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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Dilma vai responder a ataques de Aécio que é contra redução da Energia

dilma aecio Energia: Dilma vai responder a ataques de Aécio neves contra a redução da conta de ernegia eletrica
A presidente Dilma Rousseff decidiu responder aos ataques que vem recebendo nos últimos dias do senador mineiro Aécio Neves, virtual presidenciável do PSDB, na polêmica discussão sobre a Medida Provisória 579, que prevê a redução das tarifas de energia elétrica a partir de janeiro.
Ao sair em defesa da Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais), Aécio acusou o governo federal de quebra de contratos e ameaçou recorrer ao Supremo Tribunal Federal, em entrevista concedida ao jornal "Valor":
"No caso da Cemig e no que diz respeito a esta questão do contrato assinado, nós não vamos aderir e vamos judicializar a questão. Se o governo impuser um rolo compressor nesta matéria nós vamos ao STF e acho quer vamos ganhar".
Para o governo, o senador mineiro está politizando uma questão técnico-financeira ao afirmar que a iniciativa vai reduzir investimentos e capacidade de fornecimento, além de provocar desconfiança internacional, apenas com o objetivo de se posicionar para a disputa sucessória de 2014.
"O que nós condenamos é o intervencionismo e a ausência de diálogo do governo com os Estados e com as companhias de energia e, no caso da Cemig em especial, a quebra de contrato", disse o ex-governador mineiro Aécio na entrevista que irritou o Planalto.
Talvez ainda nesta quarta-feira, no máximo amanhã, o Palácio do Planalto vai responder que Aécio defende os interesses das empresas de energia em detrimento dos consumidores e de outros setores da economia.
O prazo dado pelo governo para as empresas de energia elétrica aceitarem as condições da MP para a prorrogação dos contratos com receita menor, permitindo a redução das tarifas, termina no próximo dia 4 de dezembro. O relator do texto que está tramitando no Congresso Nacional é Renan Calheiros (PMDB-AL), candidato a assumir a presidência do Senado no próximo ano.
Ainda ontem escrevi aqui que é preciso ter calma, porque 2014 está muito longe. Mas, pelo jeito, o pessoal do Fla-Flu permanente anda com pressa, com cada um querendo garantir sua posição em campo desde já.
Ricardo Kotscho 
do blog contexto livre

domingo, 11 de novembro de 2012

Valério entrega líderes tucanos para escapar de processo no STF

Os mesmos petardos jurídicos disparados do Supremo Tribunal Federal (STF) por Joaquim Barbosa, presidente eleito da Corte e relator da Ação Penal 470, contra os principais líderes do Partido dos Trabalhadores (PT), partem agora na direção dos envolvidos na origem do escândalo que recebeu o apelido de ‘mensalão tucano’. O advogado Dino Miraglia, de Belo Horizonte, procurou a Assembleia Legislativa de Minas Gerais para pedir proteção à vida dele e de seu cliente, Nilton Antonio Monteiro, após peticionar ao Supremo para que estabeleça a conexão entre o caso conhecido como ‘lista de Furnas’ e o ‘mensalão tucano’, iniciado por Marcos Valério durante o governo do hoje senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).
Em linha com o estilo do ministro Barbosa de detalhar as peripécias de Valério e seus cúmplices no ‘mensalão petista’, o caso da ‘lista de Furnas’, contido no inquérito 3530 do STF, acusa tucanos de alta plumagem, entre eles Azeredo, Clesio Andrade e Walfrido dos Mares Guia, de crimes como assassinato, explosões, incêndios, perseguições e até o suborno de magistrados da própria Corte Suprema. Compra de votos, no caso, seria o menor dos pecados cometidos pela quadrilha mineira. Segundo Miraglia, fitas transcritas do depoimento de outro advogado, Joaquim Engler Filho – então ligado ao PSDB mineiro – ao delegado João Otacílio Silva Neto, no Departamento Estadual de Operações Especiais da Polícia Civil de Minas Gerais, em 24 de janeiro de 2008, “comprovam o esquema montado para abafar o ‘mensalão mineiro”.
– As fitas transcritas com o depoimento de Engler Filho, que integram o inquérito 3530, denunciam a atuação do grupo político ligado ao PSDB mineiro e nacional, na tentativa de calar o denunciante do ‘mensalão tucano’, Nilton Monteiro. Ele foi igualmente responsável por trazer a público a ‘lista de Furnas’, comprovando o esquema montado por Dimas Fabiano, ex-dirigente da empresa estatal, para favorecer e financiar candidatos e campanhas eleitorais do PSDB. Nossa petição foi para que este inquérito seja juntado à Ação Penal 536, que comprova a ação ilícita ocorrida em Minas Gerais durante a gestão tucana – afirmou Miraglia aoCorreio do Brasil.
Para o advogado, o acordo de Marcos Valério para obter vantagens jurídicas com a ‘delação premiada’ não está no âmbito da AP 470, que julga o ‘mensalão petista’, mas na AP 536, da qual Barbosa também é relator.
– O Marcos Valério está entregando todo mundo do PSDB. O esquema todo, para se livrar das penas que deverá receber quando esta ação for julgada. Quanto ao ‘mensalão petista’ não há mais muito o que fazer, mas na ação contra os tucanos, ele está contando tudo o que sabe. Minas está em polvorosa, porque a AP 536, após a juntada do inquérito 3530, transforma-se em um vendaval, capaz de revelar em detalhes toda a corrupção e demais crimes cometidos pelo alto escalão da República, na época do governo do presidente Fernando Henrique Cardoso – relata Miraglia.

sábado, 10 de novembro de 2012

Aecio e eletricas contra a redução da conta da energia elétrica

 Aécio Neves é lobista das elétricas?

Por Altamiro Borges
As poderosas empresas de energia elétrica ganharam um novo aliado na luta contra as medidas do governo para reduzir as contas de luz. Em audiência pública realizada no Senado nesta semana, Aécio Neves, o cambaleante presidenciável tucano, criticou a iniciativa da presidenta Dilma. “Cito sempre o ex-governador de Minas e ex-presidente Juscelino Kubitscheck, que dizia que energia cara é aquela que você não tem. E se você retira a capacidade de investimento destas empresas vai faltar energia mais adiante”, afirmou.

Segundo o Valor, o senador do PSDB afirmou que as medidas do governo irão afugentar os investimentos das multinacionais e poderão causar “um colapso no nosso complexo sistema de energia”. Neste sentido, ele defendeu mais tempo para a aprovação da Medida Provisória 579, que prevê mudanças nas regras de concessão do setor. O seu discurso se encaixa perfeitamente no tom terrorista destas empresas nos últimos dias. Até parece coisa de lobista, que recebeu bilionários recursos para as suas campanhas eleitorais.
Ofensiva da mídia privatista
Na mídia “privada” também está em curso uma ofensiva para derrotar a MP 579. Todo dia os jornalões e tevês divulgam matérias contra a redução das tarifas de energia. Multinacionais e “analistas de mercado” são sempre as fontes destas “reporcagens”. A última do noticiário apocalíptico da imprensa é que as empresas do setor elétrico sujeitas à renovação das concessões terão de efetuar baixas contábeis bilionárias, que reduzirão o seu patrimônio líquido e comprometerão a distribuição de dividendos aos acionistas.
Com a retomada do crescimento econômico nos últimos anos, as empresas de energia ganharam fortunas. Os contratos de concessão vencem em 2015 e 2017 e elas, agora, não aceitam rediscutir os seus lucros estratosféricos. Isto explica a fúria das corporações empresariais, que contam com o apoio da mídia “privada” e do senador Aécio Neves. Na defesa do capital, o presidenciável tucano explicita suas posições neoliberais. E ainda tem gente que acredita que ele é um político “moderado”, um “mineiro conciliador”.
do Blog do Miro

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Há algo de sério com a Cemig

 
 
Há algo de sério ocorrendo com a Cemig (Centrais Elétricas de Minas Gerais). É dela a responsabilidade direta pelo “apagão” que afetou imensas regiões do país nos últimos dias.
Nos últimos anos, enquanto a estatal paulista CESP definhava, a Cemig tornava-se uma potência energética. Essa expansão, aparentemente, está sendo feita à custa de perda de qualidade e de um novelo acionário.
Como estatal, ela tem limitações para os financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social). Para contornar esse empecilho, assim como os controles burocráticos do Tribunal de Contas, passou a criar uma série de empresas satélites, em um novelo societário incompreensível.
É o caso da Taesa, seu braço de transmissão responsável pelo “apagão”.
* * *
A aquisição da Taesa foi feita através do fundo Coliseu, administrado pelo Banco Modal. O fundo tem mais de 50% do controle da Taesa, mas seu “funding” é da própria Cemig. Ou seja, o controle da fato da Taesa é da Cemig.
* * *
Há pouco tempo, a falta de segurança nas linhas de transmissão da Cemig provocou uma tragédia em Bandeira do Sul, Minas Gerais, com a morte de 16 jovens em um caminhão de carnaval.
Agora, o caso do “apagão” que, na sexta-feira passada, propagou-se pelas regiões Norte e Nordeste.
Segundo informou ontem o Ministro interino das Minas e Energia, Márcio Zimmerman, o equipamento havia passado por manutenção uma semana antes. Ele possui uma chave de proteção, que deveria ter sido reativada após a manutenção e não foi.
Depois da manutenção, o sistema deveria ter sido submetido a testes operacionais, que certamente identificariam o esquecimento da chave. Também não houve os testes.
Com isso o equipamento desligou e o problema propagou-se por todo o sistema elétrico.
* * *
Não se ficou nisso. Constatado o “apagão”, a empresa demorou mais de quatro horas para providenciar o religamento. Segundo Hermes Chipp, diretor-geral do Operacional Nacional do Sistema Elétrico (ONS), houve falha nos três caminhos principais de religamento da energia.
É um conjunto inadmíssivel de falhas continuadas. Primeiro, uma falha humana. Depois, uma falha nos procedimentos básicos, que se sucede ao fim de cada processo de manutenção. Finalmente, uma demora injustificada para religar.
* * *
Tudo isso ocorre em um momento em que a própria Cemig encabeça um movimento de resistência à nova política energética.
Afim de reduzir o custo da energia, o Ministério das Minas e Energia decidiu que, na prorrogação das concessões, as concessionárias não poderia embutir na tarifa de energia a amortização do investimento – mesmo porque, devido à sua idade, as usinas já estavam amortizadas.
A Cemig reagiu alegando que essa cláusula impediria a substituição de máquinas, podendo acarretar problemas futuros. Recusou-se a renovar as concessões das usinas de São Simão, Jaguara e Miranda, e ameaçou entrar na Justiça contra as mudanças.
De repente, não mais que de repente, estoura um problema que deixa sem energia parte relevante do país. E a causa foi um acúmulo de erros humanos e operacionais, que nada têm a ver com investimentos.
Luis Nassif
No Advivo via Contexto Livre

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Mensalão Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões

Abaixo-assinado Que o STF julgue o Mensalão do PSDB, Pai de todos os Mensalões!

Para:SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

Vamos reunir pelo menos 1 milhão de brasileiros, e pressionar o STF para que julgue o MENSALÂO DO PSDB, o pai de todos os MENSALÕES.
Para está ação penal, as provas transbordam, ao contrário do AP 470, ONDE NÃO HAVIAM PROVAS.
Para quem julgou com tanta dedicação, sem provas, nesta AP, será fácil...
Correto Srs. Ministros?!?! COrreto SR. Joaquim Barbosa?!?
Chegou a hora de fazer justiça e julgar o mensalão do PSDB em Minas Gerais e a compra de votos no Congresso para aprovar a emenda que possibilitou a reeleição de Fernando Henrique Cardoso.

Os signatários
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoAssinar.aspx?pi=P2012N30265 

Repassem isso a todo sua lista de email ,redes sociais usando os botões dessa postagem ,vamos lutar por um país mais ético ,sem corrupção e politicagem com a justiça

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Aécio Neves, rádio arco-íris e bafômetro A ética pública de Aécio

Aécio Boa Vida aumentou o tom. Goldman (PSDB), ex-vice de Serra no governo de São Paulo nos inspira neste “Aparte”.
O senador parisiense, aproveitando-se da renúncia de Sepúlveda Pertence à Comissão de Ética Pública, resolveu colocar as manguinhas de fora. Pertence renunciou porque propôs nomes para compor a citada Comissão e a presidenta Dilma, que tem a prerrogativa constitucional de indicar, nomear e substituir, indicou outras pessoas. Simples, republicano e institucional.
Porém, Aécio viu aí uma oportunidade para desafiar o bom senso. Pela sua trajetória pessoal, política e cultural, a prudência recomendaria um pouco mais de cuidado.
Vamos passo a passo.
A Comissão de Ética Pública foi criada, formalmente, por FHC, em 1999. Só foi regulamentada em junho de 2001. E foi modificada em janeiro de 2002. De exercício efetivo de suas funções, no governo FHC: zero. E olhe que os escândalos dos Bancos Marka e Fonte Cindam, do Sivam, da Lista de Furnas, da Pasta Rosa e tudo o mais envolvendo a “privataria tucana” estavam fresquinhos!
A Comissão de Ética Pública só teve funcionamento real, com estrutura, funcionários e aprimoramento em suas normas, pelas mãos do ex-presidente Lula.
O mesmo ocorre com a Controladoria-Geral da União – CGU – que só teve funcionamento efetivo após 2003.
Por falar em 2003, esse foi o ano em que Aécio começa a governar Minas Gerais. Pesquisem: de 2003 até 2012, há algum indício de algo parecido com a CGU e com a Comissão de Ética Pública no governo estadual?
Não. Nada. Se houvesse, o “conflito de interesses”, premissa básica da ação de uma comissão de ética, teria afastado dona Andréa Neves do governo, por seus vínculos com a rádio Arco-Íris. Ou o sr. Borges da Costa, presidente da Codemig, que vive a emprestar seu jatinho para Aécio Neves! Ou o próprio Aécio, quando ele se revelou o verdadeiro dono da Rádio, na triangulação concluída em 28 de dezembro de 2010.
E por falar em ética pública, o que se dirá de uma figura investida em um mandato popular, conferido pelas urnas, ser pego com carteira vencida, na madrugada do Leblon (RJ) e se recusar a fazer do teste do bafômetro? Aliás, num Land Rover que acabou revelando o esquema Arco-Íris, que deixou um rastro de suspeições: ocultação de patrimônio, sonegação fiscal e improbidade administrativa.
Esse é Aécio Boa Vida.
Com sua bagagem pesada na vida pública, ele ainda terá de responder por seus privilégios na privada. Na PUC-MG, segundo comentam ex-professores, seus registros escolares são objeto de muita curiosidade.
Alberto Goldmann já alertava: a boa vida do moço é sua herança maldita! E como ele confunde sua vida pública com a privada, seus adversários dentro do próprio PSDB lhes reservam boas surpresas.
Anexo: Artigo Aécio - 2 outubro.docx
Do Minas sem censura

Aécio e a velha roupagem neoliberal contra direitos trabalhistas

Atenção trabalhadores e trabalhadoras deste Brasil. Atenção usuários e usuárias de serviços públicos. Aécio foi ao armário e de lá retirou a mofada vestimenta neoliberal, como esteio para suas aspirações presidenciais. Vejam o trecho a seguir:

“Ao fim do ano eleitoral, o governo terá de se haver com os antigos desafios que se agravaram sem resposta: o peso dos impostos, o excesso de burocracia, juros ainda nas alturas, legislação trabalhista do século passado, inércia e incompetência para desatar o nó da infraestrutura, entre tantos outros que entravam o desenvolvimento nacional.”

Este é o último parágrafo de seu texto segundeiro. E diz tudo:

1)   a velha cantilena da carga tributária (coisa do século XIX: deixem livres “mercados” para cuidarem da geração de riquezas). 

2)   o estéril discurso do excesso de burocracia (forma envergonhada de defender mais desregulamentação).


4)   legislação trabalhista do século passado (férias, 1/3 de férias, 13º salário, licença maternidade, licença paternidade, ou seja, essas coisas jurássicas).
5)   desatar o nó da infraestrutura (“nó” este mais apertado pela Privataria Tucana).
Simples, não é?
Toda a receita que levou o mundo a quebrar várias vezes, nos últimos 15 anos, sustenta seu programa de governo para 2014.
Aliás, as quebradeiras na Grécia, Itália, França, Espanha, Portugal e Irlanda vão deixando um rastro desolador: desemprego em massa, arrocho salarial, precarização dos serviços de saúde e educação, dentre tantos outros “nós” que resultam de sua receitinha básica acima.
Enfim, foi dada a largada.
Ou esse debate é feito diretamente com a população ou ele irá despistar e – ensaboado – pela indústria do marketing eleitoral pode se colocar como uma alternativa moderna (SIC), quando na verdade nos faz lembrar Cazuza com seu museu de velhas novidades.
Ah, a argumentação que precede o último parágrafo é, como de sempre, leviana. Para Aécio, a crise financeira internacional não tem “pai”. Resta à sua vítima maior, o povo, pagar a conta.
É muita desfaçatez!

Anexo: Artigo Aécio 8 outubro.doc

Dom Minas sem censura

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dilma desmoraliza Aécio: “Não saí de BH para ir à praia, mas para lutar”

A presidente Dilma Rousseff (PT) respondeu nesta quarta-feira em Belo Horizonte às críticas feitas no início da semana pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) de que a líder petista seria uma “estrangeira” na política de Minas Gerais

dilma rebate aécio patrus minas
Dilma responde Aécio e diz que saiu de Belo Horizonte para lutar contra ditadura e não para ir à praia. Foto: Carlos Alberto / Hoje em dia
Em comício agora à noite em Belo Horizonte, a presidenta Dilma Rousseff detonou Aécio Neves, chefão da campanha de Marcio Lacerda à prefeitura. O cambaleante presidenciável tucano havia dito que Dilma era uma “estrangeira” na capital mineira.
A resposta foi demolidora. “Nasci aqui no hospital São Lucas. Sai daqui para lutar contra a ditadura e não para ir à praia. Aqui na minha veia corre o sangue de Minas Gerais, por isso sou presidente de todos os brasileiros”. Numa clara (in)direta ao senador do PSDB, que costuma mais visto nas praias ou na noite do Rio de Janeiro que em Minas Gerais ou Brasília.
Dilma foi à capital mineira para participar do ato em apoio a Patrus Ananias, que cresce nas pesquisas e ameaça levar a disputa eleitoral para o segundo turno. Na última sondagem do Ibope, a diferença entre ele e o atual prefeito caiu para nove pontos percentuais.
Incomodado, Aécio Neves criticou, na maior caradura, a “interferência” da presidenta nas eleições – como se ele não estivesse viajando por todo o país para socorrer os candidatos da oposição demotucana. A presidenta não se intimidou diante das críticas do ex-governador.
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Aécio disse na segunda-feira (1º) que a população da cidade conhece melhor do que “qualquer estrangeiro” em quem deve votar. O tucano é o principal fiador da candidatura à reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB), que o considera sua “cria política”.
“Ninguém pode achar que é dono de Belo Horizonte. Dono de Minas. Vamos acordar e vai ter só um mineiro na cidade. É estarrecedor. Vou repetir uma frase que o presidente Lula gostava de falar: nunca antes na história do nosso Estado, a política foi tão pequena. Ninguém tira Minas do meu coração”, disse a presidente.
“Acho muito estranho, muito suspeito, alguém me acusar de ser estrangeira. Na minha veia corre o sangue de Minas Gerais”, afirmou Dilma em seu discurso. Ela explicou que começou a sua militância política, em 1968, em Belo Horizonte. “Aqui aprendi que mineiro tem a capacidade de lutar pelo país”, afirmou para cerca de 3.000 participantes do comício.
FONTE PRAGMATISMO POLITICO