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domingo, 20 de novembro de 2016
Sergio Cabral, que está preso por corrupção, apoiou Aécio em 2014 e o golpe contra Dilma: 'contra a corrupção'

Cabral em ato de apoio a Aécio
http://www.valor.com.br/politica/3590394/psd-do-rio-confirma-apoio-aecio-com-presenca-de-pezao-cabral-e-paes
Revista Valor Econômico, mostra a ida do ex-governador do Rio a evento que oficializava apoio de partidos a Aécio no Rio de Janeiro.
Cabral luta para fortalecer chapa PSDB PMDB no Rio
http://veja.abril.com.br/politica/em-favor-do-aezao-cabral-desiste-do-senado/
Revista VEJA, inimiga histórica do petismo e de Lula, mostra que Cabral desistiu do Senado para fortalecer a chapa “Aézão” que seria aliança entre Aécio e o candidato Pezão do PMDB.
Aliados de Aécio ganham secretarias no governo Cabral
http://www.diariodaregiao.com.br/politica/aliados-de-a%C3%A9cio-assumem-secretarias-no-governo-cabral-1.96930
O movimento estava sendo costurado antes mesmo das eleições de 2014 com aliados próximos de Aécio ocupando secretarias do governo do Rio de Janeiro.
Cabral frustrado porque PMDB todo não seguiu sua orientação
http://www.redebrasilatual.com.br/eleicoes-2014/articulado-pelo-pmdb-do-rio-movimento-aezao-desaparece-e-frustra-aecio-2663.html
Outra notícia mostra que Sérgio Cabral e Dornelles ficaram frustrados porque Dilma cresceu na reta final e parte do PMDB resolveu apoia-la e não Aécio como foi a costura de Cabral, Dornelles e Picciani.
Filho de Cabral é Aécio
http://www.brasilnoticia.com.br/politica/filho-de-sergio-cabral-expoe-seu-apoio-a-campanha-de-aecio/18827
Filho de Cabral subiu no palanque com Aécio e seu material de campanha pedia todo apoio a Aécio Neves.
Festa de Casamento de Picciani vira beija mão de Aécio
http://sinfrerj.com.br/festa-de-casamento-de-picciani-vira-beija-mao-aecio-neves-0
Cabral em casamento de Picciani defendeu a aliança com Aécio como um líder a altura do Brasil.
Aécio votou contra convocação de Cabral em CPI
http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2012-05-30/aecio-ajuda-amigo-cabral-a-ficar-fora-de-cpi-de-cachoeira.html
Aécio votou contra convocação do ex-governador Sérgio Cabral a CPI do Cachoeira, que iria perfazer todas relações de corrupção do lobista com o mundo político.
Cabral comandou mudança do PMDB do Rio em apoio ao Impeachment de Dilma
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2016/03/25/internas_polbraeco,524070/pmdb-do-rio-de-janeiro-antecipa-apoio-ao-impeachment.shtml
Cabral convenceu o PMDB do Rio, junto com Cunha e Dornelles a votarem em massa pelo Golpe parlamentar contra Presidenta Dilma
Fonte:PlantaõBrasil
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Aécio Neves fala em "ética" na TV. Risível!
O PSDB começou a exibir nesta semana as suas inserções publicitárias no
horário partidário na rádio e TV. Numa delas o cambaleante presidenciável tucano, o senador Aécio Neves, aparece todo maquiado
dizendo que tem um "sonho" - "a de que a política possa, um dia, ser o
espaço da ética". Na maior caradura, ele garante que o seu partido tem
esse firme compromisso. É muito cinismo. Chega a ser risível!
Para reforçar a sua mensagem "ética" o PSDB bem que poderia exibir
também as imagens do governador de Goiás, Marconi Perillo, que a cada dia se complica mais na cachoeira de denúncias sobre o envolvimento com o crime organizado. Também poderia prestar esclarecimentos sobre as
falcatruas com dinheiro público nas obras do Rodoanel em São Paulo, que envolve o seu "amigo" José Serra. Aécio Neves ainda poderia rechaçar as
acusações, que partiram de Minas Gerais, sobre a "privataria tucana" no reinado de FHC. e ainda As CPI´s Bloqueadas para debaixo do Tapete pelo Governador Geraldo Alckmin. e ainda aproveitar e mostrar sua Admiração por José Arruda
Os tucanos - juntamente com os eternos aliados demos - estão perdidos,
sem rumo. Não têm propostas e perderam as suas bandeiras. Mesmo assim,
eles insistirão na tecla udenista dos paladinos da ética. Caso a
situação de Marconi Perillo se complique de vez, talvez até façam como o
DEMo - que já rifou Demóstenes Torres, o seu grande líder. Será que os
eleitores brasileiros vão se deixar iludir com a falsa marquetagem?
Fonte: Altamiro Borges
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Aécio Neves mostra lealdade a Perillo, Cachoeira e Demóstenes
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse na segunda-feira que seu partido precisa ter "serenidade de dar o voto de confiança" ao governador de Goiás Marconi Perillo, também tucano.Perillo está cada dia mais complicado em seu envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. É aparelhamento do governo de Goiás pelo bicheiro, é compra da casa com cheques do bicheiro, contas de campanha e pesquisas eleitorais pagas por empresas laranjas do bicheiro, é o COAF detectando dinheiro do governo de Goiás para Cachoeira. Enfim, cada dia tem uma nova bomba explodindo no colo de Perillo.
Talvez a "trajetória no PSDB" de Aécio também explique esse apoio. Já teve o aparelhamento do governo mineiro com uma sobrinha de Cachoeira, e já se sabe que o bicheiro operava em cidades mineiras.
Aliás os apoios de Aécio andam mal ultimamente.
Ele apoiou Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) quando foi descoberta a parceria com Cachoeira: Apoiou o engavetamento de Gurgel.
Apoiou Gilmar Mendes contra Lula.
![]() |
Aécio Neves endossa "acabar com a raça de Lula" |
Será que o tucano quer aliviar o deputado Eduardo Azeredo no julgamento do mensalão tucano?
Aécio fez acordão com com PMDB, para livrar da convocação da CPI, Cabral da CPI e convocar Agnelo (Ele telefonou para 3 deputados do PSDB para mudarem o voto)
E agora apoia Perillo, quando deveria estar exigindo explicações convincentes.
Pelo rumo das coisas, já que o voto será secreto, pelo visto, Aécio é um dos 30 votos que Demóstenes diz ter a seu favor, contra sua cassação por quebra de decoro.
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
Demóstenes,Aécio Neves, Jose Serra,Geraldo Alckmin e Beto Richa : unidos por Perillo e Cachoeira
Demóstenes,Aécio Neves, Jose Serra,Geraldo Alckmin e Beto Richa unem esforços para eleger Marconi Perillo governador de Goiás nas eleições passadas. Qual o conhecimento de cada um em 2010 em relação aos crimes do bicheiro Cachoeira? Só o Demóstenes e o Perillo sabiam e usufruíam dos esquemas?
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Local:
Goiânia - GO, Brasil
terça-feira, 1 de maio de 2012
Aecio Neves se irrita com repórter após Carlinhos Cachoeira aparelhar governo tucano
É impressão, ou o senador Aécio Neves (PSDB-MG) estava com cara de ressaca? Os microfones deveriam ser equipados com um bafômetro para tirar estas dúvidas. Ele se irritou com pergunta de repórter a respeito do aparelhamento do governo tucano de Minas por Carlinhos Cachoeira. O bicheiro telefonou para o senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) pedindo um cargo no governo de Minas para a sobrinha que mora em Uberaba (MG). Demóstenes repassou o pedido ao seu companheiro Aécio Neves e foi atendido. A sobrinha do bicheiro foi nomeada para um cargo de chefia.
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Local:
Minas Gerais, Brasil
terça-feira, 24 de abril de 2012
Com ajuda de Aécio Neves, prima de Cachoeira conseguiu emprego no governo de Minas
FOTO: CHARLES SILVA DUARTE/O TEMPO
Em sete telefonemas e 12 dias, a prima de Cachoeira conseguiu um cargo comissionado em Uberaba
A lista de envolvidos com o bicheiro Carlinhos Cachoeira não para de
crescer e o nome da vez é o de Aécio Neves (PSDB-MG), que conseguiu um
emprego comissionado para a prima do empresário após pedido do colega
Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Mônica Beatriz Silva Vieira, prima de
Cachoeira, assumiu em 25 de maio de 2011 a Diretoria Regional da
Secretaria de Estado de Assistência Social em Uberaba.
Foram somente 12 dias e sete telefonemas entre o pedido de Cachoeira a Demóstenes e a nomeção de Mônica. O ex-governador de Minas chega a confirmar o esforço para atender à demanda do colega de Senado, mas afirma desconhecer os interesses de Cachoeira.
Nos grampos telefônicos, também são citados Marcos Montes (PSD), ex-prefeito de Uberaba, e Danilo de Castro, principal articulador político de Aécio Neves em Minas e secretário estadual do governador Antonio Anastasia (PSDB).
A Polícia Federal monitorou Carlinhos Cachoeira, a prima e o senador Demóstenes durante a Operação Monte Carlo, que desmontou um esquema de contravenção e fez com que o parlamentar deixasse seu partido, o Democratas. O trabalho de investigação também expôs práticas supostamente ilícitas da Delta Construções para atuar em projetos do governo.
Aécio Neves ficou fora do grampo porque não era alvo da Polícia Federal, mas é mencionado tanto pelo bicheiro quanto por Demóstenes Torres. O grampo que revela o favor à prima de Cachoeira está no Supremo Tribunal Federal nos autos que tratam das relações entre o senador e o empresário de jogos de azar.
O nome do tucano mineiro aparece pela primeira vez em 13 de maio do ano passado. Carlos Cachoeira pede a Demóstenes para dar uma força no pedido: “é importantíssimo prá mim. Você consegue por ela lá com Aécio... em Uberaba, pô, a mãe dela morreu. É irmã da minha mãe.” O senador é confiante ao responder: “tranquilo. Deixa eu só ligar pro rapaz lá. Deixa eu ligar prá ele.”
Para a Polícia Federal, a troca de telefonemas pode caracterizar tráfico de influências. Quinze dias após a primeira menção ao nome do ex-governador de Minas, os 3 minutos e 47 segundos de telefonema resumem a movimentação. Segundo a PF, “falam sobre a nomeação de Mônica para a SEDESE/MG, conseguida por Cachoeira junto ao senador Aécio Neves por intermédio do senador Demóstenes Torres e de Danilo de Castro.”
Em nota, Aécio informou que “desconhecia o parentesco e a origem do pedido”. O governo estadual informou que a prima de Carlinhos Cachoeira foi nomeada para um cargo DAD 4, com salário de R$ 2.310,00. Ao Estado de S. Paulo, a prima de Carlos Cachoeira afirmou que é funcionária de carreira há 25 anos, coordenou vários órgãos e o convite se deve a sua competência. Para o Executivo estadual, Mônica Silva Vieira preechia os requisitos para a função porque já tinha coordenado programss federais. O secretário Danilo de Castro esclareceu que a nomeação foi em “comum acordo” com o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG, ex-DEM). Ele argumenta que cargos desse tipo costumam ser indicações políticas. A defesa de Demóstenes Torres não se pronunciou.
As informações são do jornal 'Estado de S. Paulo'.
Foram somente 12 dias e sete telefonemas entre o pedido de Cachoeira a Demóstenes e a nomeção de Mônica. O ex-governador de Minas chega a confirmar o esforço para atender à demanda do colega de Senado, mas afirma desconhecer os interesses de Cachoeira.
Nos grampos telefônicos, também são citados Marcos Montes (PSD), ex-prefeito de Uberaba, e Danilo de Castro, principal articulador político de Aécio Neves em Minas e secretário estadual do governador Antonio Anastasia (PSDB).
A Polícia Federal monitorou Carlinhos Cachoeira, a prima e o senador Demóstenes durante a Operação Monte Carlo, que desmontou um esquema de contravenção e fez com que o parlamentar deixasse seu partido, o Democratas. O trabalho de investigação também expôs práticas supostamente ilícitas da Delta Construções para atuar em projetos do governo.
Aécio Neves ficou fora do grampo porque não era alvo da Polícia Federal, mas é mencionado tanto pelo bicheiro quanto por Demóstenes Torres. O grampo que revela o favor à prima de Cachoeira está no Supremo Tribunal Federal nos autos que tratam das relações entre o senador e o empresário de jogos de azar.
O nome do tucano mineiro aparece pela primeira vez em 13 de maio do ano passado. Carlos Cachoeira pede a Demóstenes para dar uma força no pedido: “é importantíssimo prá mim. Você consegue por ela lá com Aécio... em Uberaba, pô, a mãe dela morreu. É irmã da minha mãe.” O senador é confiante ao responder: “tranquilo. Deixa eu só ligar pro rapaz lá. Deixa eu ligar prá ele.”
Para a Polícia Federal, a troca de telefonemas pode caracterizar tráfico de influências. Quinze dias após a primeira menção ao nome do ex-governador de Minas, os 3 minutos e 47 segundos de telefonema resumem a movimentação. Segundo a PF, “falam sobre a nomeação de Mônica para a SEDESE/MG, conseguida por Cachoeira junto ao senador Aécio Neves por intermédio do senador Demóstenes Torres e de Danilo de Castro.”
Em nota, Aécio informou que “desconhecia o parentesco e a origem do pedido”. O governo estadual informou que a prima de Carlinhos Cachoeira foi nomeada para um cargo DAD 4, com salário de R$ 2.310,00. Ao Estado de S. Paulo, a prima de Carlos Cachoeira afirmou que é funcionária de carreira há 25 anos, coordenou vários órgãos e o convite se deve a sua competência. Para o Executivo estadual, Mônica Silva Vieira preechia os requisitos para a função porque já tinha coordenado programss federais. O secretário Danilo de Castro esclareceu que a nomeação foi em “comum acordo” com o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG, ex-DEM). Ele argumenta que cargos desse tipo costumam ser indicações políticas. A defesa de Demóstenes Torres não se pronunciou.
As informações são do jornal 'Estado de S. Paulo'.
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Belo Horizonte - MG
Aécio na cachoeira: Bicheiro Cachoeira dava ordens no governo de Aecio neves
Cachoeira 'nomeou' prima no governo de Aécio Neves
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), por
meio de sua assessoria, confirmou nesta segunda-feira, 23, que indicou
Mônica Beatriz Silva Vieira para um cargo no governo de Minas atendendo a
um pedido do senador Demóstenes Torres , então líder do DEM no Senado.
Como todos sabemos, Demóstenes recebia ordens de seu sócio,Carlinhos
Cachoeira
O governo mineiro do PSDB
informou que a prima de Carlinhos Cachoeira foi nomeada para um cargo
DAD 4, com salário de R$ 2.310,00.
Em um diálogo interceptado
pela PF em 26 de maio do ano passado - um dia após a publicação da
nomeação no Diário Oficial do Estado - Cachoeira pergunta a Mônica se “o salário lá é bom”.
Ela diz não saber. “Eu tentei pesquisar, mas não sai. Esses cargos
comissionados não sai o salário.” Cachoeira responde: “Aqui (em Goiás)
no mínimo um cargo desses aí é uns 10 mil reais.” A prima conta que
trabalhava na diretoria de qualificação profissional da Prefeitura de
Uberaba. “Até briguei, falei ‘se for menos eu tô perdida.’”
O secretário Danilo de Castro
disse que a nomeação de Mônica foi em “comum acordo” com o deputado
federal Marcos Montes (PSD-MG, ex-DEM). “Agora, pedido eu não lembro de
quem. Informações do Estado
Leia transcrição dos grampos da PF sobre nomeação de prima de Cachoeira
1) 13 de maio de 2011, Carlinhos Cachoeira liga para o senador Demóstenes Torres às 18h18:42.
Cachoeira: Ô doutor.
Demóstenes: Fala professor.
Cachoeira: Aquele currículo que eu te falei lá de Uberaba, da minha prima pô. O Manuel não te entregou, não?
Demóstenes:
Não, deixa eu ligar prá ele aqui... tá dentro do carro. Esse rapaz ele é
difícil, ele é muito burro, sabe? Eu vou olhar aqui.
Cachoeira:
Não esquece de levar isso. É importantíssimo prá mim. Que tá tendo vaga
lá, senão... você consegue por ela lá com Aécio... em Uberaba, pô, a
mãe dela morreu. É irmã da minha mãe.
Demóstenes: Não, tranquilo. Deixa eu só ligar pro rapaz lá. Deixa eu ligar prá ele e te ligo aí.
2) 16 de maio de 201, Demóstenes fala com Cachoeira às 20h51:31
Demóstenes: Tá tudo certo, tá
lá, amanhã cedo eu pego. Amanhã antes de eu falar com ele eu te ligo e
você me explica direito, falou?
Cachoeira: Tá excelente, brigado doutor.
3) 17 de maio de 2011, às 7h19:45.
Demóstenes: Fala professor, só
tô vendo currículo aqui. Tá assim, cargo, qualificação profissional,
diretoria CEDECI, o que é CEDECI?
Cachoeira: Ele sabe lá. É Estadual lá, um cargo.
Demóstenes:
Precisa decifrar, eu vou encontrar com o Aécio lá pelas 10 horas, só o
que é CEDECI, prá perguntar direito, pra pedir direito.
Cachoeira: Tá, eu vou decifrar aqui e te falo aí.
Três
minutos depois, às 7h21, Cachoeira liga para Demóstenes e o informa que
a repartição chama-se Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social.
4) 18 de maio de 2011, às 11h52:05, Demóstenes liga para o bicheiro.
Demóstenes: Fala professor. A mulher trabalha no Estado?, ela é funcionária do Estado? O Aécio quer saber.
Cachoeira: Não, ela trabalha na Prefeitura Municipal de Uberaba.
5) 20 de maio de 2011, às
20h48:28, numa ligação de 39 segundos, Demóstenes diz ao contraventor
que Aécio conseguiu o emprego para a prima.
Demóstenes: Seguinte, o Aécio
arrumou o trem lá, e vão dar pro deputado um outro cargo. Agora, ele
perdeu o currículo da mulher, então na hora que eu chegar aí você me dá o
nome inteiro dela e o telefone prá eles ligarem, falou?
Cachoeira: Então tá. Qual cargo que é, você sabe?
Demóstenes: O que você pediu, ué.
6) 21 de maio de 2011, às 12h05, Cachoeira liga para Mônica Beatriz, sua prima.
Cachoeira: Eles vão te ligar aí, tá? O governador deu o OK aí no seu emprego aí de chefia.
Mônica: Hum.
Cachoeira: O Aécio acabou de ligar pro senador aqui, viu.
Mônica: Então tá.
Cachoeira: Já pegou seu telefone, mas fica com o telefone ligado que eles vão te ligar. Alguém do governo vai te ligar.
Mônica: Tá ok, pode deixar, tá bom.
Cachoeira: Então tá, tchau, me ajuda por lá.
7) 26 de maio de 2011, às 22 horas, Cachoeira e Mônica conversam durante 3 minutos e 47 segundos.
Cachoeira: A pessoa te ligou?
Mônica: Ligou, ligou no sábado de manhã.
Cachoeira: Quem foi?
Mônica: O Danilo de Castro.
Cachoeira: Ele é forte ali.
Mônica:
Secretário de Governo, isso, daí me fez umas perguntas. Daí na segunda
eu já me reuni com o Marcos Montes, né? Ele falou: ‘Mônica, a sua
nomeação deve sair na próxima semana’. Ele ficou de...ele iria prá
Brasília e retornava amanhã e assim que ele chegasse ele me ligaria prá
gente sentar e conversar.
Cachoeira: Sim, mas qual cargo?
Mônica: Diretor regional do Sedese.
Cachoeira: Uai, bom demais. Melhor ainda do que você queria.
Mônica: Nossa, eu fiquei feliz demais, inclusive tenho que agradecer muito, Carlinhos.
Cachoeira: A pessoa que vai sair do cargo é que não vai gostar, né?
Mônica:
Eu falei isso com o Danilo, Falei: ‘Danilo, eu não queria que
prejudicasse a pessoa, ainda mais se for pai de família’. Ele falou:
‘Você não se preocupe com isso porque nós já arrumamos um cargo, me
parece que ele vai ficar até lá mesmo’.
Cachoeira: É o Aécio, viu: Direto com Demóstenes, viu?
Mônica:
Isso, ele falou que era uma solicitação do Aécio, ele enfatizou isso
bem. ‘É uma solicitação do senador Aécio, através do senador Demóstenes,
e com o aval do governo Anastasi, bem claro, né? Mas eu te agradeço
muito, muito mesmo.
Cachoeira: O salário lá é bom, né?
Mônica: Eu não sei o que que é, eu tentei pesquisar, mas não sai. Esses cargos comissionados não sai o salário.
Cachoeira: Aqui (em Goiás) no mïnimo um cargo desses aí é uns 10 mil reais.
Mônica: Aqui eu não sei, eu tentei pesquisar.
Cachoeira: É um c argo de superintendente aqui, dessa forma, diretor, aí deve ser uns 10 mil.
Mônica: Então, é uma superintendência que eu tô assumindo, é a Superintendência de Desenvolvimento Social.
Cachoeira: A que você estava era qual?
Mônica: Eu estava na diretoria de qualificação profissional.
Cachoeira: Municipal?
Mônica: É municipal, até briguei, falei ‘se for menos eu tô perdida’.
Cachoeira: Quanto você ganhava lá?
Mônica: 5.
Cachoeira: deve ser uns 10, você vai ver, você me liga o dia que você assumir, tá?
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terça-feira, 3 de abril de 2012
Aécio neves (PSDB-MG) declara sua admiração pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO), acusado de colocar seu mandato a serviço de um bicheiro
No dia 06/03/2012, Demóstenes Torres (DEM-GO) proferiu um discurso no Senado Federal, no qual ele tentou, sem sucesso, se eximir das acusações de corrupção. Num aparte, o Senador Aécio Neves (PSDB-MG),que já havia mostrado admiração por José Arruda(DEM DF), saiu em defesa do colega e declarou todo o seu respeito e admiração por aquele que estava sendo acusado de colocar o mandato de senador a serviço das atividades criminosas de um bicheiro:
do Senado Federal
O Sr. Aécio Neves (Bloco/PSDB – MG) – Ilustre Senador Demóstenes, para nós que o conhecemos e o conhecemos em profundidade talvez soasse desnecessária sua presença hoje na tribuna do Senado Federal para tratar dessa questão. Compreendo a iniciativa de V. Exª de falar ao Brasil, de prestar os devidos esclarecimentos aos brasileiros, em primeiro lugar, porque V. Exª é uma figura nacional; aos goianos que, por duas vezes, o trouxeram a esta Casa; e, por último, a seus pares. A serenidade, Senador Demóstenes que V. Exª demonstra, acompanhada da clareza de seu pronunciamento e da firmeza com que se coloca perante seus Pares só confirmam o caráter de V. Exª e isso torna-se ainda mais relevante porque vem emoldurado pela unanimidade das manifestações dos seus Pares de todas as vertentes políticas. V. Exª é um homem digno, sempre agiu dessa forma em todos os cargos públicos que ocupou. E digo mais, V. Exª, Senador Demóstenes, é dos mais preparados e destemidos homens públicos deste País e, por isso mesmo, dos mais respeitados. Esteja seguro, V. Exª, a sua família, aqueles que como eu tanto o admiram, de que será desta forma que V. Exª continuará a ser visto pelos brasileiros, pelos goianos e pelos seus Pares: com respeito e enorme admiração.
Esta é a prática de Aécio Neves: quando a corrupção bate à porta do PT, ele levanta o discurso da “honestidade”, da “moralidade”, da “ética” e da “transparência”. Mas quando a corrupção está do seu lado, o discurso muda.
Para Aécio Neves, o senador Demóstenes Torres nem precisava tentar explicar as gravações feitas pela Polícia Federal e que revelaram suas negociações com um bicheiro. O ex-governador mineiro se dispôs a abrir mão das investigações e a absolver Demóstenes sem maiores problemas, pelo simples fato de ambos fazerem parte de partidos aliados.
A mesma coisa aconteceu quando um suplente de senador do Rio Grande do Norte, João Faustino (PSDB-RN), estava sendo investigado e chegou a ser preso pela Polícia Federal. Aécio Neves se mostrou indignado com as acusações de corrupção envolvendo seu aliado. Leia aqui.
Depois, quando as escandalosas denúncias de corrupção envolvendo o PSDB vieram a tona com o livro “A Privataria Tucana”, o senador mineiro também não deu importância e até pareceu conivente com as falcatruas do PSDB durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Leia aqui.
Sua atuação como governador de Minas Gerais durante dois mandatos também não foi nenhum exemplo de transparência ou combate à corrupção: sua gestão guarda a triste marca de ser o período em que menos se apurou denúncias de irregularidades. Leia aqui.
Com uma prática política caracterizada pelo afago dos aliados encrencados, Aécio Neves não tem nenhuma credibilidade para empunhar a bandeira contra a corrupção.
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