem censura
O que é e que não é o livro de Ribeiro Jr.?
Há grandes expectativas no ar. Lançado em entrevista coletiva, dada a um seleto grupo de blogueiros "sujos" (apelido posto por Serra a quem dele discordava, na blogosfera em 2010), o livro de Amaury Ribeiro Jr., "A Privataria Tucana", Geração Editorial, criou muitas especulações e merece ser, antecipadamente, definido naquilo que é e que não é. 

O Minas Sem  Censura esteve presente, com muita honra, a esse momento histórico do  jornalismo investigativo brasileiro, junto com os jornalistas/blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Conceição Lemes e Luiz Carlos Azenha (Viomundo), Fernando Brito (Tijolaço), Luis Nassif (Blog do Nassif), Renato Rovai (Blog do Rovai) e Escrevinhador (Rodrigo Vianna). 

Juntos com centenas de blogueir@s e twiteir@s como PHA, Stanley Burburinho, Beto Mafra, Zé de Abreu, dentre tantos que fazem a mídia comercial estremecer, e que foram responsáveis pela difusão do lançamento mundo afora e por esgotar a tiragem de 15 mil exemplares num único dia. A mídia comercial,  por sinal,  acompanhou avidamente a Twitcam. Além dela, não foram  poucos os escalados nos palácios governamentais para acompanhar o  evento. Alguns provavelmente dando gargalhadas, outros com justificada  preocupação.

Antes de mais nada, é bom informar: a fama prévia da obra em tela não advém de um plano diabólico dos blogueiros fedorentos e das blogueiras sujas. Não. Foram os inimigos tucanos de Amaury Ribeiro Jr. que o impeliram ao trabalho de consolidar o livro, quando o atacaram na campanha eleitoral do ano passado. E foram seus próprios inimigos que deram notoriedade à obra, antes mesmo que estivesse impressa. Coisas da dialética e do mercado.

Mas, o que "A PRIVATARIA TUCANA" (em caixal alta mesmo) especificamente é?

É a descrição de um dos ramos da "privatização das privatizações" ocorrida em ninho tucano. Ou seja, tivemos as nefastas privatizações de patrimônio público, concretizadas nos anos FHC. Destas, várias subespécies tucanas articularam seus modos de levar vantagem em cada uma delas, certo? A subespécie focada por Ribeiro foi a "serrinus-preciadus" (que inclui a "verônicus" bill gates ), com seus primos "ricardus-sergius" etc. Tal subspécie interagiu tranquilamente com outras: com a "daniel-veronica-dantus", com a "jereissatus" e outras mais. E todas elas, citadas ou não citadas no livro, bicaram o patrimônio público a tal ponto que, como meros indivíduos das várias sub-espécies, sem tradição e sem patrimônio significativo antes das privatizações, tornaram-se milionários da noite para o dia. Vivem seus nababescos estilos de vida, custeados pela drenagem de percentuais significativos de um dos maiores processos de depleção de patrimônio público, ocorridos no auge do tesão neoliberal em todo o planeta.

O livro descreve e documenta - fartamente - os descaminhos da internalização de parte do dinheiro das privatizações, cuja função foi remunerar as quadrilhas de operadores do tempo dos leilões: paraísos fiscais, brechas legais, títulos podres superfaturados, falências fraudulentas, empresas-caixas postais, deságios imorais de dívidas com o Banco do Brasil, tudo isso é encaixado, com maestria, pela letra viva do jornalista mineiro.

Portanto, ainda que bombástico e denso, o livro do Amaury é a história de apenas uma linhagem da subespécie tucana. Falta ainda a "Mendonças-de-barrus", que lidera o que se chamou de núcleo duro do tucanato, sempre sob a batuta de FHC. Onde a subspécie "andrea-aecius" se encaixaria?

domingo, 21 de agosto de 2011

A dívida de Minas:è preciso abrir essa "Caixa preta" aecista

caixa preta de Minas Aecio anastasia azeredo
 texto retirado do Bloco Minas sem censura

Os números da dívida total de Minas não mentem:Nosso estado está limitado,em termos de investimentos,em face de um papagaio que foi escondido do povo mineiro durante 8 anos dos Governos Aecio Neves/Anastasia.
O Bloco Minas sem censura assumiu o compromisso de fazer um debate sério cobre o assunto,e conta com os deputados Carlim Moura e Adelmo Leão para articularem a expansão desse debate.
A Base aecista na ALMG que discutir o tema parcialmente e não o todo.quer apenas negociar indexadores,para que os cofres do estado tenha mais dinheiro.
Ao contrario,o MSC considera fundamental mobilizar os mais amplos setores da sociedade para a busca de uma solução comum:Trabalhadores,empresários,estudiosos ,titulares dos poderes,etc.


Em Busca de um diagnóstico correto


Segundo o deputado carlin Moura,tratar a dívida como mera negociação de índices é um descompromisso com a gravidade do problema.É preciso,segundo Moura,"ficar claro o quanto essa dívida está nas mãos do setor financeiro privado,via títulos emitidos passados,até porque o dinheiro recolhido pela União não cai em seu caixa."
A timidez com que a base aecista trata esse tema é justificável:essa mosntruosa dívida foi herança de um acordo assinado pelo então governador Eduardo Azeredo(PSDB-MG) e Fernando Henrique Cardoso.Logo,essa dívida tem DNA.
Mas a situação é mais grave ainda.Não se pode exigir do governo Dilma um simples ato de revisão da dívida,como se o governo federal fosse o beneficiário.
Não é verdade.Parte significativa desses recursos caem nos cofres dos bancos privados,que sempre ficam isentos da referência crítica sobre os próprios danos dessa dívida.
É preciso decompor essa dívida que chegou em 2010 a R$ 63.000.000,00 (63 milhões de reais),excluídas dai as operações efetivadas por Aecio Neves e outras dívidas do estado com a CEMIG.
segundo Adelmo Leão"se não bastasse essa mosntruosa dívida herdada por um acordo nada republicano,ainda temos outras operações de créditos realizadas  pelos Governos Aécio/Anastasia,além de outro débito misterioso:O Estado com a CEMIG.


Um pequeno Exemplo


Algo que já foi objeto de CPI na ALMG precisa ser resgatado,Trata-se da suspeita de operação de saneamento dos bancos estaduais e sua posterior privatização.Como se sabe,FHC"flexibilizou"  a tomada de empréstimos pelos estados,para que seus bancos estaduais fossem saneados e vendidos,a preço de banana,ao setor privado.
O caso BEMGE é emblemático.Azeredo contraiu cerca de R$1.600.000,00 (1,6 bilhão de reais) para tornar o BEMGE atrativo para a compra por bancos privados,mas o vendeu pela bagatela de 580 milhões de reais(cerca de 1 Bilhão de prejuízo ao Estado,pago pelos contribuintes),além de assumir pendências previdênciárias da instituição,há fatos problemáticos que merecem ser trazidos à baila,pois o empréstimo,estranhamente,facilitou a que sócios minoritários fossem bem remunerados em todo o processo.O que possibilitou inclusive generosas contribuições à tentativa de releição de Azeredo em 1998.


A solução para essa dívida deve sair das ruas


O Bloco Minas sem censura não vai inventar a roda.Vamos engrossar  as fileiras do movimento social que exige uma "Auditoria Cidadã da dívida".Afinal,quem paga essa dívida é o povo.É preciso pois discutir três coisas:
1)A composição dos valores devidos,suas origens e estravagâncias;
2) A repactuação dos índices,mas com compromisso de investimento direto em Minas,nas áreas de maior demanda(e não encher os cofres do estado);
3)Uma renegociação que envolva,inclusive,os credores privados,no sistema financeiro, para que os mesmoS participem do esforço de superação do problema.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

CEMIG: de bueiros e maracutaias de Aecio Neves

CEMIG: de bueiros e maracutaias
Bueiros explodindo no Rio de Janeiro e Minas Gerais e as relações esquisitas entre CEMIG, Andrade Gutierrez e Light tem tudo a ver.
Aliás, quedas de energia, diminuição de podas de árvores, falta de manutenção da rede aérea, da subterrânea, aumento dos acidentes com a terceirização, são manifestações de um processo perverso de privatização das Centrais Elétricas de Minas Gerais.
Empresas privatizadas a preço de banana, na década de 1990, sobretudo as de energia elétrica são a prova cabal de que a verdadeira história de todo aquele processo ainda está por ser desvendada.
Vamos relatar aqui um aspecto desse lamaçal.
Com Itamar Franco: sócios privados são enquadrados.
O então governador Itamar Franco, apoiado pela maioria da ALMG, peitou os privilégios dos sócios privados e minoritários da CEMIG, a partir de 1999, colocando a AES no seu devido lugar.
Essa empresa norte americana, que mais tarde daria um calote no BNDES, na transação da Eletropaulo, acabou dando outro calote na instituição financeira, em mais de 2 bilhões de Reais. A dívida era maior, mas por força de decisão judicial, o que a CEMIG repassava a ela, a partir de 2004, passou a cair direto na conta do BNDES. Por que? Uma das causas foi a interrupção, no governo Itamar, de seus privilégios no recebimento ilegal e imoral de dividendos. Depois uma ação do próprio BNDES.
Até então o estado bancava os “riscos” da privatização, com privilégios inaceitáveis.

Aécio volta com os privilégios?
Desde 2003, sem maiores formalizações e debates públicos, a CEMIG volta a remunerar, com 50% de seu lucro, os ditos sócios minoritários. Ou seja, todo o custo operacional da empresa ficava limitado e espremido por algo atípico: os ganhos dos acionistas pressionavam pela queda na qualidade e na quantidade de investimentos em Minas Gerais, por exemplo, nas redes aéreas e subterrâneas. Os constantes acidentes que vemos hoje decorrem também disso. Em 2004, como já foi dito, os dividendos da AES eram repassados ao BNDES, contra a vontade de Aécio Neves.

A Light, Andrade Gutierrez, AES, CEMIG e Aécio
A compra de participação na Light pela CEMIG é outro capítulo de uma história estranha. Não será ainda motivo de abordagem aqui. Mas se articula com todo um projeto pessoal de poder do então pré-candidato à presidência, Aécio Neves.
Exatamente nesse período, a gigante da construção civil, Andrade Gutierrez – AG -, apresenta uma proposta de “comprar” a dívida da AES com o BNDES.
Pode-se imaginar: eis o capitalismo de risco funcionando.
Mas, não foi bem assim. A dívida de 2,1 bi de Reais não foi paga na totalidade e os papéis lançados pela AG, resgatáveis até 2020, são hoje bancados por um novo acordo de acionistas, que pereniza a distribuição privilegiada de dividendos para a maior sócia minoritária da CEMIG: a AG que detém 33% das ações da estatal mineira. E que teria poder de veto sobre uma série de decisões estratégicas da empresa.

De explosões em redes subterrâneas no RJ e MG, de Lights, AGs e maracutaias
O deputado Rogério Correia, líder do MSC, quer saber o porquê da precária manutenção em redes subterrâneas e aéreas da CEMIG. Mas, intui que o sucateamento operacional que leva a acidentes como o de Bandeira do Sul, a explosões de bueiros e a acidentes graves com trabalhadores terceirizados, tem a ver com os privilégios de sócios minoritários da CEMIG. Aliás, minoritários apenas na formalidade, mas -de fato- mandam na estatal.
Afinal, pagar dividendos que levam quase todo o lucro da empresa implica queda de investimentos em manutenção. Se tudo no universo se relaciona, as transações da CEMIG, AES, AG e Light se relacionam de forma bem mais promíscua.
Correia quer trazer à luz do dia essas maracutaias.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Explosão de bueiros no Rio! O culpado tem nome e endereço: Aécio Neves

explosão de bueiros no rio de janeiro,rj aecio neves

Alô, bloco "Minas sem censura":

A explosão de bueiros no Rio de Janeiro, nas instalações da concessionária de eletricidade Light, tem um responsável político direto: Aécio Neves (PSDB/MG).

Vamos entender o caso:

1996, Maio - Serra privatizou a Light quando conduziu o programa neoliberal de privatização no governo FHC, como ministro do planejamento, alegando que mão invisível do mercado é que tinha dinheiro para investir.

1996 a 2009 - A Light privatizada, sofreu todo tipo de especulação, trocou de mãos diversas vezes depois de privatizada, e deixou de investir na manutenção da rede e na troca de equipamentos antigos, com "prazo de validade" vencido, que estão explodindo em série.

2009, Dezembro - Aécio Neves (PSDB/MG), quando era governador de Minas, recomprou o controle da Light (que pertencia à Andrade Gutierrez), através da CEMIG. Agora ele é o responsável político direto pela lerdeza da empresa em fazer manutenção de equipamentos que colocam a população em risco.

Conclusão: A Andrade Gutierrez e os acionistas anteriores deixaram parte da rede da Light "apodrecer", tirando dividendos da empresa, sem reinvestir o necessário em manutenção. Venderam a empresa "bichada" pelo preço de nova ao então governador mineiro, passando a sucata para a conta do estado (através da CEMIG) pagar o conserto caro que terá que fazer, e que não foi feito em mais de uma década privatizada.

Esse é o choque de gestão demo-tucano. Privatizam os lucros para os magnatas amigos dos bicudos e socializam os prejuízos para o povão pagar a conta.
Fonte:OS Amigos do presidente Lula