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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A Petrobrax de Aécio Petrobrás, privatização, FHC e Aécio Neves

A Petrobrax de Aécio
Petrobrás, privatização, FHC e Aécio Neves

                              (17/12/2012)
         Tanto empurraram, que ele está indo. Aécio usou o tema “Petrobrás” para sua apologia, ainda subliminar, da privatização da empresa e de seu elogio ao livre mercado.
         Seu texto semanal resgata o pobre método de comparação aleatória de números, tentando demonstrar que a companhia está em grave crise financeira, em face de um suposto aparelhamento partidário nos anos do governo Lula. O mote foi a audiência pública no Senado, na qual a presidenta da empresa, Graça Foster, expôs a situação da estatal. Lógico que Aécio pinçou alguns números e desenha um cenário pessimista.
         Outra versão, a da empresa, traça um quadro distinto. Quem quiser comparar vá ao link  http://www.agenciapetrobras.com.br/materia.asp?id_editoria=8&id_noticia=974628.
         Mas o bacharel Aécio insiste em seu blá-blá-blá. Sua “arte de manipular números” é tosca. Falar de cifras fracionadas (20,1 bilhões) ou números inteiros, mas “exatos” (171 bilhões) é tão velho quanto andar para a frente, como técnica de manipulação.
         Ao final, ele revela o eixo de sua prédica: “O estilo estatizante, intervencionista e populista de governar traz, em sua raiz, o conflito entre a necessidade e a conveniência, com sistemática prevalência do último sobre os interesses do país.”
         Probleminha de lógica formal: falta a ele provar que o tal “estilo estatizante” é contrário aos “interesses do país”. Pois não há estilo estatizante no governo Dilma e os interesses do país, na ótica aeciana, nunca são revelados. Mas nós os revelamos: são os das grandes petrolíferas mundiais, de olho em fatias do mercado que a Petrobrás disputa aqui e no mundo. 
Aécio é a reedição da “Petrobrax”, nome que um “sócio” de FHC, ex-presidente da empresa, queria lhe infringir, como mecanismo de sua venda às gigantes mundiais do setor.
         A ciência econômica de buteco, de nosso trôpego senador, desconhece a retração brutal da economia no mundo, que joga o PIB da China, de 11%, para 7%; que quebrou a Grécia, a Irlanda, a Itália, a Espanha, pressiona a França, a Alemanha e a Inglaterra e que, anos antes, por causa do tal livre mercado, quase levou o planeta à bancarrota com o calote financeiro que explode com a bolha imobiliária dos EUA. E que isso tudo impacta a Petrobrás também.
         Ou seja, as dificuldades da Petrobrás derivam, segunda sua análise, de problemas internos e não da agiotagem financeira internacional e dos mesmos interesses privados que ele tenta representar e defender, ainda que de forma velada.
         Ele omite dados importantes: que a demanda mundial de gasolina cresce em média 15% , e a do Brasil chega a 49%; a de diesel é de 29% internacionalmente e aqui foi a 43%; a produção de petróleo no mundo sobe 12% e do Brasil 73% etc.
         Em se tratando de petróleo, faz-se necessário planejar e investir, pensando em décadas e não em anos. Como FHC apostou na desvalorização da empresa, para sua privatização, o governo Lula teve de cuidar de investimentos estruturais, visando a Petrobrás de 2030. Essa combinação entre curto e longo prazo gera alguns indicadores problemáticos mesmo. Aécio, no entanto, escolhe o curto prazo para sua pregação religiosa da lógica privatista.
         Como um boneco de ventríloquo dos tais “mercados”, seu ghost writer lhe despeja um texto completamente irresponsável, sem a comparação das devidas grandezas e a segmentação de dados de curtíssimo prazo.
         A dita “grande” imprensa há muito tenta desqualificar a empresa, fazendo questionamentos de encomenda, oriundos das concorrentes mundiais da Petrobrás. O blog “Fatos e Dados” os responde um a um ( http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/ ). O textículo do nosso senador parisiense é uma cópia mal feita de tais tentativas.
Anexo: artigo Aécio - 17 setembro.doc
Fonte Minas sem censura

Aécio Neves tem 110 razões para ter cautela com mensalão

Edição 247:
 Aécio NEVES  tem 110 razões para ter cautela com mensalãoNa lista do mensalão mineiro, ele aparece como receptor de R$ 110 mil pagos por Claudio Mourão, tesoureiro do ex-governador Eduardo Azeredo, para sua campanha
No 247
FOnte :CONTEXTO LIvre

domingo, 2 de setembro de 2012

Aécio Neves usa mensalão em BH e faz sua ode ao cinismo

Aécio usa mensalão em BH e faz sua ode ao cinismo
Ao lado de Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte que, em 2002, sacou R$ 1,3 milhão das empresas de Marcos Valério, o senador Aécio Neves introduz o mensalão na campanha mineira. Será que esqueceu em que estado, em que governo e em que partido a tecnologia de financiamento de campanhas das agências de publicidade DNA e SMPB foi criada?
Era de se esperar que o senador mineiro Aécio Neves não explorasse o tema do mensalão na campanha municipal de Belo Horizonte. Seria mais prudente. Não só porque o esquema foi criado na tentativa frustrada de reeleição do tucano Eduardo Azeredo, correligionário de Aécio, em 1998, mas também porque seu atual aliado, o prefeito Marcio Lacerda, de Belo Horizonte, poderia ter sido um dos réus da Ação Penal 470.
Mas Aécio foi imprudente. Neste sábado, numa carreata em Belo Horizonte, citou pela primeira vez o caso – descumprindo uma promessa que ele próprio havia feito. “O PT tem um viés equivocado ao analisar a questão de investimentos, porque ele trata recursos públicos como se fossem seus. Dinheiro federal, dinheiro estadual, isso é menos importante, é dinheiro do povo, são impostos que todos nós aqui pagamos”, disse o senador. “Mas o PT se apropria das empresas públicas, como fez agora, (como foi) comprovado pelo Supremo Tribunal Federal, em relação ao Banco do Brasil. Uma vergonha, uma instituição secular, um símbolo do Brasil que se desenvolveu, que avançou, e utilizada na forma como foi provada agora pelo Supremo Tribunal Federal para atender a interesses do partido”, disse Aécio.
Em 2002, Márcio Lacerda coordenava a campanha presidencial de Ciro Gomes, que não passou para o segundo turno. Naquela edição, Lula venceu José Serra. A campanha de Ciro, no entanto, deixou dívidas pesadas. E foi Marcio Lacerda quem sacou R$ 1,3 milhão das empresas de Marcos Valério para quitá-las. Não se tornou um dos personagens da CPI dos Correios em decorrência de um acordo político ainda hoje mal explicado.
Em 2008, Lacerda se tornou prefeito de Belo Horizonte, eleito pelo PSB, porque tanto o PT quanto o PSDB decidiram apoiá-lo. Sorte dele, que tem feito boa gestão e foi apontado numa pesquisa recente do Instituto Datafolha como o melhor prefeito do País. Mas se destino tivesse sido mais traiçoeiro – ou mais igualitário em relação aos sacadores de recursos nas agências de Valério – Lacerda hoje estaria sentado no banco dos réus, ao lado de Delúbio Soares, José Genoíno e José Dirceu.
Se isso não bastasse, o mensalão mineiro, ou mensalão tucano, foi abastecido com recursos de várias estatais do Estado, como a Copasa e a Cemig, que adquiriram patrocínios inexistentes num evento de motociclismo chamado de “Enduro da Independência”. Dali saiu boa parte dos recursos da campanha de Azeredo, coordenada por Walfrido dos Mares Guia (que coordena a de Marcio Lacerda), para o chamado mensalão mineiro.
Uma declaração como a de Aécio neste sábado deixa a dúvida: o Brasil está mesmo sendo limpo, purificado, ou é só uma maré de cinismo e hipocrisia?
No 247

sábado, 1 de setembro de 2012

Trôpego, tucano Aécim é flagrado no Cervantes

Vídeo censurado pelos tucanos  


Trôpego, Aécio é flagrado no Cervantes
Aparentemente embriagado, na madrugada do Rio de Janeiro, o senador pelo estado de Rio de Janeiro Minas Gerais e candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) é flagrado dando gorjetas de R$ 100 a garçons. Candidatura vai resistir a mais este tropeço?
Assista ao vídeo aqui.







 Salvem antes que apaguem!

 Mais um por segurança caso apaguem
Mais esse
Quantum Mechanics por Esquerdopata E esse tambem ,a 1964 voltou E outro mais





Fonte:Blog Contexto livre

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

E agora Aécio? Delegado da PF complica Azeredo e tucanos

Aecio neves mensalão Tucano FHC 45
Na segunda-feira o jornal Folha de São Paulo entrevistou o delegado da PF Zampronha, que investigou a Ação Penal 470, apelidada de 'mensalão'.
O jornalão manchetou evazivamente: "Para delegado, mensalão é maior que o julgado no STF".
A manchete induz o leitor a pensar que os petistas, que tiveram a vida devassada, teriam cometido mais coisas do que foram acusados, porém o que se extrai do texto é que a parte maior dita pelo delegado seria um grande esquema de lavagem dinheiro, que envolve corruptores, e muito mais gente de todos os partidos, sobretudo o tucanato e seus aliados, que não foram devidamente investigados.
Pela entrevista, se conclui que o mensalão tucano de 1998 foi (com provas) tudo aquilo que a imprensa acusou de ser o chamado mensalão petista, enquanto o petista, segundo o delegado, ficou, em parte, nas más intenções, sendo abortado sem chegar a perpetrar grande parte dos crimes atribuídos, o que mostra a farsa do processo.
Segundo as palavras do delegado, dá para concluir:
1) o mensalão tucano teve um ciclo criminoso completo, com começo, meio e fim. Ou seja, houve empréstimos dos bancos, via empresas de publicidade, e foram quitados com dinheiro arrecado pelo esquema, inclusive desviado de estatais.
2) o próprio delegado afirma que, a exemplo do mensalão tucano, os empréstimos ao PT eram reais, e não simulados como afirmou o Procurador-Geral, e seriam (mas não foram), quitados com dinheiro arrecadado da corrupção. Segundo o delegado, a ideia seria replicar o que fizeram os tucanos. Mas não há como saber, com certeza, como seriam pagos estes empréstimos, pois as investigações não encontraram quitação com desvios de dinheiro público.
3) Não conseguiram provas contra José Dirceu, e o jornalão tem uma forma peculiar de dizer isso ao escrever: "Sobre Dirceu, o delegado da PF diz: Há vários elementos que indicam que ele sabia dos empréstimos e dos repasses para os políticos". Ora, indícios exigem investigações para comprovar ou não. Quando investigaram a vida, os sigilos bancários e telefônicos de Dirceu, os testemunhos, tudo isso mostrou distância dos demais envolvidos. Ou seja, quanto mais devassaram a vida de Dirceu, mais as provas apontaram para o sentido contrário às acusações e indícios iniciais.
4) O delegado também acredita que a denúncia deveria ser de caixa-2 e não de compra de votos. Ele, inclusive acha que caixa-2, conforme o caso, poderia levar doadores de campanha e operadores do mercado financeiro a serem denunciados por lavagem de dinheiro.
5) O PGR também errou ao denunciar funcionários que eram meros assessores, e diretores do Banco Rural sem responsabilidade pelos empréstimos.
6) Segundo acredita o delegado, a parte que teria provas mais robustas seria o caso Visanet. Ele acredita que o dinheiro foi público. A defesa alega que foi privado. É coisa que os juízes do STF terão que decidir com base nos estatutos e normas das empresas.
7) Resumindo, o 'menlasão' petista foi sem nunca ter sido, pois os empréstimos ao PT foram reais e não chegaram a ser quitados com dinheiro desviado dos cofres públicos, como aconteceu com o mensalão tucano de 1998.
A Folha repetiu o padrão que o ministro Joaquim Barbosa do STF, já disse. Toda vez que deu entrevista sobre o 'mensalão', perguntava ao final se o repórter não iria perguntar também sobre o 'mensalão tucano', e obtinha como resposta apenas sorrisos sem-graça.
Eis a matéria da Folha:

Para delegado, mensalão é maior que o julgado no STF

Polícia Federal Luís Flávio Zampronha
Luís Flávio Zampronha na associação de delegados da PF em Brasília

O delegado da Polícia Federal Luís Flávio Zampronha, que investigou de 2005 a 2011 a existência do mensalão, rompe o silêncio mantido nos últimos anos e afirma: "O mensalão é maior do que o caso em julgamento no Supremo Tribunal Federal".
Em entrevista exclusiva à Folha, Zampronha diz que o esquema era mais amplo nas suas duas pontas, de arrecadação e distribuição. Deveria, afirma, ser encarado como um grande sistema de lavagem de dinheiro -e não só como canal para a compra de apoio político no Congresso.
O delegado abasteceu de provas o Ministério Público Federal, que, em 2006, ofereceu a denúncia ao STF.
Zampronha manteve seu trabalho na PF para aprofundar as investigações e identificar mais beneficiários. Deixou o caso em fevereiro de 2011, após entregar relatório pedindo novas apurações.
Embora evite críticas diretas à Procuradoria, Zampronha revela divergências da PF em relação à denúncia em julgamento neste mês no STF.
Segundo o delegado, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares poderiam ter sido denunciados também por lavagem de dinheiro -o que não foi feito pelo Ministério Público Federal.
Na ação a que respondem no STF, os dois são acusados de corrupção ativa e de formação de quadrilha (com penas máximas de 12 anos e 3 anos, respectivamente).
Para Zampronha, as provas mais robustas contra eles são por lavagem de dinheiro (até dez anos de prisão).
Sobre Dirceu, o delegado da PF diz: "Há vários elementos que indicam que ele sabia dos empréstimos e dos repasses para os políticos".
Origem do Dinheiro
O delegado diz que o mensalão "seria empregado ao longo dos anos não só para transferências a parlamentares, mas para custeio da máquina partidária e de campanhas eleitorais e para benefício pessoal dos integrantes".
"O dinheiro não viria apenas de empréstimos ou desvios de recursos públicos, mas também poderia vir da venda de informações, extorsões, superfaturamentos em contratos de publicidade, da intermediação de interesses privados e doações ilegais."
Por outro lado, Zampronha também considera haver "injustiças" na denúncia -referência a réus que eram subordinados dos operadores e beneficiários do mensalão.
"Os funcionários não sabiam o que estava acontecendo", afirma o delegado, citando Anita Leocádia (assessora parlamentar) e Geiza Dias (gerente da SMPB, agência do publicitário Marcos Valério).
Empréstimos
Outra discordância refere-se à acusação da Procuradoria de que os empréstimos obtidos nos bancos Rural e BMG eram de fachada.
Para Zampronha, os empréstimos eram verdadeiros e seriam quitados com dinheiro a ser arrecadado pelo esquema -a exemplo do que teria ocorrido no chamado "mensalão mineiro" (suposto esquema de Valério com tucanos em Minas em 1998).
Ele considera que a Procuradoria errou ao denunciar quatro dirigentes do Banco Rural pelo envolvimento nos empréstimos, pois não teria ficado configurada a ligação pessoal deles com as operações (a cargo, diz, do ex-dirigente da instituição José Augusto Dumont, já morto).
Zampronha afirma que os recursos desviados do fundo Visanet (apontado como fonte do mensalão) e repassados à agência de Marcos Valério eram públicos, pois pertenciam ao Banco do Brasil.
Os réus no STF alegam que os recursos eram privados. "O dinheiro era do Visanet, mas repassado ao Banco do Brasil. A partir daí, o dinheiro passava a ser do banco e o Visanet não tinha mais ingerência nas decisões sobre a destinação dos recursos."
Para Zampronha, a participação do réu e ex-diretor do banco Henrique Pizzolato nos repasses foi comprovada.
No Amigos do Presidente Lula

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Insegurança em Minas tem nome: estado mínimo de Aecio e Anastasia

   509, dos 853 municípios mineiros, estão sem delegados de polícia civil.

·                     Alguns municípios sofrem com sobrecarga de trabalho por atender também às demandas de cidades vizinhas. Por exemplo, Governador Valadares, Varginha, Machado e Curvelo. Sem falar na região que mais sofre com essa carência, que é o norte do estado, onde em Bocaiúva, Salinas e Montes Claros há profissionais trabalhando até em jornadas duplas.

·                     A situação também se agrava na divisa com a Bahia. Além da falta de delegado, muitas não contam nem mesmo com a figura do investigador de polícia. Policiais militares tentam manter a ordem com poucas condições de trabalho.
“Enquanto não houver concurso público para a contratação de investigadores e delegados para a Polícia Civil, as cidades mineiras continuarão sendo presa fácil para ladrões de caixas eletrônicos por todo o estado, além dos ladrões que vêm do Rio de Janeiro e de São Paulo”, cobra o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil, Sindpol, Denílson Martins. Martins afirmou que já fez várias solicitações para a realização de concurso público junto ao governo do Estado, só que, como contesta, “o número de vagas para delegado no concurso aberto em 2011 foi insigniificante, foram abertas apenas 144 vagas”.
Já para o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil de Minas Gerais, Sindepo, Edson Pereira, o governo está brincando com coisa séria. “Eles sabem a quantidade exata de cidades que estão desguarnecidas da autoridade do delegado de polícia, e mesmo assim, insistem em abrir um concurso público que não atende nem a um quarto da demanda hoje existente no estado”, criticou.