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quarta-feira, 24 de maio de 2017
Delator diz que JBS pagou R$ 43 milhões a partidos para apoiarem Aécio Neves em 2014
Delator diz que JBS pagou R$ 43 milhões a partidos para apoiarem Aécio Neves ptb solidariedade DEM PMDB PMN Pt do B PTN PTC PEN PSL PSC PSDC PSDB |
Ao menos 12 partidos políticos receberam dinheiro da JBS em troco de apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB/MG) à Presidência da República, em 2014. A holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista repassou às legendas R$ 43,170 milhões a pedido do então candidato.
A informação consta no acordo de delação premiada do diretor de Relações Institucionais do grupo J&F, Ricardo Suad.
No documento da Procuradoria Geral da República (PGR), Saud diz que “Aécio orientou que a propina fosse distribuída para a compra de partidos políticos que integrassem a coligação (de Aécio) à Presidência da República”.
Assim, atendendo ao pedido do tucano, Saud conta aos procuradores que o PTB foi o que mais recebeu: R$ 20 milhões. Do montante, segundo o delator, R$ 17,950 milhões se referem a doações oficiais aos diretórios dos estados. Os repasses foram feitos entre 23/6/2014 a 14/04/2014. Outros R$ 2,050 milhões em espécie foram entregues a um interlocutor da legenda.
Com R$ 15,270 milhões, o Solidariedade foi o segundo que mais embolsou recursos no esquema. Do total, R$ 11 milhões foram doados oficialmente ao diretório nacional, presidido pelo deputado federal Paulinho da Força.
De acordo com o executivo da JBS, “orientado por Aécio, Paulinho da Força procurou Joesley Batista no antigo escritório da J&F e ajustou os pagamentos”. Assim, Paulinho teria recebido “R$ 4 milhões por meio de liquidação de notas fiscais”. O restante do dinheiro destinado ao Solidariedade foi distribuído para representantes de empresas dos ramos de transporte, material de construção e elétrica.
Para o PMDB, partido que compunha chapa com a então candidata Dilma Rousseff (PT), rival de Aécio, foram R$ 1,5 milhão, em doação oficial em 24/10/2014.
Já o DEM foi destinatário de R$ 2 milhões. Conforme a delação de Ricardo Saud, inicialmente a quantia acordada por Aécio para a direção do partido teria sido de R$ 10 milhões. Mas o tucano mudou de ideia e “autorizou a redistribuição”, o que deixou o representante do DEM “indignado”.
Ao diretório nacional do antigo PTdoB, rebatizado de Avante mas ainda presidido pelo deputado Luis Tibé, foram repassados R$ 1 milhão, em doação oficial em 11/9/2014. Menos de uma semana mais tarde, o PMN foi agraciado com R$ 1,3 milhão, de forma oficial.
PSC, PSL e PEN receberam, respectivamente, R$ 100 mil, R$ 150 mil e R$ 500 mil, todas de forma oficial. Já para o PTC foram dois repasses: R$ 400 mil para o diretório nacional, em doação oficial em 11/9/2014, e R$ 250 mil para o comitê financeiro regional de Minas, também em doação oficial feita quatro dias depois.
O PTN também foi contemplado em dose dupla. Foram R$ 250 mil para o diretório de Minas e R$ 400 mil para o nacional, ambas registradas. Ainda segundo o delator, R$ 50 mil foram doados ao PSDC.
Danilo de Castro
Homem forte nos governos do PSDB em Minas, o ex-deputado Danilo de Castro também foi citado na delação de Ricardo Saud.
Ainda no anexo dedicado a Aécio Neves, o delator contou aos procuradores que Danilo de Castro foi indicado pelo tucano para interceder a favor dos interesses do grupo em Minas.De acordo com Saud, “Aécio prometeu a Joesley Batista” liberar créditos de ICMS de duas empresas do grupo no valor total de R$ 24 milhões.
Segundo o delator, cinco ou quatro reuniões para agilizar a liberação dos recursos foram realizadas entre o executivo e Danilo, “que telefonava para a SEFAZ-MG (Secretaria de Estado de Fazenda de Minas) e pedia a liberação dos créditos”. Apesar das tratativas, os recursos não foram liberados.Leia também: A amizade de Temer com os Batista levou Junior Friboi para o PMDB
Fonte:Dos Amigos do Lula
domingo, 20 de novembro de 2016
Sergio Cabral, que está preso por corrupção, apoiou Aécio em 2014 e o golpe contra Dilma: 'contra a corrupção'

Cabral em ato de apoio a Aécio
http://www.valor.com.br/politica/3590394/psd-do-rio-confirma-apoio-aecio-com-presenca-de-pezao-cabral-e-paes
Revista Valor Econômico, mostra a ida do ex-governador do Rio a evento que oficializava apoio de partidos a Aécio no Rio de Janeiro.
Cabral luta para fortalecer chapa PSDB PMDB no Rio
http://veja.abril.com.br/politica/em-favor-do-aezao-cabral-desiste-do-senado/
Revista VEJA, inimiga histórica do petismo e de Lula, mostra que Cabral desistiu do Senado para fortalecer a chapa “Aézão” que seria aliança entre Aécio e o candidato Pezão do PMDB.
Aliados de Aécio ganham secretarias no governo Cabral
http://www.diariodaregiao.com.br/politica/aliados-de-a%C3%A9cio-assumem-secretarias-no-governo-cabral-1.96930
O movimento estava sendo costurado antes mesmo das eleições de 2014 com aliados próximos de Aécio ocupando secretarias do governo do Rio de Janeiro.
Cabral frustrado porque PMDB todo não seguiu sua orientação
http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/articulado-pelo-pmdb-do-rio-movimento-aezao-desaparece-e-frustra-aecio-2663.html
Outra notícia mostra que Sérgio Cabral e Dornelles ficaram frustrados porque Dilma cresceu na reta final e parte do PMDB resolveu apoia-la e não Aécio como foi a costura de Cabral, Dornelles e Picciani.
Filho de Cabral é Aécio
http://www.brasilnoticia.com.br/politica/filho-de-sergio-cabral-expoe-seu-apoio-a-campanha-de-aecio/18827
Filho de Cabral subiu no palanque com Aécio e seu material de campanha pedia todo apoio a Aécio Neves.
Festa de Casamento de Picciani vira beija mão de Aécio
http://sinfrerj.com.br/festa-de-casamento-de-picciani-vira-beija-mao-aecio-neves-0
Cabral em casamento de Picciani defendeu a aliança com Aécio como um líder a altura do Brasil.
Aécio votou contra convocação de Cabral em CPI
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-30/aecio-ajuda-amigo-cabral-a-ficar-fora-de-cpi-de-cachoeira.html
Aécio votou contra convocação do ex-governador Sérgio Cabral a CPI do Cachoeira, que iria perfazer todas relações de corrupção do lobista com o mundo político.
Cabral comandou mudança do PMDB do Rio em apoio ao Impeachment de Dilma
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2016/03/25/internas_polbraeco,524070/pmdb-do-rio-de-janeiro-antecipa-apoio-ao-impeachment.shtml
Cabral convenceu o PMDB do Rio, junto com Cunha e Dornelles a votarem em massa pelo Golpe parlamentar contra Presidenta Dilma
Fonte:PlantaõBrasil
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domingo, 14 de agosto de 2016
VÍDEO COM REPORTAGENS DA GLOBO DESTACA HIPOCRISIA DE AÉCIO NEVES

Um vídeo feito a partir de reportagens da Globo ressalta a hipocrisia do
senador Aécio Neves (PSDB-MG), que, no julgamento da presidente Dilma
Rousseff, acusada de "pedaladas fiscais", disse que "ninguém pode
cometer crimes impunemente"; confira as acusações contra Aécio, muito
mais graves, na voz de apresentadores da Globo
VÍDEO COM REPORTAGENS DA GLOBO DESTACA HIPOCRISIA DE AÉCIO NEVES (PSDB/MG) from forapsdb on Vimeo.
Caso seja censurado
Minas 247 – Em
seu voto a favor do golpe contra a presidenta Dilma Rousseff, o senador Golpista Aécio Neves (PSDB-MG), que fomentou a crise política ao não aceitar a
derrota eleitoral em 2014, cravou como frase mais marcante que "ninguém
pode cometer crimes impunemente."
Enquanto
Dilma é acusada de "pedaladas fiscais", Aécio Neves foi alvo de várias
delações, como a de comandar um mensalão em Furnas e de cobrar propinas na construção da Cidade Administrativa entre outras
Em
razão disso, o senador foi alvo de um vídeo feito com reportagens da
Globo, em que ele próprio é citado em vários escândalos. Confira:
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato, ex presidente Transpetro""Quem não conhece o esquema do Aécio?"
Audio de Ministro ROMERO JUCÁ ! "Caiu a ficha... por psdbcensuradopeloyoutube
"Caiu a ficha do PSDB", diz Romero Jucá sobre a Operação Lava Jato
Em conversa gravada, ex-presidente da Transpetro diz: "Quem não conhece o esquema do Aécio?"

Na conversa gravada que ocorreu em março deste ano entre o atual
ministro Romero Jucá (PMDB-PR) e o ex-presidente da Transpetro Sérgio
Machado, o então senador peemedebista afirma que "caiu a ficha" de
líderes do PSDB sobre o potencial de danos que a Operação Lava Jato pode
causar em vários partidos. As informações são da Folha de S. Paulo.
"Todo mundo na bandeja para ser comido", diz Jucá.
Na conversa, Sérgio Machado - que foi do PSDB antes de se filiar ao PMDB
- diz que "o primeiro a ser comido vai ser o Aécio [Neves (PSDB-MG)", e
acrescenta: "O Aécio não tem condição, a gente sabe disso, porra. Quem
que não sabe? Quem não conhece o esquema do Aécio? Eu, que participei de
campanha do PSDB...".
"É, a gente viveu tudo", completa Jucá, sem avançar nos detalhes.
De acordo com a reportagem, na gravação, Machado tenta refrescar a
memória de Jucá: "O que que a gente fez junto, Romero, naquela eleição,
para eleger os deputados, para ele [Aécio] ser presidente da Câmara?"
Não houve resposta de Jucá. Aécio presidiu a Câmara dos Deputados entre
2001 e 2002.
Machado prossegue, afirmando que a "situação é grave" porque "eles", em
referência à força tarefa da Lava Jato, "querem pegar todo mundo". Jucá
concorda, ironizando o plano. "Acabar com a classe política para
ressurgir, construir uma nova casta, pura", afirma.
O atual ministro do Planejamento falou ainda sobre as dificuldades que o
PMDB vinha enfrentando para "a solução Michel", que seria a posse do
vice-presidente no lugar de Dilma Rousseff. O único empecilho, segundo
Jucá, era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). "Só Renan
que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel
é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está
morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a
gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel,
vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'",
disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
Machado fala ainda: "O Renan é totalmente 'voador'. Ele ainda não
compreendeu que a saída dele é o Michel e o Eduardo. Na hora que cassar o
Eduardo, que ele tem ódio, o próximo alvo, principal, é ele [Renan].
Então quanto mais vida, sobrevida, tiver o Eduardo, melhor para ele. Ele
não compreendeu isso não".
Jucá então completa, segundo da Folha de S. Paulo: "Tem que ser um boi
de piranha, pegar um cara, e a gente passar e resolver, chegar do outro
lado da margem".
De acordo com a reportagem, o senador também afirmou a Machado que havia
conversado com "generais", os "comandantes militares", e que eles
haviam dado "garantias" ao PMDB a respeito da transição e estavam
"monitorando" o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).
A assessoria de Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que ele "desconhece e
estranha os termos dessa conversa". "Ele foi eleito presidente da Câmara
em 2001 por maioria absoluta dos votos em uma disputa que contou com
outros nove candidatos, tendo sido essa eleição amplamente acompanhada
pela imprensa".
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?

A Presidenta Dilma Rousseff está sofrendo um processo de impeachment por ser acusada de praticar “pedaladas fiscais” por atraso de pagamento a bancos públicos - no caso para garantir garantir às
pessoas mais necessitadas desse país o Plano Safra (2015), o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa
Família (2014) e outros programas sociais , sem que tivesse sido registrado prejuízo para os bancos
ou para o Tesouro.
Já o relator do impeachment, senador Anastasia (PSDB/MG), pupilo de Aécio Neves, quando foi
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Seria Cômico se não fosse golpe!
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Seria Cômico se não fosse golpe!
FONTE: Conversa Afiada via Clickpolítica conforme sugestão do Leitor Abel
Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia do PSDB
O
senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi posto em um dilema ao ser
escolhido relator da comissão de impeachment no Senado. Encarregado de
analisar as acusações que pesam contra a presidente Dilma Rousseff sobre
as chamadas “pedaladas fiscais”, o tucano corre o risco de admitir que
cometeu crime durante o período em que foi governador de Minas Gerais.
Pois, nesse período, praticou atos idênticos aos que constam na peça
acusatória da presidente. Entre 2011 e 2014 foram editados 972 decretos
de suplementação orçamentária.Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia do PSDB
É o que atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Segundo os documentos, mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, o então governador editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias. Exatamente o mesmo expediente adotado pelo governo federal.
Pedaladas gerais
A diferença primordial entre as medidas adotadas pelo governo federal e o Executivo mineiro na gestão de Antonio Anastasia fica por conta dos valores. Enquanto a acusação contra a presidente Dilma Rousseff se refere a seis decretos de 2015 que somam R$ 2,5 bilhões, os de Anastasia somam, em apenas três anos, R$ 63,3 bilhões. Apenas as suplementações orçamentárias que levam em conta o “excesso de arrecadação”, mesmo com o descumprimento das metas fiscais, somaram R$ 6,4 bilhões.
Em 2011, o orçamento previsto era de R$ 44,9 bilhões, com autorização para aumento de gastos até 18,5% a partir de outubro (10% antes disso). Segundo relatório do TCE-MG, neste ano “os créditos suplementares totalizaram, em valores brutos, R$ 18,285 bilhões”. “Desse montante, R$ 6,221 bilhões oneraram o percentual de 18,5%. O restante dos créditos suplementares – R$ 12,063 bilhões – foi aberto para atender os créditos excluídos do percentual autorizado”, acrescenta o documento.
O mesmo ocorre nos anos seguintes. Em 2012, com orçamento previsto de R$ 51,4 bilhões e autorização para suplementações que onerem os gastos em até 10%, o Executivo estadual editou decretos que somam R$ 22,5 bilhões. Valor quase igual aos R$ 22,4 bilhões de 2013, quando foram previstas receitas de R$ 68,1 bilhões – e os mesmos 10% de possibilidade de suplementações que aumentassem gastos.
Vale ressaltar que os limites foram ultrapassados em todos estes anos mesmo com as leis orçamentárias excluindo do aumento de gastos as despesas com pessoal e encargos sociais, dotações referentes ao pagamento da dívida pública, gastos com recursos vinculados e diretamente arrecadados, despesas com precatórios e sentenças judiciais, créditos para reserva de contingência e contrapartidas de convênios e recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.
Apropriação de recursos previdenciários
Enquanto Dilma é acusada de ter atrasado repasses a bancos federais, o governo mineiro, sob a gestão do hoje senador Antonio Anastasia se apropriou definitivamente de recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais. Isto foi feito por meio da Lei Complementar 131, sancionada pelo então governador em 6 de dezembro de 2013.
Por meio do texto, o Executivo extinguiu o superavitário Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e se apropriou dos mais de R$ 3 bilhões que estavam em suas contas.
Os recursos foram usados para integrar o deficitário Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), no qual o governo era obrigado a fazer aportes mensais de R$ 700 milhões. O deficit do Funfip, na ocasião, ultrapassava R$ 8 bilhões.
Investimentos mínimos constitucionais
As “pedaladas” cometidas pelo relator da comissão de impeachment do Senado vão além. Em abril de 2012, o então governador de Minas firmou com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o chamado Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), por meio do qual a corte de contas admitiu que o Executivo aumentasse gradativamente os investimentos em Saúde e Educação, já que não estavam sendo cumpridos os mínimos constitucionais de 12% e 25%, respectivamente.
O acordo levou o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas a entrar, ainda em 2012, com ação na Justiça para anular o TAG. “Importante destacar que, em exercícios anteriores, o mesmo Tribunal de Contas do Estado, nos processos anuais de aprovação de contas de Governadores,
já apontava para a necessidade de cumprimento dos índices constitucionais”, afirma a ação civil pública, citando documentos da corte de contas. “Determinadas despesas, como repasses financeiros para a COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou pagamentos de natureza previdenciária, são comumente relacionados, anualmente, como se fossem gastos com saúde ou educação, respectivamente, gerando inevitável discussão jurídica a respeito de tal possibilidade”, acrescenta o MPE.
Suspeição
O senador Anastasia é membro do partido derrotado nas últimas eleições. Mais que isso, um partido que desde o primeiro momento se mostrou inconformado.
Apenas quatro dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o PSDB solicitou uma auditoria das urnas. Este foi o primeiro ato do PSDB de contestação e inconformidade ao resultado do pleito. Um ano depois o partido admitiu que não houve fraude.
Em dezembro de 2014, a sigla protocolou no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura e da diplomação de Dilma Rousseff e, do seu vice, Michel Temer. Foram além, pediram também que o tribunal diplomasse os candidatos derrotados, Aécio Neves e Aloysio Nunes. Sem sucesso, os derrotados passaram a apostar no quanto pior melhor. Dificultaram o andamento dos trabalho legislativos no Congresso Nacional e, mais tarde, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que não fazia mais parte da base do Governo, membros do partido apoiaram as pautas-bombas de Cunha com o nítido interesse de prejudicar o executivo.
Flávio Henrique Costa Pereira, advogado do PSDB, é um dos que assina o pedido de impeachment com os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, e a advogada Janaina Paschoal.
O PSDB sempre teve posição pública e prévia sobre o processo de impeachment, é adversário declarado da presidenta e tem evidente interesse no desfecho da votação.
Lava jato
Além dos vícios mencionados, há de se levar em conta também o interesse no fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção. O desejo no impeachment da presidenta Dilma também é o desejo, por parte de muitos políticos investigados por corrupção, de que as investigações sejam paralisados e diversos inquéritos sejam arquivados para salvar corruptos e corruptores.
O senador Antonio Anastasia recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Foi dele a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado em 2014, com R$ 18,1 milhões em doações.
A campanha de Anastasia arrecadou R$ 2 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e do banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato. Só o BTG Pactual doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.
Outra coincidência também é que quatro das empreiteiras citadas acima construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais, com o custo de mais de R$ 1 bilhão.
Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação, suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação. A Polícia Federal pediu a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas às construtoras OAS e UTC, mas Zavascki manteve o arquivamento.
Fonte: Pedaladasdoanastasia
Vejam Também : Geraldo Alckmin pedalou mais que Dilma. Existe impeachment na terra dos tucanos? Senador Tucano Cassio Cunha Entrega que FHC fez pedaladas
O Perfil de alguns defensores do Golpe contra Presidenta Dilma
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Tucanos negociam recuo de Delcídio em acusação contra Aécio Neves e querem que senador acuse Dilma
Aécio tenta fazer Delcídio negar denúncias sobre Aécio Neves envolvido na Lava Jato e atacar Dilma
Com o aval do presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), a oposição
decidiu patrocinar a ida na próxima terça-feira, 26, do ex-líder do
governo no Senado Delcídio Amaral (sem partido-MS) ao Conselho de Ética
da Casa para confrontá-lo publicamente em relação às acusações que o
parlamentar fez sobre o principal líder tucano.
A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
A ação dos tucanos foi colocada em prática nesta terça-feira,
19, durante reunião do conselho em que, pela quinta vez, Delcídio se
ausentou para fazer a sua defesa pessoalmente do processo por quebra de
decoro parlamentar. Inicialmente indignados com a sucessão de licenças
médicas, os senadores pretendiam recusar a concessão de novo prazo para
que o ex-petista se defendesse. O jogo virou quando o líder do PSDB,
Cássio Cunha Lima (PB), entrou na reunião para se posicionar a favor de
que Delcídio fosse ouvido.
"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.
A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.
Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.
Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.
Paralisado
Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.
A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.
Aécio foi citado por delatores
O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.
Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A estratégia, que vem sendo negociada nos bastidores entre membros do PSDB e pessoas ligadas a Delcídio, é que o ex-líder do governo recue no colegiado das afirmações feitas por ele em delação premiada contra Aécio e, se possível, aproveitar para que ele faça acusações públicas contra a presidente Dilma Rousseff às vésperas da votação do afastamento dela pelo Senado.
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A manchetinha na uol |
"Ele pode faltar quantas vezes for, não lhe pode ser negado o direito de defesa e de se manifestar", defendeu Cunha Lima. O senador participava da reunião de líderes com Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, para decidir detalhes sobre o processo de impeachment de Dilma, mas, mesmo sendo suplente no conselho, dirigiu-se ao colegiado para fazer a defesa por mais prazo ao acusado.
A manifestação de Cunha Lima causou um efeito manada no restante do conselho. Até mesmo os senadores mais favoráveis à cassação de Delcídio, como Lasier Martins (PDT-RS), recuaram da tentativa de recusar ouvi-lo e resolveram dar mais prazo ao senador. Após a fala de Cunha Lima, o tucano Ataídes Oliveira (TO), que já havia votado contra a concessão de novo prazo a Delcídio, mudou seu voto.
Delcídio foi preso no fim do ano passado sob acusação de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. Posteriormente, ele fez um acordo de delação premiada, implicando Aécio e Dilma, e se livrou da cadeia.
Se não fosse a intervenção de Cunha Lima, o conselho iria dispensar o depoimento de Delcídio e intimar a defesa para alegações finais. Comportamento diferente também foi visto na defesa do senador. Nas reuniões anteriores, os advogados apenas apresentavam licenças médicas e a sugestão de nova data para convocação partia do conselho. Pela primeira vez, a defesa garantiu o interesse do senador em comparecer à comissão já na próxima semana.
Paralisado
Apesar de Delcídio ter direito a se defender no processo, não existe obrigação jurídica para que ele compareça ao Senado pessoalmente, podendo enviar suas considerações por escrito. Ainda assim, o colegiado seguiu concedendo novos prazos e o processo está parado na mesma fase há um mês.
A primeira vez que Delcídio foi convocado para depoimento no conselho foi em 23 de março. Na data, nem ele nem qualquer advogado chegou a comparecer à reunião. Nas três reuniões seguintes, o senador faltou.
Aécio foi citado por delatores
O nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos principais líderes da oposição ao governo Dilma, foi citado durante as investigações da Operação Lava Jato por quatro delatores. O doleiro Alberto Youssef disse ter ouvido do ex-deputado José Janene (que morreu em 2010) que Aécio dividiria a arrecadação de propina de uma diretoria de Furnas com o PP. Em julho de 2015, o operador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, disse - em depoimento ligado à sua delação premiada - ter levado R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio e que o dinheiro seria destinado ao senador do PSDB. Os dois casos foram arquivados pelo ministro do STF Teori Zavascki por insuficiência de informações.
Em fevereiro deste ano, o lobista Fernando Moura, em depoimento ao juiz Sergio Moro, disse ter ouvido relato de uma suposta divisão de propina proveniente da estatal Furnas para Aécio. Em sua delação premiada, o ex-líder do governo no Senado Delcídio Amaral disse que o tucano - na época governador de Minas - atuou para maquiar as contas do Banco Rural durante CPI dos Correios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sábado, 9 de abril de 2016
PSDB recebeu quase o dobro de dinheiro do PT da Andrade Gutierrez,imprensa esconde

O Jornal Golpista Nacional da Rede Golpista Globo, gastou 15 minutos falando das doações, dando a entender que apenas o...
Publicado por O Leão da esquerda em Quinta, 7 de abril de 2016
A TV Brasil, em menos de 3 MINUTOS, acabou com o argumento golpista da mídia manipuladora.
Veja neste vídeo.
Assista a TV Brasil pela Web --> http://
Vejam o gráfico das doações e Partidos
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segunda-feira, 4 de abril de 2016
Delação Canal Porta dos Fundos: vídeo que os golpistas querem apagar de qualquer maneira
O Canal Porta dos Fundos produziu um vídeo interessante como funciona as delações "Imparciais" da Lava Jato, entretanto golpistas querendo censurar o vídeo, assim como Aécio neves adora fazer com vídeos no Youtube.Vejam por segurança mais 3 cópias, Dê like(Gostou) no vídeo e compartilhem o máximo
Vídeo Original antes que seja censurado
Vejam isso ocorrendo na prática quando Sergio Moro e MPF ignoraram denuncias contra Aecio Neves e forçaram o delator a falar de Dirceu
MPF e Sergio Moro ignoram denuncias contra... por psdbcensuradopeloyoutube
Lembrando que o Aecio Neves já usa dessa artifício para alterar o ranking dos vídeos contra ele através de robôs o qual o vídeo foi objeto de censura ,por isso mais um,já que o Youtube adora apagar vídeos contra o PSDB
Delação canal Porta dos Fundos, vejam como é o... por psdbcensuradopeloyoutube Mais um
DELAÇÂO Porta dos Fundos O fim das delações contra PSDB
Video que mostra como funciona as delações contra o PSDB com o "Juiz e polícia Imparciais"O vídeo que a tucanaiada está querendo censurar oPorta dos Fundos copiem o máximo http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/correntes-de-whatsapp-ensinam-a-negativar-video-do-porta-dos-fundos-sobre-delacoes-da-lava-jato/credito https://www.youtube.com/watch?v=m92wwsCxk7k e https://www.facebook.com/jornalistasoninhacorrea/videos/1113677272005335/
Publicado por Fora Aécio Neves em Segunda, 4 de abril de 2016
Delação Porta dos Fundos, vejam como é o fim das delações contra o PSDB from forapsdb on Vimeo.
Outro por garantia
Entendendo a delação premiada, em tempos de polícia federal e juiz "isentos, neutros e imparciais" (sic)...Curta minha página no facebook: http://facebook.com/jornalistasoninhacorrea
Posted by Soninha Corrêa on Saturday, April 2, 2016
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domingo, 19 de abril de 2015
O Perfil dos defensores do impeachment da Presidenta Dilma
Líderes de oposição receberam agitadores de protestos anti-governo para condenar a corrupção. Mas a ficha dos que esbravejam contra a ilegalidade e a falta de ética na política é intriganteJornal GGN – Lideranças de partidos de oposição ao governo receberam, na quarta-feira (15), alguns dos agitadores dos protestos dos dias 15 de março e 12 de abril - entre eles, Rogério Chequer, do Vem Pra Rua. Durante o encontro, figurões como Agripino Maia (DEM), Ronaldo Caiado (DEM), Mendonça Filho (DEM), Paulinho da Força (SD), Aécio Neves (PSDB) e Roberto Freire (PPS) tiveram a oportunidade de esbravejar contra os casos de corrupção que desgastam o PT e a gestão Dilma Rousseff.
Chama atenção, entretanto, a ficha dos defensores da ética e do combate indiscriminado à corrupção. Associação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, prisão por fraudes e desvios em grandes obras, contas em paraísos fiscais em nome de familiares, recebimento de propina, recursos de campanha questionados na Justiça e até falsificação de documentos para criação de partido fazem parte do histórico de acusações e dos relacionamentos intrigantes que envolvem as estrelas políticas do encontro em tela.
O GGN fez uma breve seleção:
1 - Aécio Neves (PSDB)
O neto de Tancredo Neves que construiu um aeroporto de R$ 14 milhões no terreno do tio-avô já foi questionado na Justiça sobre o paradeiro de mais de R$ 4 bilhões que deveriam ter sido injetados na saúde de Minas Gerais. O caso Copasa contra o ex-governador foi engavetado, por manobras jurídicas. Destino semelhante tiveram as menções a Aécio na Lava Jato. O tucano foi citado por Alberto Youssef como beneficiário de propina paga com recursos de Furnas. Para o procurador-geral da República, isso não sustenta um inquérito. Rodrigo Janot também cuida de outro escândalo que leva a Aécio, sob a palavra-chave Liechtenstein (um principado ao lado da Suíça). Investigando caso de lavagem de dinheiro, procuradores do Rio de Janeiro chegaram a uma holding que estava em nome da mãe, irmã, ex-mulher e filha do tucano. Esse inquérito está parado desde 2010 - época em que Roberto Gurgel era o PGR.
2- Agripino Maia (DEM)
Presidente do DEM, Agripino Maia foi dono das expressões mais sugestivas de defesa da luta contra a corrupção. "Chegou a hora de colocar o impeachment [de Dilma Rousseff]", disse no encontro com os manifestantes anti-governo. O senador tem em seu currículo a acusação de receber R$ 1 milhão em propina, em um esquema que envolvia a inspeção de veículos no Rio Grande do Norte, entre 2008 e 2011. Coordenador da campanha presidencial de Aécio, o democrata, em 2014, teve seu caso arquivado no MPF pelo ex-procurador-geral da República Roberto Gurgel. Mas foi reaberto há sete meses por Janot, e agora está sendo investigado no Supremo Tribunal Federal (STF).
3- Ronaldo Caiado (DEM)
O senador Ronaldo Caiado (DEM) é associado ao bicheiro Carlinhos Cachoeira por supostamente ter recebido verba ilícita nas campanhas de 2002, 2006 e 2010. Cachoeira foi denunciado por tráfico de influência e negociava propinas para arrecadar fundos para disputas eleitorais. O bicheiro foi preso em 2012 por operação da Polícia Federal que desbaratou esquema de adulteração de máquinas caça-níquel. Caiado foi citado nesse contexto, recentemente, por Demóstenes Torres. Ele teria participado de negociação entre Cachoeira e um delegado aposentado que queria ampliar esquemas de jogo ilegal. Até familiar do democrata já foi alvo de denúncia. O pecuarista Antônio Ramos Caiado, tio de Caiado, está na lista suja do trabalho escravo.
4- Roberto Freire (PPS)
Uma das principais acusações que pesam contra o presidente nacional popular-socialista é de envolvimento com o Mensalão do DEM. A diretora comercial da empresa Uni Repro Serviços Tecnológicos, Nerci Soares Bussamra, relatou que o partido praticava chantagem e pedia propina para manter um contrato de R$ 19 milhões com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, comandada pelo deputado Augusto Carvalho. Freire teria sido beneficiado no esquema.
5- Paulinho da Força (SD)
O presidente do Solidariedade, segundo autoridades policiais, participou de esquema de desvio de recursos do BNDES. Um inquérito foi aberto no STF para investigar o caso. Em 2014, a Polícia Federal também indiciou a sogra e outras duas pessoas ligadas ao deputado federal sob suspeita de falsificarem assinaturas para a criação do Solidariedade. Gilmar Mendes conduzirá, ainda, a apuração em torno da suposta comercialização de cartas sindicais (uma espécie de autorizações do Ministério do Trabalho para a criação de sindicatos) por Paulinho, dirigente da Força Sindical. Consta nos registros que cada carta era vendida por R$ 150 mil.
6- Mendonça Filho (DEM)
Em fevereiro de 2014, Mendonça se envolveu em uma polêmica por querer indicar deputado acusado de duplo homicídio pelo Supremo Tribunal Federal para presidir a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Julio Campos (DEM), ex-governador do Mato Grosso, afirmou que Mendonça teria dito que a indicação era uma "homenagem". O deputado federal de Pernambuco já foi preso pela Justiça eleitoral sob acusação de fazer carreata no dia de votação, mas o STF decidiu que não houve crime eleitoral. Um documento da Operação Castelo de Areia citava contribuição suspeita de R$ 100 mil da Camargo Correa a Mendonça, para sua tentativa de ser prefeito do Recife. Ele admitiu que recebeu R$ 300 mil da empresa, mas alega que foram doações dentro das conformidades.
7- Carlos Sampaio (PSDB)
O deputado mais votado da região de Campinas (SP) recebeu R$ 250 mil de uma empreiteira envolvida no esquema de corrupção da Petrobras investigado na Operação Lava Jato. Sua última campanha arrecadou, oficialmente, R$ 3 milhões. Não há comprovação sobre a lisura da doação. Sampaio, coordenador jurídico do PSDB e autor do pedido para que Aécio fosse empossado no lugar de Dilma Rousseff, teve reprovada a sua prestação de contas referente às eleições para a Assembleia de São Paulo, em 1998, e às eleições municipais de Campinas, em 2008.
8- Luiz Penna (PV)
O presidente do PV também aparece um tanto escondido na fotografia.
Irregularidades já remetidas à prestações de contas do partido incluem
seu nome. Em 2006, por exemplo, boa parte dos R$ 37,8 mil gastos em
passagens aéres e R$ 76,8 mil com diárias de campanhas eleitorais foram atribuídos a José Luis Penna.
Na época, servidores do TSE apontaram ausência de documentos que
comprovassem os gastos e uso de notas frias, indicando empresas
fantasmas que teriam prestado os serviços. O corpo técnico do Tribunal
sugeriu a rejeição das contas do partido de 2004, 2005 e 2006. O
deputado federal respondeu a dois processos judiciais, um pelo TRE-SP, rejeitando a sua prestação de contas à eleição de 2006, e outra pelo TSE reprovando as contas do PV de 2004.
O hoje senador já foi preso pela Polícia Federal em 2004, na Operação Pororoca, por fraude em licitações de grandes obras realizadas no Amapá. Foi acusado de corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, tráfico de influência, peculato, prevaricação, usurpação de função pública e inserção de dados falsos em sistema de informações.
10- Antonio Imbassahy (PSDB)
O deputado federal tucano era prefeito de Salvador em 1999, quando contratos suspeitos foram assinados com as empresas Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Siemens, que formavam o consórcio responsável pelo metrô da capital baiana. O Ministério Público Federal investiga o superfaturamento nas obras, que gira em torno de R$ 166 milhões. Até agora, dois gestores indicados por Imbassahy à época e duas empresas foram indiciadas. O tucano é o vice-presidente da CPI da Petrobras, que investiga desvios de verbas da estatal, onde diretores da Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa também aparecem como réus. Imbassahy foi acusado pelo PT de se aproveitar do posto na CPI para pedir documentos à Petrobras e vazar para a imprensa.
11- Beto Albuquerque (PSB)
Ex-colaborador do governo Tarso Genro (PT) no Rio Grande do Sul, Beto Albuquerque (PSB) foi envolvido na intriga que rendeu a queda do então diretor-geral do Departamento de Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) José Francisco Thormann. Thormann se antecipou a uma demissão após a imprensa local ter revelado que ele viajou à Suiça às custas de uma empresa privada subcontratada para fazer obras no Estado. Em nota de defesa, Thormann afastou suspeitas sobre o fato, e revelou que Beto Albuquerque, quando secretário de Infraestrutura do Estado, também fez viagens ao exterior bancadas por empresas que detinham contratos com o poder público. Quando a notícia surgiu, Beto já não era secretário - tinha deixado a gestão petista para reforçar a bancada do PSB na Câmara Federal.
segunda-feira, 16 de março de 2015
Agnaldo Timóteo chama Aécio Neves de "Moleque de Ipanema e Leblon
Agnaldo Timóteo chama Aécio Neves de "Moleque... por psdbcensuradopeloyoutube
AÉCIO VC É MOLEQUE , VOCÊ É MOLEQUE .... http://t.co/woQsuic6uv
— Agnaldo Timóteo (@AgnaldoTimoteo_) 17 março 2015
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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Transmissão da Posse da Presidenta Dilma em seu 2º mandato
O Brasil disse não ao atraso do PSDB, Agora vamos cobrar a continuidade dos avanços sociais depois da expurgação do PSDB do palácio do Planalto em 2002, Acompanhe ao vivo e compartilheEncerrada a cerimônia de Posse, assista aos discurso da Presidenta
Publicação by Terra.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Choro de perdedor Aécio Neves
Tentar impedir a posse de Dilma (PT) no tapetão parece apenas choro de perdedor
O PSDB pediu à Justiça Eleitoral que anule os votos de Dilma Rousseff e
entregue a faixa de presidente ao candidato derrotado Aécio Neves. A
ação tem 54 páginas e um início espantoso. Afirma que a petista teve uma
"pífia vitória nas urnas" e que sua legitimidade é "extremamente
tênue", apesar da vantagem de 3,4 milhões de votos. Por dever de ofício,
continuei a leitura.
O primeiro argumento tucano é que Dilma abusou do poder político ao
convocar cadeias de rádio e TV para se promover. É verdade, mas ela já
foi condenada e multada por isso.Os exemplos citados são de março, no
Dia da Mulher, e maio, no Dia do Trabalho. A campanha só começou em
julho, e depois Marina Silva e o próprio Aécio chegaram a ultrapassar a
petista nas pesquisas. Atribuir sua reeleição a dois pronunciamentos no
primeiro semestre é uma ofensa ao eleitor, que já foi punido com a
overdose de exposição dos três candidatos na propaganda obrigatória.
Algumas páginas adiante, o PSDB afirma que sindicatos apoiaram a
candidata do PT. É uma acusação tão ociosa quanto dizer que bancos
cerraram fileiras com o tucano.
Como provas, o texto enumera outdoors espalhados por professores
mineiros em endereços como a rua 33, em Ituiutaba, e a avenida Pau
Furado, em Uberlândia. Se Aécio pensa ter encontrado aí a razão do
fracasso em seu próprio Estado, o PT já pode gelar o champanhe para
2018.
A ação ainda enfileira irrelevâncias como a publicação de notícias
simpáticas à presidente em um site oficial e o transporte gratuito de
eleitores para um comício em Petrolina.
Por fim, o PSDB cita Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras,
para sustentar que Dilma foi bancada por empreiteiras corruptas. Muitas
também financiaram Aécio, mas isso é o de menos. Se as denúncias forem
confirmadas ao fim do processo, a oposição poderá até defender o
impeachment da presidente. Tentar impedir sua posse agora, no tapetão,
parece apenas choro de perdedor. - De Bernardo Melo Franco - Colunista
da Folha
domingo, 26 de outubro de 2014
O Brasil diz não ao atraso, Aécio Neves perde em Minas e no Brasil
O povo disse não ao atraso do Governo do PSDB
Da Redação
A presidenta Dilma Rousseff foi reeleita neste domingo com 51,5% dos votos, contra 48,5% de Aécio Neves.
A vitória foi garantida com uma esmagadora vantagem no Nordeste, onde Dilma teve mais de 70% dos (em 2010, foram 60%).
Dilma também venceu no Norte do país.
A surpresa foi a vitória de Dilma em Minas Gerais. Aécio perdeu onde é mais conhecido:

No cômputo geral, ao contrário do que diziam os analistas, o PT saiu fortalecido: perdeu deputados, mas vai governar os estados de Minas Gerais, Bahia, Ceará, Piauí e Acre.

Na GloboNews, Merval Pereira, abatido, já decretou que o governo Dilma “não tem futuro” e que estamos diante “de uma crise institucional”.
A reação dos eleitores de Aécio Neves nas redes sociais já começou. O comentário abaixo, que não foi aprovado pelo Viomundo, dá o tom: “Cambada de nordestinos malditos, nós de São Paulo sustentamos o país e ainda temos que eleger a maldita da Dilma que compra votos desses cabeças chatas vagabundos que ainda vêem para Sampa tentar a vida, seus filhos da p… se depender de mim vai todo mundo queimar no inferno, coisa ruim se mata no ninho”.

Fonte VIOMUNDO
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Aécio mente e engana os brasileiros ao culpar Dilma por falta de água em São Paulo
Estado é governado pelo PSDB há 24 anosO governador de São Paulo Geraldo Alckmin(PSDB), sabia há anos atrás. que os paulistanos poderiam ficar sem água. Estão. Vários alertas foram dados, mas o governador escondeu de todos, só está deixando os jornais publicarem agora, depois de ter sido reeleito.A imprensa que apoia Aécio e o governador tucano, são os culpados pela falta de água em SP. Dilma, não
Mas o candidato candidato Aécio Neves (PSDB),sem nenhuma
responsabilidade com a verdade e aproveitando-se da eleição, quer votos
na base da mentira. Aécio, já encontrou culpado para o descaso do
governador tucano Geraldo Alckmin com os paulistanos:Dilma.
Na imprensa e nas Redes Sociais, o candidato encontrou um jeito de
enganar desavisados sobre a seca em São Paulo.Culpa a presidente Dilma,
num estado governado há 24 anos pelo PSDB.
Para Aécio, "falta de parceria entre governo e União agravou crise da
água em SP" . A afirma~]ao é patética e demagógica. E mais, quando o
candidato Aécio Neves, usar esse tipo de discurso mentiroso, ele está
apostando que todos somos burros e vamos acreditar em mais uma mentira
que ele conta. Esse é jeito do PSDB de governar. Sempre jogando a
culpa da incompetência absoluta, para os outros, Nunca assumem nada.
Convido vocês para ler a entrevista que a da relatora das Nações Unidas para a questão da água, a portuguesa Catarina de Albuquerque,
44, deu no mês de agosto em que afirma que a grave crise hídrica em
São Paulo é de responsabilidade do governo do Estado. "E não sou a única
a achar isso."
Ela visitou o Brasil em dezembro de 2013, a convite do governo federal.
De volta ao país, ela falou com a Folha na semana passada em Campinas,
após participar de um debate sobre a crise da água em São Paulo
A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) nega que faltem investimentos e atribui a
crise à falta de chuvas nos últimos meses, que classifica como
"excepcional" e "inimaginável".
A seguir, trechos da entrevista à Folha.
No caso de São Paulo, acha que faltou ao governo do Estado adotar medidas e fazer os investimentos necessários?
Acho que sim, e não sou a única. Já falei com vários especialistas aqui
no Brasil que dizem exatamente isso. Admito que uma parte da gravidade
poderia não ser previsível, mas a seca, em si, era. Tinha de ter
combatido as perdas de água. É inconcebível que estejam quase em 40%
[média do país].
Os lucros da Sabesp hoje são distribuídos aos acionistas. Como a senhora avalia isso diante da crise hídrica?
A legislação brasileira determina que uma empresa pública distribua
parte do lucro aos acionistas. Mas uma coisa é uma empresa pública que
faz parafusos, outra é uma que fornece água, que é um direito humano. As
regras deveriam ser diferentes.
O marco normativo dos direitos humanos determina que sejam investidos todos os recursos disponíveis na realização do direito.
No caso de a empresa pública prestar um serviço que equivale a um
direito humano, deveria haver maior limitação na distribuição dos lucros
aos acionistas.
Em São Paulo, pela perspectiva dos direitos humanos, os recursos
deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do
sistema e o acesso de todos a esse direito.
A partir do momento em que parte desses recursos são enviados a
acionistas, não estamos cumprindo as normas dos direitos humanos e,
potencialmente, estamos face a uma violação desse direito.
Seria o caso de se decretar estado de calamidade pública?
A obrigação é garantir água em quantidade suficiente e de qualidade a
todos. Como se chega lá são os governantes que devem saber.
A senhora sobrevoou o sistema Cantareira e disse ter visto muitas piscinas no caminho. O que achou disso?
A situação é grave. Isso foi algo que me saltou à vista.
Quando aterrissei no Egito para uma missão, tendo ciência da falta de
água que existe no país, vi nas zonas ricas do Cairo uma série de casas
com piscinas e pessoas lavando carros. Quem tem dinheiro e poder não
sente falta de água.
O que talvez seja um pouco diferente na situação de São Paulo é que,
pela proporção que a crise tomou, ela poderá atingir pessoas que
tradicionalmente não sofrem limitação no uso da água -e isso é
interessante.
Que efeito isso pode ter?
Pode levar a uma mudança de mentalidade, a uma pressão por parte de
formadores de opinião no Estado de São Paulo para que haja melhor
planejamento e uma gestão sustentável da água.
Quando os únicos que sofrem com a falta de água são pobres, pessoas que não têm voz na sociedade, as coisas não mudam.
E ai Aécio?
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Aécio viu cantar o galo, mas não sabe onde.
vídeo e canal censurados pelo PSDB/YoutubeCurta Fora Aécio NevesAécio viu cantar o galo, mas não sabe onde, isso é terrível quando acontece com uma pessoa ......
Publicado por Fora Aécio Neves em Domingo, 19 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
Transmissão do Debate Record Presidenciaveis Dilma e Aecioporto a partir das 22 horas ao vivo on line
A partir das 22 horas do dia 19 transmitiremos em rede o penúltimo debate que mostrará quem é a melhor candidata que tem as melhores propostas e umas das que mais fez pelo Brasil e o Candidato do partido que quebrou o país três vezes , constrói aeroporto para Família e adora fugir dos Bafômetros.Confira também a tag #QueroDilmaTreze !
Veja como será o debate de hoje à noite:
O debate terá quatro blocos e, portanto, três intervalos comerciais. No primeiro bloco, haverá oito rodadas de confronto direto entre os candidatos. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica.
O segundo bloco exibirá quatro rodadas de confronto direto. O formato será de pergunta de livre escolha, resposta, réplica e tréplica.
O terceiro bloco terá mais duas rodadas de confronto direto e no último os candidatos farão as considerações finais.
A ordem do início do confronto direto foi definida por um suposto sorteio com a participação dos assessores do PT e PSDB. Dilma Rousseff inicia o primeiro, o terceiro bloco e as considerações finais.
Aécio Neves abre o segundo bloco e encerra as considerações finais.
O debate deverá ser encerrado aproximadamente à meia-noite.
Com informações do portal R7 Notícias.
Acompanhe o Debate na Integra e veja quem é a melhor candidata
sábado, 18 de outubro de 2014
PIG Globo proíbe Dilma de usar reportagem sobre fome do Governo FHC e Aécio do PSDB
Globo proíbe Presidenta Dilma de usar reportagem sobre fome no Facebook
A pedido da Rede Globo, o Facebook determinou ontem a retirada de um
vídeo publicado pela campanha da presidenta Dilma Rousseff, com uma
reportagem do Jornal Nacional.
A emissora reivindicou direitos autorais sobre a reportagem, que só
poderia ter sido publicada mediante autorização. O vídeo ainda pode ser
acessado no site do PT e em outras redes sociais.
A reportagem fazia parte de uma série especial do Jornal Nacional sobre a
fome no Brasil, realizada em 2002 – último ano do governo tucano de
Fernando Henrique Cardoso. Na publicação, a campanha petista exaltava a
saída do país do mapa da fome, anunciada pela ONU em setembro.-Do Poder
Online
Com a presidenta Dilma e Lula
Fome deixa de ser um problema estrutural no Brasil
A saída do Brasil do mapa da fome e o fato de Brasília, hoje, ser um território livre da extrema pobreza pelo critério de renda são marcos históricos que precisam ser amplamente divulgados e comemorados
ver mais
http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154957/Fome-deixa-de-ser-um-problema-estrutural-no-Brasil.htm
Fome deixa de ser um problema estrutural no Brasil
A saída do Brasil do mapa da fome e o fato de Brasília, hoje, ser um território livre da extrema pobreza pelo critério de renda são marcos históricos que precisam ser amplamente divulgados e comemorados
ver mais
http://www.brasil247.com/pt/247/artigos/154957/Fome-deixa-de-ser-um-problema-estrutural-no-Brasil.htm
Com FHC e Aécio
Tem saudade do fantasma
FHC ? Lembra do que ele fez ?
Medidas impopulares ? É o princípio ativo dos tucanos.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/26/tem-saudade-do-fantasma-fhc-lembra-do-que-ele-fez/
Tem saudade do fantasma
FHC ? Lembra do que ele fez ?
Medidas impopulares ? É o princípio ativo dos tucanos.
http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2014/05/26/tem-saudade-do-fantasma-fhc-lembra-do-que-ele-fez/
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sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Debate no SBT foi devastador para Aécio: nepotismo, bafômetro, propina para o PSDB
O debate do SBT foi diferente do anterior na Band. O nocaute de Dilma sobre Aécio foi de efeito retardado.
Durante o debate houve um duelo entre a força de agressividade (de Aécio, parecendo que encarnou o senador Mario Couto) contra a inteligência de Dilma, que se saiu vitoriosa.
A imagem que vi no fim do debate foi a de uma professora dando lição e puxando a orelha de um moleque malcriado.
Primeiro é preciso olhar o horário em que o debate foi ao ar. Às 18hs é horário dos programas do Datena, Marcelo Rezende, e outros do gênero popular.
Assuntos como o bafômetro, nepotismo, construção do aeroporto na fazenda do tio, gastar dinheiro do governo de Minas com as rádios da família de Aécio, foram devastadores contra o tucano para o telespectador deste horário.
Além disso tem o "day-after", os dias seguintes em que as pessoas comentam o debate, e vão conferir no Google coisas que foram faladas ali. E aí meu amigo, na hora em que o eleitor ainda desavisado toma contato com a biografia secreta do tucano, adeus Aécio.
Ao procurar por nepotismo e Aécio no Google, quem ainda não sabe verá que o tucano não apenas nomeia parentes, mas também foi nomeado por parentes desde os 17 anos, inclusive morando no Rio, quando o trabalho deveria ser em Brasília. O mesmo ocorre com outros temas.
Mesmo a tentativa de Aécio rebater dizendo que um irmão advogado de Dilma trabalhou na prefeitura de Belo Horizonte, quando Fernando Pimentel foi prefeito, é desfavorável a Aécio. E Aécio foi tão burro que usou a expressão "funcionário fantasma". Logo Aécio que morou no Rio e tinha cargo em Brasília no gabinete do pai deputado aos 19 anos. Há outro cargo aos 17 anos na biografia oficial na Câmara que o tucano não contestou e não tocou no assunto ainda.
Dilma nunca trabalhou na prefeitura de BH para nomear o irmão. E se procurar no Google, não existe nenhuma ligação profissional entre o irmão e Dilma. Cada um fez seu próprio caminho, e nenhum nunca nomeou, nem indicou o outro.
Um tema em que Aécio vinha levando vantagem, que era o ex-diretor corrupto da Petrobras, ele perdeu a vantagem com a notícia de que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, teria recebido propina do esquema, e ainda para fazer a CPI da Petrobras em 2009 terminar em pizza. Ali Dilma desmascarou Aécio, ao apontar como os tucanos sempre operam em busca da impunidade querendo investigar só os outros e poupando os seus.
Dilma foi bem ao questionar os corruptos do PSDB estarem todos soltos, porque os governos tucanos aparelhavam a Polícia Federal para não investigarem os "amigos do rei". Aécio ao rebater dizendo que foram inocentados, passou a imagem de defensor de corruptos impunes.
Dilma foi muito bem também em não deixar passar em branco, toda vez que Aécio fugiu da resposta e tentou desviar o assunto. Dilma continuou exigindo explicações sobre os aeroportos de Cláudio e Montezuma, sobre nepotismo e sobre o dinheiro público que foi para as rádios de Aécio e ele esconde o valor que foi repassado.
No próprio olho no olho com o telespectador, Aécio quis passar para o eleitor a imagem de que ele é o paladino da ética e bastião da moralidade. Aécio não tem cara nem biografia para isso. Seria melhor baixar a bola um pouco.
Dilma passou mais sinceridade e foi muito mais convincente ao dizer que ninguém está acima de qualquer suspeita. Que todos tinham que dar respostas sobre qualquer questionamento e todo dia tanto Aécio como ela tem que provar que são honestos em cada ato que praticam. Deu uma aula de moral em Aécio sobre como ser republicana.
Houve muitos ataques de lado a lado. É certo que muitos telespectadores não gostam destes ataques. Mas para este telespectador, se houve empate nivelado por baixo durante o debate, Dilma vence no dia seguinte.
E Dilma tinha que revidar também porque a campanha tucana, os laranjas da campanha tucana na imprensa, já jogam lama nela o tempo todo. Neste ponto Dilma conseguiu empatar o jogo com Aécio, que saiu completamente enlameado.
Há três tipos de eleitores que poderiam votar em Aécio. Os incorrigíveis que votam nele em qualquer circunstância, mas estes não são suficientes para vencer a eleição. Os que estão envenenados pela imprensa contra Dilma, mas agora percebem que Aécio é pior, e acabarão anulando o voto ou votando em Dilma, mesmo zangados. E os que estão percebendo que Dilma não está sendo tratada com justiça pelo noticiário e que Aécio estava sendo protegido, vendido com propaganda enganosa. Estes últimos acabarão votando em Dilma.
Em tempo: após o debate, quando o SBT entrevistava os candidatos, Dilma pediu para sentar porque sentiu queda de pressão. Pouco tempo depois, passou o mal estar e ela voltou a ficar em pé para continuar a entrevista, mas o tempo já havia esgotado.
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