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domingo, 17 de junho de 2018
Aliados do Aecio Neves e Anastasia impedem Governo de Minas de pagar os salários do funcionalismo
Golpe em Minas Gerais: Pimentel impedido por PSDB e PMDB de pagar os salários do funcionalismo
Da redação – Na última quinta-feira, dia 14, aliados políticos do Aecio Neves filiados ao PMDB e ao PSDB, juntamente com o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), em maioria indicados pelo Mineirinho, conseguiram uma liminar para proibir que o governador Fernando Pimentel (PT-MG) possa contratar um empréstimo de R$ 3 bilhões para sanar dívidas do estado. Entre essas dívidas está os salários atrasados do funcionalismo público do estado.

O golpista que acionou o TCE-MG foi o deputado estadual Gustavo Valadares do PSDB. É uma política clara de golpismo para gerar instabilidade no governo mineiro. É mais uma tentativa de derrubar o governo do PT, como aconteceu com a invasão do Palácio da Liberdade na última semana.
A liminar vai prejudicar mais de 20 milhões de mineiros que serão afetados com atraso dos salários e também investimentos em saúde e educação.
Está em curso em Minas Gerais uma operação golpista contra o governo do PT para impedir que Fernando Pimentel concorra à reeleição nas próximas eleições. É preciso que haja uma resposta à altura dos sindicatos e do movimento popular organizado contra esta ofensiva golpista contra o governo do PT de Minas Gerais.
Abaixo o Golpe de Estado em MG!
Fonte: causaoperaria.org.br
sábado, 10 de fevereiro de 2018
DCM: Sindicato quer afastar delegado que investiga corrupção no governo de Aécio.


O Sindicato dos Delegados de Polícia de Minas Gerais quer afastar Rodrigo Bossi de Pinho, chefe do Departamento Estadual de Investigações sobre Fraudes, da investigação sobre o esquema que abafou as denúncias de corrupção durante o governo de Aécio Neves.
Ofício assinado por Marco Antonio de Paula Assis, presidente do Sindicato, pede ao corregedor-geral da Polícia Civil, Alexandre França Campbel Penna, o afastamento de Pinho, com a transferência do inquérito para um delegado da corregedoria.
No ofício, o delegado menciona reportagem publicada pelo Diário do Centro do Mundo, que revelou a apreensão de originais de uma investigação na casa de um advogado envolvido com o grupo denunciado no mensalão mineiro e na Lista de Furnas. Quem determinou a apreensão foi o delegado Rodrigo Bossi de Pinho, e os originais na casa desse advogado comprometem o delegado que chefiava a investigação na época, Márcio Nabak.
Nabak era da confiança do gabinete de Aécio Neves e de seu sucessor, Antonio Anastasia, e ele teve papel decisivo na prisão de Nílton Monteiro, delator do mensalão mineiro e da Lista de Furnas, e de Marco Aurélio Carone, dono do Novo Jornal, site que divulgava denúncias de corrupção envolvendo o então governo do Estado.
Nabak também foi acusado por Nílton Monteiro de desaparecer com documentos que revelavam dívida de políticos e empresários com o ex-deputado Sérgio Naya, para quem Nílton trabalhava. Nílton passou mais de um ano preso e Carone, quase um ano. Ambos não tinham condenação e foram para a cadeia ao mesmo tempo em que Aécio fazia campanha para presidente.
Rodrigo Bossi não dá entrevista, mas certidão emitida por ele sobre o andamento do inquérito mostra que o foco da apuração é a lista do publicitário Marcos Valério, que a exemplo do mensalão mineiro e Furnas foi desacreditada a princípio. Porém, com o andamento do inquérito, informações contidas na lista estão sendo confirmadas.
Nelas, aparecem beneficiários de propinas pagas através de Valério, que era apenas o operador do esquema que teria movimento centenas de milhões de reais ao tempo do governo tucano em Minas Gerais. A investigação também se aproxima de membros da Polícia Civil, do Ministério Publico e do Judiciário, que teriam tomado decisões para silenciar adversários de Aécio, e favorecê-lo e seus protegidos em inquéritos e processos.
É nitroglicerina, e o Sindicato, com alegação de que quer proteger a imagem de delegados, seus afiliados, está contribuindo, conscientemente ou não, para que bomba não seja detonada.
O ambiente na Polícia Civil em Minas Gerais está tenso.
DO DCM
DO DCM
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
Vídeo que Aécio Neves tenta censurar viraliza e Comissão da Câmara pede apuração
Comissão da Câmara solicita à Procuradoria-Geral da República apuração de graves denúncias contra Aécio Neves. Vídeo com depoimento viraliza, enquanto grande mídia ainda silencia sobre o caso

A
Comissão de Direitos Humanos da Câmara encaminhou ontem (6) ofício ao
procurador-geral da República, Rodrigo Janot, solicitando apuração sobre
denúncias feitas pelo jornalista mineiro Marco Aurélio Flores Carone contra o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB.
Carone acusa o tucano, com apresentação de
documentos, de desvio de dinheiro público originado em empreendimentos
da extração de nióbio em Minas Gerais, durante a gestão do parlamentar
como governador do estado.
Segundo a denúncia, o esquema de corrupção envolveu
estatais mineiras como a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a
Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerias (Codemig) e da
Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).
O próprio Carone foi à Câmara para comentar as
denúncias contra Aécio. Em audiência pública promovida pela CDH em 23 de
novembro de 2016, com o tema “Violações de Direitos Humanos de
Jornalistas” (vídeos abaixo), com transmissão da TV Câmara para todo o país.
Na ocasião, o jornalista disse ter sofrido
perseguição depois de ter publicado denúncias contra o governo mineiro –
as publicações, segundo Carone, levaram à cassação do registro do seu
jornal em Minas e em sua prisão por nove meses, justamente durante a
eleição presidencial de 2014, quando Aécio perdeu a disputa para Dilma
Rousseff no segundo turno.
Menos de uma semana depois do pleito, o jornalista
foi libertado e, em seguida, absolvido no processo que resultou em sua
prisão.
videoAécio Neves: O vídeo que está chocando a internet. por psdbcensuradopeloyoutube
Aécio Neves: O vídeo que está chocando a internet. por psdbcensuradopeloyoutube
Integra com RBA e Congresso em Foco
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB
Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB from forapsdb on Vimeo.Jornalista conta como foi preso para não estragar campanha do Aecio Neves do PSDB
O jornalista Marco Aurélio Carone ficou preso 9 meses e 20 dias em 2014, em Minas Gerais.
Ele é filho de um ex-prefeito de Belo Horizonte que foi aliado de Tancredo Neves.
No Diário de Minas e no Novo jornal, este na internet, passou a fazer denúncias contra o grupo político do hoje senador e presidente do PSDB, Aécio Neves( que esses dias estava em evento da Revista Istoé confraternizando bem a vontade com o Juiz Sergio Moro que deveria investigá-lo, além de Geraldo Alckmin,José Serra e o Golpista Michel Temer).
O jornalista se diz vítima de policiais, procuradores, juizes e desembargadores de Minas, que estariam a serviço de Aécio.
Carone foi solto 5 dias depois da eleição presidencial em que Aécio foi derrotado pela Presidenta Dilma Rousseff.
Foi absolvido no processo que o levou à prisão.
Mas, enquanto esteve na cadeia, não pode fazer as denúncias que pretendia fazer contra o tucano.
Na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Carone contou quais eram: financiamento de campanha via caixa dois, envolvimento de Andreia Neves, esquema na mineração e exportação de nióbio e uso político da estatal Cemig, a Companhia Energética de Minas Gerais, dentre outros.
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sábado, 10 de janeiro de 2015
Veja como como Aécio se enriquecia com a Arco Íris e silenciava a imprensa mineira
A oito dias de o grupo do senador Aécio Neves (PSDB) deixar o comando de Minas Gerais, o governo estadual divulgou nesta terça-feira, 23, os dados relacionados aos gastos com publicidade feitos pela administração desde 2003. Os dados mostram que, entre 2003 e 2011, o Estado repassou mais de R$ 1,1 milhão às três emissoras de rádio e ao jornal da família do tucano.A iniciativa teve como objetivo desmontar acusações do PT e investigações em curso do Ministério Público. A partir de janeiro, o petista Fernando Pimentel assume o Estado no lugar de Alberto Pinto Coelho (PP), ex-vice-governador de Antonio Anastasia (PSDB), futuro colega de Aécio no Senado.
De 2003 a 2011, a Rádio Arco Íris, que detém uma franquia da Rádio Jovem Pan FM em Belo Horizonte, teria recebido R$ 1,06 milhão. A Rádio São João del Rei S/A e Vertentes FM, ambas em João del Rei, receberam juntas R$ 51, 8 mil. E o jornal Gazeta de São João del Rei, R$ 45,5 mil entre 2003 e 2011.
O caso passou a ser investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE) em 2011, após Aécio ter sido parado em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro. Ele dirigia um veículo registrado em nome da Arco Íris.
Aécio Neves governador beneficiou os negócios da família do tucano.
Por nota, o diretório mineiro do PT destacou a iniciativa do governo mineiro em favor de mais transparência na gestão dos recursos públicos. O partido, no entanto, não deixou de provocar os tucanos.
“Mais uma vez, o PSDB despreza a inteligência dos mineiros e das mineiras. Somente agora, no apagar das luzes de um governo que esteve à frente do Executivo estadual durante doze anos, a Subsecretaria de Comunicação de MG disponibiliza os gastos com publicidade no Estado”, diz a nota do PT.
Os mineiros pagaram a conta da propaganda de Aécio
Nos 12 anos em que foi comandado pelos tucanos, o Estado gastou mais de
R$ 547 milhões com publicidade, em valores corrigidos pela inflação
As empresas de comunicação controladas pela família de Aécio que
veicularam publicidade oficial durante seu governo receberam menos do
que seus concorrentes.
Aécio e sua família controlam a rádio Arco Íris, retransmissora da Jovem
Pan em Belo Horizonte, e as rádios São João e Colonial, de São João del
Rei, além do semanário "Gazeta de São João del Rei".
Da posse de Aécio, em 2003, até este mês, quando termina o governo
tucano em Minas, os gastos do Estado com publicidade oficial aumentaram
mais de 900%, já descontada a inflação do período.
Emissoras de TV ficaram com a maior fatia (R$ 290 milhões), com a Rede
Globo em primeiro lugar. Entre os jornais (R$ 138 milhões), o maior
beneficiado foi o "Estado de Minas", que apoiou editorial mente o governo
de Aécio e sua candidatura presidencial.
O jornal é o maior do Estado e teve um aumento expressivo (1.428%) no
valor recebido nos últimos 12 anos. Para o governo, no entanto, houve
acréscimo na publicidade para "todos os veículos".
Só foram divulgados gastos efetuados pela administração direta, sem incluir despesas feitas por empresas estatais.
Em outubro, durante a campanha eleitoral, reportagem da Folha mostrou
que o governo de Minas se recusava a divulgar informações sobre despesas
que realizou para veicular publicidade em três rádios e um jornal
controlados pela família de Aécio, que governou o Estado de 2003 a 2010 e
disputou a eleição presidencial deste ano.
Na época, a Folha não conseguiu obter essas informações. O jornal
apresentou requerimentos baseados na Lei de Acesso à Informação. O
governo alegava que o levantamento concluído agora estava incompleto.
Os gastos foram divulgados em documentos no formato PDF, que podem
dificultar sua análise. Os valores nas tabelas só podem ser processados
após a conversão dos documentos em planilhas de cálculo, com o uso de
ferramentas especiais. Na Folha
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sexta-feira, 10 de outubro de 2014
TSE multa campanha de Aécio em R$ 40 mil por ocultar nome de vice Aloysio Nunes em propaganda
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) multou, nesta quinta-feira, o candidato à Presidência da República Aécio Neves e a Coligação Muda Brasil em R$ 40 mil por terem veiculado oito inserções na televisão sem que aparecesse o nome do candidato a vice-presidente, Aloysio Nunes Ferreira. Foram julgadas procedentes pelo ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto julgou procedentes duas representações apresentadas ao TSE pela coligação de Dilma.“Trata-se de propaganda eleitoral apresentada pelo representado Aécio Neves em benefício próprio, visando à eleição ao cargo de presidente da República. Dessa forma, revela-se impossível que o candidato não teve ciência do conteúdo da publicidade veiculada nas inserções impugnadas, tendo em vista que, repise-se, fora apresentada por ele próprio, muito próximo à realização do pleito”, concluiu Tarcísio.
Fonte:Portal MSN
Veja o Aloysio Nunes mandado prender jornalista ao perguntar da CPI do propinoduto de Alckmin
domingo, 7 de setembro de 2014
Mídia usa "delação" para ajudar Aécio Neves
Por Eduardo Guimarães, no Blog da Cidadania via Altamiro BorgesA última sexta-feira foi permeada por especulações e até pânico da classe política por conta do conteúdo dos depoimentos que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto da Costa – preso em março pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato – vem dando após acordo de “delação premiada” que fez com o Ministério Público e a Justiça.
Costa propôs acordo de “delação premiada” que pode lhe valer a quase absolvição dos crimes cometidos. Por esse acordo, tem que denunciar envolvidos em um suposto esquema de corrupção que haveria na Petrobrás. Tem que denunciar, sobretudo, políticos envolvidos.
O vazamento do que Costa está afirmando em sua “delação premiada” é uma irresponsabilidade da mídia, com destaque para o papel da Veja – sempre ela – no que, aliás, é uma ilegalidade.
Para os que acham que contra o PT vale-tudo, porém, convém refletir sobre o denunciante.
Quando Costa foi preso, em março, a Polícia Federal encontrou em sua residência 180 mil dólares e 720 mil reais – tudo em espécie. Além disso, o ex-executivo da Petrobrás ganhou um caro automóvel Land Rover do doleiro Alberto Yousseff, também preso nessa operação da PF e condenado no caso Banestado.
Costa teme acabar como Marcos Valério, que pode terminar seus dias na cadeia. O acordo de delação premiada pode salvá-lo desse destino; sua pena seria praticamente extinta. Porém, delatando supostos comparsas ou não esse indivíduo é um criminoso e tudo que disser no âmbito do acordo que fez com as autoridades é suspeito até prova em contrário.
O que Costa está dizendo terá que ser tudo muito bem checado porque alguém como ele pode mentir para prejudicar quem ele julga que não o apoiou ou para preservar quem acha que vale a pena, por esta ou aquela razão. Ou seja: enquanto as “delações” do sujeito não forem verificadas, tudo que está dizendo é suspeito.
O processo de verificação dessas informações deve levar meses e terminará muito depois das eleições em segundo turno. Neste momento, portanto, os meios de comunicação que estão divulgando nomes e partidos dos acusados por Costa estão sendo irresponsáveis e agindo com claro objetivo eleitoral.
Como sempre, coube à Veja, de forma criminosa e eleitoreira, divulgar o conteúdo não verificado das denúncias do ex-diretor da Petrobrás. E para saber o que Veja pretende o leitor nem precisa se submeter à pena de ler aquele lixo de publicação. Na porta da Veja há uma lixeira que chamam de blog do Reinaldo Azevedo que já delata a intenção da revista.
Por contraditório que pareça, as denúncias de Veja são sempre muito “transparentes” quanto a suas intenções, ainda que esse não seja o objetivo da revista. Nesse caso em particular, a “transparência” é gritante. Um outro trecho do post de Azevedo sobre a denúncia da revista que o emprega, deixa tudo ainda mais claro.
“(…) VEJA teve acesso a parte do depoimento de Paulo Roberto e traz reportagens exclusivas na edição desta semana, com a lista dos nomes citados por Paulo Roberto. Entre eles, estão cabeças coroadas da política brasileira, como o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, que morreu numa acidente aéreo no dia 13 de agosto (…) Uma coisa é certa: as revelações de Paulo Roberto atingem em cheio as duas candidatas que lideram a disputa pela Presidência da República: Dilma, por razões óbvias, e Marina, por razões menos óbvias, mas ainda assim evidentes. Ela é a atual candidata do PSB à Presidência. Confirmadas as acusações de Paulo Roberto, é de se supor que o esquema ajudou a financiar as ambições políticas de Campos, de que ela se tornou a herdeira (…)”
Precisa dizer mais? É óbvio que o vazamento de supostas declarações de Costa às autoridades visa matar dois coelhos com uma cajadada só.
Não se tem garantia de não haver tucanos ou demos envolvidos nas “denúncias” de Costa. O vazamento das informações pode ser seletivo ou, pior, Costa pode estar mentindo, inventando acusações para ter o que oferecer às autoridades em troca de sua liberdade.
Essa é a última cartada que a mídia tucana tem para tentar reverter o que lhe constitui um verdadeiro desastre político, ou seja, a eleição presidencial ficar restrita entre duas candidatas que, por razões distintas, não lhe interessa.
Não, Marina não interessa à mídia. Aliás, a tucanérrima imprensa paulista tem produzido crescentes colunas, artigos e editoriais anti Marina. O Estadão já divulgou editorial atacando a “fadinha da floresta”, Reinaldo Azevedo e congêneres vêm batendo pesado nela, dizendo-a “até pior” do que Dilma. Neste sábado, a Folha, em editorial, também atacou a candidata do PSB.
As razões da tucanérrima imprensa paulista para temer Marina explicam-se pela charge do blogueiro, no alto da página. Ainda que o banco Itaú tenha escrito o programa de governo de Marina, ela, assim como o PSOL e o PSTU, esteve por trás dos protestos tresloucados de 2013 e deste ano. No fim, os sócios “de esquerda” desse consórcio ficaram a ver navios e Marina foi quem lucrou.
Seja como for, as relações pretéritas de Marina com a esquerda e suas sistemáticas idas e vindas sobre vários assuntos estão metendo medo na direita midiática, apesar do aval do Itaú e de um economista cabeça-de-planilha que assessora a candidata do PSB.
Por que Veja cuidou de atingir Dilma e Marina? Porque se focasse só em Dilma a beneficiária seria Marina. Atacando a ambas, a mídia acredita que o beneficiário natural será Aécio. Pode até não ser suficiente para levá-lo de volta ao segundo lugar, mas a ideia é vitaminar o tucano para que o PSDB não eleja só meia dúzia de deputados. É simples assim.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Seguranças de Aécio Neves e Beto Richa espancam estudante por pergunta sobre aeroporto
Jovem diz que foi espancado e teve celular roubado por seguranças de Aécio Neves e Beto Richa do PSDB from forapsdb on Vimeo.
A passeata em Curitiba da dupla Aécio Neves / Beto Richa pela Rua XV de Novembro, no último sábado (2), além de não atrair público algum e ser recebida com aviãozinhos de papel, não pára de produzir escândalos.
Agora, vem a público uma denúncia de violência injustificada praticada pelos seguranças dos tucanos. A vítima é um jovem estudante, que estava pacificamente colhendo assinaturas para fundar o Partido Pirata e convidou a turma do Aécio e Beto Richa para debaterem sobre o caso do aeroporto.
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segunda-feira, 30 de junho de 2014
Vice de Aécio, senador Aloysio Nunes agride entrevistador quando perguntado da CPI em São Paulo
"Vai a PQP, vagabundo!". Senador Aloysio Nunes não gostou de ser questionado sobre o cartel dos trens e seu suposto envolvimento com o caso Alstom-SiemensSenador Aloysio Nunes
O blogueiro Rodrigo Grassi foi detido ontem pela Polícia do Senado depois de entrevistar o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Grassi fez perguntas sobre o cartel dos trens e o suposto envolvimento de Aloysio com o caso Alstom-Siemens, provocando uma reação violenta do parlamentar. "Vai para a puta que te pariu", gritou Aloysio, que, em seguida, passou a chamá-lo de vagabundo e tentou também impedir o registro das imagens.
Confira também o relato enviado pelo blogueiro:
Bom Dia.
Ontem fui preso ao fazer perguntas "inconvenientes" ao Senador Aloysio Nune. Em nenhum momento o agradi ou fui descortês. Na terceira pergunta ele perdeu a linha, me xingou e partiu para a agressão. Tanto no meu filme como nas imagens internas do senado é possível comprovar a agressividade e autoritarismo do Senador.
Quando estava indo embora, já fora do Senado, a Polícia do Senado, a mando de Aloysio Nunes, me perseguiu por cerca de 300 metros já fora do Senado e me arrancou de dentro de um ônibus com o intuito de me proibir de publicar o vídeo.
Foi complicado mas consegui publicar. Ainda assim me ameaçaram e tentaram me coagir já dentro da delegacia do Senado, e o Diretor de Polícia, chamado Pedro, ordenou que eu apagasse o vídeo. Me neguei e como retaliação eles RETIVERAM meu celular sem lacrá-lo para "periciá-lo". Chegando em casa notei que já haviam tentado acessar e alterar senhas e contas de e-mail a partir do dispositivo.
Constatei isso a partir de alertas do próprio Gmail/Google. Mando para vocês o vídeo que fiz ontem desmascarando a "liberdade de expressão" de Aloysio Nunes. Se vocês acharem importante, fiquem à vontade para usar como quiserem meu vídeo que está postado na íntegra e sem edição.
Muito Agradecido!
Bomba! Senador Aloysio Nunes do PSDB DANDO PITI E MOSTRANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA TUCANA
BOTANDO PILHA DESMASCARA a "Liberdade de Imprensa" do Senador Aloysio Nunes do PSDB!!!
Insulta entrevistador ao questionar dos bloqueios da CPI de Alckmin
Bomba! Senador Aloysio Nunes do PSDB DANDO PITI E MOSTRANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA TUCANA
Insulta entrevistador ao questionar dos bloqueios da CPI de Alckmin
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Deputado denuncia militância “estranha” no PSDB. “Tem gente até do Afeganistão. Quem paga isso?”
” Em uma entrevista do César Maia, no Potal UOL, ele denuncia um exército de mais de 14 mil internautas trabalhando em prol do PSDB. Quem é que está pagando esse pessoal? Qual a origem desse dinheiro? “ assista o vídeo:- See more at: http://pocos10.com.br/?p=10664#sthash.qsyjwbsO.IrPvZiaO.dpuf
quinta-feira, 27 de março de 2014
Aécio Neves processa o Google e CQC vai perguntar o motivos da censura CQC Band
Guga Noblat foi atrás de políticos famosos, debateu a censura na internet e entrevistou presidenciável que processou buscador e tentou bloquear as pesquisas envolvendo seu nome.Aécio Neves processa o Google e CQC vai perguntar o motivos da censura CQC Band from forapsdb on Vimeo.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Padre João abre fogo contra Aécio Neves por querer amordaçar a internet
O deputado Padre João (PT-MG) terminou seu pronunciamento na Câmara nesta quarta-feira denunciando a censura brava que ocorre em Minas e que não foi tentada na internet:Neste último minuto, Sr. Presidente, eu queria trazer uma situação: um candidato ou pré-candidato à Presidência da República, no caso, o Senador Aécio Neves, quer colocar uma mordaça no Google e na Internet como um todo, não bastasse a mordaça que coloca na imprensa mineira, que não publica uma palavra, uma linha que o desagrade ou ao Governo de Anastasia .
.
Ele quer, como pré-candidato, repito, colocar a mordaça no Google, na Internet como um todo, proibindo consultas em seu nome. Isso é um absurdo!
.
Ele, com essa postura, externa para o Brasil e para o mundo a figura autoritária que é, porque, em Minas, o único jornalista que publicava alguma coisa nesse sentido está preso; está preso há mais de 2 meses. Preso! Não tem um inquérito, não tem nada, por quê? Grande parte do Ministério Público e do TJ, que sempre foi submisso ao Governo, e a própria mídia — o jornal Estado de Minas, Hoje em Dia, O Tempo — estão a serviço do Governo.
.
Então, é uma vergonha! E, agora, já como pré-candidato ele quer também colocar essa mordaça no próprio Google. Imagina o que esse cara não seria capaz de fazer enquanto Presidente? Ainda bem que o povo brasileiro sabe.
Antes disso, Padre João agradeceu e reconheceu os esforços do Ministério
da Previdência ao editar portaria que resolveu uma luta que ele travava
junto a pescadores artesanais, que tinham dificuldade para conseguir
uma declaração de que usavam uma embarcação miúda para ter direito a
benefícios, já que em Minas só havia um posto da Marinha em todo estado
para emitir este documento.
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sexta-feira, 14 de março de 2014
Justiça impede Aécio de censurar a internet
Aécio Neves entre com ação judicial secreta para censurar Google e Facebook. Ação já foi perdida em primeira instância
Justiça negou pedido de Aécio Neves para censurar buscas na internet (aBr)
Está movendo, sob sigilo, duas ações judiciais em São Paulo contra aos sites de busca e o Facebook.
Resumindo: quer impor a censura prévia na rede.
Na primeira ação, já perdida em primeira instância, Aécio quer suprimir menções a um eventual “desvio de verbas”, pelo fato de o Ministério Público tê-lo acusado de “maquiar” as contas estaduais contabilizando recursos aplicados em saneamento básico para completar aparcela constitucional obrigatória para a Saúde.
Na segunda, iniciada em dezembro passado, diz a Folha, “o tucano pede providências contra “comunidades e perfis” em redes sociais que “atribuem ao político a condição de usuário de entorpecentes”.
Como o processo, a pedido dos advogados de Aécio, corre em segredo de Justiça, não é possível saber se ele também pede providências contra o Estadão, que publicou artigo de amigo de José Serra, Mauro Chaves, com o famoso “Pó pará, governador”. Até então os hábitos privados de Aécio, verdadeiros ou não, ficavam no âmbito de sua vida pessoal.
Da mesma forma que foi no Uol, através da coluna de Juca Kfouri, que se soube de seu currículo como estapeador de mulheres.
Os advogados do Google disseram, na ação, que Aécio “parece sensível” demais às críticas sobre sua atuação”.
É aquele famoso ditado: “quem foi mordido por cobra até de minhoca tem medo”.
Claro que Aécio vai perder, porque estamos numa democracia e ele tem todo o direito de processar os autores do que considera – e pelo volume de menções na rede, o povo não – mentiroso e ofensivo.
Aécio, além de autoritário, teve um ato de burrice, porque permite imaginar o que faria como presidente da República em matéria de liberdades.
Fernando Brito, Tijolaço
Local:
Minas Gerais, Brasil
domingo, 1 de dezembro de 2013
Aécio tenta censurar perfis que o satirizam nas redes sociais
Aécio aciona Justiça contra perfis que o satirizam nas redes sociaisPresidente no PSDB e possível candidato à Presidência pediu para que twitter e Facebook não permitam a criaçãode contas com seu nome; senador pediu para processo transcorrer em segredo de Justiça
por Luciano Bottini Filho
O senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável candidato à Presidência em 2014, quer saber quem cria perfis que o satirizam. Advogados do tucano entraram com uma ação na Justiça de São Paulo para impedir contas no Facebook e no Twitter com seu nome e identificar os usuários que usaram a sua imagem. Segundo o pedido, o político foi vítima do perfil Aécio Boladasso, que virou piada entre os internautas que consideraram a conta como uma estratégia do próprio Aécio de imitar a “Dilma Bolada”, perfil criado por um publicitário para parodiar a presidente Dilma Rousseff.
“Aécio Boladasso”, um dos perfis que brincavam com o nome do senador mineiro e já foi retirado do ar. Foto: Reprodução/Facebook
Algumas das contas do Aécio Boladasso já foram retiradas do ar, mas ainda há disponíveis perfis como Aécio Boladão. De acordo com a ação, “todos os perfis e páginas foram criados recentemente, em datas muito próximas, e possuem conteúdo muito similar, o que denota a criação seriada de perfis ilícitos, os quais, inclusive, foram altamente difundidos nas mídias digitais, sendo certo que o Google aponta mais de 40.000 (quarenta mil) resultados para a pesquisa pelo termo “Aecio Boladasso” “Facebook” e mais de 34.000 (trinta e quatro mil) resultados para a pesquisa pelo termo “Aecio Boladasso” “Twitter”.
Segundo os advogados de Aécio, o Twitter já atendeu a solicitação de remover os perfis falsos, mas ainda não forneceu as informações sobre quem criou o usuário falso. O Facebook já apresenta outras contas falsas e também não identificou quem criou os perfis de humor.
O juiz Nilson Wilfred Ivanhoé Pinheiro, da 3ª Vara Civil da Capital, concedeu uma liminar, no dia 19, para a remoção das páginas e armazenamento dos dados sobre os usuários que fizeram a brincadeira. No entanto, ele negou o pedido de segredo de Justiça.
A assessorias de imprensa do Twitter não respondeu até a publicação desta notícia e a do Facebook não foi localizada."
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
“Overdoses de Aécio” e a “Morte de Modelo” geram retaliação
Matéria sobre a omissão na apuração das overdoses de Aécio e reabertura do caso da morte da modelo une Polícia Civil e MPMG contra Novojornal
Era previsível a retaliação por parte de integrantes do MPMG e da
Polícia Civil, que após a tramitação irregular de uma denúncia apócrifa,
tenta envolver o Portal jornalístico por defender o denunciante da
Lista de Furnas e do Mensalão, Nilton Monteiro. Tudo ocorreu após a
recusa pelo diretor responsável do Novojornal a um
interlocutor do Governo de Minas em retirar de pauta duas matérias
envolvendo três ex-governadores, um ex-vice-governador de Minas e o
presidente da CEMIG.
Sabe-se hoje que a retaliação contra o Portal jornalístico foi
conduzida pelo Procurador André Estevão Ubaldino Pereira, chefe do
Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao
Crime Organizado e de Investigação Criminal (CAO Crimo) e Coordenadorias
Regionais de Combate às Organizações Criminosas (CRCOCs), todos os
órgãos ligados ao MPMG.
A primeira matéria ainda não publicada narrará o que vem ocorrendo na
Coordenadoria de Combate e Repressão ao Tráfico Ilícito de
Entorpecentes, mais conhecida como Coordenadoria Antidrogas, que além de
sua inércia em apurar, desapareceu com o procedimento instaurado em
função das overdoses que quase levaram a óbito Aécio Neves, quando o
mesmo exercia o Governo de Minas Gerais.
É necessário destacar que tais overdoses ocorreram dentro do Palácio
das Mangabeiras, residência oficial do governador de Minas guarnecido
pela Polícia Militar, 24 horas por dia. Corporação Militar que cumpriu
sua obrigação entregando através de seu serviço reservado um detalhado
relato do ocorrido a Coordenadoria Antidrogas, inclusive, sobre a
transferência de Aécio Neves em helicóptero operado pela Polícia
Militar para o Hospital Mater Dei em Belo Horizonte.
A matéria do Novojornal não tem como destaque o fato de
Aécio Neves ser um dependente químico, pois além de não ser novidade,
trata-se de uma doença tratável. O objetivo é demonstrar que em função
de seu vício, houve a tomada do Poder por setores da área criminal do
MPMG, assim como, ligada à defesa na justiça de grandes traficantes,
culminando com a nomeação do ex-secretário de Defesa Social o advogado
Mauricio Campos.
Refém de seu vício, o ex-governador Aécio Neves viu-se envolvido, mesmo
que para alguns involuntariamente, na defesa de um afrouxamento por
parte das autoridades públicas na repressão e combate ao tráfico de
drogas, com a justificativa da introdução de uma política pública no
Estado visando à descriminalização das drogas, mesmo antes da aprovação
de leis neste sentido.
A matéria mostrará ainda que tal política pública visava manter uma
Apartheid do vício. Enquanto para as classes sociais mais elevadas,
onde o preço da droga chega a ser três vezes maior, o consumo é
considerado “recreativo”, nas classes menos favorecidas, onde predomina a
droga de baixo custo desta maneira com pequeno lucro, é tratado com
prisão. Evidente que independente do mérito da legalização ou não das
drogas, o que será abordado é a necessidade de combate a quem fornece a
droga, o traficante e as organizações criminosas a que pertencem.
Mostraremos que nos últimos 10 anos não houve em Minas Gerais através
da Coordenadoria de Combate e Repressão ao Tráfico Ilícito de
Entorpecentes, qualquer operação de destaque com a desarticulação de
grandes quadrilhas e apreensão proporcional, fruto de um trabalho de
inteligência que merecesse o mesmo cuidado obtido no combate a crimes
fiscais.
O Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao
Crime Organizado e de Investigação Criminal, foi transformado em um
braço auxiliar e arrecadatório do Executivo através da Secretaria da
Fazenda, que mesmo ao arrepio da Lei, forneceu e mantém os equipamentos
de escuta telefônica e outras tecnologias utilizadas de maneira
irregular, conforme denunciado por Novojornal na matéria; PGJ-MG serve apenas de fachada para “Central de Grampo Clandestino”. Fato reconhecido em relatório pelo CNMP- Conselho Nacional do Ministério Público.
A segunda matéria, esta já publicada, foi; “Juíza do “Mensalão Mineiro” manda investigar morte de modelo” diz
respeito à morte da modelo Cristiane Aparecida Ferreira. Após sua
publicação acompanhada dos documentos exibidos na reportagem do
“Mensalão Tucano” comprovando que modelo assassinada recebera R$
1.800.000,00 de Walfrido dos Mares Guia, obrigou a Juíza Neide da Silva
Martins e o Promotor João de Medeiro à abrirem nova linha de
investigações para analisar nova vertente criminal.
Depoimentos informam que Cristiane Aparecida Ferreira atuou
transportando valores milionários a serviço do esquema do “Mensalão
Tucano”.
No entender de diversos criminalistas que se dedicam ao caso, a morte
da modelo não foi um crime passional em relação ao seu namorado,
Cristiane estaria jurada de morte por esposas de diversos figurões da
sociedade mineira. Segundo um dos criminalistas que atua no caso, o
assassinato da modelo realmente foi cometido por Reinaldo Pacífico,
conforme sua condenação, porém, provas e evidências demonstram que houve
um ou mais mandantes, porque Cristiane tornara-se “perigosa”, para o
esquema, pois além de conhecer toda operação mantinha relação amorosa
com os principais operadores do esquema, desta forma, no entendimento
destes criminalistas, a morte da modelo foi uma queima de arquivo.
Como narrado anteriormente, diante das provas existentes nos autos, a
Juíza da 9ª Vara Criminal de Belo Horizonte determinou a abertura de um
novo inquérito para apurar exclusivamente a participação de Cristiane
no esquema conhecido como “Mensalão Tucano”.
O processo tramita em Belo Horizonte por decisão do ministro Joaquim
Barbosa. Segundo os criminalistas, comprovadamente Cristiane mantinha
um caso amoroso com o atual presidente da Cemig Dijalma Moraes, com o
ex-ministro e ex-vice-governador Walfrido dos Mares Guia e com o
ex-governador Newton Cardoso e Itamar Franco.
“Com a abertura deste novo inquérito, quebra-se a resistência do Centro
de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime
Organizado e de Investigação Criminal dirigido pelo Procurador Andre
Estevão Ubaldino Pereira, que recusava reabrir o caso da morte da
modelo”, conclui um dos criminalistas ouvidos por Novojornal.
A matéria noticiava ainda que o inquérito que apurou o crime ocorrido
no San Francisco Flat, um aparte hotel de luxo da capital mineira, teve
várias de suas páginas arrancadas se transformando em ação penal com a
condenação do despachante Reinaldo Pacifico, que até hoje continua
solto sem qualquer explicação das diversas autoridades envolvidas.
Infelizmente, fazer jornalismo em Minas Gerais onde o Estado foi
capitulado pelo pior lado da classe política do Ministério Público e da
Polícia Civil, tornou-se profissão de alto risco. A matéria relativa às
overdoses de Aécio Neves será publicada simultaneamente com o
lançamento de um livro que abordará seu comportamento desde que veio
para Belo Horizonte em 1983 da Cidade do Rio de Janeiro até sua gestão
frente o Governo de Minas Gerais.
A reportagem do Novojornal procurou em Janeiro de 2013 o
ex-governador e atual senador Aécio Neves e o Hospital Mater Dei por
duas vezes e os mesmos recusaram-se a comentar as internações
ocorridas. O Procurador Andre Estevão Ubaldino Pereira, chefe do Centro
de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate ao Crime
Organizado e de Investigação Criminal (CAO Crimo), foi consultado sobre
possíveis ocorrências de overdose do ex-governador e até o fechamento
desta matéria nada respondeu.
Documentos citados na matéria:
No Novo Jornal
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Aécio Neves quer censurar Facebook e demais redes sociais
Aécio Neves fez uma ressalva à lei que foi aprovada no Senado.
Qualquer pessoa que se manifestar politicamente no Facebook e em outras redes sociais responderá civil e criminalmente, caso o político se sinta atingido.
É pior do que o período mais radical de nossa Ditadura Militar!!!!!!!!!!!!
Antes que reclamem do que postei; não é notícia de R7, ou Carta Capital. Nem é notícia de site do PT. Isso está no site do Senado Federal:
"Por sugestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Jucá acrescentou uma ressalva à manifestação livre de posições políticas nas redes sociais. O autor das declarações deverá responder civil e criminalmente por eventuais ofensas e agressões a terceiros e a Justiça Eleitoral poderá ser acionada e determinar a retirada do comentário da internet."
Segue link para a reportagem:
Minirreforma eleitoral é aprovada e segue para a Câmara
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/20...encia-as-eleicoes
Qualquer pessoa que se manifestar politicamente no Facebook e em outras redes sociais responderá civil e criminalmente, caso o político se sinta atingido.
É pior do que o período mais radical de nossa Ditadura Militar!!!!!!!!!!!!
Antes que reclamem do que postei; não é notícia de R7, ou Carta Capital. Nem é notícia de site do PT. Isso está no site do Senado Federal:
"Por sugestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Jucá acrescentou uma ressalva à manifestação livre de posições políticas nas redes sociais. O autor das declarações deverá responder civil e criminalmente por eventuais ofensas e agressões a terceiros e a Justiça Eleitoral poderá ser acionada e determinar a retirada do comentário da internet."
Segue link para a reportagem:
Minirreforma eleitoral é aprovada e segue para a Câmara
http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/20...encia-as-eleicoes
Fonte : vcfaz.TV - Aécio Neves quer censurar Facebook e demais redes sociais
http://www.vcfaz.tv/viewtopic.php?p=1486474#ixzz2fxHV9C5t
Comentários do Blog: Como o PSDB tem a imprensa comprada a seu favor e a redes socias sempre desmascarando o PSDB agora quer controlar para evitar a publicação de seus podres
Veja abaixo o seu companheiro de Partido o criador do Mensalão Azeredo com o AI 5 Digital
Em Minas, professor tem jornada de 60 horas semanais
- Publicado em Quarta, 10 Abril 2013 18:29
A Lei Federal 11.738/08 que estabeleceu o Piso Salarial Profissional Nacional para o
magistério é uma conquista de toda a sociedade. Isso porque além de
tentar trazer dignidade ao salário do profissional do magistério,
estabeleceu uma nova organização do tempo do professor. De acordo com
ela, o professor deve se dedicar à sala de aula, no máximo, 2/3 da sua
jornada de trabalho. Em contrapartida, no mínimo, 1/3 dela deve ser para
a hora-atividade, ou seja, momentos de reuniões, formação,
planejamento, elaboração de atividades, entre outras atividades que
preparam o momento da regência. Sempre fizemos estas atividades, mas
fora da escola e sem remuneração, o que trouxe mais desvalorização à
profissão.
Estar na sala de aula com 30 a
50 crianças requer preparo, estudo constante e dedicação. As jornadas
extenuantes de trabalho a que são submetidos os professores da Educação
Básica devem causar indignação a todos.
Em
Minas Gerais, a situação é de colapso. De acordo com o Plano de
Carreira Estadual, a jornada semanal do professor de Educação Básica é
de 24 horas. Dentro desta jornada, no máximo 16 horas são de regência e
oito de hora-atividade. É o que prevê a Lei Estadual 20.592, aprovada em
dezembro de 2012. A conta é simples, mas a Secretaria da
Educação tem obrigado professores com dois cargos a assumirem jornadas
semanais de 60 horas. Mais uma vez o Governo de Minas distorce uma lei
federal. Vale lembrar a sua manobra de pagar subsídio para não bancar o
Piso Salarial como vencimento básico. Como não bastasse, em Minas Gerais
não houve o aumento do número de professores na rede estadual, que
seria a consequência natural da implantação de 1/3 da jornada para
hora-atividade. Ocorreu o aumento da jornada de trabalho.
Além
disso, retirou professores habilitados em educação física e ensino
religioso dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para se ter uma idéia
do caos do quadro de pessoal, em 2010, o Governo havia contratado cerca
de 73 mil profissionais para as escolas. Em 2013, foram contratados
pouco mais de 60 mil. Isso num Estado que tem taxa de analfabetismo
superior à média nacional.
O
tempo de hora-atividade deveria melhorar a condição da categoria, mas
em Minas Gerais está justificando o aumento da jornada de trabalho do
professor, o que significa nova modalidade de massacre aos educadores.
Mais uma inovação do Governo de Minas, cuja conta está sendo paga por
quem precisa da escola pública.
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quarta-feira, 24 de julho de 2013
Aécio e Andréa Neves determinam mais outra devassa no Novojornal
Utilizando
a máquina policial e fiscal do Estado e a cumplicidade de alguns
integrantes do MPMG e do TJMG irmãos Neves tentam vingança
Como
dito em outras reportagens, fazer jornalismo em Minas Gerais
transformou-se em atividade de alto risco, principalmente se a proposta
for de uma linha editorial independente, não se sujeitando as
determinações da censora oficial Andréa Neves.
Em 2008, Novojornal
foi empastelado por forças da Polícia Militar, por determinação do
então Procurador Geral, Jarbas Soares, a serviço de Andréa Neves,
comandada pela promotora Wanessa Fusco dirigente da recém criada
Promotoria de Crimes Cibernéticos.
De
posse de uma medida cautelar concedida pela Juíza da Vara de Inquéritos
de Belo Horizonte, apreendeu todos os equipamentos da redação, arquivos
contábeis e os servidores do portal jornalístico, tornando-o
indisponível na internet na terminação .com.br.
Quatro
anos depois, o TJMG reconheceu o crime cometido contra o portal
jornalístico e condenou o MPMG a devolver os equipamentos apreendidos,
assim como liberar o acesso ao .com.BR. O que até hoje não foi
obedecido. No acórdão os desembargadores relatam a violência e o absurdo
praticado contra o Novojornal.
Insatisfeito com a perda no TJMG e diante da intransigente prática de liberdade de imprensa exercida por Novojornal,
que vem mostrando ao País o que realmente ocorreu e ocorre em Minas
Gerais, Andréa e Aécio Neves deram início a um projeto de vingança no
intuito de desmoralizar e fechar o Novojornal.
Utilizando-se
de um novo inquérito, desta vez na Delegacia de Crimes Cibernéticos da
Polícia Civil, subordinada ao delegado Marcio Naback, conhecido por sua
atividade criminosa em forjar provas e desaparecer com processos e
documentos a serviço dos Neves e da conhecida “Gangue dos Castros”.
Neste
processo depuseram o Procurador de Justiça, Jarbas Soares, o prefeito
de BH, Márcio Lacerda, o Secretário do Governo Estadual, Danilo de
Castro, o Desembargador José do Carmo e o Juiz Christiano de Oliveira
Cesarino, relatando fatos que já se encontram sendo analisados pelo
Poder Judiciário e na maioria já julgados de maneira favorável ao
Novojornal.
Porém, como agora
ficou provado o objetivo do inquérito não era analisar possíveis crimes
de calúnia, injúria e difamação. E sim, servir de pretexto, para
solicitar na já conhecida Vara de Inquérito outra medida cautelar, desta
vez para quebra do sigilo, telefônico, fiscal, bancário, contábil e de
e-mails, enfim promover uma devassa contra o Novojornal e seu diretor responsável.
Segundo
o delegado Pedro Paulo Uchoa Fonseca Marques, o objetivo do
procedimento havia modificado de calúnia e passara a investigar a
possível pratica de extorsão. Durante o depoimento prestado pelo
representante legal da empresa, Nova Opção, pessoa jurídica que edita o
Novojornal, na presença do advogado Dr. Dino Miraglia o delegado
informou:
“Nada foi encontrado
a respeito de extorsão, nas gravações apareceram foram denuncias de
práticas criminosas do delegado Marcio Naback em relação aos crimes
ocorridos em Ipatinga por este motivo estarei enviando a questão para a
corregedoria e Delegacia de Homicídios”.
Evidente que não era este o verdadeiro intuito das escutas telefônicas, elas visavam ter acesso às fontes do Novojornal o
que se tornou inviável diante da maneira tradicional do diretor
responsável do portal em contatar com suas fontes. Porém diante de mais
esta derrota, partiram em busca de novas acusações e investigações.
Quem estaria financiando o Novojornal?
Durante dias, permaneceram no mais completo sigilo na empresa de contabilidade que atende o Novojornal,
fazendo minucioso levantamento em busca desta resposta, constrangendo e
causando medo nos profissionais. Novamente infrutíferas foram as ações,
pois todas as movimentações financeiras do Novojornal estavam rigorosamente contabilizadas.
Além
da pouca publicidade em função da atitude de Andréa Neves em ligar
pessoalmente para os anunciantes informando que eles estariam
patrocinando um jornal contra o Governo de Minas, a origem dos recursos
que mantiveram os principais investimentos do Novojornal nos
últimos cinco anos eram provenientes de contratos de empréstimos
conhecidos como “mútuo”, de sua antiga sócia para sociedade. Recursos
estes obtidos da venda de patrimônio que lhe havia sido doado por seu
pai.
Gerentes dos bancos assustados, funcionários do Novojornal
foram constrangidos e ameaçados chegando alguns a pedir demissão por
medo, prestadores de serviços literalmente subornados em busca de alguma
informação que pudesse criminalizar a atividade do Novojornal.
Na delegacia o diretor responsável do Novojornal ciente de que se tratava apenas de mais uma armação optou por só falar em juízo.
Este
é o estado de insegurança jurídica que se vive atualmente em Minas
Gerais, onde quem ousa noticiar fatos desabonadores da conduta do
senador Aécio Neves é perseguido pelos ocupantes do Governo que agem
impunemente, pois contam com a submissão e cumplicidade de quem deveria
fiscalizá-lo.
Marco Aurélio CaroneNo Novojornalvia Contexto livre
terça-feira, 9 de julho de 2013
Aecio pede Auditoria dos gastos da Copa, mas trava CPI do Mineirão
Faça o que eu Digo: AS contradições de Aécio Neves
As declarações e atitudes dos tucanos em relação aos gastos com a Copa do Mundo de 2014 têm sido, no mínimo, contraditórias.
As declarações e atitudes dos tucanos em relação aos gastos com a Copa do Mundo de 2014 têm sido, no mínimo, contraditórias.
No mesmo momento em
que o senador Aécio Neves assina um manifesto e se pronuncia na tribuna
do Senado pedindo auditoria dos gastos com a Copa, os deputados
governistas - maioria na ALMG - se negam a assinar o requerimento para a
instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que poderá
investigar possíveis irregularidades nas obras do estádio Mineirão. O
documento precisa da adesão de 26 parlamentares, mas, até agora, apenas
22 assinaram o requerimento.
Faça
o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Ora, se é para investigar,
que comecemos por Minas Gerais! Relatórios do Tribunal de Contas do
Estado já apontaram irregularidades nas obras do Mineirão. Desde 2011, a
Procuradoria Geral da República em Minas também investiga a Parceria
Público-Privada (PPP) que foi firmada ente o governo do Estado e a Minas
Arena com garantia de lucro para a concessionária.
No
Senado, Aécio se faz de bom moço, mas, em Minas Gerais, usa a base do
governo na ALMG para defender seus interesses. Esse é o jeito tucano de
trabalhar!
Do Minas sem censura
Do Minas sem censura
terça-feira, 25 de junho de 2013
Apavorado, Aécio manda JN tirar do ar sua fala contra o povo na Constituinte
Após a presidenta Dilma lançar a proposta de consulta popular e Constituinte exclusiva para reforma política, o presidente do PSDB, Aécio Neves, reuniu-se com o presidente do DEM, Agripino Maia, e o presidente do PPS, Roberto Freire, os partidos de oposição, para dar uma entrevista conjunta para a imprensa.Gravou para diversos canais de TV, com o microfone da Globo à frente.
De noite, no "Jornal Nacional" teve uma matéria contendo declarações da oposição. Apareceu José Agripino e Roberto Freire falando contra a participação popular e a constituinte proposta por Dilma. Os dois oposicionistas não querem mexer em seus privilégios e poderes.
E cadê o Aécio? Sumiu! O presidente do maior dos partidos de oposição foi cortado e não foi ao ar!
Conclusão: só pode ter sido cortado a pedido do tucano. O marqueteiro dele deve ter avisado que iria desgastar sua imagem batendo de frente com a proposta de Dilma que vai ao encontro do povo. Deixou o desgaste para Agripino e Freire.
Em tempo: no Jornal da Record, Aécio sentiu a pancada. Apareceu nervoso, gaguejando, fazendo críticas sem pé nem cabeça.
Ah... reparem na cara de "alegria" de Agripino e Freire.
Leia também:
- Agora é oficial: Rede Golpe assume o papel de porta-voz de Aécio Neves
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