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terça-feira, 13 de março de 2012
Crescimento? Entre Minas e o Brasil
Era esperado. Os rabiscos de Aécio (FSP, 12/03/2012) acusaram o valor “pífio” do PIB nacional. Ousa ele chamá-lo de “pibinho”. Se o crítico fosse qualquer outra pessoa, a crítica poderia ter até alguma legitimidade. Sendo Aécio, não.A revista “Mercado Comum” há muito desmente a autoridade de Aécio Neves para falar em “pibinho”. É que a média do PIB mineiro, de 2003 a 2009, foi 3,3%, enquanto que a nacional foi 3,5%. Mesmo num quadro de exportações favoráveis de minério, Minas cresceu menos que o Brasil. Em 2010, quando festejaram o “PIB chinês” nas Gerais, foi o crescimento da demanda por ferro, na China, que puxou o tal crescimento. Ou seja, nem o subsolo do estado, nem a dinâmica da economia mineira dependiam da “mão de Midas” do pífio senador mineiro.
Saiu da FIEMG, em fevereiro de 2011, um diagnóstico dramático sobre a economia mineira. Reprimarização, ausência de infraestrutura estadual, de qualificação profissional, de política creditícia orientada estrategicamente e muito mais. Ou seja, os tucanos não fizeram – mais uma vez – o dever de casa.
Justiça seja feita: ele nunca se jactou da condição de diplomado em economia. E nem pode. Permanece o mistério sobre suas notas em seu histórico escolar e sobre sua frequência no curso. Mas, mesmo para alguém indigente em termos de teoria econômica, ao analisar o desempenho do PIB nacional, deveria citar o quadro de recessão e quebradeira na Europa, as dificuldades da China, do Japão, dos EUA etc.
Nesse sentido, não vamos polemizar com o besteirol de seus rabiscos hodiernos.
Apresentamos aqui um exemplo de ausência de projeto industrial e de desenvolvimento no estado pelo qual ele foi eleito governador e senador. Seu sucessor, diante de uma herança maldita (um estado quebrado e endividado), criou uma dita Taxa de Controle, Monitoramento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) para financiar projetos de recuperação ambiental nas áreas de mineração, monitorar e fiscalizar a atividade minerária.
O parecer do deputado estadual Sávio Souza Cruz (PMDB), rejeitado pela maioria governista, era claro: a “invenção” era inconstitucional, pois invadia prerrogativa da União; era antijurídica porque se criava um imposto e não uma taxa, que tem natureza distinta; uma taxa não pode variar segundo a tonelagem de minério extraído (se é para fiscalizar, independe da quantidade do que é retirado do solo); a preocupação ambiental já estaria contemplada na Taxa de Fiscalização Ambiental (TFA). E assim por diante.
Fora a estranha exclusão da incidência da “taxa” sobre ouro, nióbio, água mineral, grafite e areia. Qual o critério para essas exclusões?
Com tudo isso, o governo do tucano espera arrecadar 500 milhões de Reais. Só que a Confederação Nacional da Indústria e a própria União vão questionar no STF a constitucionalidade da invenção tucana. O atual governador, doutor em direito administrativo, despreza o direito constitucional. O economista Aécio só pensa em arrecadar.
Aparentemente, taxar mineradoras é algo progressista. Em muitos casos, é, porém, nesse não. Uma política industrial para mineradoras, num estado que leva o nome de Minas Gerais, não pode se apoiar apenas na “vocação” de três séculos: só extrair e exportar. Ou seja, depois de oito anos de governo Aécio/Anastasia nada foi feito para incentivar, pressionar ou impor às mineradoras, projetos industriais para a agregação de valor em território mineiro, pelo menos de parte dos que extraem para exportação; Em outras palavras, o nióbio, por exemplo, poderia ser usado em plantas industriais locais, destinadas a componentes de indústrias de ponta nas áreas da aviação, da indústria aeroespacial, de tubulações para transporte de gás etc. No entanto, esse mineral raro é exportado a preço de banana para, depois, comprarmos as turbinas e outros componentes que os usam, pagando um absurdo pela importação.
De pibinho Aécio entende. Estamos aguardando que Aécio cresça.
terça-feira, 6 de março de 2012
A dívida de Aecio Neves
“O país fica a cada dia menos federalista e mais concentrador. Trata-se de crônica doença do Estado brasileiro, que se adensou perigosamente como nunca antes na nossa história.”
Um pequeno parágrafo com dois períodos inaugura mais um texto, das segundas-feiras, firmado pelo ilustre senador carioca, Aécio Neves. No diminuto parágrafo há uma grande impropriedade histórica: vivemos em um país cada vez menos federalista e mais concentrador. E com direito a ironia (como nunca antes na história).
Assim como José Serra, Aécio desconhece os nomes do país que ele quer um dia presidir e não faz as devidas correlações com a concentração de poder político e econômico. Em 2012, para seu exercício historiográfico, o Brasil concentra mais poder no governo central do que nos tempos de Pindorama, Terra de Vera Cruz, de Santa Cruz, Brasil, Império do Brasil, Estados Unidos do Brasil e República Federativa do Brasil. Além da genérica leviandade histórica, nosso Zé Carioca ainda absolve as ditaduras Vargas e Militar (1964). Para ele, todos esses períodos são menos concentradores de poder do que o atual. Ou seja, os tucanos vão mal de líderes. O Zé Paulista acha que o Brasil ainda é “Estados Unidos”. O Zé Carioca acha o Brasil atual pior do que os tempos do Regime de 64, das Ditaduras Vargas, do Império e da Colônia. Isso pronunciado num momento em que militares da reserva assinam documentos saudosistas dos tempos da tortura e da censura, pode sugerir inclusive um flerte entre ele e os eternos golpistas. Freud explica: a obsessão dele pela presidência dispensa rigor analítico, coerência e compromisso programático.
Mas, o aranzel da hora pouco ou nada se refere a qualquer debate sério. Ele quer agora representar as insatisfações dos governadores atuais com a estupenda dívida dos estados relacionado às negociações impostas por FHC em 1997, sob ordens do FMI... aos mesmos estados que ele alega serem vítimas da opressão de Brasília. O ano de 1997 é um emblema: foi exatamente aí que o PSDB elegeu Aécio Neves líder da bancada tucana na Câmara. Ele foi líder até 2000! Em 2001, nunca esqueçamos, foi eleito presidente daquela casa legislativa. Ganha um bafômetro quem achar alguma ação contundente dele contra o endividamento dos estados, nesses seis anos de muito poder que detinha. Ou que não detinha, pois o mesmo estava muito concentrado nas mãos de seu correligionário FHC.
Ah, num parágrafo, ele absolve FHC dessa herança maldita: “A fórmula, do fim dos anos 90 e importante naquele momento, não nos serve mais.” Mais uma vez ele trai FHC, ao elogiá-lo. Insincero ele traz para o centro do debate o balanço do governo federal tucano.
Se, como historiador ele tomou bomba, como economista sua situação é trágica. Ele confunde aritmética com matemática. E o que é pior: exercícios básicos de matemática financeira, até para um aluno faltoso e farrista da PUC-MG, mostrariam cenários futuros distintos. Por seis longos anos, ele teve oportunidade de fazer ou encomendar tais projeções. Mas não o fez. Preferiu ele adotar uma postura servil ao senhor feudal (ou de engenho) Fernando Henrique Cardoso.
Aécio tem grandes dívidas políticas com seus eleitores, seus correligionários do PSDB e aliados. Mas tem uma maior: com a verdade dos fatos históricos. Assim, sua ironia é uma provocação barata e suscita uma resposta no mesmo nível: nunca antes na história do país houve um político com a “missão” de presidir uma nação, tão inconsistente e tão irresponsável com suas análises.
Leia o artigo de Aécio:
Anexo: Até quando - Aécio.docx
Fonte :Minas sem censura
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
José Serra vê Aécio como “balão com pouco gás”
Segundo dirigente tucano, ex-governador paulista aposta que senador mineiro não vai emplacar como contraponto de Dilma e que, em determinado momento, o PSDB voltará a apelar a ele como alternativa presidencial para 2014
Um “balão meio murcho”, com o suficiente para se manter no ar e não cair no chão, mas, em contrapartida, sem uma quantidade de gás capaz de fazê-lo encher completamente e, de fato, decolar. É assim que o ex-governador de São Paulo José Serra enxerga o senador mineiro Aécio Neves como alternativa eleitoral do PSDB para a sucessão de Dilma Rousseff em 2014. Segundo um dirigente tucano, Serra aposta que Aécio não será capaz de se colocar como contraponto a Dilma e, no final, o PSDB acabará retornando a ele como opção, por conta da sua maior experiência erecall – por já ter disputado três eleições presidenciais, e perdido todas, ele acredita que já entraria numa disputa com um patamar em torno de 20%.
Essa seria a razão que faria, segundo esse dirigente, Serra resistir à ideia de disputar este ano a prefeitura de São Paulo. Em 2006, Serra foi muito criticado por ter deixado a prefeitura para disputar o governo de São Paulo, até porque, quando eleito prefeito, ele cometera o erro de registrar em cartório que cumpriria o mandato até o fim. Assim, como tem a esperança de ainda retornar como opção presidencial do PSDB mais à frente, Serra teme a ideia de ser eleito prefeito agora e novamente ter que abandonar o mandato pelo meio para tentar a presidência.
Questão de estilo
Para Serra, seria uma “questão de estilo”. Aécio, na imitação de perfil político que procura fazer de seu avô, Tancredo Neves, não teria a pegada necessária para ser um candidato de oposição a um governo bem avaliado. Como Aécio se recusa a ter uma postura mais agressiva, não se estabelece como um contraponto natural, como alguém a quem naturalmente se recorra para criticar e propor alternativas às ações e políticas de Dilma. É um posicionamento de alguém que poderia se colocar como opção de conciliação a um governo que estivesse em crise, desgastado. Como aconteceu com Tancredo nos estertores da ditadura militar. Esse, provavelmente, não será o cenário de 2014, quando Dilma, hoje mais bem avaliada que seus antecessores Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva no mesmo período de governo, deverá se apresentar com força para a reeleição. Hoje, como senador, Aécio surge como contraponto a Dilma bem menos que, por exemplo, o líder do partido no Senado, Alvaro Dias (PR).
Assim, Serra pretende ficar esperando. Hoje, o partido cobra de Aécio uma postura mais ativa, uma presença maior no debate político. Mas já há quem avalie que ele, pelo seu estilo, nunca será mesmo tão agressivo quanto o PSDB gostaria. Em sua defesa, Aécio tem dito que é de fato difícil apresentar-se como contraponto a um governo muito bem avaliado. E que ainda não seria o momento de se apresentar de forma mais explícita como candidato à sucessão de Dilma.
Quebrar na raiz
O problema, para o PSDB, são os prejuízos políticos que essa briga entre Serra e Aécio, especialmente numa eventual aposta de Serra no fracasso de Aécio como opção eleitoral, podem trazer. Os tucanos avaliam que há hoje uma concentração de esforços do PT para vencer a disputa pela prefeitura de São Paulo. Seria uma forma de quebrar o PSDB na raiz, na cidade e no estado em que os tucanos nasceram e são mais fortes. Com o agravante de que a mesma falta de clareza observada hoje quanto à escolha de uma opção tucana para a prefeitura existe sobre quem se apresentaria em 2014 como candidato à sucessão de Geraldo Alckmin no governo de São Paulo. Ou seja: hoje há o risco de os tucanos perderem tanto a prefeitura este ano como o governo paulista mais adiante.
O PSDB ainda acredita na sua força em São Paulo. Avalia que, por conta dela, poderia colocar um candidato no segundo turno da eleição para prefeito, mesmo que ele não fosse Serra. Mesmo assim, é uma aposta arriscada. Mais seguro seria contar com Serra como candidato. E, por isso, insiste com o ex-governador para que ele volte atrás na decisão anunciada de não disputar a prefeitura.
Embora a intenção de Serra seja ainda ficar fora da disputa paulista, os dirigentes tucanos avaliam que ele já começa a dar mostras de poder mudar de ideia. Se por um lado Serra quer ficar a postos para se apresentar como alternativa diante do eventual fracasso de Aécio, por outro preocupa a ele o fato de hoje não ter qualquer cargo político, o que lhe deixa sem vitrine para se contrapor a Dilma e ao atual governo. “Digamos que hoje ele já é menos reativo à ideia do que era no início do ano”, diz o dirigente tucano.
O problema, para o PSDB, é ser hoje vítima do complicado timing das suas duas principais estrelas. Em que momento Aécio considerará que deve se expor mais como contraponto a Dilma? Quando Serra vai decidir se será ou não candidato à prefeitura de São Paulo? Em princípio, o prazo final de Serra é 4 de março, data das prévias que o partido pretende fazer para a escolha do candidato a prefeito.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Aécio Neves esquece Minas Gerais e detona Cuba
Aos poucos, o senador tucano, tão afastado de Minas Gerais, vai mostrando suas garras para a disputa presidencial de 2014. Com seu artigo na Folha, ele deve ter conquistado mais alguma simpatia dos EUA
Em sua coluna na Folha desta semana, Aécio Neves voltou a tratar de política externa, desta vez para demonizar Cuba. O senador tucano, famoso por sumir de Minas Gerais e curtir as suas “folgas” em Miami e Paris, tenta se cacifar como líder da direita nativa. O texto, uma cópia dos memorandos da CIA, objetiva fustigar a política externa soberana, ativa e altiva, iniciada no governo Lula.Com o título “O silêncio do PT”, o artigo critica o “autoritarismo do regime cubano” e o “regime dinástico dos irmãos Castro”. No tocante ao autoritarismo, os jornalistas mineiros conhecem bem as práticas ditatoriais da dupla Aécio/Andrea. Já os professores, que realizaram a sua mais longa greve no ano passado, são testemunhas da postura truculenta dos filhotes do ex-governador.
Nada sobre o bloqueio dos EUA
O senador tucano também descreve as reais dificuldades vividas pelos 11,2 milhões de cubanos. Mas não diz uma linha sobre o criminoso bloqueio econômico imposto pelos EUA, que completou 50 anos na semana passada. Ele também nada fala sobre a miséria que campeia em Minas, com milhões de pessoas abandonadas pelo poder público, ou sobre as vítimas das recentes enchentes no estado.Leia mais
- Carta aberta à atriz global Débora Falabella: a verdade sobre a educação de Minas Gerais
- Não bastasse a destruição de famílias, dono do Pinheirinho tem dívida milionária perdoada
- FHC defende Aécio e provoca reação de fúria em José Serra: ‘Tá gagá’
Aécio bajula Yoani Sánchez e critica Dilma
Reforçando a campanha midiática em defesa da blogueira Yoani Sánchez, que vários documentos e vídeos comprovam ser uma mercenária dos EUA, Aécio Neves critica os “olhos fechados” da presidenta Dilma Rousseff em sua recente visita a Cuba. Toda essa histeria para, no final, afirmar que “o flerte com regimes fechados e totalitários, como o de Cuba e o do Irã, expõe publicamente a tentação autoritária que o PT tenta dissimular e que, no entanto, parece estar inscrito no DNA do partido”.Aos poucos, o senador tucano, tão afastado de Minas Gerais, vai mostrando suas garras para a disputa presidencial de 2014. Com seu artigo na Folha, ele deve ter conquistado mais alguma simpatia dos EUA. No futuro, novos documentos vazados pelo WikiLeaks podem revelar as tramas do colonizado mineiro.
Altamiro Borges
PSDB adutera boletins de ocorrência para mascarar a criminalidade de Minas Gerais,já que Aecio fica no Rio mesmo!
A Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou, na reunião desta quarta-feira (8/2/12), requerimento que solicita realização de audiência pública para debater as denúncias apresentadas pelo jornal Hoje em Dia, de que policiais militares estariam sendo obrigados a adulterar boletins de ocorrência, com o objetivo de reduzir os índices de violência no Estado.
Segundo um dos autores do requerimento, deputado Rogério Correia (PT), a intenção é ouvir de representantes da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Defesa Social explicações sobre a matéria publicada no dia 2 de fevereiro deste ano. O deputado Durval Ângelo (PT), presidente da comissão, também assina o requerimento.
Lagoa Santa - Motivada pela audiência pública realizada no dia 6 de fevereiro, em Lagoa Santa, para discutir denúncias de intimidações e ameaças de morte contra ambientalistas, moradores e profissionais envolvidos na luta em defesa do patrimônio ambiental, histórico e cultural do município, a comissão aprovou diversos requerimentos, todos de autoria do deputado Durval Ângelo. Tratam-se de pedidos de providências a órgãos do Estado e da União a cerca do combate à possível construção de hotel na orla da lagoa central da cidade.
Outras audiências públicas também foram solicitadas
O deputado Durval Ângelo teve requerimento aprovado para a realização de audiência pública, com o objetivo de debater a situação dos moradores dos prédios que desabaram no bairro Buritis, região Oeste de Belo Horizonte, assim como daqueles que residem em edifícios ameaçados em virtude das chuvas dos últimos meses de dezembro e janeiro.
O deputado Paulo Lamac (PT) quer que a comissão realize uma reunião em Guidoval (Zona da Mata), para debater possíveis violações de direitos humanos em comunidade quilombola da região. E, finalmente, o deputado Sargento Rodrigues (PDT) solicitou a realização de audiência pública para discutir a demissão de professores e a redução de alunos da Escola Estadual Ordem e Progresso, localizada no bairro Gameleira, região Oeste da Capital. De acordo com o parlamentar, entre 2011 e 2012, já foram reduzidas 200 vagas de alunos para o turno da noite, na escola dirigida pela delegada Mariza de Oliveira Costa.
Fonte: www.almg.gov.br
Do Minas sem censura
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Globo manipulando denovo Débora Farabela veja a verdade sobre a educação de Minas Gerais
Depois da Globo ter:- Manipulado o Debate contra o presidente Lula em 89
- Ter Mandado Regina Duarte para induzir os eleitores a votar em Serra em 2002 e continuar o DESGoverno de FHC
- Ter inventado a história da Bolinha de Papel no Serra
- ter criado uma minissérie para promover Aécio Neves
- entre outras desonestidades globais e de outros PIGs,
- Agora passaram dos limites e estão usando a programação para maquiar a incompêtencia de Aecio Neves,Anastasia e a Corja do PSDB,vejam o repúdio abaixo dos profissionais de Educação e a verdade sobre a educação de Minas ,Estado Governado Por Aecio Neves (embora não pare aqui )e Anastasia.
Carta aberta à atriz global Débora Falabella: a verdade sobre a educação de Minas Gerais
“Todas as informações são comprovadas por dados publicados pelo próprio governo estadual e estão à sua disposição. A convidamos para conhecer uma escola estadual mineira para comprovar que o personagem das peças publicitárias não corresponde à realidade em Minas Gerais”
Abaixo, transcrevemos carta do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais endereçada à atriz Débora Falabella em resposta à campanha publicitária mentirosa veiculada pelo Governo de Minas em horário nobre e que tem a atriz como protagonista.
Prezada Débora Falabella,Às vezes vale a pena recusar alguns trabalhos apenas para não decepcionar milhares de fãs.
Às vezes vale a pena procurar mais informações sobre o personagem que você irá representar.
Milhares de professores, alunos e comunidades foram extremamente prejudicados pelo governo de Minas Gerais em 2011 e o que você afirma através das peças publicitárias não corresponde à realidade.
No sentido de informá-la da real situação da educação mineira, apresentamos informações:
– O Governo mineiro investe apenas 60% do total dos recursos que deveria investir em educação. O restante vai para fins previdenciários;
– Desde 2008, há uma diminuição do investimento do governo estadual em educação;
– No que se refere à qualidade da educação, o Estado de Minas Gerais tem resultado abaixo da média da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE);
Leia mais
- Abaixo-assinado condena defesa de assassinato por jornalistas da Globo. Assine
- Ator Fábio Assunção toca na ferida e detona ação irresponsável na cracolândia
- Boni Admite ter manipulado o debate e ser ordem de Roberto Marinho
A realidade do Ensino médio é igualmente vergonhosa:
– nos últimos 6 anos houve uma redução de matrículas no Ensino Médio de 14,18%;– O passivo de atendimento acumulado no ensino médio regular entre 2003 e 2011, seria de 9,2 milhões de atendimentos. Isso quer dizer que nem todos os adolescentes tiveram o direito de estudar garantido;
– Minas Gerais, comparativamente à média nacional, tem a pior colocação em qualidade da escola: 96% das escolas não têm sala de leitura, 49% não têm quadra de esportes e 64% não têm laboratório de ciências
Os projetos e programas na área da educação são marcados pela descontinuidade e por beneficiar uma parcela muito pequena de alunos.
Veja:– O Projeto Escola de Tempo Integral beneficiou 105 mil alunos, num universo de 2,5 milhões de alunos;
– O programa professor da família não atinge as famílias mineiras que necessitam de ajuda e tampouco é feito por professores, mas por pessoas sem a formação em licenciatura;
– O Estado não tem rede própria de ensino profissionalizante, repassando recursos públicos à iniciativa privada.
A respeito dos dados sobre o sistema de avaliação, é importante que saiba que são pouco transparentes, com baixa participação da comunidade escolar e ninguém tem acesso à metodologia adotada para comprovar a sua veracidade.
Quanto à valorização dos profissionais da educação relatada nas peças publicitárias, a baixa participação em inscrições para professor no concurso que a Secretaria de Estado realiza comprova que esta profissão em Minas Gerais não é valorizada.
O Governo de Minas não paga o Piso Salarial Profissional Nacional, mas subsídio. Em 2011, 153 mil trabalhadores em educação manifestaram a vontade de não receber o subsídio. Ainda assim o Governo impôs esta remuneração.
Em 2011 o governo mineiro assinou um termo de compromisso com a categoria se comprometendo a negociar o Piso Salarial na carreira. Mas o governo não cumpriu e aprovou uma lei retirando direitos, congelando a carreira dos profissionais da educação até dezembro de 2015.
Compromisso e seriedade com os mineiros são qualidades que faltam em Minas Gerais.
Todas as informações são comprovadas por dados publicados pelo próprio governo estadual e estão à sua disposição. Por fim, a convidamos para conhecer uma escola estadual mineira para comprovar que o personagem das peças publicitárias não corresponde à realidade em Minas Gerais.Envie seu repúdio via TWITTER dela https://twitter.com/deborafalabella
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Aécio ? Só se o FHC deixar
O “teste” de Aecinho é a ruína tucana

A política sempre teve um que de intriga e perversidade, mas os tucanos, reconheça-se, levam este desvio ao “estado da arte”.
Fernando Henrique, há tempos, aproveitando-se do “emparedamento” de José Serra, que vê se esfarelar sua base de apoio em São Paulo, está reconstruindo seu papel no partido e , sobretudo, lustrando seu ego ferido pelo tratamento de “lazarento” que teve nas últimas campanhas presidenciais.
Como um homem de sua genialidade, brilho e quase divindade pôde ter sido deixado quase escondido por suas criaturas? “Assim não pode, assim não dá”, para lembrar o bordão humorístico com que se o caricaturava.
Agora, ele abraça Aécio, proclamando-o favorito na disputa interna do parti.
Mas, ao mesmo tempo, puxa-lhe as orelhas, dizendo que “está em testes”. Como “teste” significa possibilidade de provação, caso não agrade, o ex-governador de Minas fica na posição de agradar FHC,
E tentou, ontem, partindo ao ataque com declarações de que Dilma teria “desperdiçado” o primeiro ano de governo, por não enviar ao Congresso as “reformas” que o PSDB quer, aquelas que retiram direitos dos trabalhadores.
Mas Aécio não tem o perfil de pit-bull que a tucanada deseja. Os seus heróis, agora, são figuras do tipo de Sérgio Guerra e Álvaro Dias, cujo ódio figadal aos governos Lula-Dilma dispensa palavras, está expresso nos seus rostos.
Aécio não é homem de rupturas, é de pontes em todas as direções, desde que ele seja o centro É só olhar sua história de alianças em Minas.
Vai esperar para ver o que acontece em São Paulo, por isso diz que a sua candidatura presidencial não está lançada. Um “racha” na direita paulistana, como se desenha, imobiliza a tucanagem de São Paulo na difícil missão de salvar seu ninho em 2014 e deixa Aécio de dono da bola emplumada.
Porque, como se sabe, 2014 será em Itaquera, não no Morumbi.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
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