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sábado, 1 de setembro de 2012

Trôpego, tucano Aécim é flagrado no Cervantes

Vídeo censurado pelos tucanos  


Trôpego, Aécio é flagrado no Cervantes
Aparentemente embriagado, na madrugada do Rio de Janeiro, o senador pelo estado de Rio de Janeiro Minas Gerais e candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) é flagrado dando gorjetas de R$ 100 a garçons. Candidatura vai resistir a mais este tropeço?
Assista ao vídeo aqui.







 Salvem antes que apaguem!

 Mais um por segurança caso apaguem
Mais esse
Quantum Mechanics por Esquerdopata E esse tambem ,a 1964 voltou E outro mais





Fonte:Blog Contexto livre

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

E agora Aécio? Delegado da PF complica Azeredo e tucanos

Aecio neves mensalão Tucano FHC 45
Na segunda-feira o jornal Folha de São Paulo entrevistou o delegado da PF Zampronha, que investigou a Ação Penal 470, apelidada de 'mensalão'.
O jornalão manchetou evazivamente: "Para delegado, mensalão é maior que o julgado no STF".
A manchete induz o leitor a pensar que os petistas, que tiveram a vida devassada, teriam cometido mais coisas do que foram acusados, porém o que se extrai do texto é que a parte maior dita pelo delegado seria um grande esquema de lavagem dinheiro, que envolve corruptores, e muito mais gente de todos os partidos, sobretudo o tucanato e seus aliados, que não foram devidamente investigados.
Pela entrevista, se conclui que o mensalão tucano de 1998 foi (com provas) tudo aquilo que a imprensa acusou de ser o chamado mensalão petista, enquanto o petista, segundo o delegado, ficou, em parte, nas más intenções, sendo abortado sem chegar a perpetrar grande parte dos crimes atribuídos, o que mostra a farsa do processo.
Segundo as palavras do delegado, dá para concluir:
1) o mensalão tucano teve um ciclo criminoso completo, com começo, meio e fim. Ou seja, houve empréstimos dos bancos, via empresas de publicidade, e foram quitados com dinheiro arrecado pelo esquema, inclusive desviado de estatais.
2) o próprio delegado afirma que, a exemplo do mensalão tucano, os empréstimos ao PT eram reais, e não simulados como afirmou o Procurador-Geral, e seriam (mas não foram), quitados com dinheiro arrecadado da corrupção. Segundo o delegado, a ideia seria replicar o que fizeram os tucanos. Mas não há como saber, com certeza, como seriam pagos estes empréstimos, pois as investigações não encontraram quitação com desvios de dinheiro público.
3) Não conseguiram provas contra José Dirceu, e o jornalão tem uma forma peculiar de dizer isso ao escrever: "Sobre Dirceu, o delegado da PF diz: Há vários elementos que indicam que ele sabia dos empréstimos e dos repasses para os políticos". Ora, indícios exigem investigações para comprovar ou não. Quando investigaram a vida, os sigilos bancários e telefônicos de Dirceu, os testemunhos, tudo isso mostrou distância dos demais envolvidos. Ou seja, quanto mais devassaram a vida de Dirceu, mais as provas apontaram para o sentido contrário às acusações e indícios iniciais.
4) O delegado também acredita que a denúncia deveria ser de caixa-2 e não de compra de votos. Ele, inclusive acha que caixa-2, conforme o caso, poderia levar doadores de campanha e operadores do mercado financeiro a serem denunciados por lavagem de dinheiro.
5) O PGR também errou ao denunciar funcionários que eram meros assessores, e diretores do Banco Rural sem responsabilidade pelos empréstimos.
6) Segundo acredita o delegado, a parte que teria provas mais robustas seria o caso Visanet. Ele acredita que o dinheiro foi público. A defesa alega que foi privado. É coisa que os juízes do STF terão que decidir com base nos estatutos e normas das empresas.
7) Resumindo, o 'menlasão' petista foi sem nunca ter sido, pois os empréstimos ao PT foram reais e não chegaram a ser quitados com dinheiro desviado dos cofres públicos, como aconteceu com o mensalão tucano de 1998.
A Folha repetiu o padrão que o ministro Joaquim Barbosa do STF, já disse. Toda vez que deu entrevista sobre o 'mensalão', perguntava ao final se o repórter não iria perguntar também sobre o 'mensalão tucano', e obtinha como resposta apenas sorrisos sem-graça.
Eis a matéria da Folha:

Para delegado, mensalão é maior que o julgado no STF

Polícia Federal Luís Flávio Zampronha
Luís Flávio Zampronha na associação de delegados da PF em Brasília

O delegado da Polícia Federal Luís Flávio Zampronha, que investigou de 2005 a 2011 a existência do mensalão, rompe o silêncio mantido nos últimos anos e afirma: "O mensalão é maior do que o caso em julgamento no Supremo Tribunal Federal".
Em entrevista exclusiva à Folha, Zampronha diz que o esquema era mais amplo nas suas duas pontas, de arrecadação e distribuição. Deveria, afirma, ser encarado como um grande sistema de lavagem de dinheiro -e não só como canal para a compra de apoio político no Congresso.
O delegado abasteceu de provas o Ministério Público Federal, que, em 2006, ofereceu a denúncia ao STF.
Zampronha manteve seu trabalho na PF para aprofundar as investigações e identificar mais beneficiários. Deixou o caso em fevereiro de 2011, após entregar relatório pedindo novas apurações.
Embora evite críticas diretas à Procuradoria, Zampronha revela divergências da PF em relação à denúncia em julgamento neste mês no STF.
Segundo o delegado, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares poderiam ter sido denunciados também por lavagem de dinheiro -o que não foi feito pelo Ministério Público Federal.
Na ação a que respondem no STF, os dois são acusados de corrupção ativa e de formação de quadrilha (com penas máximas de 12 anos e 3 anos, respectivamente).
Para Zampronha, as provas mais robustas contra eles são por lavagem de dinheiro (até dez anos de prisão).
Sobre Dirceu, o delegado da PF diz: "Há vários elementos que indicam que ele sabia dos empréstimos e dos repasses para os políticos".
Origem do Dinheiro
O delegado diz que o mensalão "seria empregado ao longo dos anos não só para transferências a parlamentares, mas para custeio da máquina partidária e de campanhas eleitorais e para benefício pessoal dos integrantes".
"O dinheiro não viria apenas de empréstimos ou desvios de recursos públicos, mas também poderia vir da venda de informações, extorsões, superfaturamentos em contratos de publicidade, da intermediação de interesses privados e doações ilegais."
Por outro lado, Zampronha também considera haver "injustiças" na denúncia -referência a réus que eram subordinados dos operadores e beneficiários do mensalão.
"Os funcionários não sabiam o que estava acontecendo", afirma o delegado, citando Anita Leocádia (assessora parlamentar) e Geiza Dias (gerente da SMPB, agência do publicitário Marcos Valério).
Empréstimos
Outra discordância refere-se à acusação da Procuradoria de que os empréstimos obtidos nos bancos Rural e BMG eram de fachada.
Para Zampronha, os empréstimos eram verdadeiros e seriam quitados com dinheiro a ser arrecadado pelo esquema -a exemplo do que teria ocorrido no chamado "mensalão mineiro" (suposto esquema de Valério com tucanos em Minas em 1998).
Ele considera que a Procuradoria errou ao denunciar quatro dirigentes do Banco Rural pelo envolvimento nos empréstimos, pois não teria ficado configurada a ligação pessoal deles com as operações (a cargo, diz, do ex-dirigente da instituição José Augusto Dumont, já morto).
Zampronha afirma que os recursos desviados do fundo Visanet (apontado como fonte do mensalão) e repassados à agência de Marcos Valério eram públicos, pois pertenciam ao Banco do Brasil.
Os réus no STF alegam que os recursos eram privados. "O dinheiro era do Visanet, mas repassado ao Banco do Brasil. A partir daí, o dinheiro passava a ser do banco e o Visanet não tinha mais ingerência nas decisões sobre a destinação dos recursos."
Para Zampronha, a participação do réu e ex-diretor do banco Henrique Pizzolato nos repasses foi comprovada.
No Amigos do Presidente Lula

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Insegurança em Minas tem nome: estado mínimo de Aecio e Anastasia

   509, dos 853 municípios mineiros, estão sem delegados de polícia civil.

·                     Alguns municípios sofrem com sobrecarga de trabalho por atender também às demandas de cidades vizinhas. Por exemplo, Governador Valadares, Varginha, Machado e Curvelo. Sem falar na região que mais sofre com essa carência, que é o norte do estado, onde em Bocaiúva, Salinas e Montes Claros há profissionais trabalhando até em jornadas duplas.

·                     A situação também se agrava na divisa com a Bahia. Além da falta de delegado, muitas não contam nem mesmo com a figura do investigador de polícia. Policiais militares tentam manter a ordem com poucas condições de trabalho.
“Enquanto não houver concurso público para a contratação de investigadores e delegados para a Polícia Civil, as cidades mineiras continuarão sendo presa fácil para ladrões de caixas eletrônicos por todo o estado, além dos ladrões que vêm do Rio de Janeiro e de São Paulo”, cobra o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil, Sindpol, Denílson Martins. Martins afirmou que já fez várias solicitações para a realização de concurso público junto ao governo do Estado, só que, como contesta, “o número de vagas para delegado no concurso aberto em 2011 foi insigniificante, foram abertas apenas 144 vagas”.
Já para o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de Minas Gerais, Sindepo, Edson Pereira, o governo está brincando com coisa séria. “Eles sabem a quantidade exata de cidades que estão desguarnecidas da autoridade do delegado de polícia, e mesmo assim, insistem em abrir um concurso público que não atende nem a um quarto da demanda hoje existente no estado”, criticou.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Tucanos amordaçam MP mineiro Do bafômetro ao abafômetro


Jornal O Globo desta terça-feira, 12 de junho, traz matéria contundente que demonstra a leniência da Procuradoria-Geral de Justiça de Minas Gerais, na figura do seu chefe-geral, Alceu José Marques, em relação à representação apresentada pelos deputados Sávio Souza Cruz (PMDB) e Rogério Correia (PT), onde pedem investigação sobre os repasses do governo mineiro às empresas que têm entre seus integrantes, familiares do então governador Aécio Neves.



As relações políticas entre Alceu José Marques começaram a ficar explícitas no episódio da Rádio Arco-Íris que, por sua vez, emerge da “lama”, a partir do episódio do bafômetro do Leblon.

  1. Aécio é pego na madrugada do dia 17 de abril de 2011, no Leblon, Rio de Janeiro, dirigindo com carteira vencida, a Land Rover de uma empresa. Recusou-se a fazer o teste do bafômetro e não foi conduzido à delegacia, dando uma “carteirada” na autoridade policial que o abordou.
  2. O escândalo moral e jurídico ganha as redes sociais.
  3. Como Aécio não declarara possuir nenhuma Land Rover, o Minas Sem Censura investiga a origem e os vínculos dele com o citado automóvel de luxo. O carro pertencia a uma frota de carros atípicos de uma rádio mediana em BH: a Arco-Íris. Outros veículos da rádio mineira foram flagrados transitando no Rio de Janeiro, à disposição do senador.
  4. A tal rádio era de propriedade da irmã e da mãe, até dezembro de 2010. Em 28 de dezembro desse ano, essa rádio foi passada a Aécio. Andréa Neves era ordenadora de despesas de publicidade do governo do irmão.
  5. Com essas informações, o bloco Minas Sem Censura representou no Ministério Público, diretamente ao seu “chefe”, Alceu José Marques, solicitando apuração dos fortes indícios de ocultação de patrimônio e improbidade administrativa, já que a triangulação do dia 28 de dezembro era suspeita e a alocação de recursos públicos na rádio dos Neves era evidente.
  6. Atuando como advogado de defesa dos Neves, Alceu José Marques opina pelo arquivamento da representação, inclusive amputando parte de norma que confirmava Andréa Neves como ordenadora de despesas de comunicação do governo liderado pelo irmão Aécio.
  7. Alceu se recusou a responder solicitação do Minas Sem Censura, a qual pedia reconsideração da decisão de Alceu. Logo, o caso estaria aberto. No entanto, a assessoria de imprensa do MPE sempre informava que o mesmo estava arquivado.
  8. PT e PMDB representaram contra Alceu no Conselho Nacional do Ministério Público, indicando fortes indícios de postura omissiva por parte do procurador-geral!
  9. Uma promotoria específica, a de Defesa do Patrimônio, sob a titularidade do dr. João Medeiros, abriu o processo sobre o caso.
  10. Agora se descobre: Alceu Marques avoca para si o caso, para o qual já estava sob forte suspeição de ter adotado postura incompatível com seu cargo. Seria correto, para garantir a isenção formal sobre o caso, que ele não adotasse tal atitude. Que se declarasse impedido, por razões de foro íntimo. O promotor João Medeiros foi enfático: “a PGJ (Alceu Marques) fez uma ginástica argumentativa para justificar esse ato de força.”
Enfim, os deputados Sávio Souza Cruz e Rogério Correia estudam medidas a serem tomadas no caso. Sávio Souza Cruz afirma que “essa é a enésima prova do 'estado de exceção', em Minas Gerais; não seria desonroso se ele se declarasse impedido. Pelo contrário”. Correia, vai mais longe: “Em Brasília, o procurador Gurgel é rápido no gatilho para investigar petistas e membros dos governos Dilma e Lula; mas, lento na apuração de coisas do Cachoeira, Demóstenes etc. Lembro que faz um ano que representamos contra Aécio e Andréa e ele nem sequer se pronunciou a respeito. No Brasil e em Minas, o MP está em vias de se desmoralizar completamente, em face dessas atitudes.”


Leia mais:  http://migre.me/9srcC

Uma aula sobre os governos tucanos de Minas Gerais

Deputado Sávio Souza Cruz, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, faz uma retrospectiva muito consistente sobre os 10 últimos anos do governo de Minas. Ele aborda o que aconteceu com as finanças de Minas, os servidores, segurança e saúde. Uma aula, um video que não pode deixar de ser visto por qualquer um que se importa com este Estado e para quem quer conhecer um pouco do que ocorre com a politica em Minas. Vale a pena. do Blog Contexto Livre

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Aécio Neves fala em "ética" na TV. Risível!



O PSDB começou a exibir nesta semana as suas inserções publicitárias no horário partidário na rádio e TV. Numa delas o cambaleante presidenciável tucano, o senador Aécio Neves, aparece todo maquiado dizendo que tem um "sonho" - "a de que a política possa, um dia, ser o espaço da ética". Na maior caradura, ele garante que o seu partido tem esse firme compromisso. É muito cinismo. Chega a ser risível!
Para reforçar a sua mensagem "ética" o PSDB bem que poderia exibir também as imagens do governador de Goiás, Marconi Perillo, que a cada dia se complica mais na cachoeira de denúncias sobre o envolvimento com o crime organizado. Também poderia prestar esclarecimentos sobre as falcatruas com dinheiro público nas obras do Rodoanel em São Paulo, que envolve o seu "amigo" José Serra. Aécio Neves ainda poderia rechaçar as acusações, que partiram de Minas Gerais, sobre a "privataria tucana" no reinado de FHC. e ainda As CPI´s Bloqueadas para debaixo do Tapete pelo Governador Geraldo Alckmin.  e ainda aproveitar e mostrar sua Admiração por José Arruda
Os tucanos - juntamente com os eternos aliados demos - estão perdidos, sem rumo. Não têm propostas e perderam as suas bandeiras. Mesmo assim, eles insistirão na tecla udenista dos paladinos da ética. Caso a situação de Marconi Perillo se complique de vez, talvez até façam como o DEMo - que já rifou Demóstenes Torres, o seu grande líder. Será que os eleitores brasileiros vão se deixar iludir com a falsa marquetagem?

quarta-feira, 6 de junho de 2012

E aí, Aécio e Anastasia? MPF suspeita de corrupção tucana no Mineirão

E aí, Aécio neves  e Anastasia? MPF suspeita de corrupção tucana no Mineirão
Como se não bastasse a CPI do Cachoeira, os tucanos de Minas caíram na malha fina do MPF por fazer vista grossa a suspeitas de corrupção na reforma do estádio do Mineirão.

A obra no estádio é feita por um consórcio das empreiteiras Construcap, Egesa, e Hap Engenharia, sob concessão do governo mineiro, na forma de parceria público-privada para exploração comercial do complexo esportivo por 25 anos, e precisa ter prestação de contas aprovada pelo TCE-MG (Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais).

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) que não libere o financiamento para as obras enquanto o  (TCE-MG) não atestar a regularidade das contas e da execução.

O BNDES está pronto para liberar R$ 200 milhões correspondentes a metade do financiamento. Já reteve a liberação por 45 dias, aguardando parecer TCE-MG e até agora nada.

O BNDES cogitou de liberar o dinheiro após os 45 dias, caso o TCE-MG não se manifestasse. O MPF-MG considera “inadmissível que uma empresa pública federal repasse verbas a um empreendimento desse porte sem a certeza de que o projeto e sua execução estejam isentos de vícios ou irregularidades”.

Sem parecer de regularidade do TCE, se o BNDES não libera, pode atrasar obras para a Copa. Se libera, os dirigentes do BNDES podem ficar expostos a responderem por responsabilidade sobre eventuais corrupção alheia do tucanato.

A pergunta que não quer calar é porque o governador Anastasia (PSDB) e os demotucanos que estão no poder no estado, não exigem o parecer da fiscalização do TCE, já que é exigência recomendada desde 2011? É importante para garantir lisura das contas, ainda mais em tempos de acusações de propinas de empreiteiras, como é o caso da Delta no governo de Perillo (PSDB-GO) e dos "60% para o Serra", no Rodoanel. (Com informações do MPF-MG).

terça-feira, 5 de junho de 2012

Aécio Neves mostra lealdade a Perillo, Cachoeira e Demóstenes

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse na segunda-feira que seu partido precisa ter "serenidade de dar o voto de confiança" ao governador de Goiás Marconi Perillo, também tucano.

Perillo está cada dia mais complicado em seu envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. É aparelhamento do governo de Goiás pelo bicheiro, é compra da casa com cheques do bicheiro, contas de campanha e pesquisas eleitorais pagas por empresas laranjas do bicheiro, é o COAF detectando dinheiro do governo de Goiás para Cachoeira. Enfim, cada dia tem uma nova bomba explodindo no colo de Perillo.

Mesmo assim, Aécio disse que o amigo goiano "merece crédito" por sua trajetória no PSDB.

Talvez a "trajetória no PSDB" de Aécio também explique esse apoio. Já teve o aparelhamento do governo mineiro com uma sobrinha de Cachoeira, e já se sabe que o bicheiro operava em cidades mineiras.

Aliás os apoios de Aécio andam mal ultimamente.

Ele apoiou Demóstenes Torres (ex-DEM-GO) quando foi descoberta a parceria com Cachoeira: Apoiou o engavetamento de Gurgel.

Apoiou Gilmar Mendes contra Lula.
senador aecio neves psdb mg no senado
Aécio Neves endossa "acabar com a raça de Lula"

Será que o tucano quer aliviar o deputado Eduardo Azeredo no julgamento do mensalão tucano?

Aécio fez acordão com com PMDB, para livrar da convocação da CPI,  Cabral da CPI e convocar Agnelo (Ele telefonou para 3 deputados do PSDB para mudarem o voto)

E agora apoia Perillo, quando deveria estar exigindo explicações convincentes.

Pelo rumo das coisas, já que o voto será secreto, pelo visto, Aécio é um dos 30 votos que Demóstenes diz ter a seu favor, contra sua cassação por quebra de decoro.