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domingo, 17 de junho de 2018
Aliados do Aecio Neves e Anastasia impedem Governo de Minas de pagar os salários do funcionalismo
Golpe em Minas Gerais: Pimentel impedido por PSDB e PMDB de pagar os salários do funcionalismo
Da redação – Na última quinta-feira, dia 14, aliados políticos do Aecio Neves filiados ao PMDB e ao PSDB, juntamente com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), em maioria indicados pelo Mineirinho, conseguiram uma liminar para proibir que o governador Fernando Pimentel (PT-MG) possa contratar um empréstimo de R$ 3 bilhões para sanar dívidas do estado. Entre essas dívidas está os salários atrasados do funcionalismo público do estado.

O golpista que acionou o TCE-MG foi o deputado estadual Gustavo Valadares do PSDB. É uma política clara de golpismo para gerar instabilidade no governo mineiro. É mais uma tentativa de derrubar o governo do PT, como aconteceu com a invasão do Palácio da Liberdade na última semana.
A liminar vai prejudicar mais de 20 milhões de mineiros que serão afetados com atraso dos salários e também investimentos em saúde e educação.
Está em curso em Minas Gerais uma operação golpista contra o governo do PT para impedir que Fernando Pimentel concorra à reeleição nas próximas eleições. É preciso que haja uma resposta à altura dos sindicatos e do movimento popular organizado contra esta ofensiva golpista contra o governo do PT de Minas Gerais.
Abaixo o Golpe de Estado em MG!
Fonte: causaoperaria.org.br
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Vejam como votaram os deputados de Minas Gerais para livrar Temer da segunda denuncia e acabar com aposentadoria do povo e acabar com direitos
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou por maioria a rejeição da denúncia por obstrução da Justiça e organização criminosa contra o peemedebista.
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDB na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo(EM Minas Anastasia(PSDB/MG) e Zeze parella(PMDB/MG) votaram para salvar o Aecio Neves e Aecio não votou por ser o acusado)
Vejam Também Senadores que salvaram o Aecio neves em troca do apoio do PSDB na salvação de Temer e acabar com aposentadoria do Povo(EM Minas Anastasia(PSDB/MG) e Zeze parella(PMDB/MG) votaram para salvar o Aecio Neves e Aecio não votou por ser o acusado)
A denúncia havia sido oferecida pela procuradoria-geral da República com base nas delações da JBS. De acordo com órgão, Temer, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), formaram uma organização criminosa que teria recebido ao menos R$ 587.000.000,00 em propina e atuado para atrapalhar as investigações.
Foram 251 votos favoráveis ao parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que recomendava a não autorização da abertura de inquérito contra Temer no STF. 233 deputados votaram contra o parecer. Para que o inquérito fosse autorizado, eram necessários 342 votos. Com a decisão, Temer, que liberou milhões em emendas parlamentares, segue sendo o único presidente da história a ser denunciado em pleno exercício do mandato e, mais do que isso, ter as denúncias rejeitadas. Em agosto, o peemedebista foi salvo na Câmara de ter inquérito aberto no STF por corrupção passiva.
Relembrem a conversa dele com Dono da JBS
Vejam o Voto dos demais parlamentares AQUI contra e a favor de Temer
Minas Gerais
Ademir Camilo (Pode) – sim
Aelton Freitas (PR) – sim
Bilac Pinto (PR) – sim
Bonifácio de Andrada (PSDB) – sim
Brunny (PR) – sim
Caio Narcio (PSDB) – sim
Carlos Melles (DEM) – sim
Dâmina Pereira (PSL) – sim
Delegado Edson Moreira (PR) – sim
Diego Andrade (PSD) – sim
Dimas Fabiano (PP) – sim
Domingos Sávio (PSDB) – sim
Fábio Ramalho (PMDB) – sim
Franklin (PP) – sim
Leonardo Quintão (PMDB) – sim
Luis Tibé (PTdoB) – ausente
Luiz Fernando Faria (PP) – sim
Marcelo Aro (PHS) – sim
Marcos Montes (PSD) – sim
Marcus Pestana (PSDB) – sim
Mário Heringer (PDT) – ausente
Mauro Lopes (PMDB) – sim
Misael Varella (DEM) – sim
Newton Cardoso Jr (PMDB) – sim
Paulo Abi-Ackel (PSDB) – sim
Raquel Muniz (PSD) – sim
Renato Andrade (PP) – sim
Renzo Braz (PP) – sim
Rodrigo de Castro (PSDB) – sim
Rodrigo Pacheco (PMDB) – abstenção
Saraiva Felipe (PMDB) – sim
Tenente Lúcio (PSB) – sim
Toninho Pinheiro (PP) – sim
Zé Silva (SD) – sim
terça-feira, 17 de outubro de 2017
Aecio Neves salvo por corruptos do Senado: Veja quem votou contra e quem votou a favor de Aécio Neves
Contrariando a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou do mandato parlamentar, no último dia 26, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o Plenário do Senado decidiu, nesta terça-feira (17), reconduzir o tucano ao cargo. No placar da votação, 44 senadores foram a favor da volta de Aécio e 26 senadores foram contra o retorno do tucano à Casa.
Ao comentar o resultado da votação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, afirmou que a decisão do Plenário “é soberana”. Ele acrescentou que procurou seguir as determinações regimentais, com as questões de tempo e número de oradores favoráveis e contrários.
Vejam Deputados que salvaram Temer da primeira e segunda Denuncias de corrupção
Eunício lembrou que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, já havia determinado a votação aberta. Segundo o presidente, essa determinação terminou evitando a apresentação de questões de ordem, que poderiam atrasar a votação. Eunício negou que a decisão tenha sido corporativa e lembrou que “apenas dirige os trabalhos” e que presidente não vota “nem faz encaminhamento de matéria”.
"O voto aberto mostra uma decisão do Plenário às claras. Cabe a mim respeitar", declarou Eunício.
Vejam a conversa de Aecio com Dono da JBS
Video Acima censurado por corruptos, vejam outra Cópia
Transcrição de Audio entre Aecio Neves e Joesley Batista from forapsdb on Vimeo.
Veja quem votou a favor e contra Aécio.
SENADORES QUE FORAM FAVORÁVEIS AO RETORNO DE AÉCIO:
- Airton Sandoval (PMDB-SP)
- Antonio Anastasia (PSDB-MG) o companheiro do Aecio
- Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
- Benedito de Lira (PP-AL)
- Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
- Cidinho Santos (PR-MT)
- Ciro Nogueira (PP-PI)
- Dalirio Beber (PSDB-SC)
- Dário Berger (PMDB-SC)
- Davi Alcolumbre (DEM-AP)
- Edison Lobão (PMDB-MA)
- Eduardo Amorim (PSDB-SE)
- Eduardo Braga (PMDB-AM)
- Eduardo Lopes (PRB-RJ)
- Elmano Férrer (PMDB-PI)
- Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE)
- Fernando Collor (PTC-AL)
- Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
- Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
- Hélio José (PROS-DF)
- Ivo Cassol (PP-RO)
- Jader Barbalho (PMDB-PA)
- João Alberto Souza (PMDB-MA)
- José Agripino (DEM-RN) várias investigações no STF
- José Maranhão (PMDB-PB)
- José Serra (PSDB-SP) O Careca das propinas de 23 milhões que Moro se recusa a investigar
- Maria do Carmo Alves (DEM-SE) a que mal aparece para trabalhar e quando vai é para votar contra o povo como salvar corruptos e perseguir servidores
- Marta Suplicy (PMDB-SP) a relaxa e goza que achou partido certo para corrupção
- Omar Aziz (PSD-AM)
- Paulo Bauer (PSDB-SC)
- Pedro Chaves (PSC-MS)
- Raimundo Lira (PMDB-PB)
- Renan Calheiros (PMDB-AL) o que foi salvo ano passado
- Roberto Rocha (PSDB-MA)
- Romero Jucá (PMDB-RR) o do Acordão nacional
- Simone Tebet (PMDB-MS) A moralista sem moral que a mae recebe pensao milionaria
- Tasso Jereissati (PSDB-CE) Partido do Aecio Neves
- Telmário Mota (PTB-RR)
- Valdir Raupp (PMDB-RO) Investigado pelo STF
- Vicentinho Alves (PR-TO)
- Waldemir Moka (PMDB-MS)
- Wellington Fagundes (PR-MT)
- Wilder Morais (PP-GO)
- Zeze Perrella (PMDB-MG)o da Helicoca
Votação No STF dia 11 a favor do Senado decidir o destino do Aecio Neves
- Alexandre de Moraes(PSDB/SP)(tucano Indicado por Temer após o estranho “acidente” de avião de Teori que STF,Moro e PF se recusam a investigar e Globo a divulgar),
- Dias Toffoli(O pau mandado do tucano Gilmar),
- Ricardo Lewandowski (briga com Gilmar, mas na hora de ajudar corruptos andam juntos)
- Gilmar Mendes(PSDB/MT)
- Marco Aurélio(o fã do Aecio Neves e disse que ele tem carreira elogiável)
- presidente, Cármen Lúcia que esteve com Eunício dias Antes
SENADORES QUE FORAM CONTRÁRIOS AO RETORNO DE AÉCIO:
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Álvaro Dias (Podemos-PR)
Ana Amélia (PP-RS)
Ângela Portela (PDT-RR)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Humberto Costa (PT-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
José Medeiros (PODE-MT)
José Pimentel (PT-CE)
Kátia Abreu (PMDB-TO)
Lasier Martins (PSD-RS)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Reguffe (S/PARTIDO-DF)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Romário (PODE-RJ)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Walter Pinheiro (S/PARTIDO-BA)
Ministros do STF que votaram pelo afastamento do Aecio Neves sem precisa de autorização do parlamento
Edson Fachin(relator da lava jato que assumiu a bucha por substituir Teori depois do estranho "acidente" de avião e não podendo mais andar de avião)
Luís Roberto Barroso
Rosa Weber
Luiz Fux
Celso de Mello
PRESIDENTE DO SENADO
Eunício Oliveira (PMDB-CE) - NÃO VOTOU
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quinta-feira, 18 de maio de 2017
Andrea Neves, irmã do senador e presidente do PSDB Aécio Neves, é presa em Belo Horizonte (MG)

Polícia Federal confirma prisão preventiva de Andrea Neves, irmã de Aécio Neves, em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Ela foi presa no condomínio em que reside na capital mineira. Ao contrário do que se dizia, Andrea Neves não estava no exterior.
Há um pedido de prisão preventiva de Aécio Neves (PSDB-MG) requisitado pelo procurador-geral Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal (STF). O relator da Lava Jato no STF Edson Fachin decidiu submeter o pedido ao plenário da Corte. A análise do caso ainda não foi pautada na agenda do Supremo pela presidente do Tribunal, Cármen Lúcia
Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, teve o afastamento do cargo de senador por Minas Gerais determinado em decisão de Fachin na manhã desta quinta-feira (18).
A cúpúla do PSDB se reúne às 10h30 no gabinete do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) para avaliar a permanência de Aécio na presidência da sigla,
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sábado, 1 de outubro de 2016
PMDB e PSDB lideram os barrados na Ficha Limpa
O PMDB e o PSDB são, respectivamente, os dois partidos com mais
candidatos barrados com base na Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2016
em todo o país – em números absolutos e proporcionalmente ao total de
nomes lançados. Os dados são de levantamento do Congresso em Foco, a
partir de registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo, 306
peemedebistas foram considerados inelegíveis pela Justiça eleitoral. O
número representa 11,1% do total de barrados. Até segunda-feira (26), 93
candidatos do PMDB haviam sido excluídos em definitivo da campanha.
Outros 213 ainda tentam reverter a decisão e correm o risco de não se
eleger mesmo obtendo a votação necessária. O partido é responsável por
quase 9% de todas as candidaturas deste ano.
Em segundo lugar, aparece o PSDB – que também é o vice-campeão em
filiados, com 7,2% de todos os candidatos. Ao todo, 209 tucanos foram
considerados inelegíveis. Desses, 63 foram retirados da disputa. Os
demais 146 seguem na disputa pendurados em recursos na Justiça.
Depois do PMDB e do PSDB, aparece o PSD, com 184 candidatos incluídos na
lista dos inelegíveis. Desses, 134 ainda tentam reverter a decisão.
Apenas três partidos não tiveram candidatos barrados pela Lei da Ficha
Limpa: PSTU, PCO e Novo. Essas são, também, as legendas que têm menos
concorrentes.
o PT aparece apenas na 12ª colocação entre os partidos com mais
candidatos barrados na Ficha Limpa. Ao todo, 108 petistas tiveram
registro negado. Desses, 66 seguem na corrida eleitoral.
Proporcionalmente ao número de candidatos lançados, porém, é o sétimo.
Recurso
O Congresso em Foco publica com exclusividade, por estado e município, a
relação dos candidatos que concorrem sub judice, com suas respectivas
cidades e partidos. Nos registros do TSE, eles aparecem com a
candidatura indeferida, mas com recurso. Por isso, estão aptos à
disputa. O eleitor poderá votar neles. Mas caberá à Justiça decidir se
os votos serão validados ou não. Em outras palavras, se eles serão
eleitos mesmo que alcancem a votação necessária.
Os dados são de levantamento concluído na última segunda-feira (26),
sempre com base nos registros oficiais do TSE. Além dos candidatos
barrados que recorrem, outros 832 foram eliminados da disputa também com
base na Ficha Limpa. Ou desistiram de apelar ou tiveram recursos
negados. Ou seja, ao todo, 2.490 candidatos a prefeito, vice e vereador
foram considerados inelegíveis em algum momento. O número representa
0,5% das 496 mil candidaturas registradas no TSE. A matéria é do
Congresso em Foco
Veja os candidatos que tiveram a candidatura indeferida:
PARTIDO | QUANTIDADE |
PMDB | 93 |
PSDB | 63 |
PSD | 50 |
PR | 46 |
PSB | 45 |
PP | 44 |
PDT | 43 |
PT | 42 |
DEM | 35 |
PTB | 33 |
PRB | 30 |
PV | 29 |
PPS | 23 |
PC do B | 22 |
PTN | 21 |
SDD | 21 |
PROS | 20 |
PEN | 19 |
PHS | 18 |
PMN | 18 |
PSDC | 18 |
PSL | 18 |
PSC | 16 |
PRTB | 11 |
PPL | 10 |
PRP | 9 |
PTC | 9 |
PMB | 8 |
PSOL | 8 |
PT do B | 8 |
REDE | 2 |
Veja os candidatos que foram barrados, mas seguem na disputa com recurso:
PARTIDO | QUANTIDADE |
PMDB | 213 |
PSDB | 146 |
PSD | 134 |
PP | 111 |
PDT | 105 |
PTB | 97 |
PR | 95 |
PSB | 93 |
DEM | 69 |
PT | 66 |
PPS | 62 |
PSC | 53 |
PMN | 37 |
PROS | 37 |
PCdoB | 35 |
PRB | 35 |
SD | 35 |
PV | 30 |
PEN | 29 |
PRP | 23 |
PTC | 23 |
PHS | 19 |
PTdoB | 19 |
PTN | 18 |
PMB | 17 |
PRTB | 13 |
PSL | 12 |
PSDC | 10 |
PPL | 8 |
PSOL | 7 |
REDE | 7 |
Vejam a lista de partidos Golpistas
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Relator do golpe contra Presidenta Dilma, Antonio Anastasia fez pedaladas quando foi governador de Minas; VEJA!
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?

A Presidenta Dilma Rousseff está sofrendo um processo de impeachment por ser acusada de praticar “pedaladas fiscais” por atraso de pagamento a bancos públicos - no caso para garantir garantir às
pessoas mais necessitadas desse país o Plano Safra (2015), o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa
Família (2014) e outros programas sociais , sem que tivesse sido registrado prejuízo para os bancos
ou para o Tesouro.
Já o relator do impeachment, senador Anastasia (PSDB/MG), pupilo de Aécio Neves, quando foi
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Seria Cômico se não fosse golpe!
governador de Minas Gerais, recorreu várias vezes às “pedaladas fiscais”, tendo feito inclusive um
Termo de Ajustamento de Conduta por não ter conseguido entregar os recursos constitucionais de
saúde e educação.
A pergunta é a seguinte: o que vale para Chico, não vale para Francisco?
Seria Cômico se não fosse golpe!
FONTE: Conversa Afiada via Clickpolítica conforme sugestão do Leitor Abel
Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia do PSDB
O
senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi posto em um dilema ao ser
escolhido relator da comissão de impeachment no Senado. Encarregado de
analisar as acusações que pesam contra a presidente Dilma Rousseff sobre
as chamadas “pedaladas fiscais”, o tucano corre o risco de admitir que
cometeu crime durante o período em que foi governador de Minas Gerais.
Pois, nesse período, praticou atos idênticos aos que constam na peça
acusatória da presidente. Entre 2011 e 2014 foram editados 972 decretos
de suplementação orçamentária.Resumo das pedaladas de Antonio Anastasia do PSDB
É o que atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG). Segundo os documentos, mesmo sem cumprir as metas fiscais estabelecidas nas Leis de Diretrizes Orçamentárias (LDOs) de 2011, 2012 e 2013, o então governador editou decretos de suplementações orçamentárias para aumento de despesas primárias. Exatamente o mesmo expediente adotado pelo governo federal.
Pedaladas gerais
A diferença primordial entre as medidas adotadas pelo governo federal e o Executivo mineiro na gestão de Antonio Anastasia fica por conta dos valores. Enquanto a acusação contra a presidente Dilma Rousseff se refere a seis decretos de 2015 que somam R$ 2,5 bilhões, os de Anastasia somam, em apenas três anos, R$ 63,3 bilhões. Apenas as suplementações orçamentárias que levam em conta o “excesso de arrecadação”, mesmo com o descumprimento das metas fiscais, somaram R$ 6,4 bilhões.
Em 2011, o orçamento previsto era de R$ 44,9 bilhões, com autorização para aumento de gastos até 18,5% a partir de outubro (10% antes disso). Segundo relatório do TCE-MG, neste ano “os créditos suplementares totalizaram, em valores brutos, R$ 18,285 bilhões”. “Desse montante, R$ 6,221 bilhões oneraram o percentual de 18,5%. O restante dos créditos suplementares – R$ 12,063 bilhões – foi aberto para atender os créditos excluídos do percentual autorizado”, acrescenta o documento.
O mesmo ocorre nos anos seguintes. Em 2012, com orçamento previsto de R$ 51,4 bilhões e autorização para suplementações que onerem os gastos em até 10%, o Executivo estadual editou decretos que somam R$ 22,5 bilhões. Valor quase igual aos R$ 22,4 bilhões de 2013, quando foram previstas receitas de R$ 68,1 bilhões – e os mesmos 10% de possibilidade de suplementações que aumentassem gastos.
Vale ressaltar que os limites foram ultrapassados em todos estes anos mesmo com as leis orçamentárias excluindo do aumento de gastos as despesas com pessoal e encargos sociais, dotações referentes ao pagamento da dívida pública, gastos com recursos vinculados e diretamente arrecadados, despesas com precatórios e sentenças judiciais, créditos para reserva de contingência e contrapartidas de convênios e recursos constitucionalmente vinculados aos municípios.
Apropriação de recursos previdenciários
Enquanto Dilma é acusada de ter atrasado repasses a bancos federais, o governo mineiro, sob a gestão do hoje senador Antonio Anastasia se apropriou definitivamente de recursos previdenciários dos servidores públicos estaduais. Isto foi feito por meio da Lei Complementar 131, sancionada pelo então governador em 6 de dezembro de 2013.
Por meio do texto, o Executivo extinguiu o superavitário Fundo de Previdência do Estado de Minas Gerais (Funpemg) e se apropriou dos mais de R$ 3 bilhões que estavam em suas contas.
Os recursos foram usados para integrar o deficitário Fundo Financeiro de Previdência (Funfip), no qual o governo era obrigado a fazer aportes mensais de R$ 700 milhões. O deficit do Funfip, na ocasião, ultrapassava R$ 8 bilhões.
Investimentos mínimos constitucionais
As “pedaladas” cometidas pelo relator da comissão de impeachment do Senado vão além. Em abril de 2012, o então governador de Minas firmou com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) o chamado Termo de Ajustamento de Gestão (TAG), por meio do qual a corte de contas admitiu que o Executivo aumentasse gradativamente os investimentos em Saúde e Educação, já que não estavam sendo cumpridos os mínimos constitucionais de 12% e 25%, respectivamente.
O acordo levou o Ministério Público Estadual (MPE) de Minas a entrar, ainda em 2012, com ação na Justiça para anular o TAG. “Importante destacar que, em exercícios anteriores, o mesmo Tribunal de Contas do Estado, nos processos anuais de aprovação de contas de Governadores,
já apontava para a necessidade de cumprimento dos índices constitucionais”, afirma a ação civil pública, citando documentos da corte de contas. “Determinadas despesas, como repasses financeiros para a COPASA (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) ou pagamentos de natureza previdenciária, são comumente relacionados, anualmente, como se fossem gastos com saúde ou educação, respectivamente, gerando inevitável discussão jurídica a respeito de tal possibilidade”, acrescenta o MPE.
Suspeição
O senador Anastasia é membro do partido derrotado nas últimas eleições. Mais que isso, um partido que desde o primeiro momento se mostrou inconformado.
Apenas quatro dias depois do segundo turno das eleições presidenciais de 2014, o PSDB solicitou uma auditoria das urnas. Este foi o primeiro ato do PSDB de contestação e inconformidade ao resultado do pleito. Um ano depois o partido admitiu que não houve fraude.
Em dezembro de 2014, a sigla protocolou no TSE um pedido de cassação do registro da candidatura e da diplomação de Dilma Rousseff e, do seu vice, Michel Temer. Foram além, pediram também que o tribunal diplomasse os candidatos derrotados, Aécio Neves e Aloysio Nunes. Sem sucesso, os derrotados passaram a apostar no quanto pior melhor. Dificultaram o andamento dos trabalho legislativos no Congresso Nacional e, mais tarde, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, declarou que não fazia mais parte da base do Governo, membros do partido apoiaram as pautas-bombas de Cunha com o nítido interesse de prejudicar o executivo.
Flávio Henrique Costa Pereira, advogado do PSDB, é um dos que assina o pedido de impeachment com os juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Junior, e a advogada Janaina Paschoal.
O PSDB sempre teve posição pública e prévia sobre o processo de impeachment, é adversário declarado da presidenta e tem evidente interesse no desfecho da votação.
Lava jato
Além dos vícios mencionados, há de se levar em conta também o interesse no fim da Operação Lava Jato e do combate à corrupção. O desejo no impeachment da presidenta Dilma também é o desejo, por parte de muitos políticos investigados por corrupção, de que as investigações sejam paralisados e diversos inquéritos sejam arquivados para salvar corruptos e corruptores.
O senador Antonio Anastasia recebeu, na eleição de 2014, doações de empreiteiras e de um banco citados na Operação Lava Jato. Foi dele a campanha mais cara do país entre todos os candidatos ao Senado em 2014, com R$ 18,1 milhões em doações.
A campanha de Anastasia arrecadou R$ 2 milhões das empreiteiras Andrade Gutierrez, UTC, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e do banco BTG Pactual, todos citados na Lava Jato. Só o BTG Pactual doou R$ 1 milhão diretamente ao seu comitê.
Outra coincidência também é que quatro das empreiteiras citadas acima construíram a Cidade Administrativa do governo de Minas Gerais, com o custo de mais de R$ 1 bilhão.
Anastasia chegou a ser incluído em um dos inquéritos da operação, suspeita de lavagem de dinheiro. A investigação foi aberta em março de 2015 porque o policial federal Jayme Alves de Oliveira Filho havia dito em depoimento que entregara, em 2010, a mando do doleiro Alberto Youssef, R$ 1 milhão a uma pessoa que parecia ser o senador.
Sete meses depois, o inquérito foi arquivado pelo ministro Teori Zavascki, do STF. O magistrado acolheu pedido da Procuradoria Geral da República, que avaliou não haver elementos suficientes para manter a investigação. A Polícia Federal pediu a reabertura da investigação com base em documentos que poderiam envolver Anastasia em supostos pagamentos feitos pelo governo de Minas às construtoras OAS e UTC, mas Zavascki manteve o arquivamento.
Fonte: Pedaladasdoanastasia
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O Perfil de alguns defensores do Golpe contra Presidenta Dilma
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