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sábado, 10 de novembro de 2012
Aecio e eletricas contra a redução da conta da energia elétrica
Aécio Neves é lobista das elétricas?
Por Altamiro Borges
As poderosas empresas de energia elétrica ganharam um novo
aliado na luta contra as medidas do governo para reduzir as contas de luz. Em
audiência pública realizada no Senado nesta semana, Aécio Neves, o cambaleante
presidenciável tucano, criticou a iniciativa da presidenta Dilma. “Cito sempre
o ex-governador de Minas e ex-presidente Juscelino Kubitscheck, que dizia que
energia cara é aquela que você não tem. E se você retira a capacidade de
investimento destas empresas vai faltar energia mais adiante”, afirmou.
Segundo o Valor, o senador do PSDB afirmou que as
medidas do governo irão afugentar os investimentos das multinacionais e poderão
causar “um colapso no nosso complexo sistema de energia”. Neste sentido, ele defendeu
mais tempo para a aprovação da Medida Provisória 579, que prevê mudanças nas
regras de concessão do setor. O seu discurso se encaixa perfeitamente no tom
terrorista destas empresas nos últimos dias. Até parece coisa de lobista, que
recebeu bilionários recursos para as suas campanhas eleitorais.
Ofensiva da mídia privatista
Na mídia “privada” também está em curso uma ofensiva para
derrotar a MP 579. Todo dia os jornalões e tevês divulgam matérias contra a
redução das tarifas de energia. Multinacionais e “analistas de mercado”
são sempre as fontes destas “reporcagens”. A última do noticiário apocalíptico da
imprensa é que as empresas do setor elétrico sujeitas à renovação das
concessões terão de efetuar baixas contábeis bilionárias, que reduzirão o seu patrimônio
líquido e comprometerão a distribuição de dividendos aos acionistas.
Com a retomada do crescimento econômico nos últimos anos, as
empresas de energia ganharam fortunas. Os contratos de concessão vencem em 2015
e 2017 e elas, agora, não aceitam rediscutir os seus lucros estratosféricos. Isto explica
a fúria das corporações empresariais, que contam com o apoio da mídia “privada”
e do senador Aécio Neves. Na defesa do capital, o presidenciável
tucano explicita suas posições neoliberais. E ainda tem gente que acredita que
ele é um político “moderado”, um “mineiro conciliador”.
do Blog do Miro
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Há algo de sério com a Cemig
Nos últimos anos, enquanto a estatal paulista CESP definhava, a Cemig
tornava-se uma potência energética. Essa expansão, aparentemente, está
sendo feita à custa de perda de qualidade e de um novelo acionário.
Como estatal, ela tem limitações para os financiamentos do BNDES (Banco
Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Para contornar esse
empecilho, assim como os controles burocráticos do Tribunal de Contas,
passou a criar uma série de empresas satélites, em um novelo societário
incompreensível.
É o caso da Taesa, seu braço de transmissão responsável pelo “apagão”.
* * *
A aquisição da Taesa foi feita através do fundo Coliseu, administrado
pelo Banco Modal. O fundo tem mais de 50% do controle da Taesa, mas seu
“funding” é da própria Cemig. Ou seja, o controle da fato da Taesa é da
Cemig.
* * *
Há pouco tempo, a falta de segurança nas linhas de transmissão da Cemig
provocou uma tragédia em Bandeira do Sul, Minas Gerais, com a morte de
16 jovens em um caminhão de carnaval.
Agora, o caso do “apagão” que, na sexta-feira passada, propagou-se pelas regiões Norte e Nordeste.
Segundo informou ontem o Ministro interino das Minas e Energia, Márcio
Zimmerman, o equipamento havia passado por manutenção uma semana antes.
Ele possui uma chave de proteção, que deveria ter sido reativada após a
manutenção e não foi.
Depois da manutenção, o sistema deveria ter sido submetido a testes
operacionais, que certamente identificariam o esquecimento da chave.
Também não houve os testes.
Com isso o equipamento desligou e o problema propagou-se por todo o sistema elétrico.
* * *
Não se ficou nisso. Constatado o “apagão”, a empresa demorou mais de
quatro horas para providenciar o religamento. Segundo Hermes Chipp,
diretor-geral do Operacional Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve
falha nos três caminhos principais de religamento da energia.
É um conjunto inadmíssivel de falhas continuadas. Primeiro, uma falha
humana. Depois, uma falha nos procedimentos básicos, que se sucede ao
fim de cada processo de manutenção. Finalmente, uma demora injustificada
para religar.
* * *
Tudo isso ocorre em um momento em que a própria Cemig encabeça um movimento de resistência à nova política energética.
Afim de reduzir o custo da energia, o Ministério das Minas e Energia
decidiu que, na prorrogação das concessões, as concessionárias não
poderia embutir na tarifa de energia a amortização do investimento –
mesmo porque, devido à sua idade, as usinas já estavam amortizadas.
A Cemig reagiu alegando que essa cláusula impediria a substituição de
máquinas, podendo acarretar problemas futuros. Recusou-se a renovar as
concessões das usinas de São Simão, Jaguara e Miranda, e ameaçou entrar
na Justiça contra as mudanças.
De repente, não mais que de repente, estoura um problema que deixa sem
energia parte relevante do país. E a causa foi um acúmulo de erros
humanos e operacionais, que nada têm a ver com investimentos.
Luis NassifNo Advivo via Contexto Livre
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Mensalão Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões
Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões!
Para:SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2012N30265Vamos reunir pelo menos 1 milhão de brasileiros, e pressionar o STF para que julgue o MENSALÂO DO PSDB, o pai de todos os MENSALÕES.
Para está ação penal, as provas transbordam, ao contrário do AP 470, ONDE NÃO HAVIAM PROVAS.
Para quem julgou com tanta dedicação, sem provas, nesta AP, será fácil...
Correto Srs. Ministros?!?! COrreto SR. Joaquim Barbosa?!?
Chegou a hora de fazer justiça e julgar o mensalão do PSDB em Minas Gerais e a compra de votos no Congresso para aprovar a emenda que possibilitou a reeleição de Fernando Henrique Cardoso.
Os signatários
Repassem isso a todo sua lista de email ,redes sociais usando os botões dessa postagem ,vamos lutar por um país mais ético ,sem corrupção e politicagem com a justiça
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Aécio Neves, rádio arco-íris e bafômetro A ética pública de Aécio
Aécio Boa Vida aumentou o tom. Goldman (PSDB), ex-vice de Serra no governo de São Paulo nos inspira neste “Aparte”.
O
senador parisiense, aproveitando-se da renúncia de Sepúlveda Pertence à
Comissão de Ética Pública, resolveu colocar as manguinhas de fora.
Pertence renunciou porque propôs nomes para compor a citada Comissão e a
presidenta Dilma, que tem a prerrogativa constitucional de indicar,
nomear e substituir, indicou outras pessoas. Simples, republicano e
institucional.
Porém,
Aécio viu aí uma oportunidade para desafiar o bom senso. Pela sua
trajetória pessoal, política e cultural, a prudência recomendaria um
pouco mais de cuidado.
Vamos passo a passo.
A
Comissão de Ética Pública foi criada, formalmente, por FHC, em 1999. Só
foi regulamentada em junho de 2001. E foi modificada em janeiro de
2002. De exercício efetivo de suas funções, no governo FHC: zero. E olhe
que os escândalos dos Bancos Marka e Fonte Cindam, do Sivam, da Lista
de Furnas, da Pasta Rosa e tudo o mais envolvendo a “privataria tucana”
estavam fresquinhos!
A
Comissão de Ética Pública só teve funcionamento real, com estrutura,
funcionários e aprimoramento em suas normas, pelas mãos do ex-presidente
Lula.
O mesmo ocorre com a Controladoria-Geral da União – CGU – que só teve funcionamento efetivo após 2003.
Por
falar em 2003, esse foi o ano em que Aécio começa a governar Minas
Gerais. Pesquisem: de 2003 até 2012, há algum indício de algo parecido
com a CGU e com a Comissão de Ética Pública no governo estadual?
Não.
Nada. Se houvesse, o “conflito de interesses”, premissa básica da ação
de uma comissão de ética, teria afastado dona Andréa Neves do governo,
por seus vínculos com a rádio Arco-Íris. Ou o sr. Borges da Costa,
presidente da Codemig, que vive a emprestar seu jatinho para Aécio
Neves! Ou o próprio Aécio, quando ele se revelou o verdadeiro dono da
Rádio, na triangulação concluída em 28 de dezembro de 2010.
E
por falar em ética pública, o que se dirá de uma figura investida em um
mandato popular, conferido pelas urnas, ser pego com carteira vencida,
na madrugada do Leblon (RJ) e se recusar a fazer do teste do bafômetro?
Aliás, num Land Rover que acabou revelando o esquema Arco-Íris, que
deixou um rastro de suspeições: ocultação de patrimônio, sonegação
fiscal e improbidade administrativa.
Esse é Aécio Boa Vida.
Com
sua bagagem pesada na vida pública, ele ainda terá de responder por
seus privilégios na privada. Na PUC-MG, segundo comentam ex-professores,
seus registros escolares são objeto de muita curiosidade.
Alberto Goldmann já alertava: a boa vida
do moço é sua herança maldita! E como ele confunde sua vida pública com
a privada, seus adversários dentro do próprio PSDB lhes reservam boas
surpresas.
Anexo: Artigo Aécio - 2 outubro.docxDo Minas sem censura
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Aécio e a velha roupagem neoliberal contra direitos trabalhistas
Atenção
trabalhadores e trabalhadoras deste Brasil. Atenção usuários e usuárias
de serviços públicos. Aécio foi ao armário e de lá retirou a mofada
vestimenta neoliberal, como esteio para suas aspirações presidenciais.
Vejam o trecho a seguir:
“Ao
fim do ano eleitoral, o governo terá de se haver com os antigos
desafios que se agravaram sem resposta: o peso dos impostos, o excesso
de burocracia, juros ainda nas alturas, legislação trabalhista do século
passado, inércia e incompetência para desatar o nó da infraestrutura,
entre tantos outros que entravam o desenvolvimento nacional.”
Este é o último parágrafo de seu texto segundeiro. E diz tudo:
1) a velha cantilena da carga tributária (coisa do século XIX: deixem livres “mercados” para cuidarem da geração de riquezas).
2) o estéril discurso do excesso de burocracia (forma envergonhada de defender mais desregulamentação).
3) juros ainda nas alturas (para quem, como ele conviveu com taxas na esfera de 40%, se escandalizar com 7,5% é muita hipocrisia).
4) legislação
trabalhista do século passado (férias, 1/3 de férias, 13º salário,
licença maternidade, licença paternidade, ou seja, essas coisas
jurássicas).
5) desatar o nó da infraestrutura (“nó” este mais apertado pela Privataria Tucana).
Simples, não é?
Toda a receita que levou o mundo a quebrar várias vezes, nos últimos 15 anos, sustenta seu programa de governo para 2014.
Aliás,
as quebradeiras na Grécia, Itália, França, Espanha, Portugal e Irlanda
vão deixando um rastro desolador: desemprego em massa, arrocho salarial,
precarização dos serviços de saúde e educação, dentre tantos outros
“nós” que resultam de sua receitinha básica acima.
Enfim, foi dada a largada.
Ou
esse debate é feito diretamente com a população ou ele irá despistar e –
ensaboado – pela indústria do marketing eleitoral pode se colocar como
uma alternativa moderna (SIC), quando na verdade nos faz lembrar Cazuza
com seu museu de velhas novidades.
Ah,
a argumentação que precede o último parágrafo é, como de sempre,
leviana. Para Aécio, a crise financeira internacional não tem “pai”.
Resta à sua vítima maior, o povo, pagar a conta.
É muita desfaçatez!
Dom Minas sem censura
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Dilma desmoraliza Aécio: “Não saí de BH para ir à praia, mas para lutar”
A presidente Dilma Rousseff (PT) respondeu nesta quarta-feira em Belo Horizonte às críticas feitas no início da semana pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que a líder petista seria uma “estrangeira” na política de Minas Gerais
Dilma
responde Aécio e diz que saiu de Belo Horizonte para lutar contra
ditadura e não para ir à praia. Foto: Carlos Alberto / Hoje em dia
A resposta foi demolidora. “Nasci aqui no hospital São Lucas. Sai daqui para lutar contra a ditadura e não para ir à praia. Aqui na minha veia corre o sangue de Minas Gerais, por isso sou presidente de todos os brasileiros”. Numa clara (in)direta ao senador do PSDB, que costuma mais visto nas praias ou na noite do Rio de Janeiro que em Minas Gerais ou Brasília.
Dilma foi à capital mineira para participar do ato em apoio a Patrus Ananias, que cresce nas pesquisas e ameaça levar a disputa eleitoral para o segundo turno. Na última sondagem do Ibope, a diferença entre ele e o atual prefeito caiu para nove pontos percentuais.
Incomodado, Aécio Neves criticou, na maior caradura, a “interferência” da presidenta nas eleições – como se ele não estivesse viajando por todo o país para socorrer os candidatos da oposição demotucana. A presidenta não se intimidou diante das críticas do ex-governador.
“Ninguém pode achar que é dono de Belo Horizonte. Dono de Minas. Vamos acordar e vai ter só um mineiro na cidade. É estarrecedor. Vou repetir uma frase que o presidente Lula gostava de falar: nunca antes na história do nosso Estado, a política foi tão pequena. Ninguém tira Minas do meu coração”, disse a presidente.
“Acho muito estranho, muito suspeito, alguém me acusar de ser estrangeira. Na minha veia corre o sangue de Minas Gerais”, afirmou Dilma em seu discurso. Ela explicou que começou a sua militância política, em 1968, em Belo Horizonte. “Aqui aprendi que mineiro tem a capacidade de lutar pelo país”, afirmou para cerca de 3.000 participantes do comício.
FONTE PRAGMATISMO POLITICO
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sábado, 29 de setembro de 2012
Aécio Neves se declara inimigo público no. 1 de Lula, ao pregar o golpe hondurenho
Aécio se declara inimigo público no. 1 de Lula![]() |
| http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/81704/Lula-%C3%A9-um-l%C3%ADder-de-fac%C3%A7%C3%A3o.htm |
O tucano abandonou a tradição política mineira de conspirar em silêncio e passou a conspirar abertamente pelo golpe hondurenho contra Lula e Dilma.
O senador tucano disse achar "ridícula" a nota contrária ao golpe hondurenho assinada pelos presidentes de 6 partidos (PT, PCdoB, PRB, PSB, PDT e PMDB), dizendo não existir golpe contra ex-presidentes.
Ora, o tucano acha que só ele é esperto e que todo mundo é idiota. É claro que o golpe hondurenho consiste em cassar Lula, forjando factóides na revista Veja e na Globo para levar ao tapetão do judiciário, tirando Lula do caminho de 2014 e 2018, pois só com Lula fora do caminho, adiantaria derrubar a Presidenta Dilma. Com Lula podendo se candidatar em 2014, de nada adianta a oposição fazer das tripas o coração para derrubar Dilma, pois Lula ganharia 2014, se Dilma estivesse desgastada.
Além disso, o senador tucano não achou ridícula a nota anterior de seu partido (PSDB), junto ao DEM e PPS, pedindo o golpe hondurenho contra Lula, logo após a matéria ridícula da revista Veja.
E também não acho ridícula a representação feita pelo seu partido ao Ministério Público pedindo para cassar Lula, pelo destempero recente do Ministro Gilmar Mendes junto com a revista Veja. A representação, aliás, foi recusada, por falta de fundamento, fracassando essa primeira tentativa de golpe hondurenho.
Por isso é importante, em Minas, dar um rotando NÃO ao Aécio golpista, e votar em candidatos lulistas de cabo a rabo nestas eleições. Do vereador ao prefeito, só dá para votar em quem a gente tem absoluta confiança de não ser golpista, nem votar em gente que fica com braços cruzados na hora em que os golpistas atacam.
Patrus: não é só antídoto contra golpes, mas também o melhor prefeito
Em Belo Horizonte, além de ser de absoluta confiança e ser uma barreira contra o golpe hondurenho do Aécio, Patrus Ananinas (PT) é de longe o melhor candidato.
Ele sabe fazer tudo o que demotucano Márcio Lacerda (PSB) sabe em termos de obras, e com mais competência, além de saber fazer o que o demotucano não sabe e nem quer saber depois que passa a eleição: erradicar a pobreza, colocando a Belo Horizonte do século XXI no rumo de se tornar uma cidade toda de classe média, sem bolsões de pobreza, e com alta qualidade de vida para todos. Com Dilma, o governo federal está fazendo a sua parte no plano nacional, é preciso ter prefeitos que também façam a sua parte no município.
Patrus já tirou 5 pontos de diferença em relação a última pesquisa. Patrus recuperou o entusiasmo da mobilização popular.É só fazer um forte mobilização nos bairros populares, nas comunidades carentes que ganha essa eleição.
Basta subir uns 6% e Lacerda cair uns 3%, que haverá um acirrado segundo turno. Nada impossível de se conseguir, principalmente porque o PT é partido de chegada. Depende só de cada um militante de Patrus fazer a diferença, conversando com amigos, parentes, vizinhos, nas redes sociais, e vestindo a camisa, com cartazes em casa, no carro.
Leia também:
- Listão dos inimigos públicos nº 1 de Lula, que querem 'acabar com a raça' dele
FOnte Os Amigos do presidente Lula
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