segunda-feira, 30 de junho de 2014
Vice de Aécio, senador Aloysio Nunes agride entrevistador quando perguntado da CPI em São Paulo
"Vai a PQP, vagabundo!". Senador Aloysio Nunes não gostou de ser questionado sobre o cartel dos trens e seu suposto envolvimento com o caso Alstom-SiemensSenador Aloysio Nunes
O blogueiro Rodrigo Grassi foi detido ontem pela Polícia do Senado depois de entrevistar o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Grassi fez perguntas sobre o cartel dos trens e o suposto envolvimento de Aloysio com o caso Alstom-Siemens, provocando uma reação violenta do parlamentar. "Vai para a puta que te pariu", gritou Aloysio, que, em seguida, passou a chamá-lo de vagabundo e tentou também impedir o registro das imagens.
Confira também o relato enviado pelo blogueiro:
Bom Dia.
Ontem fui preso ao fazer perguntas "inconvenientes" ao Senador Aloysio Nune. Em nenhum momento o agradi ou fui descortês. Na terceira pergunta ele perdeu a linha, me xingou e partiu para a agressão. Tanto no meu filme como nas imagens internas do senado é possível comprovar a agressividade e autoritarismo do Senador.
Quando estava indo embora, já fora do Senado, a Polícia do Senado, a mando de Aloysio Nunes, me perseguiu por cerca de 300 metros já fora do Senado e me arrancou de dentro de um ônibus com o intuito de me proibir de publicar o vídeo.
Foi complicado mas consegui publicar. Ainda assim me ameaçaram e tentaram me coagir já dentro da delegacia do Senado, e o Diretor de Polícia, chamado Pedro, ordenou que eu apagasse o vídeo. Me neguei e como retaliação eles RETIVERAM meu celular sem lacrá-lo para "periciá-lo". Chegando em casa notei que já haviam tentado acessar e alterar senhas e contas de e-mail a partir do dispositivo.
Constatei isso a partir de alertas do próprio Gmail/Google. Mando para vocês o vídeo que fiz ontem desmascarando a "liberdade de expressão" de Aloysio Nunes. Se vocês acharem importante, fiquem à vontade para usar como quiserem meu vídeo que está postado na íntegra e sem edição.
Muito Agradecido!
Bomba! Senador Aloysio Nunes do PSDB DANDO PITI E MOSTRANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA TUCANA
BOTANDO PILHA DESMASCARA a "Liberdade de Imprensa" do Senador Aloysio Nunes do PSDB!!!
Insulta entrevistador ao questionar dos bloqueios da CPI de Alckmin
Bomba! Senador Aloysio Nunes do PSDB DANDO PITI E MOSTRANDO A LIBERDADE DE IMPRENSA TUCANA
Insulta entrevistador ao questionar dos bloqueios da CPI de Alckmin
domingo, 29 de junho de 2014
Tucanos escondem que Aécio foi nomeado diretor da Caixa por Sarney, aos 25 anos
O Partido Pirata do Brasil, ainda em processo de criação, divulgou a
página 15 de um suposto relatório interno do PSDB cujo teor contém
estratégias e análise de conjuntura da pré-candidatura presidencial. Não
há confirmação da autenticidade do relatório, não há assinatura que
identifique a autoria, por isso não é possível tomá-lo como verídico,
nem levá-lo a sério.
Mas não deixa de ser curioso um parágrafo, onde diz: "A execução da
campanha será feita por Andrea Neves, irmã do nosso candidato. Ela já
deu as dicas para não se associar de forma alguma com Sarney, e está
estritamente ligada as pesquisas para prover a candidatura de forma dura
contra o PT. Deve se encaminhar toda informação para o grupo que ela
está trabalhando. O cuidado deve ser redobrado com os grupos ligados a
Sarney".
Independentemente da veracidade ou não deste texto, em recente
entrevista de Aécio Neves (PSDB), quando perguntado se o PMDB e Sarney
comporiam sua base de apoio caso ele fosse eleito, o tucano deu uma
resposta em cima do muro, dizendo que não fariam parte do núcleo central
do governo.
Na entrevista dá para perceber uma preocupação do tucano em
desvencilhar-se da imagem de proximidade com o senador José Sarney
(PMDB), hoje em palanque oposto, mas com quem teve uma longa história de
relacionamento político.
Ao fim da ditadura em 1985, o PMDB da época lançou a candidatura de
Tancredo Neves, avô de Aécio, a presidente ainda em eleições indiretas
pelo colégio eleitoral. Dissidentes do PDS, partido de apoio à
continuidade civil da ditadura, criaram o PFL e Sarney foi escolhido
vice. Tancredo adoeceu, faleceu, e Sarney tornou-se presidente.
Antes da missa de 30o. dia de Tancredo, no dia 14 de maio de 1985, o
Diário Oficial da União publicava decreto do então presidente José
Sarney nomeando um jovem recém-formado de 25 anos para Diretor de
Loterias da Caixa Econômica Federal. Era Aécio Neves.
O decreto era assinado também pelo então ministro da Fazenda, atual senador Francisco Dornelles (PP-RJ), primo de Aécio.
A nomeação política, e com nepotismo, do inexperiente Aécio Neves há 29
anos para um cargo tão alto, em uma espécie de primeiro emprego,
desconstrói todo o discurso do tucano sobre gestão, meritocracia,
aparelhamento político do estado, e outros bordões que os tucanos gostam
de dizer, mas não praticam.
Por isso, o relatório divulgado pelo Partido Pirata pode ser ou não
verdadeiro, mas a preocupação em não associar o nome de Aécio ao de
Sarney faz sentido, pois traz de volta um passado que os tucanos
preferem manter abafado, longe do conhecimento e da memória do grande
público.
Fonte:Os Amigos do Lula
Fonte:Os Amigos do Lula
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quarta-feira, 25 de junho de 2014
AÉCIO NEVES É "O CANDIDATO DOS RICOS", APONTA O IBOPE
Dilma Rousseff e Aécio Neves estão na disputa presidencial
Aécio vence Dilma em famílias de alta renda, diz Ibope
Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" [do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão"]
"A pesquisa CNI/Ibope divulgada quinta-feira apontou que o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, só tem maiores intenções de voto do que a presidente Dilma Rousseff na faixa salarial superior a 10 salários mínimos por família. Nela, o tucano tem 36% contra 24% da petista e 16% de Eduardo Campos, pré-candidato do PSB.
Em todas as demais faixas, a vantagem de Dilma varia de 52%, para quem ganha até um salário mínimo, até 39%, entre aquelas famílias que recebem entre 5 e 10 salários mínimos.
Entre os consultados com ensino superior, o pré-candidato do PSDB também venceria Dilma, com 29% contra 26%. Eduardo Campos tem 12% nesse cenário. Na outra ponta, entre aqueles que possuem até a quarta série do ensino fundamental, Dilma vence com 49%, Aécio tem 16% e Campos, 8%.
No segundo turno, tanto Aécio quanto Campos venceriam Dilma entre aqueles com ensino superior. Aécio teria 41% contra 28% de Dilma e Campos teria 36% contra 30% da presidente.
Por regiões, Dilma registra no primeiro turno o maior porcentual de votos no Nordeste, com 52% contra 13% de Campos, que foi governador de Pernambuco, e 8% de Aécio. Essa é a única região em que Campos supera Aécio.
Em todas as outras regiões, Dilma registra um índice de intenção de voto maior do que o de Aécio e o de Campos. No Sudeste, por exemplo, Dilma tem 34%, Aécio 25% e Campos 8%. No Sul, o cenário é de 30% para Dilma, 26% para Aécio e 11% para Campos.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 15 deste mês, com 2.002 pessoas em 142 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos."
FONTE: Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão". Postado no portal "A Tarde", via UOL (http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1600291-aecio-vence-dilma-em-familias-de-alta-renda-diz-ibope).[Título, imagem do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog 'democracia&política'].
Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" [do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão"]
"A pesquisa CNI/Ibope divulgada quinta-feira apontou que o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, só tem maiores intenções de voto do que a presidente Dilma Rousseff na faixa salarial superior a 10 salários mínimos por família. Nela, o tucano tem 36% contra 24% da petista e 16% de Eduardo Campos, pré-candidato do PSB.
Em todas as demais faixas, a vantagem de Dilma varia de 52%, para quem ganha até um salário mínimo, até 39%, entre aquelas famílias que recebem entre 5 e 10 salários mínimos.
Entre os consultados com ensino superior, o pré-candidato do PSDB também venceria Dilma, com 29% contra 26%. Eduardo Campos tem 12% nesse cenário. Na outra ponta, entre aqueles que possuem até a quarta série do ensino fundamental, Dilma vence com 49%, Aécio tem 16% e Campos, 8%.
No segundo turno, tanto Aécio quanto Campos venceriam Dilma entre aqueles com ensino superior. Aécio teria 41% contra 28% de Dilma e Campos teria 36% contra 30% da presidente.
Por regiões, Dilma registra no primeiro turno o maior porcentual de votos no Nordeste, com 52% contra 13% de Campos, que foi governador de Pernambuco, e 8% de Aécio. Essa é a única região em que Campos supera Aécio.
Em todas as outras regiões, Dilma registra um índice de intenção de voto maior do que o de Aécio e o de Campos. No Sudeste, por exemplo, Dilma tem 34%, Aécio 25% e Campos 8%. No Sul, o cenário é de 30% para Dilma, 26% para Aécio e 11% para Campos.
O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 15 deste mês, com 2.002 pessoas em 142 municípios. O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos."
FONTE: Por Anne Warth e Ricardo Brito, da "Agência Estado" do grupo autodeclarado tucano (em 2010) "Estadão". Postado no portal "A Tarde", via UOL (http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1600291-aecio-vence-dilma-em-familias-de-alta-renda-diz-ibope).[Título, imagem do google e trechos entre colchetes adicionados por este blog 'democracia&política'].
terça-feira, 24 de junho de 2014
Mentiras de Aécio 1
O vídeo mostro como Aécio se deu mal na entrevista da Renata. Ficou de cara grande com as perguntas diretas da Renata que mandou muito bem.sexta-feira, 20 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
Militantes do PSDB teriam recebido R$ 25 para participar da convenção tucana
'Reencontro com consigo mesmo' ,prometido por Aécio Neves, falha na
convenção tucana e pobre da periferia de São Paulo tiram fotos com
boneco de papelão.Ônibus vieram do interior, da Grande São Paulo e de
Minas; jovens disseram ter ganho R$ 25 para participar do evento
Os organizadores da convenção do PSDB que escolheu o candidato Aécio
Neves (PSDB- MG) dizem que algumas milhares de pessoas estiveram no
evento realizado neste sábado, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Porém, a maioria afirmaram à reportagem do jornal O Estado de São
Paulo terem recebido dinheiro para comparecer ao ato. Cada um levou R$
25 para casa
A maioria da plateia foi arrumada por líderes políticos regionais e veio de ônibus fretados. Um grupo de Minas chegou ao ato agitando um boneco gigante do ex-presidente Tancredo Neves, avô de Aécio.
A maioria da plateia foi arrumada por líderes políticos regionais e veio de ônibus fretados. Um grupo de Minas chegou ao ato agitando um boneco gigante do ex-presidente Tancredo Neves, avô de Aécio.
Segundo informações do Estadão, moradoras na Grande São Paulo, disseram
que ainda não têm título de eleitor e que cada uma recebeu R$ 25 pela
presença.
De acordo com a reportagem, três amigos de Belo Horizonte, do bairro de Barreiro, na periferia da capital e principal colégio eleitoral da cidade, são amigos do filho de uma militante. Indagados se receberam dinheiro, responderam, que sim e disse que ganharam “lanche” também.
Na plateia da convenção tucana estavam os dois últimos candidatos do
PSDB à Presidência, Serra (2002 e 2010) e Alckmin (2006), cujas
campanhas procuraram esconder FHC.
No discurso, Aécio Neves diz que promoverá 'reencontro do Brasil consigo
mesmo'. Enquanto Paulinho da Força, discursava: "Chegou numa situação
que o povo não vaia mais, esculhamba! ...
PSDB se firma como partido da elite: Abraços e fotos, só com boneco de papelão de Aécio
O que mais chamou atenção na convenção tucana não foram os ataques
raivosos dirigido a presidenta Dilma e PT. Foi o fato de, no final do
evento, Aécio Neves, ter se afastado da "militância". Aécio, Fernando
Henrique Cardoso, José Serra, Paulinho (da Força Sindical) e Geraldo
Alckmin, foram para uma sala bater papo, enquanto o pessoal pobre, pago a
R$ 25, que saíram da periferia de São Paulo para participar do
evento, tiravam fotos com alguns dos vários bonecos de papelão de
Aécio Neves espalhados em um grande salão
Aécio não passa de um "sinhôzinho" das Gerais. Ligado às mais arcaicas
oligarquias, nunca foi às ruas, nunca se posicionou ao lado do povo
Ah, sim... Essa é Dilma, com o povo...Você já viu algum politico do PSDB sendo abraçado assim, pelo povo?
Ah, sim... Essa é Dilma, com o povo...Você já viu algum politico do PSDB sendo abraçado assim, pelo povo?
Essa é Dilma, tirando fotos com o povo
E esse é Lula, abraçado e abraçando o povo
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Aécio Neves (PSDB/MG) falta sessão do Senado até em dia de votação de seu próprio projeto de Lei.
Será por isso que ele não teve nenhum de seus projetos aprovados nesses quase 4 anos de mandato?
PSDB quer mudar Bolsa Família. Mas não aparece para votar-
O Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do benefício.
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.dZJtGCpV.dpuf
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.dZJtGCpV.dpuf
O
Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do
Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi
surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos
chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro
do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do
Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas
palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu
uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para
eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia
sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou
ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo
programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do
benefício.
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
O
Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do
Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi
surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos
chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro
do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do
Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas
palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu
uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para
eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia
sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou
ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo
programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do
benefício.
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
O
Governo Dilma Rousseff se preparava para comemorar os dez anos do
Programa Bolsa Família, lançado em outubro de 2003 quando foi
surpreendido pelo entusiasmo tucano com o projeto. Até então, os tucanos
chamavam o projeto de eleitoreiro e paternalista. A partir de outubro
do ano passado, porém, o senador e pré-candidato tucano ao Palácio do
Planalto, Aécio Neves (PSDB-MG), decidiu que era necessário, nas
palavras dele, “proteger o programa”. A inédita preocupação introduziu
uma mudança no discurso tucano – e seu fiel aliado, o DEM. Agora, para
eles, era preciso defender o programa que, até bem pouco antes, havia
sido classificado de “assistencialista” ou de “estímulo à preguiça”, ou
ainda responsabilizado como motivo para que as famílias atendidas pelo
programa tivessem um número maior de filhos, para ampliar o valor do
benefício.
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
Por se tratar de um projeto que visa desmentir a retórica que o PSDB vinha utilizando desde 2003 – uma necessidade para o pré-candidato tucano -, porém sem o mínimo conhecimento do assunto, o projeto de Aécio Neves embrenhou numa sucessão de erros.
Calcada mais no marketing do que na realidade, o projeto tucano (PLS 448/2013) foi apresentado no mesmo dia em que o Bolsa Família completava dez anos de vigência. Mas, dada a confusão de seus objetivos e o fato de pretender implantar o que já existe, o projeto passou a circular errante por várias comissões, sempre com modificações, adendos e votos em separado que o desfiguravam ainda mais, sem que a bancada tucana se animasse a colocá-lo em votação.
Foram tantos tropeços e revezes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAS) do Senado, que a solução foi retirá-lo de pauta.
Nesta quarta-feira (21), a “novela” teve mais um capítulo. O primeiro item da pauta da Comissão de Assuntos Sociais (CAS) era o relatório da senadora Lucia Vânia (PSDB-GO), defendendo a aprovação do projeto de Aécio com duas emendas.
Embora a base governista estivesse na Comissão no horário marcado para o início da reunião – 9 horas – a relatora não compareceu. Cansado dos inúmeros adiamentos da votação, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE) reclamou. “Estamos debatendo esse projeto há um bom tempo”, queixou-se, lembrando que o projeto tramita na CAS desde o mês de fevereiro, sendo sucessivamente adiado, modificado e retirado de pauta. “Eu conheço a senadora Lúcia Vânia e sei que não é por que o relatório dela não esteja pronto que não será votado”, reconheceu o senador .
Ele apelou para a presidência da Comissão para que garanta a votação. “O problema é que o Bolsa Família está alimentando um desnecessário debate político e sendo utilizado nessa conjuntura”, disse, acrescentando que não há o que modificar num projeto que é absolutamente bem-sucedido.
“Precisamos aprovar ou derrubar de uma vez esse projeto e encerrar definitivamente essa discussão”, enfatizou. Presidindo interinamente a comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB- AM) concordou.
Debate prolongado
A confusão em torno do Bolsa Família teve inicio quando o pré-candidato do PSDB decidiu apresentar um projeto tentando alterar o Bolsa Família. A proposta tucana pretendia, inicialmente, que, a cada dois anos, fosse revisto o acesso dos beneficiários aos recursos do programa – o que já é feito, regularmente. O projeto também propõe que, quem conseguir emprego com carteira assinada fique no programa por mais seis meses – ação também prevista na atual configuração do Bolsa Família.
Humberto Costa tem afirmado que o projeto tucano não passa de uma tentativa da oposição de se apropriar de um dos mais bem-sucedidos programas dos governos petistas. “O projeto (de Aécio Neves) até poderia se con - See more at: http://www.pt-pr.org.br/noticias/3/13313/psdb-quer-mudar-bolsa-familia-mas-nao-aparece-para-votar#sthash.v0miEMee.dpuf
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quarta-feira, 21 de maio de 2014
Aécio sofre abalo nervoso com pergunta sobre mensalão tucano
Depois de dizer que aquele que ficou conhecido como o "pai do mensalão", ex-deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), tem carta branca para fazer o que quiser nas campanhas tucanas em Minas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), teve uma crise de nervos e respondeu gaguejando e rispidamente a um repórter.- Vamos falar de Minas, vamos falar do Brasil! Isso daí eu já, já, já te respondi! - disse o tucano.
Azeredo foi ao evento partidário do PSDB mineiro e disse “Hoje eu estou participando e vou continuar participando porque eu tenho muito mais condição moral do que muita gente que está por aí”, em tom que mais pareceu ameaça a correligionários que o abandonou à própria sorte.
Aécio, perguntado depois se confirmava e de que forma Azeredo iria participar da campanha tucana presidencial e para governador de Minas, respondeu dando carta branca ao "pai do mensalão":
- Vai sim, da forma que ele achar adequado. - disse Aécio.
- No palanque? Perguntou um repórter.
- Vamos falar de Minas, vamos falar do Brasil. - disse o tucano.
- Mas isso é falar de Minas. - insistiu o repórter.
- Isso daí eu já, já, Já te respondi! - respondeu Aécio, bastante nervoso.
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