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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

“AÉCIO NÃO TEM CONDIÇÕES DE PRESIDIR PSDB”, DIZ TASSO

O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), defendeu nesta quarta-feira (18) o afastamento definitivo de Aécio Neves da presidência do partido, mesmo após a decisão do Senado de devolver o mandato ao senador mineiro . “Acho que ele não tem condições, dentro da circunstância que está, de ficar como presidente do partido. E nós precisamos ter uma solução definitiva e não provisória”, disse
“AÉCIO NÃO TEM CONDIÇÕES DE PRESIDIR PSDB”, DIZ TASSO

Ceará 247 - Mesmo após a decisão do Senado de devolver o mandato ao senador Aécio Neves (PSDB-CE), o presidente interino do partido, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) defendeu que o mineiro se afaste de forma definitiva da presidência da legenda. "Acho que ele não tem condições, dentro da circunstância que está, de ficar como presidente do partido. E nós precisamos ter uma solução definitiva e não provisória", disse Tasso, na manhã desta quarta-feira (18).
Tasso disse ainda que não conversou com Aécio após a votação de ontem (17) e que a decisão do Senado foi “mal interpretada”. "No meu entender, é dar ao senador Aécio o que ele não teve ainda, que é o direito de defesa", disse. "Aqui no próprio Senado ele vai ter o Conselho de Ética, onde vai ter que se defender. E ao mesmo tempo o julgamento no Supremo continua e ele vai ter o direito de apresentar sua defesa", afirmou.
Aécio está licenciado da presidência do PSDB desde que foi envolvido nas investigações da delação da JBS.
(Com informações do UOL)

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Aecio Neves salvo por corruptos do Senado: Veja quem votou contra e quem votou a favor de Aécio Neves

Contrariando a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou do mandato parlamentar, no último dia 26, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), o Plenário do Senado decidiu, nesta terça-feira (17), reconduzir o tucano ao cargo. No placar da votação, 44 senadores foram a favor da volta de Aécio e 26 senadores foram contra o retorno do tucano à Casa.
Ao comentar o resultado da votação, o presidente do Senado, Eunício Oliveira, afirmou que a decisão do Plenário “é soberana”. Ele acrescentou que procurou seguir as determinações regimentais, com as questões de tempo e número de oradores favoráveis e contrários.



Senador tucano foi reconduzido ao cargo
Senador tucano foi reconduzido ao cargo

Eunício lembrou que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, já havia determinado a votação aberta. Segundo o presidente, essa determinação terminou evitando a apresentação de questões de ordem, que poderiam atrasar a votação. Eunício negou que a decisão tenha sido corporativa e lembrou que “apenas dirige os trabalhos” e que presidente não vota “nem faz encaminhamento de matéria”.
"O voto aberto mostra uma decisão do Plenário às claras. Cabe a mim respeitar", declarou Eunício.
Veja quem votou a favor e contra Aécio.
SENADORES QUE FORAM FAVORÁVEIS AO RETORNO DE AÉCIO:
  • Airton Sandoval (PMDB-SP)
  • Antonio Anastasia (PSDB-MG) o companheiro do Aecio
  • Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
  • Benedito de Lira (PP-AL)
  • Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
  • Cidinho Santos (PR-MT)
  • Ciro Nogueira (PP-PI)
  • Dalirio Beber (PSDB-SC)
  • Dário Berger (PMDB-SC)
  • Davi Alcolumbre (DEM-AP)
  • Edison Lobão (PMDB-MA)
  • Eduardo Amorim (PSDB-SE)
  • Eduardo Braga (PMDB-AM)
  • Eduardo Lopes (PRB-RJ)
  • Elmano Férrer (PMDB-PI)
  • Fernando Bezerra Coelho (PMDB-PE)
  • Fernando Collor (PTC-AL)
  • Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
  • Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
  • Hélio José (PROS-DF)
  • Ivo Cassol (PP-RO)
  • Jader Barbalho (PMDB-PA)
  • João Alberto Souza (PMDB-MA)
  • José Agripino (DEM-RN) várias investigações no STF
  • José Maranhão (PMDB-PB)
  • José Serra (PSDB-SP) O Careca
  • Maria do Carmo Alves (DEM-SE) a que mal aparece para trabalhar e quando vai é para votar contra o povo como salvar corruptos e perseguir servidores
  • Marta Suplicy (PMDB-SP) a relaxa e goza que achou partido certo para corrupção
  • Omar Aziz (PSD-AM)
  • Paulo Bauer (PSDB-SC)
  • Pedro Chaves (PSC-MS)
  • Raimundo Lira (PMDB-PB)
  • Renan Calheiros (PMDB-AL)
  • Roberto Rocha (PSDB-MA)
  • Romero Jucá (PMDB-RR) o do Acordão nacional
  • Simone Tebet (PMDB-MS)
  • Tasso Jereissati (PSDB-CE) Partido do Aecio Neves
  • Telmário Mota (PTB-RR)
  • Valdir Raupp (PMDB-RO) Investigado pelo STF
  • Vicentinho Alves (PR-TO)
  • Waldemir Moka (PMDB-MS)
  • Wellington Fagundes (PR-MT)
  • Wilder Morais (PP-GO)
  • Zeze Perrella (PMDB-MG)o da Helicoca

Votação No STF dia 11 a favor do Senado decidir o destino do Aecio Neves
  • Alexandre de Moraes(PSDB/SP)(tucano Indicado Por Temer após o estranho “acidente” de avião de Teori que STF,Moro e PF se recusam a investigar e Globo a divulgar), 
  • Dias Toffoli(O pau mandado do tucano Gilmar),
  • Ricardo Lewandowski (briga com Gilmar, mas na hora de ajudar corruptos andam juntos)
  • Gilmar Mendes(PSDB/MT)
  • Marco Aurélio(o fã do Aecio Neves e disse que ele tem carreira elogiável) 
  •  presidente, Cármen Lúcia que esteve com Eunício dias Antes

SENADORES QUE FORAM CONTRÁRIOS AO RETORNO DE AÉCIO:
Acir Gurgacz (PDT-RO)
Álvaro Dias (Podemos-PR)
Ana Amélia (PP-RS)
Ângela Portela (PDT-RR)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Humberto Costa (PT-PE)
João Capiberibe (PSB-AP)
José Medeiros (PODE-MT)
José Pimentel (PT-CE)
Kátia Abreu (PMDB-TO)
Lasier Martins (PSD-RS)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Magno Malta (PR-ES)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Paim (PT-RS)
Paulo Rocha (PT-PA)
Randolfe Rodrigues (REDE-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Reguffe (S/PARTIDO-DF)
Roberto Requião (PMDB-PR)
Romário (PODE-RJ)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Walter Pinheiro (S/PARTIDO-BA)
Ministros do STF que votaram pelo afastamento do Aecio Neves sem precisa de autorização do parlamento
Edson Fachin(relator da lava jato que substitui Teori depois do estranho "acidente" de avião
Luís Roberto Barroso
 Rosa Weber
 Luiz Fux 
Celso de Mello
PRESIDENTE DO SENADO
Eunício Oliveira (PMDB-CE) - NÃO VOTOU

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Saud revela caixa dois milionário a marqueteiro de Aécio Neves

Paulo Vasconcelos recebeu 12,3 milhões de reais na campanha presidencial de 2014. 'Não tenho nenhum serviço desse cara', diz Saud.

Senador Aécio Neves fala à imprensa no Palácio do Planalto - 15/08/2017
Senador Aécio Neves fala à imprensa no Palácio do Planalto - 15/08/2017

Em novo áudio obtido por VEJA, o diretor da J&F Ricardo Saud conversa com Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, primo do senador afastado Aécio Neves, sobre as preocupações do grupo empresarial com pagamentos de caixa dois eleitoral realizados ao marqueteiro Paulo Vasconcelos, que comandou a campanha do senador tucano à Presidência da República em 2014. Segundo Saud, a JBS, uma das empresas do grupo J&F, pagou 12,3 milhões de reais ao marqueteiro. Apesar de Paulo Vasconcelos ter emitido notas fiscais em favor da JBS, nenhum serviço teria sido prestado, o que preocupava Saud.
“Tem uma coisa que está me preocupando demais”, disse Saud ao primo de Aécio. “O Paulo Vasconcelos vai sair chamuscado, você sabe, né? Eu paguei 12,3 milhões para ele de nota. Eu não tenho nenhum serviço desse cara. Não tem nada, zero”, continuou o executivo. O primo de Aécio, que foi um dos coordenadores de campanha do tucano, pareceu se preocupar com o que ouviu de Saud. “Isso é grave. Tem que resolver isso”, disse Fred.
O executivo da J&F estava preocupado que a Polícia Federal pudesse apreender blocos de notas fiscais frias emitidas por Paulo Vasconcelos. “Semana que vem tem jeito de a gente encontrar o Paulo [Vasconcelos] e a Andrea [Neves, irmã de Aécio]? Não pode deixar. Vai sair o Paulo Vasconcelos. Aí, meu amigo, se derem uma batida lá e forem no talão de nota, vão pegar 12,3 milhões da JBS na data da campanha do Aécio sem nenhum serviço pra nóis. O que você acha que vai ser? Sem nenhum serviço pra nóis”, diz Saud.
Na sequência, Saud sugere uma manobra para esquentar as notas de Vasconcelos, simulando a prestação de serviços do marqueteiro para a JBS. “Se ele quiser, eu dou pronto pra ele um vídeo ou um catálogo, produção interna nossa, e ele assina, faz de conta que ele fez”, diz Saud. “Por que ele não faz um contrato comigo? Vai ter que fazer retroativo dentro desse mês. Tem que resolver dentro desse mês”, disse. “Pode deixar”, diz Fred.
Depois da conversa com Fred, Saud se reúne com o próprio Paulo Vasconcelos. No encontro, o executivo da J&F diz ao marqueteiro que os dois precisam forjar serviços para justificar o repasse dos 12,3 milhões de reais. “Vão falar que era caixa dois. Precisamos achar o produto”, afirma Saud. Vasconcelos responde que, do valor total, só recebeu 2,5 milhões de reais. O dinheiro, segundo ele, era o pagamento de análises de pesquisas e do cenário eleitoral feitas a Joesley Batista durante a campanha de 2014. Haveria provas disso, como os registros de entrada do marqueteiro no prédio da J&F.
Vasconcelos também ponderou que Henrique Meirelles, então presidente da holding J&F, participou de uma dessas reuniões na qual ele tratou da corrida presidencial para Joesley. Saud atalha o interlocutor, deixando claro que os investigadores não aceitarão essa narrativa nem acreditarão que o marqueteiro de Aécio Neves, em meio à disputa ao Planalto, encontrou tempo para trabalhar como consultor. “Como é que uns homens desses (referindo-se à cúpula da J&F), que sabem mais do que todo mundo, estão fazendo pesquisa, diagnóstico?”, pergunta Saud, em tom de ironia. Vasconcelos capitula: “Então, me ajude a te ajudar”.
DA VEJA

terça-feira, 26 de setembro de 2017

STF AFASTA O AÉCIO NEVES DO MANDATO E DETERMINA RECOLHIMENTO NOTURNO




STF AFASTA O AÉCIO NEVES DO MANDATO E DETERMINA RECOLHIMENTO NOTURNO

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 26, por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F; na mesma sessão, ao contrário dos donos da JBS que pagaram propinas, Primeira Turma negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio Neves, que recebeu as propinas, feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot; articulador principal do golpe de 2016 que arrasou o País, Aécio ficará solto, embora tenha sido flagrado nos grampos da JBS negociando propinas de R$ 2 milhões
Agência Brasil - A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (26), por 3 votos a 2, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício de seu mandato, medida cautelar pedida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito em que o tucano foi denunciado por corrupção passiva e obstrução de Justiça, com base nas delações premiadas da empresa J&F.
Na mesma sessão, a Primeira Turma negou, por unanimidade, o terceiro pedido de prisão preventiva de Aécio feito pelo ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que deixou o cargo no último dia 17. Outras duas solicitações de prisão foram negadas por decisões monocráticas (individuais) no STF: uma do ministro Edson Fachin e outra do ministro Marco Aurélio Mello.
Votaram pelo afastamento os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, ficando vencidos os ministros tucano Alexandre de Moraes(PSDB/SP), que assumiu o lugar do Teori após um estranho acidente de avião,  e Marco Aurélio Mello que disse que o mineirinho tem uma "carreira elogiavel". Pelo mesmo placar, foi determinado que Aécio não pode se ausentar de casa à noite, deve entregar seu passaporte e não pode se comunicar com outros investigados no mesmo caso, entre eles sua irmã Andréa Neves.
Em seu voto, Fux afirmou que a atitude mais elogiosa a ser tomada por Aécio, desde o início, seria se licenciar do mandato para provar sua inocência. "Já que ele não teve esse gesto de grandeza, nós vamos auxiliá-lo a pedir uma licença para sair do Senado Federal, para que ele possa comprovar à sociedade a sua ausência de culpa", disse.
Do 247

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA

PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal; tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista; Temer é acusado de liderar organização criminosa e de obstruir a Justiça; a denúncia diz que o peemedebista integra, desde 2002, um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões; para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy


PSDB DECIDE APOIAR A “QUADRILHA” DE TEMER E REJEITAR DENÚNCIA

247 - O PSDB se prepara para fincar de vez sua âncora no governo golpista de Michel Temer junto com seu "quadrilhão", como definiu o inquérito da Polícia Federal. Os tucanos estão garantindo a Temer que vão trabalhar para rejeitar a nova denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) contra o peemedebista.
A jornalista Andrei Sadi disse em seu blog que os deputados do PSDB já têm o discurso pronto para justificar a defesa de Temer: a denúncia de Rodrigo Janot "não é suficiente" para provocar uma "ruptura" no cenário político em meio à discussão sobre as reformas econômicas.
Os tucanos, no entanto, admitem que o motivo maior é não causar turbulências a um ano da eleição para presidente da República. Na primeira denúncia contra Michel Temer, a bancada do PSDB rachou no plenário: foram 22 votos contra a denúncia, e 21 a favor.
Para retribuir a proteção do PSDB, Temer está afirmando que vai manter no cargo o ministro tucano Antonio Imbassahy.
Denúncia
Desta vez, a procuradoria acusa o presidente de organização criminosa e obstrução da Justiça. Temer é acusado de ter participado, desde 2002, de um grupo responsável pelo desvio de R$ 587 milhões. A partir de 2016, ele teria passado para um papel de liderança. A denúncia afirma que ele "dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização". As acusações têm por base gravações, grampos telefônicos e delações.
No documento de 245 páginas, Janot descreve como o grupo de Temer teria cobrado propina para que empresas conseguissem contratos com estatais e ministérios controlados pelo PMDB. Apenas no caso da Petrobras, o esquema teria causado prejuízo de R$ 29 bilhões. Ainda há uma acusação por obstrução da Justiça contra Temer por suspeita de que ele conspirou com o empresário Joesley Batista para comprar o silêncio de Lúcio Funaro, um operador de propinas do PMDB que está preso.

sábado, 16 de setembro de 2017

AÉCIO ADIA JULGAMENTO NO STF. O MOTIVO: VIAGEM DO SEU ADVOGADO A PORTUGAL


AÉCIO ADIA JULGAMENTO NO STF. O MOTIVO: VIAGEM DO SEU ADVOGADO A PORTUGAL

Responsável pelo golpe que destruiu a economia e a imagem do Brasil, colocando no poder Michel Temer, denunciado como chefe de quadrilha, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) mostrou nesta sexta-feira que ainda manda muito no País, embora seja rejeitado por mais de 90% dos brasileiros; em razão da viagem de férias de seu advogado a Portugal, ele pediu ao Supremo Tribunal Federal que seu pedido de prisão, engavetado há mais um mês, fosse novamente adiado; o procurador Rodrigo Janot pediu a prisão de Aécio em razão das malas de R$ 2 milhões da JBS entregues a seu primo

247 - Engavetado há mais de um mês no Supremo Tribunal Federal, o julgamento do pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB) foi adiado novamente.
Ao relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, Aécio alegou que os dois advogados que o defendem não poderão participar da sessão da Corte, que já estava marcada para a próxima terça-feira, 19.
Alberto Zacharias Toron diz, no texto, que estará em Portugal a partir de amanhã (16/9), e lá ficará até 24 de setembro. Argumenta que a viagem já estava marcada "há tempos". O outro defensor de Aécio, José Eduardo Alkmin, alega que estará defendendo outro cliente, no âmbito do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em uma sessão marcada anteriormente à do STF.
O ministro Marco Aurélio Mello decidiu adiar a análise para 26 de setembro.
O pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi feito no dia 31 de julho, o terceiro pedido de prisão após a homologação das delações da JBS. Janot pretende anular a decisão do ministro Marco Aurélio, que havia negado a prisão do tucano, além de ter lhe devolvido às atividades no Senado.
O senador tucano é acusado de corrupção passiva e obstrução da Justiça; ele teria pedido e recebido R$ 2 milhões da JBS e atuado no Senado e junto ao Executivo para embaraçar as investigações da Lava Jato.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Aécio: programa de Temer é o programa do PSDB



Aécio: programa de Temer é o programa do PSDB

O presidente nacional do PSDB faz questão de por os pingos nos is.
O programa de destruição do patrimônio nacional, de cancelamento de investimentos em educação, pesquisa, ciências e saúde pública, o desprezo pelas universidades e pelos serviços públicos em geral, é o programa do PSDB.
Quem apoiou o golpe, portanto, apoiou o programa de Temer e do PSDB.
Programa que, é sempre bom lembrar, foi derrotado quatro vezes consecutivas pelas urnas. Se somarmos os eleitorados dessas quatro eleições, termos mais de 200 milhões de votos que repudiaram o programa de Michel Temer.
Do cafezinho

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Advogados de Aécio tiram sarro do STF em pedido de prisão: “Que medo!”

Advogados de Aécio Neves tiram sarro de pedido de prisão: “Que medo!”

Os defensores do tucano chegaram ao ponto de desafiar o STF no documento em que contestam o pedido de prisão expedido por Janot. Aécio é alvo de 6 inquéritos na Corte 
Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira (15), os advogados do senador Aécio Neves (PSDB-MG) contestam o pedido de prisão do tucano feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no final do mês passado.
Mais do que contestar, os advogados tiram sarro e desafiam a justiça quanto ao pedido de prisão do parlamentar, que é alvo de 6 inquéritos na Corte.
“Diante de tamanha arbitrariedade, é possível dizer: que medo!”, escreveram os defensores em um dos trechos do documento, em que eles alegam falta de provas contra Aécio.
O último pedido de prisão expedido por Janot já foi, na verdade, uma tentativa de recorrer à decisão do ministro Marco Aurélio, que havia negado a prisão do senador, que chegou a ser afastado de suas atividades parlamentares. O novo pedido de prisão ainda será analisado pelos ministros.
No documento enviado hoje, os deputado pedem ainda para que o pedido seja analisado pelo plenário do Supremo, e não pela Primeira Turma.
No pedido de prisão, Janot acusa Aécio de corrupção passiva e obstrução da justiça. Segundo as investigações, ele teria pedido e recebido R$ 2 milhões da JBS e atuado no Senado e junto ao Executivo para atrapalhar as investigações da Lava Jato.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Lava Jato cancela delação da Andrade que atingiria em cheio Aécio Neves e se fosse contra o Lula?

Juiz Sergio Moro(PSDB/PR) Aecio Neves(PSDB/MG) e junto com José Serra(PSDB/SP), Geraldo Alckmin(PSDB/SP e o golpista michel Temer (PMDB/SP)
O Juiz da Lava jato Sergio Moro confratenizando com tucanos acusados de corrupção no evento da Revista QUANTOÉ e conspirando para perseguir o Lula e livrar o PSDB das acusações

Da Folha
A pouco mais de um mês de deixar o cargo, o procurador geral da República, Rodrigo Janot, enviou sinais de que não quer mais saber da complementação da delação da Andrade Gutierrez.
A desistência ocorreu após procuradores questionarem se haveria relatos de crime envolvendo o ex-presidente Lula e teles e receberem um não como resposta e não quiseram saber se tem outros envolvidos, já que o foco de Sergio Moro é o Lula e o PT
A avaliação da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba e em Brasília é que, sem Lula e sem teles, a complementação da delação da Andrade Gutierrez traria poucas novidades.
A empresa, que nasceu em Belo Horizonte, tem relações com o senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas os procuradores avaliam que os relatos dela sobre o tucano pouco acrescentariam ao que foi relatado pela Odebrecht e por Joesley Batista,mas apesar desses relatos continua solto, com mandato e conspirando contra o povo junto com Temer.
Os procuradores tinham interesse em três casos envolvendo empresas de telecomunicações porque a Andrade Gutierrez é uma das sócias da Oi e controlava a Telemar.
Os casos são os seguintes: 1) o investimento de R$ 5 milhões feito em 2005 pela Telemar na Gamecorp, empresa de Fábio Luis Lula da Silva, o filho mais velho de Lula; 2) a compra da Brasil Telecom em 2008 pela Telemar, negócio no qual o Banco do Brasil e o BNDES entraram com R$ 6,8 bilhões; e 3) a história narrada pelo publicitário Marcos Valério, condenado no mensalão..
A Andrade Gutierrez negou aos procuradores que tenha havido crime nesses três episódios, segundo a Folhaapurou. 
(…)

    sexta-feira, 4 de agosto de 2017

    AS IMAGENS DA PROPINA DE AÉCIO NEVES



    AS IMAGENS DA PROPINA DE AÉCIO NEVES

    A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer; foram três pagamentos de R$ 500 mil para Aécio, entregues pelo ex-diretor da JBS Ricardo Saud ao primo de Aécio, Frederico Pacheco; Aécio,Neves, que vive em eventos em amizade intima com o Juiz da Lava Jato Sergio Moro eterno perseguidor do PT e Lula , na prática, hoje governa o Brasil, pois indicou quatro ministros e o presidente da Petrobras, Pedro Parente; foi também ele quem orientou um aliado, o deputado Paulo Abi-Ackel a produzir o parecer que salvou Temer; novo pedido de prisão de Aécio, feito pelo procurador geral Rodrigo Janot, deve ser julgado em breve, pela 1ª Turma do STF; as imagens são chocantes

    247 - A revista Época publica, nesta sexta-feira, as imagens da propina de R$ 2 milhões paga pela JBS ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), que perdeu as eleições de 2014, mas assaltou o poder ao liderar o golpe de 2016, em parceria com Eduardo Cunha e Michel Temer.
    As fotos registram a organização e o empacotamento dos R$ 2,4 milhões em cash entregues a prepostos de Michel Temer, do senador Aécio Neves e do doleiro Lúcio Funaro.
    "ÉPOCA reconstituiu a cena por meio de gravações autorizadas pela Justiça (ouça um dos áudios) se de entrevistas reservadas com participantes da ação controlada. Reconstituiu, também, as outras quatro entregas de dinheiro vivo acompanhadas pela PF entre abril e maio deste ano, na Operação Patmos, resultado das delações dos executivos da JBS. Os cinco pagamentos somaram R$ 2,4 milhões. Foram três entregas de R$ 500 mil destinadas a Aécio, uma de R$ 400 mil destinada ao doleiro Lúcio Funaro e, por fim, uma de R$ 500 mil destinada ao presidente Michel Temer - aquela da mala preta com rodinhas, que cruzou velozmente as calçadas de São Paulo graças às mãos marotas de Rodrigo Rocha Loures, o "longa manus" do peemedebista, nas palavras da Procuradoria-Geral da República.
    O empresário Frederico Pacheco, o Fred, primo de Aécio, foi quem recebeu as três malas com R$ 500 mil em propina ao senador tucano, segundo as delações da JBS. "Começou no dia 5 de abril, voltou no dia 12, já sob monitoramento da PF, e manteve o cronograma nas semanas seguintes: encontrou Saud, no mesmo local, também nos dias 19 de abril e 3 de maio. Cumpria a tarefa enquanto o Brasil conhecia o teor das delações da Odebrecht; enquanto o país assistia aos depoimentos do executivos da empreiteira, que tanto incriminavam Aécio. 'Eu durmo tranquilo', disse Fred no segundo encontro, logo após racionalizar os crimes que cometia como um ato isolado, que não o definia. 'Se eu te contar uma coisa você não vai acreditar: a única pessoa com quem eu tratei em espécie foi você. A única pessoa que pode falar de mim é você'. Saud deixou-o à vontade para desabafar. 'Como é que eu não faço? Tenho um compromisso de lealdade com o Aécio', disse o delator da JBS.
    Leia a reportagem na íntegra.

    segunda-feira, 31 de julho de 2017

    Janot volta a pedir prisão de Aécio Neves pelos R$ 2.000.000,00 recebidos de Joesley Batista

    O senador Aécio Neves e o Juiz da Lava Jato Sergio Moro se divertindo em evento da Istoé
    Janot volta a pedir ao STF prisão do senador Aécio Neves
    BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a pedir a prisão do senador Aécio Neves, presidente licenciado do PSDB, no caso em que ele é acusado de pedir e receber R$ 2 milhões do empresário Joesley Batista.
    Janot também pediu para afastamento de Aécio do mandato de senador. Pedidos anteriores de afastamento e prisão foram rejeitados em decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF). Caberá agora a Primeira Turma decidir sobre o assunto.
    Em maio, o ministro Edson Fachin, também do STF, determinou o afastamento de Aécio do exercício do mandato, mas negou o pedido de prisão. Posteriormente, o caso mudou de relator: saiu do gabinete de Fachin, e foi para o de Marco Aurélio. Em junho, ele aceitou recurso da defesa e permitiu que Aécio voltasse ao Senado. E negou novo pedido de Janot para determinar a prisão do parlamentar.
    Em junho, Marco Aurélio também determinou a devolução do passaporte ao senador. Além disso, o autorizou a se ausentar do Brasil e a manter contato com outros investigados. Aécio é um dos políticos brasileiros investigados em razão das delações premiadas de executivos do frigorífico JBS. Ao assumir os processos de Aécio,
    Marco Aurélio disse inicialmente que não tomaria sozinho decisões em recursos contra determinações de Fachin, levando-os para julgamento da Primeira Turma, composta por cinco ministros, incluindo Marco Aurélio. Mas como o STF entrou de recesso em julho, e não haveria mais reuniões da Primeira Turma, o relator preferiu decidir sozinho em 30 de junho, último dia de trabalho normal no STF
    Como o tribunal volta a funcionar plenamente em agosto, a Primeira Turma poderá analisar o caso agora.
    Em sua decisão, Marco Aurélio procurou atenuar possível atrito com Fachin, destacando que o quadro da época em que o colega afastou Aécio do mandato, em maio, era outro, diferente do observado em junho.
    “Tem-se que o quadro fático, hoje, é outro. Será que o antecessor na relatoria, o autor da decisão, mesmo assim, implementaria a medida extrema, verdadeira sanção, verdadeira pena, irreversíveis, verdadeira morte política do Senador, afastando a essência do mandato parlamentar, que é o exercício?”, questionou Marco Aurélio na decisão tomada em junho.
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    domingo, 23 de julho de 2017

    COM 1,1%, AÉCIO NEVES VIRA CADÁVER POLÍTICO EM MINAS

    Pesquisa realizada pelo instituto GPP aponta que o senador tucano, um dos mais delatados na Lava Jato, só teria 1,1% dos votos para presidente da República em seu próprio Estado; dado mostra que Aécio Neves, investigado por esquemas de corrupção em Minas e flagrado recentemente pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, se afundou politicamente depois de ter atuado como o principal articulador do golpe contra Dilma Rousseff, afundando o Brasil na maior crise econômica de sua história


    COM 1,1%, AÉCIO NEVES VIRA CADÁVER POLÍTICO EM MINAS

     Pesquisa eleitoral revela que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), após ter atuado como o principal articulador do golpe contra Dilma Rousseff, afundando o Brasil na maior crise econômica de sua história, virou um cadáver político em Minas Gerais .
    Dados de um levantamento realizado pelo instituto GPP, divulgados pela Carta Capital, apontam que o senador tucano, um dos mais delatados na Lava Jato, só teria 1,1% dos votos para presidente da República em seu próprio Estado.Investigado por esquemas de corrupção em Minas, estado que governou, e flagrado em gravação recentemente pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, da JBS, Aécio piorou drasticamente no cenário eleitoral desde as eleições de 2014.Naquele ano, quando foi derrotado para Dilma na disputa presidencial, Aécio também já havia perdido em Minas, registrando 45,6% dos votos. 

    quinta-feira, 20 de julho de 2017

    VALÉRIO: AÉCIO NEVES LEVAVA 2% DOS CONTRATOS COM O BB DESDE O GOVERNO FHC

    VALÉRIO: AÉCIO NEVES LEVAVA 2% DOS CONTRATOS COM O BB DESDE O GOVERNO FHC,MAS SERGIO MORO SÓ PENSA NO LULA
    Delação do empresário Marcos Valério é bombástica e atinge não apenas o senador Aécio Neves (PSDB-MG), como também o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso(PSDB/SP); no acordo, fechado com a Polícia Federal, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90; ele afirma ainda que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FHC; Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal
    247 - Marcos Valério, que teve sua proposta de delação rejeitada pelo Ministério Público Estadual de Minas Gerais (MP-MG), fechou um acordo de colaboração premiada com a Polícia Federal (PF). Por citar políticos com foro privilegiado, o acordo aguarda a homologação do Supremo Tribunal Federal (STF).
    O delator relatou bastidores de operação para retirar da CPMI dos Correios, em 2005, documentos sobre a relação do Banco Rural com tucanos em Minas, tema que já é alvo de inquérito no STF, motivado por delação do ex-senador Delcídio Amaral. A operação teria contado com a participação dos então subrelatores da CPMI Carlos Sampaio (PSDB-SP) e Eduardo Paes (à época no PSDB-RJ). Integrantes do Banco Rural teriam escondido documentos no Uruguai.
    (…)
    No acordo, entre outras coisas, Valério sustenta que suas agências de publicidade participaram do financiamento ilegal da atividade política de Aécio desde os anos 90. Afirma que o tucano recebia 2% do faturamento bruto dos contratos do Banco do Brasil no governo FH, valores que seriam pagos por meio de Paulo Vasconcelos, citado como representante de Aécio junto à empresa.
    Valério também sustenta que parte dos recursos desviados da campanha pela reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG), em 1998 — no processo que ficou conhecido como mensalão mineiro — abasteceu caixa 2 da campanha de Aécio a deputado federal.
    O operador cumpria pena de 37 anos de prisão pela ação do mensalão na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG), e foi transferido na segunda-feira para a Associação de Proteção e Assistência a Condenados (Apac), em Sete Lagoas (MG), a pedido da PF. A transferência para a unidade — que propõe atendimento humanizado de presos e tem vagas limitadas — era solicitada desde o ano passado por seus advogados, mas não havia vagas.
    As informações são de reportagem de Thiago Herdy em O Globo.

    quinta-feira, 13 de julho de 2017

    MINISTÉRIO COBRA R$ 20,3 MILHÕES DE AÉCIO NEVES


    aECIO NEVES,MICHELTEMER ANASTASIA PSDB

    Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está cobrando R$ 20,3 milhões do senador Aécio neves (MG) e de três ex-secretários de Estado por supostas irregularidades em convênios para a construção dos centros vocacionais tecnológicos (CVTs), voltados para realização de cursos nas áreas de informática, agricultura e empreendedorismo. Além de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010, o ministério também cita os ex-secretários estaduais de Ciência e Tecnologia Alberto Duque Portugal, Bilac Pinto e Paulo Kleber Duarte Pereira como envolvidos nas irregularidades

    Minas 247 - O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações está cobrando R$ 20,3 milhões do senador Aécio neves (MG) e de três ex-secretários de Estado por supostas irregularidades em convênios para a construção dos centros vocacionais tecnológicos (CVTs), voltados para realização de cursos nas áreas de informática, agricultura e empreendedorismo. Além de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010, o ministério também cita os ex-secretários estaduais de Ciência e Tecnologia Alberto Duque Portugal, Bilac Pinto e Paulo Kleber Duarte Pereira como envolvidos nas irregularidades.
    Segundo o ministério, as irregularidades, na época, chegaram a R$ 7,3 milhões. Efetuando-se as correções, o valor atualmente cobrado é de R$ 20,3 milhões. O valor total do projeto era de R$ 21,5 milhões. Por meio de nota, Aécio informou que ele e os ex-assessores estão apresentando suas defesas.
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    terça-feira, 11 de julho de 2017

    Aécio Neves, que nunca ralou na vida, encabeça a lista dos 50 senadores que mataram a CLT

    Aécio Neves, que nunca ralou na vida, encabeça a lista dos 50 senadores que mataram a CLT
    Da Redação
    Guarde o nome dos 50 senadores que permitiram que o trabalhador brasileiro ganhe menos que um salário mínimo mensal:
    Aécio Neves (PSDB-MG)
    Ana Amélia (PP-RS)
    Antonio Anastasia (PSDB-MG)
    Airton Sandoval (PMDB-SP)
    Armando Monteiro (PTB-PE)
    Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
    Benedito de Lira (PP-AL)
    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Ciro Nogueira (PP-PI)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Dalirio Beber (PSDB-SC)
    Dário Berger (PMDB-SC)
    Davi Alcolumbre (DEM-AP)
    Edison Lobão (PMDB-MA)
    Eduardo Lopes (PRB-RJ)
    Elmano Férrer (PMDB-PI)
    Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
    Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
    Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
    Gladson Cameli (PP-AC)
    Ivo Cassol (PP-RO)
    Jader Barbalho (PMDB-PA)
    João Alberto Souza (PMDB-MA)
    José Agripino (DEM-RN)
    José Maranhão (PMDB-PB)
    José Medeiros (PSD-MT)
    José Serra (PSDB-SP)
    Lasier Martins (PSD-RS)
    Magno Malta (PR-ES)
    Marta Suplicy (PMDB-SP)
    Omar Aziz (PSD-AM)
    Paulo Bauer (PSDB-SC)
    Raimundo Lira (PMDB-PB)
    Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Roberto Muniz (PP-BA)
    Roberto Rocha (PSB-MA)
    Romero Jucá (PMDB-RR)
    Ronaldo Caiado (DEM-GO)
    Rose de Freitas (PMDB-ES)
    Sérgio Petecão (PSD-AC)
    Simone Tebet (PMDB-MS)
    Tasso Jereissati (PSDB-CE)
    Valdir Raupp (PMDB-RO)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Waldemir Moka (PMDB-MS)
    Wellington Fagundes (PR-MT)
    Wilder Morais (PP-GO)
    Zeze Perrella (PMDB-MG)
    Resumo do Congresso em Foco
    1 – Gestante e lactante em ambiente insalubre
    O texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê que a trabalhadora gestante deverá ser afastada automaticamente, durante toda a gestação, apenas das atividades consideradas insalubres em grau máximo. Para atividades insalubres de graus médio ou mínimo, a trabalhadora só será afastada a pedido médico.
    2 – Serviço extraordinário da mulher
    O projeto enviado ao Senado pelos deputados federais revoga o art. 384 da CLT. Esse artigo determina que a trabalhadora mulher deve ter 15 minutos de descanso obrigatório antes de iniciar o horário de serviço extraordinário, a chamada hora-extra.
    3 – Acordo individual para a jornada 12 por 36
    Para o relator na CAE, Temer deveria vetar também a alteração que permite que acordo individual estabeleça a chamada jornada 12 por 36, aquela em que o empregado trabalha 12 horas seguidas e descansa as 36 horas seguintes. Ferraço acredita que o texto aprovado pelos deputados sobre esse assunto “não protege suficientemente o trabalhador, que pode ser compelido a executar jornadas extenuantes que comprometam sua saúde e até sua segurança”.
    4 – Trabalho intermitente
    O relator recomenda veto aos dispositivos que regulamentam o chamado trabalho intermitente, aquele no qual a prestação de serviços não é contínua, embora com subordinação. Nesse tipo de trabalho, são alternados períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador. O melhor, para ele, seria regulamentar por Medida Provisória, estabelecendo os setores em que a modalidade pode ocorrer.
    5 – Representantes dos empregados
    O relator crê que uma MP poderia regulamentar a criação da comissão de representantes dos empregados nas empresas com mais de 200 funcionários. O PLC 38/2017 prevê que esses representantes não precisam ser sindicalizados e terão o objetivo de ampliar o diálogo entre empresa e empregados, mas não têm estabilidade do emprego.
    6 – Negociação do intervalo intrajornada
    O texto aprovado pelos deputados permite que trabalhador e empregador acordem, por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo, “intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de 30 minutos para jornadas superiores a seis horas”. Para o relator a mudança precisa ser melhor analisada para não gerar “precarização das condições de trabalho, com consequências sobre a saúde e a segurança do trabalhador”.
    Fonte:VIOMUNDO
    Veja também:
    Um discurso memorável contra a reforma trabalhista

    sábado, 8 de julho de 2017

    Aécio Neves desiste de ser presidente para se candidatar a deputado em 2018 para não perder foro privilegiado

    Aécio Neves desiste de ser presidente para se candidatar a deputado em 2018 para não perder foro privilegiado
    Alvo de nove inquéritos no Supremo Tribunal Federal, Aécio Neves, que chegou a ser afastado do Senado após a delação da JBS, projeto voos mais baixos do que o Palácio do Planalto em 2018, quando pretende se candidatar a deputado federal e, se eleito, quer ser um parlamentar menos combativo, mais discreto, segundo reportagem da IstoÉ
    Minas 247 – Em 18 de maio, Aécio Neves (PSDB-MG) parecia uma carta fora do baralho. O Supremo Tribunal Federal o afastou do mandato de senador e a irmã, braço-direito do tucano, estava presa.
    No início de julho, o ministro do STF Marco Aurélio Mello devolveu o mandato a ele e, no dia 6 de julho, o Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação feito pelos parlamentares de oposição.

    Se não conseguiu dar a volta por cima, Aécio ao menos se livrou de alguns percalços em seu caminho – alguns porque ainda há nove inquéritos a serem enfrentados no Supremo Tribunal Federal.
    Agora, ele já traça planos para a eleição de 2018. Em 2014, por 1,3% dos votos, o mineiro não se elegeu presidente. Mas o tormento causado pela Lava Jato na carreira política do tucano o obriga a ambições mais modestas para o pleito do ano que vem: Aécio quer ser deputado federal por Minas Gerais, segundo reportagem de Débora Bergamasco, da IstoÉ.
    No entanto, antes de conseguir uma cadeira na Câmara, o tucano vai encarar os inquéritos e a denúncia em tramitação contra ele no STF. Como seu mandato termina em 2018, Aécio precisa permanecer como ficha-limpa, ou seja, sem condenação em âmbito criminal.

    Além do objetivo mais simples, o parlamentar quer fazer de si uma versão tucana do ‘Lulinha paz e amor’: de acordo com interlocutores, o político combativo e agressivo adotará um tom mais conciliador.
    A ideia por trás dessa radical mudança é o instinto de preservação. Manter a discrição e evitar confronto é algo prudente para um político que ficou quase uma década sob os holofotes. Aécio planeja se manter como presidente licenciado do PSDB.
    Mesmo após a saraivada de denúncias causada pela delação da JBS, ele ainda é o político com mais influência no ninho tucano. Isso pode prejudicar as ambições presidenciais de outros dois integrantes do partido, os paulistas Geraldo Alckmin e João Doria. Em poucos meses, saberemos quem ganhará a guerra de bicadas no ninho.
    Falando Verdade

    quinta-feira, 6 de julho de 2017

    Conselho de Ética do Senado inocenta Aécio Neves de processo das denuncias de corrupção, veja lista de senadores




    Conselho de Ética do Senado inocenta Aécio Neves de processo, veja lista de senadores Romero Jucá (PMDB-RR) Pedro Chaves (PSC-MT) Gladson Cameli  (PP-AC) Hélio José (PSDB-DF) Telmário Mota  (PTB-RR) Eduardo Amorim  (PSDB-SE) Flexa Ribeiro (PSDB-PA) Airton Sandoval (PMDB-SP) Davi Alcolumbre  (DEM-AP) Acir Gurgacz (PDT-RO) Roberto Rocha  (PSB-MA)

    Por 11 votos a 4, o Conselho de Ética do Senado decidiu, nesta quinta-feira (6), não aceitar o recurso contra o arquivamento do pedido de cassação do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG). Com a ação, o processo no colegiado está encerrado definitivamente.
    Veja como votou cada senador:
    A favor da continuidade da ação:
    Lasier Martins (PSD-RS)
    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
    José Pimentel (PT-CE)
    João Capiberibe (PSB-AP)

    A favor do arquivamento do processo e livrar o Aecio Neves do processo
    Romero Jucá (PMDB-RR)
    Pedro Chaves (PSC-MT)
    Gladson Cameli  (PP-AC)
    Hélio José (PSDB-DF)
    Telmário Mota  (PTB-RR)
    Eduardo Amorim  (PSDB-SE)
    Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
    Airton Sandoval (PMDB-SP)
    Davi Alcolumbre  (DEM-AP)
    Acir Gurgacz (PDT-RO)
    Roberto Rocha  (PSB-MA)
    Fonte Plantao brasil

    sábado, 1 de julho de 2017

    Rogério Correia: Decisão do ministro Marco Aurélio sobre Aécio Neves é escárnio; ele passa mão na cabeça do senador flagrado pedindo propina e ainda faz elogios; veja vídeo

    Ministro determina retorno de Aécio Neves ao exercício das funções de senador
    do site do STF
    O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu o exercício do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e afastou as outras medidas restritivas implementadas contra ele (proibição de contatar outro investigado ou réu no processo e de ausentar-se do país).
    A decisão do ministro foi tomada após agravos regimentais apresentados pelo senador e reconsidera a decisão do relator original da Ação Cautelar (AC) 4327, ministro Edson Fachin, que determinou o afastamento de Aécio do mandato e as demais medidas.
    “É mais que hora de a Suprema Corte restabelecer o respeito à Constituição, preservando as garantias do mandato parlamentar. Sejam quais forem as denúncias contra o senador mineiro, não cabe ao STF, por seu plenário e, muito menos, por ordem monocrática, afastar um parlamentar do exercício do mandato. Trata-se de perigosíssima criação jurisprudencial, que afeta de forma significativa o equilíbrio e a independência dos Três Poderes. Mandato parlamentar é coisa séria e não se mexe, impunemente, em suas prerrogativas”, afirmou o ministro Marco Aurélio.
    Ele apontou ainda que é incabível o afastamento do exercício do mandato, em liminar, sem a existência de processo-crime contra o parlamentar. Na ocasião da decisão do ministro Edson Fachin, ainda não havia denúncia contra o senador Aécio referente ao caso em questão.
    “Vale notar que, no âmbito da Casa Legislativa, do Senado, há de ser resolvida a questão, considerado até mesmo possível processo administrativo-político por quebra de decoro, se é que houve. O Judiciário não pode substituir-se ao Legislativo, muito menos em ato de força a conflitar com a harmonia e independência dos Poderes”, citou o ministro Marco Aurélio.
    Caso
    Em maio deste ano, o ministro Edson Fachin impôs ao senador medidas cautelares diversas da prisão por considerar presentes indícios da prática dos crimes decorrentes do acordo de delação premiada firmado entre pessoas ligadas ao Grupo J&F e o Ministério Público Federal. Na ocasião, ele apontou a necessidade de garantir a ordem pública e a instrução processual.
    Posteriormente, o ministro Edson Fachin determinou o desmembramento do Inquérito (INQ) 4483, mantendo sob sua relatoria apenas a investigação relativa ao presidente Michel Temer e o ex-deputado federal Rocha Loures, e encaminhou a parte da investigação relativa ao senador Aécio Neves para a presidência do Supremo, para que o caso fosse redistribuído entre os demais membros do STF.
    O ministro Marco Aurélio foi sorteado como o relator do INQ 4506, que apura supostos crimes praticados pelo senador. Dessa forma, a AC 4327 foi redistribuída ao ministro, por prevenção.
    Decisão absurda de marco Aurelio sobre o Aecio Neves do PSDB

    PS do Viomundo: O despacho do ministro Marco Aurélio (na íntegra, abaixo) sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem 16 páginas.
    O trecho lido nesta sexta-feira (30/06) pelo deputado estadual Rogério Correia (PT-MG), durante sua fala na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, está na página 13. Reproduzimos ao lado. Parece até feito por advogado de defesa do senador tucano, o Mineirinho.

    Fonte Viomundo

    segunda-feira, 26 de junho de 2017

    ABAIXO ASSINADO QUER IMPEDIR QUE GILMAR MENDES JULGUE AÉCIO NEVES


    Gilmar Mendes PSDB/MT E AECIO NEVES PSDB/MG
    A notícia de que o ministro Gilmar Mendes será o relator dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal para investigar o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) gerou protesto na internet; um abaixo assinado criado neste sábado, 24, requer que a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, declare Gilmar impedido de julgar o inquérito do senador tucano; "Nós abaixo assinados, cidadãos brasileiros, pedimos ao STF que considere Gilmar Mendes impedido de tal julgamento e apelamos por um novo sorteio sem a participação de qualquer membro do STF com relações explícitas de proximidade com este réu", diz texto do pedido, criado por Mauro Nadvorny

    247 - A notícia de que o ministro Gilmar Mendes(PSDB/MT) será o relator dos inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal para investigar o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) gerou protesto na internet.
    Um abaixo assinado criado neste sábado, 24, requer que a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, declare Gilmar impedido de julgar o inquérito do senador tucano.
    "Nós abaixo assinados, cidadãos brasileiros, pedimos ao STF que considere Gilmar Mendes impedido de tal julgamento e apelamos por um novo sorteio sem a participação de qualquer membro do STF com relações explícitas de proximidade com este réu", diz texto do pedido, criado por Mauro Nadvorny.
    Clique aqui para assinar.
    Antes da redistribuição, o relator do caso era o ministro Edson Fachin, que instaurou o inquérito contra Aécio a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações premiadas dos ex-executivos da construtora Odebrecht Marcelo Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, Sérgio Luiz Neves e Cláudio Melo Filho.
    De acordo com o Ministério Público, os delatores apontaram por "meio de declaração e prova documental" que foram prometidas e efetuadas "vantagens indevidas" a Aécio e seus aliados durante a campanha à Presidência em 2014, quando o parlamentar terminou a disputa em segundo lugar. Segundo as investigações, há indícios de que Aécio Neves teria cometido os crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.
    Em maio, Aécio foi afastado das funções legislativas após a divulgação da delação premiada de executivos do grupo JBS. Nessa semana, o STF adiou o julgamento sobre a prisão de Aécio e determinou a soltura da irmã e do primo do senador afastado, investigados na mesma operação.
    A relação estreita entre Aécio Neves e Gilmar Mendes ficou ainda mais explícita durante a operação Patmos, da Polícia Federal, quando foi divulgada conversa em que Aécio pede apoio ao ministro do STF para convencer um senador do PSDB, Flexa Ribeiro, a votar a favor do projeto de lei sobre abuso de autoridade.
    Relembre:

    quinta-feira, 22 de junho de 2017

    Aécio Neves é denunciado de novo, agora por lavagem de dinheiro

    leader Senator Aecio Neves speaks during the senate impeachment trial of Brazilian suspended President Dilma Rousseff at the National Congress in Brasilia. President Michel Temer reeled on May 18, 2017 from a report that he authorized payment of hush money to a jailed politician in a scandal threatening to plunge Latin America's biggest country into political meltdown. In another blow for the veteran leader of the center-right PMDB party, his key ally Senator Aecio Neves from the PSDB party was targeted by anti-graft police early
    Ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, abriu nesta quinta-feira, 22, mais uma investigação contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), desta vez por lavagem de dinheiro; segundo a Procuradoria-Geral da República, o novo inquérito deve apurar suposto recebimento pelo senador afastado de mais de R$ 60 milhões em propina, por meio de notas fiscais frias da JBS; na primeira investigação aberta no STF com base nas delações da JBS, Aécio é acusado dos crimes de corrupção e obstrução da Justiça, por solicitar R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista
    Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio decidiu hoje (22) abrir um novo inquérito relacionado ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) pelo crime de lavagem de dinheiro. O pedido de abertura foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), após o parlamentar já ter sido denunciado por corrupção.
    Agência Brasil – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio decidiu hoje (22) abrir um novo inquérito relacionado ao senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) pelo crime de lavagem de dinheiro. O pedido de abertura foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR), após o parlamentar já ter sido denunciado por corrupção.
    De acordo com a PGR, o novo inquérito deve apurar suposto recebimento pelo senador afastado de mais de R$ 60 milhões em propina, por meio de notas fiscais frias da JBS.
    Denúncia anterior

    Na primeira denúncia, Aécio é acusado dos crimes de corrupção e obstrução da Justiça. A procuradoria acusa o senador afastado de solicitar R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos delatores da JBS.
    Sobre a acusação de obstrução da Justiça, Janot sustenta que o senador afastado tentou embaraçar as investigações da Operação Lava Jato, na qual também é investigado, ao “empreender esforços” para interferir na distribuição dos inquéritos dentro da Polícia Federal. Ao fim, o procurador solicitou ao STF que Aécio e sua irmã sejam condenados ao pagamento de R$ 6 milhões por danos decorrentes dos casos citados de corrupção.
    Após ser denunciado, a defesa do senador afastado disse que recebeu “com surpresa a notícia” da denúncia. “A defesa lamenta o açodamento no oferecimento da denúncia e aguarda ter acesso ao seu teor para que possa demonstrar a correção da conduta” de Aécio.
    Fonte falando verdades