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quarta-feira, 25 de junho de 2014
AÉCIO NEVES É "O CANDIDATO DOS RICOS", APONTA O IBOPE

Dilma Rousseff e Aécio Neves estão na disputa presidencial
Aécio vence Dilma em famílias de alta renda, diz Ibope
Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" [do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão"]
"A pesquisa CNI/Ibope divulgada quinta-feira apontou que o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, só tem maiores intenções de voto do que a presidente Dilma Rousseff na faixa salarial superior a 10 salários mínimos por família. Nela, o tucano tem 36% contra 24% da petista e 16% de Eduardo Campos, pré-candidato do PSB.
Em todas as demais faixas, a vantagem de Dilma varia de 52%, para quem ganha até um salário mínimo, até 39%, entre aquelas famílias que recebem entre 5 e 10 salários mínimos.
Entre os consultados com ensino superior, o pré-candidato do PSDB também venceria Dilma, com 29% contra 26%. Eduardo Campos tem 12% nesse cenário. Na outra ponta, entre aqueles que possuem até a quarta série do ensino fundamental, Dilma vence com 49%, Aécio tem 16% e Campos, 8%.
No segundo turno, tanto Aécio quanto Campos venceriam Dilma entre aqueles com ensino superior. Aécio teria 41% contra 28% de Dilma e Campos teria 36% contra 30% da presidente.
Por regiões, Dilma registra no primeiro turno o maior porcentual de votos no Nordeste, com 52% contra 13% de Campos, que foi governador de Pernambuco, e 8% de Aécio. Essa é a única região em que Campos supera Aécio.
Em todas as outras regiões, Dilma registra um índice de intenção de voto maior do que o de Aécio e o de Campos. No Sudeste, por exemplo, Dilma tem 34%, Aécio 25% e Campos 8%. No Sul, o cenário é de 30% para Dilma, 26% para Aécio e 11% para Campos.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 15 deste mês, com 2.002 pessoas em 142 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos."
FONTE: Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão". Postado no portal "A Tarde", via UOL (http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1600291-aecio-vence-dilma-em-familias-de-alta-renda-diz-ibope).[Título, imagem do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog 'democracia&política'].
Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" [do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão"]
"A pesquisa CNI/Ibope divulgada quinta-feira apontou que o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, só tem maiores intenções de voto do que a presidente Dilma Rousseff na faixa salarial superior a 10 salários mínimos por família. Nela, o tucano tem 36% contra 24% da petista e 16% de Eduardo Campos, pré-candidato do PSB.
Em todas as demais faixas, a vantagem de Dilma varia de 52%, para quem ganha até um salário mínimo, até 39%, entre aquelas famílias que recebem entre 5 e 10 salários mínimos.
Entre os consultados com ensino superior, o pré-candidato do PSDB também venceria Dilma, com 29% contra 26%. Eduardo Campos tem 12% nesse cenário. Na outra ponta, entre aqueles que possuem até a quarta série do ensino fundamental, Dilma vence com 49%, Aécio tem 16% e Campos, 8%.
No segundo turno, tanto Aécio quanto Campos venceriam Dilma entre aqueles com ensino superior. Aécio teria 41% contra 28% de Dilma e Campos teria 36% contra 30% da presidente.
Por regiões, Dilma registra no primeiro turno o maior porcentual de votos no Nordeste, com 52% contra 13% de Campos, que foi governador de Pernambuco, e 8% de Aécio. Essa é a única região em que Campos supera Aécio.
Em todas as outras regiões, Dilma registra um índice de intenção de voto maior do que o de Aécio e o de Campos. No Sudeste, por exemplo, Dilma tem 34%, Aécio 25% e Campos 8%. No Sul, o cenário é de 30% para Dilma, 26% para Aécio e 11% para Campos.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 15 deste mês, com 2.002 pessoas em 142 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos."
FONTE: Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão". Postado no portal "A Tarde", via UOL (http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1600291-aecio-vence-dilma-em-familias-de-alta-renda-diz-ibope).[Título, imagem do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog 'democracia&política'].
terça-feira, 13 de maio de 2014
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Dilma baixa conta de luz. Cadê o Aécio Neves ?
Foi publicada hoje no Diário Oficial da União a Lei 12.783, de 11 de
janeiro de 2013, que prorroga as concessões das empresas de geração de
energia e reduz as tarifas para os consumidores. Sancionada pela
presidente Dilma Rousseff, ela faz parte do pacote de iniciativas do
governo para aquecer a economia, afastando os riscos de maiores impactos
da crise mundial do capitalismo. A lei beneficiará empresas e
residências, com cortes de até 20% nas contas de luz.
Conforme esclarece a reportagem da Agência Brasil, "para terem o
contrato de geração renovado, as concessionárias devem atender a
requisitos estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica
(Aneel) em relação a tarifas e qualidade do serviço. A agência também
disciplinará o repasse, para a tarifa final paga pelo consumidor, de
investimentos necessários para manter a qualidade e continuidade da
prestação do serviço pelas usinas hidrelétricas".
A mídia rentista, que tentou sabotar a medida e até apostou num
racionamento de energia, terá de ser mais hábil agora para atacar o
corte das contas de luz - sob o risco de perder ainda mais a sua já
frágil credibilidade. Já a oposição demotucana recuou na última hora e
aprovou o projeto, temendo um novo desgaste eleitoral. Quem mais se
expôs contra a medida foi o cambaleante presidenciável do PSDB, o
senador Aécio Neves. Em férias nos EUA, ele não vai falar nada sobre a
redução das tarifas?
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
MP processa Gov. Aécio Neves por prender ilegamente e humilhar quilombolas, favorecendo fazendeiros
MP processa Governador Aécio Neves por prender ilegamente e humilhar quilombolas, favorecendo fazendeiros"... os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel da Polícia Militar em Porteirinha, em pleno centro da cidade, ... ficando ali expostos por mais de 03 horas ao opróbrio público, qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato..."
O texto acima não é um extraído de um romance de ficção do Século XIX. Faz parte da ação civil ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Fundação Cultural Palmares, pedindo que o Estado de Minas Gerais seja condenado a pagar indenização por danos morais coletivos em virtude de arbitrariedades cometidas pela Polícia Militar mineira contra três comunidades quilombolas: Povo Gorutubano, Brejo dos Crioulos e Lapinha.
Em diversas operações da Polícia Militar, os integrantes das comunidades quilombolas foram, de forma ilegal, ameaçados, algemados e expostos a humilhações públicas. Houve caso em que até crianças de 4, 6 e 7 anos de idade foram detidas.
Em duas oportunidades, os policiais, fortemente armados, agiram a pedido de fazendeiros, sem qualquer ordem judicial que os amparasse. Nessas ocasiões, as ações policiais aconteceram a pretexto de desocupar terras ocupadas pacificamente por famílias quilombolas.
No primeiro caso, ocorrido em 2006 (sob o governo de Aécio Neves), 15 policiais, fortemente armados e sem mandado judicial, invadiram e destruíram acampamento montado por famílias gorutubanas, apreenderam suas ferramentas de trabalho, algemaram todos eles uns aos outros e conduziram-nos, presos - inclusive três crianças -, num percurso de 60 km, até o quartel da Polícia Militar da cidade de Porteirinha.
Lá chegando, os quilombolas foram mantidos ilegalmente presos e algemados, de pé, na porta do quartel, em pleno centro da cidade, ficando ali expostos por mais de três horas, “qual escravos fujões recém-capturados pelo capitão-do-mato", narra a ação.
Várias testemunhas contaram que, enquanto estavam ali, os fazendeiros que disputam terras com os quilombolas, passavam por eles a todo instante, fazendo escárnio, chacotas, proferindo palavras de ofensa e humilhação.
Para o procurador da República, “o que mais choca nos relatos é que, em pleno século XXI, cidadãos brasileiros foram tratados de fato como escravos rebeldes. A única diferença é que as grossas correntes foram substituídas por algemas. Mas a exposição pública, a humilhação, o desrespeito à dignidade humana, estavam todos lá”.
A prisão dos quilombolas não foi comunicada nem ao promotor de Justiça, nem ao juiz da cidade e eles só foram soltos após a chegada ao local do advogado da associação.
Esse é apenas um dos casos, talvez o mais cruel, narrados na ação, embora os abusos cometidos contra as comunidades de Brejo dos Crioulos e Lapinha também sejam de mesma natureza e igualmente chocantes (veja ointeiro teor da ação, com a descrição completa dos fatos).
Segundo os autores, os efeitos das operações militares, na verdade, não se restringem apenas às comunidades quilombolas diretamente ofendidas: “Esses efeitos espraiam-se, de maneira difusa, a todo o movimento quilombola, cujas comunidades ficam amedrontadas e temerosas de lutar por seus direitos, tendo em vista a violência das operações”.
Sem generalizar a acusação para bons policiais que respeitam a cidadnia, o MPF expediu recomendação ao Comando-geral da PM para que instrua seus policiais a agirem dentro da legalidade (por exemplo, só ingressarem no interior dos territórios das comunidades munidos de mandado judicial) e sem qualquer abordagem de cunho coativo ou intimidatório.
Para o procurador, “no ambiente democrático em que vivemos, essas atitudes policiais são absolutamente intoleráveis. A Polícia Militar não tem a prerrogativa de importunar os cidadãos, acusando-os sem prova e, pior,coagindo-os a prestar informações e ameaçando-os com represálias e retaliações, como aconteceu na operação realizada contra a Comunidade de Lapinha.
O MPF lembra que é a própria Constituição que assegura às comunidades quilombolas o direito de propriedade definitiva das terras por eles ocupadas.
A ação indenização coletiva no valor mínimo de R$ 4,5 milhões, e que seja revertida em favor das comunidades para o custeio das despesas dos respectivos processos de regularização fundiária.
MPF/MG
Fonte:http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2570&Itemid=56
MPF/MG
Fonte:http://www.mndh.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2570&Itemid=56
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Local:
Porteirinha - MG, Brasil
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