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sábado, 30 de dezembro de 2017
Jânio de Freitas: Aécio Neves é recordista de arrecadação no mercado de subornos
O jornalista Jânio de Freitas faz uma importante análise na Folha sobre as denúncias envolvendo Aécio, Odebrecht, Andrade Gutierrez e o empresário Alexandre Accioly. Para o colunista, os R$ 50 milhões em propina das duas empreiteiras com ajuda do amigo são o maior caso de propina direta, já que os R$ 51 mi de Geddel Vieira Lima em espécie foram fruto de diferentes arrecadações.
As informações que situam o senador Aécio Neves como recordista de arrecadação no mercado de subornos –e nem por isso contêm todo o seu histórico– têm múltiplos efeitos. Pessoais, claro, mas também políticos, com decorrências agravantes na cisão do PSDB e desgastantes para Geraldo Alckmin e sua candidatura.
Tomar R$ 50 milhões em um único ataque é um feito que não consta nem no currículo de Geddel Vieira Lima, cujas embalagens diferentes indicam que os seus R$ 51 milhões em dinheiro vieram de vários achacados.
Os R$ 30 milhões tomados da Odebrecht e os R$ 20 milhões da Andrade Gutierrez, em troca de fortalecê-las na licitação para a hidrelétrica de Santo Antônio, começam por derrubar a defesa de Aécio e sua irmã Andréa para os R$ 2 milhões tomados de Joesley Batista. O caixa tão fornido destrói a mentira de que Aécio precisava de “um empréstimo” para pagar sua defesa no que eram as primeiras denúncias.

Os repórteres Bela Megale e Thiago Herdy, de “O Globo”, encontraram agora citações a Accioly como receptador de Aécio e contas, para isso, em Cingapura e nas Ilhas Marshall, Oceania.
(…)
Menos obscuras, como componentes do golpe em Furnas, as relações de Aécio e seu protegido Dimas Toledo ampliam-se nos relatos dos milhões por Santo Antonio. A gravidade desta transação, com a persistente presença dos dois amigos de fé, suscita a expectativa de que afinal se desvendem outros casos já bastante citados e nunca publicáveis, por falta de provas.
Esse é o Aécio Neves que a cúpula do PSDB prestigiou, há três semanas, contra o cofundador do partido Tasso Jereissati, na disputa entre os aecistas e os desejosos de reabilitar o desmoralizado peessedebismo.
Como presidente incumbido da restauração que não fará, Alckmin significou uma proteção para Aécio Neves, então já assoberbado com acusações. Ao menos em favor da própria face, o novo “presidente” precisava ter dito ou feito algo que marcasse a sua e a nova propensão do partido na discussão, intensa, sobre o caso Aécio no peessedebismo. Alckmin, é de seu hábito, preferiu omitir-se.
DO DCM
(…)
sábado, 1 de outubro de 2011
Crise mundial e a mediocridade de Aecio Neves
do blog Historia para boi AcordarCredito Imagem Blog ANDRENOGAROTO |
Aécio Neves, candidato preferencial do PSDB à sucessão presidencial de 2014, expressa bem a total ausência de idéias e projetos da oposição demotucana. No Senado, ele é uma decepção, segundo seus próprios pares. Seus discursos são vazios, enfadonhos. Já na Folha de S.Paulo, jornal que lhe cedeu espaço para uma coluna, os seus artigos são de uma mediocridade impressionante.
Nesta semana, o senador resolveu falar sobre economia. Quando a própria mídia rentista passa a reconhecer a gravidade da crise mundial e alguns “calunistas” até recuam nas suas críticas à recente redução da taxa de juros, ele escreve um artigo, intitulado “Inflação”, para atacar a decisão do Banco Central. Sua coluna na Folha até podia ser batizada de “As platitudes de Aécio Neves”.
Os desgastados chavões neoliberais
Para o brilhante “economista” tucano, a redução dos juros é uma “medida inflacionária”. Ela sinalizaria que “o governo extinguiu a bem sucedida política – aqui e no mundo – de metas de inflação, inaugurada no Brasil em 1999… Nada justifica o retorno a políticas voluntaristas que emperraram no passado o crescimento da nossa economia”.
Além de bajular o governo do seu padrinho FHC, que colocou o Brasil de joelhos diante do Fundo Monetário Internacional (FMI), Aécio Neves repete velhos e desgastados chavões neoliberais. Ele insinua que o governo estaria dando uma guinada “abrupta” na política macroeconômica, superando o tripé ortodoxo dos juros elevados, superávit fiscal e libertinagem cambial.
“Propaganda eleitoral gratuita”
Na prática, o texto é uma cópia rastaqüera das conclusões do seminário do Instituto FHC de agosto passado. Nele, os economistas tucanos defenderam a radicalização do programa neoliberal, pregando “menos estado”, mais privatizações e “maior abertura” da economia brasileira. Ou seja: a coluna de Aécio Neves na Folha serve apenas como “propaganda eleitoral gratuita” do PSDB.
Quem afirma isto é a própria ombudsman do jornal, Suzana Singer, que detonou os textos do senador na sua coluna de domingo passado. “De 11 artigos do ex-governador tucano, pelo menos seis pareciam discurso de Congresso, com críticas nada originais ao governo federal e promoção de iniciativas de Minas Gerais”. As platitudes de Aécio Neves servem apenas de “palanque eleitoral”.
Postado por Miro
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
Aécio Neves e sua inflação de banalidades
do minas sem censura
Aécio Neves e sua inflação de banalidades
26/09/2011
O textinho de Aécio, publicado nessa segunda-feira (26/09), tem como preocupação aparente a volta da inflação.
Ele
discorre sobre números, com um nível de profundidade inversamente
proporcional à complexidade do tema. O IPCA de agosto, alerta-nos o
senador mineiro, mostra a cifra acumulada (anual) de 7,23% e o IPCA-15,
7,37%. A inflação por setores (vestuário, transporte, alimentação e
gastos pessoais) também preocupa o neto de Tancredo.
Fala
ainda em “abrupta desvalorização da taxa de câmbio” que, em uma semana,
variou 9,2%. Insinuando, assim, que tal desvalorização fosse uma
decisão de governo. E dá-lhe blá-blá-blá, tró-ló-ló, ti-ti-ti.
Ao
final, ele registra que nada “justifica o retorno de políticas
voluntaristas”. Ah, no meio do seu escrito sob o pretexto de
desqualificar a recente queda nas taxas de juros, ele “avança” a senha:
faltaria um esforço fiscal restritivo e o governo Dilma
“surpreendentemente” teria adotado políticas inflacionárias que podem
danificar empresas e penalizar os mais pobres.
Resumindo
a prosa: sem explicitar, o que Aécio quer são os cortes de gastos em
programas sociais, arrocho salarial dos servidores públicos, demissão
nos setores públicos e privados, a volta das férias coletivas,
paralisação de obras do PAC, cancelamento das medidas do plano “Brasil
Maior” etc. Ainda que, ironicamente, diga que não há motivos para
pânico.
A
pressão inflacionária é preocupante mesmo. Mas não pelos motivos
superficiais alegados pelo nosso bacharel em economia. Tal pressão é uma
resultante de fatores internacionais que não dominamos: na
“zona do Euro”, nos EUA, na Ásia e no Oriente Médio (dívida americana,
guerra cambial patrocinada pela China, aventuras militares em países
produtores de petróleo, farras da agiotagem financeira, crise na Grécia,
Itália, Portugal etc); e de problemas internos que mereceram, no
passado recente, posturas distintas se comparados os governos Lula aos
dois de FHC.
Há
um vídeo bem humorado na internet mostrando como se diferenciam essas
duas abordagens (“Entenda como Serra quebraria o Brasil na crise
mundial”) e que pode ser acessado em qualquer sistema de busca na rede
ou, diretamente, pelo link:
O que Aécio chama de esforço fiscal restritivo é desenvolvido por líderes tucanos nesse curto vídeo.
Em
síntese, a diferença é: combater a crise ao modo FHC, com juros altos,
arrocho fiscal, salarial, desaquecimento da economia, desemprego etc; ou
à moda Lula, investindo em políticas equilibradas que combinem
manutenção da atividade econômica, proteção do mercado interno, taxas de
emprego, consumo responsável etc.
Aécio
“arrisca” a dizer que o governo Dilma teria abandonado o regime de
metas de inflação. Ele aposta num palpite e não nos dá nenhuma pista
disso. Ao contrário, o pronunciamento do governo federal é claro: o
tripé que sustenta a condição de enfrentamento da crise (câmbio
flutuante, responsabilidade fiscal e regime de metas) está sendo
reforçado.
Comparando
a 2008, o país tem U$ 150 bilhões a mais em relação às Reservas
Internacionais. Para brincar com percentuais: 500% em relação ao governo
FHC (no ano em que Aécio presidia a Câmara de Deputados)! R$ 170
bilhões a mais de Depósitos Compulsórios, também em relação a 2008.
Lula
e Dilma adotaram medidas importantes que, pelo seu grau de
tecnicalidade, não podem ser desenvolvidas neste curto espaço (nem Aécio
mereceria tal deferência), mas vale apenas mencionar: oneração de
empréstimos internacionais de curto prazo e de operações com
derivativos; ampliação das margens sobre depósitos compulsórios; medidas
prudenciais em relação ao “boom” de crédito e de seus prazos alongados;
implementação antecipada de medidas recomendadas internacionalmente,
pressionando os bancos a constituírem seus “colchões” de amortecimento
de crises e melhor cobertura de riscos etc. Operações de crédito de
longo prazo foram incentivadas com a criação da “Letra Financeira” que é
isenta, integralmente, do recolhimento compulsório. Isso sem falar que
medidas macroprudenciais são tomadas e o monitoramento da própria crise é
feito sem improvisação e de forma ordinária, quotidiana, por organismos
responsáveis pela regulação financeira no país.
Enfim,
de fato a crise é grave e exige mergulho profundo num mar revolto. E
não será qualquer surfista de águas rasas que dará lições de economia,
política fiscal e monetária, a quem enfrentou a de 2008 e dela saiu
fortalecido.Veja tambem
A herança bendita de FHC, 12,5% de inflação em 2002. Quanta saudade!
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
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