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domingo, 20 de julho de 2014
Governo de Minas fez aeroporto em fazenda de tio de Aécio. E se fosse no terreno da família do Lula?
Governo de Minas Gerais gastou quase R$ 14 milhões para construir um
aeroporto dentro de uma fazenda de um parente do senador tucano, atual
candidato à presidência, Aécio Neves no fim do seu segundo mandato como
governador do estado.A obra foi executada pelo Departamento de Obras
Públicas do Estado (Deop) e faz parte de um programa lançado por Aécio
para aumentar o número de aeroportos de pequeno e médio porte em Minas.
Dos 29 aeroportos que receberam investimento do Estado entre 2003 e
2014, seis não foram homologados pela Anac. As informações foram
publicadas na Folha desse domingo
O governo de Minas Gerais gastou quase R$ 14 milhões para construir um
aeroporto dentro de uma fazenda de um parente do senador tucano Aécio
Neves (PSDB), no fim do seu segundo mandato como governador do Estado.
Construído no município de Cláudio, a 150 km de Belo Horizonte, o aeroporto ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por familiares de Aécio, candidato do PSDB à Presidência.
A família de Múcio Guimarães Tolentino, 88, tio-avô do senador e ex-prefeito de Cláudio, guarda as chaves do portão do aeroporto. Para pousar ali, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio.
Segundo um deles, Fernando Tolentino, a pista recebe pelo menos um voo por semana, e seu primo Aécio Neves usa o aeroporto sempre que visita a cidade, onde o senador mantém seu refúgio predileto, a Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto.
Dono do terreno onde o aeroporto foi construído e da fazenda Santa Izabel, ao lado da pista, Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves (1917-2003), que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves (1910-1985).
A pista tem 1 km e condições de receber aeronaves de pequeno e médio porte, com até 50 passageiros. O local não tem funcionários e sua operação é considerada irregular pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Critérios adotados pelo governo foram técnicos, diz Aécio
A obra foi executada pelo Departamento de Obras Públicas do Estado (Deop) e faz parte de um programa lançado por Aécio para aumentar o número de aeroportos de pequeno e médio porte em Minas. Dos 29 aeroportos que receberam investimento do Estado entre 2003 e 2014, seis não foram homologados pela Anac.Aécio governou Minas Gerais de 2003 a 2010.
O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que “Não se levou em conta de quem era a propriedade do terreno”.
Construído no município de Cláudio, a 150 km de Belo Horizonte, o aeroporto ficou pronto em outubro de 2010 e é administrado por familiares de Aécio, candidato do PSDB à Presidência.
A família de Múcio Guimarães Tolentino, 88, tio-avô do senador e ex-prefeito de Cláudio, guarda as chaves do portão do aeroporto. Para pousar ali, é preciso pedir autorização aos filhos de Múcio.
Segundo um deles, Fernando Tolentino, a pista recebe pelo menos um voo por semana, e seu primo Aécio Neves usa o aeroporto sempre que visita a cidade, onde o senador mantém seu refúgio predileto, a Fazenda da Mata, a 6 km do aeroporto.
Dono do terreno onde o aeroporto foi construído e da fazenda Santa Izabel, ao lado da pista, Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves (1917-2003), que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves (1910-1985).
A pista tem 1 km e condições de receber aeronaves de pequeno e médio porte, com até 50 passageiros. O local não tem funcionários e sua operação é considerada irregular pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).
Critérios adotados pelo governo foram técnicos, diz Aécio
A obra foi executada pelo Departamento de Obras Públicas do Estado (Deop) e faz parte de um programa lançado por Aécio para aumentar o número de aeroportos de pequeno e médio porte em Minas. Dos 29 aeroportos que receberam investimento do Estado entre 2003 e 2014, seis não foram homologados pela Anac.Aécio governou Minas Gerais de 2003 a 2010.
O candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves, afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que “Não se levou em conta de quem era a propriedade do terreno”.
Fonte: Folha de São Paulo
Veja ele gaguejando no Jornal Nacional
Veja ele gaguejando no Jornal Nacional
MP apura construção de aeroporto durante mandato do Tucano Aécio Neves from forapsdb on Vimeo.
sábado, 19 de julho de 2014
Tiririca tem mais propostas que Aécio Neves. E agora Florentina ?
Enquanto Aécio Neves Luta contra o vento, o Deputado Tiririca segue apresentando projetos importantes.
por MarceloMarrakett
Realmente acho que o PSDB não tem propostas reais para governar o país. Em discurso no 5º Prêmio Top Etanol, Aécio afirmou que o setor é vítima da incapacidade do governo federal na condução da política macroeconômica.
“O setor de etanol, construído ao longo de 40 anos pelo esforço, dedicação e pela pesquisa de inúmeros brasileiros, foiabandonado pelo atual governo, que optou ir na contramão do mundo, que busca energia alternativas, não poluentes e renováveis. O setor vive um impasse e precisa de uma resposta”, afirmou Aécio Neves.
Não sei em que país esse senhor vive, porém acho que ele deveria buscar informações antes de proferir caquinhas a céu aberto.
Por solicitação da Presidência da República foi elaborado um documento sobre o setor do Etanol, O governo federal está implementando uma estratégia, concertada com o setor privado, a academia e o setor civil, objetivando estimular, de forma competitiva e sustentável, a economia da bioenergia no Brasil. Quem quiser saber mais sobre o assunto Click no Link http://www.cdes.gov.br/documento/492122/bndes-etanol-como-vetor-de-desenvolvimento-desafios-e-oportunidades-.html e o arquivo será salvo em seu computador.
Já o deputado e palhaço Tiririca (PR-SP) que não sabia o que um deputado fazia… preocupado com seus companheiros circenses, quer que moradores de trailers também possam ser beneficiados pelo Minha Casa, Minha Vida – programa habitacional do governo federal para a população de baixa renda, para financiar residências itinerantes.
O projeto foi aprovado na semana passada pela Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) e agora segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Como tem caráter terminativo, o tema, se receber o aval da CCJ, será encaminhado diretamente ao Senado.
Parabéns Tiririca!
Via http://pocos10.com.br
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quarta-feira, 16 de julho de 2014
Aécio não explica reforma econômica para não perder votos
O blogueiro Josias de Souza comenta o desempenho do senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB a presidente, na sabatina realizada nesta quarta-feira (16) pelo UOL, pela "Folha de S.Paulo", o SBT e a rádio Jovem Pan.
Na opinião de Josias, Aécio procura se apresentar como candidato da mudança, mas evita ser específico na apresentação de propostas, principalmente na área econômica, para não perder votos.
Na política, o tucano não tem como dizer que a articulação de um eventual governo seu será diferente do modelo atual.
Na área social, o candidato do PSDB promete manter os programas, mas fica evidente que faria mudanças no Mais Médicos. Aécio foge de perguntas sobre economia e compra de votos no governo FHC
Agora veja o que o Lider de seu partido Alvaro Dias acha dos programas sociais Agora a opinião de FHC e do PSDB sobre os aposentados
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quinta-feira, 10 de julho de 2014
sábado, 5 de julho de 2014
SOBRE “VIADUTO DA COPA”: AÉCIO EXPLICA!
Vídeo acima censurado , mas uma cópia dele, já que era prevista essa censura
Sobre o viaduto da Copa - Aécio explica! from forapsdb on Vimeo.
Clique aqui para ler “Viaduto de BH era obra da Copa. E o monotrilho em SP?.
E aqui para ler “PiG usa viadúúúto pra xingar a Dilma”
E aqui para ler Mídia bandida transforma incompetência de aecistas em "tragédia da Copa"
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Mídia bandida transforma incompetência de aecistas em "tragédia da Copa"
Os responsáveis pela obra
Mídia usa tragédia em Belo Horizonte para sua revanche na Copa
Constrangida pelo sucesso do Mundial, reconhecido dentro e fora do
Pais, oligopólio da mídia familiar no Brasil se escora no acidente de
engenharia ocorrido ontem em Belo Horizonte para uma pequena vingança;
na Folha, a queda de um viaduto se transformou em "Obra inacabada da
Copa desaba e mata 1 em BH"; no Globo, "Viaduto de obra da Copa desaba e
mata 2 em BH"; no Estado, "Viaduto planejado para Copa cai e mata 2";
nos três jornais, ênfase no fato de se tratar de uma obra do PAC, o
Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal, depende da
execução de estados e municípios; no caso concreto, a responsabilidade
pela execução da obra era da prefeitura de Belo Horizonte, governada por
Marcio Lacerda, do PSB, que viu "falha de engenharia".
247
- Até aqui, a imprensa familiar brasileira vinha sofrendo a maior
goleada da história das Copas. Depois de apostar no fiasco da Copa do
Mundo de 2014 e usar seus colunistas para disseminar o pânico de um
vexame internacional, o pequeno oligopólio da mídia no Brasil tentou
marcar nesta sexta-feira, dia em que o Brasil decide contra a Colômbia
uma vaga nas semifinais, um golzinho de honra. Nem que para isso tenha
sido necessário explorar uma tragédia, ocorrida ontem em Belo Horizonte,
onde um viaduto desabou e matou duas pessoas.
O lamentável acidente, decorrente de uma provável falha de engenharia da
empreiteira Cowan, ganhou uma embalagem peculiar nos jornais
brasileiros, com sabor de vingança. Na Folha, o fato se transformou na
manchete "Obra inacabada da Copa desaba e mata 1 em BH". No Globo,
"Viaduto de obra da Copa desaba e mata 2 em BH". No Estado, "Viaduto
planejado para Copa cai e mata 2". Ou seja: depois da constatação de que
os aeroportos funcionaram a contento e de que os estádios (que para
determinado grupo de mídia ficariam prontos apenas em 2038) encantaram o
mundo, caiu um viaduto. Era o que bastava para a execução da revanche.
Nos três três jornais, a ênfase foi dada ao fato de se tratar de uma
obra do PAC, o Plano de Aceleração do Crescimento, que, embora federal,
depende da execução de estados e municípios. No caso concreto, embora a
obra tenha recebido financiamento de R$ 171,7 milhões do governo
federal, a responsabilidade pela execução era da prefeitura de Belo
Horizonte, governada por Marcio Lacerda, do PSB e aliado do PSDB na
política mineira.
Na Folha, que foi o jornal que produziu a manchete mais milimétrica
contra a Copa após o incidente, houve ainda espaço para um editorial,
chamado "Humor de Copa", sobre o impacto do sucesso do Mundial na mais
recente pesquisa Datafolha, onde a presidente Dilma foi de 34% a 38% das
intenções de voto. Num dos trechos, comentou-se o incidente de ontem em
Belo Horizonte. "Verdade que, até quarta-feira, registravam-se somente
incidentes operacionais de menor impacto; o mais grave deles havia sido
a invasão de chilenos no Maracanã, fruto de uma falha de segurança.
Nada comparável à queda de um viaduto em Belo Horizonte. O acidente,
ocorrido ontem, resultou na morte de ao menos uma pessoa e deixou 22
feridos. A obra faz parte do pacote de melhorias de mobilidade urbana e
não ficou pronta no prazo prometido. Não foi, felizmente, tragédia de
maiores proporções. Serve para lembrar, ainda assim, o quanto houve de
irresponsabilidade e improviso, para nada dizer de corrupção, na
organização do Mundial. O primeiro jogo da Arena das Dunas, em Natal,
deu-se sem a liberação dos bombeiros, por exemplo."
Com a queda do viaduto, a mídia familiar fez um golzinho e diminuiu a goleada que vem sofrendo. Há tempo para a virada?
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quinta-feira, 3 de julho de 2014
Choque de gestão: Homicídios em Minas cresceram 52,3% entre 2002 e 2012, revela estudo
Em 2012, 112.709 pessoas morreram em situações de violência no país,
segundo o Mapa da Violência 2014, divulgado nesta quarta-feira (2). O
número equivale a 58,1 habitantes a cada grupo de 100 mil, e é o maior
da série histórica do estudo, divulgado a cada dois anos. Desse total,
56.337 foram vítimas de homicídio, 46.051, de acidentes de transporte
(que incluem aviões e barcos, além dos que ocorrem nas vias terrestres),
e 10.321, de suicídios.
Entre 2002 e 2012, o número total de homicídios registrados pelo
Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde,
passou de 49.695 para 56.337, também o maior número registrado. Os
jovens foram as vítimas em 53,4% dos casos, o que mostra outra tendência
diagnosticada pelo estudo: a maior vitimização de pessoas com idade
entre 15 e 29 anos. As taxas de homicídio nessa faixa passaram de 19,6
em 1980, para 57,6 em 2012, a cada 100 mil jovens.
Segundo o responsável pela análise, Julio Jacobo Waiselfisz,
coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade
Latino-Americana de Ciências Sociais, ainda não é possível saber “se o
que ocorreu em 2012 foi um surto que vai terminar rapidamente ou se
realmente está sendo inaugurado novo ciclo ou nova tendência”. Ele lista
situações que podem ter gerado o aumento, como greves de agentes das
forças de segurança ou ataques de grupos criminosos organizados.
Uma tendência já confirmada é a disseminação da violência nas
diferentes regiões e cidades. Entre 2002 e 2012, os quantitativos só não
cresceram no Sudeste. As regiões Norte e Nordeste experimentaram
aumento exponencial da violência. No Norte, por exemplo, foram
registrados 6.098 homicídios em 2012, mais que o dobro dos 2.937
verificados em 2002. O Amazonas, Pará e Tocantins tiveram o dobro de
assassinatos registrados no mesmo intervalo de tempo. No Nordeste, o
Maranhão, a Bahia e o Rio Grande do Norte mais que triplicaram os
homicídios.
Na década, o Sul e o Centro-Oeste tiveram incrementos percentuais de
41,2% e 49,8%, respectivamente. No Sudeste, a situação foi mais variada,
com diminuição significativa em estados importantes, como o Rio de
Janeiro e São Paulo. Já em Minas Gerais, os homicídios cresceram 52,3%
entre 2002 e 2012.
As desigualdades são vivenciadas entre as regiões e também dentro dos
estados. Nenhuma capital, em 2012, teve taxa de homicídio abaixo do
nível epidêmico, segundo o Mapa da Violência. Todas as capitais do
Nordeste registraram mais de 100 homicídios por 100 mil jovens. Maceió, a
mais violenta, passou dos 200 homicídios. No outro extremo, São Paulo,
com a menor taxa entre as capitais, ainda assim registra o número de
28,7 jovens assassinados por 100 mil.
O balanço da década mostra, contudo, que não é possível afirmar que há
tendência comum de crescimento. Entre 2002 e 2012, as capitais
evidenciaram queda de 15,4%, com destaque para meados dos anos 2000,
quando a redução foi mais expressiva, o que, segundo o organizador,
comprova que a situação pode ser enfrentada com políticas públicas
efetivas.
Em cidades do interior, o número tem crescido. Jocobo disse que são
especialmente os municípios de pequeno e de médio porte os que têm
sofrido com a nova situação. Ele cita dois possíveis motivos para isso:
por um lado, o investimento financeiro em políticas públicas nos grandes
centros urbanos, como Rio e São Paulo, ajudaram a diminuir a violência.
Por outro, houve o desenvolvimento de novos polos econômicos no
interior, que atraíram investimentos e também criminalidade, “sem a
proteção do Estado como nas outras cidades”.
Se o país precisará esperar alguns anos para verificar o comportamento
das taxas de homicídios, no caso dos acidentes de transporte há pouca ou
quase nenhuma dúvida, dado o crescimento dos registros, à revelia das
leis de trânsito que, na década de 1980, foram responsáveis pela redução
desses acidentes.
As principais vítimas, segundo o estudo, são os motociclistas. Em 1996,
foram 1.421 óbitos. Em 2012, 16.223. A diferença representa cerca de
1.041% de crescimento. Há “uma linha reta desde o ano de 1998, com um
crescimento sistemático de 15% ao ano”, conforme a pesquisa.
Segundo o sociólogo responsável pela publicação, a situação é fruto “de
um esquema ideológico que apresentou a motocicleta como carro do povo,
por ser econômica, de fácil manutenção”. Assim, “em vez de se investir
em transporte público, o trabalhador pagaria sua própria mobilidade”. E
mais, fez dela o seu trabalho, seja como motoboy, entregador ou
mototaxista, “em situação de escassa educação no trânsito, pouca
capacidade de fiscalização e baixa legislação”, avalia Julio Jacobo
Waiselfisz.
Ao todo, foram registradas 46.051 mortes por acidentes de transporte em
2012, 2,4% a mais que em 2011. Os dados oficiais reunidos para o
estudo mostram que ocorreram, naquele ano, 426 mil acidentes com
vítimas, que devem ter ocasionado lesões em 601 mil pessoas. A situação
“é muito séria e grave”, alerta o autor do trabalho, que destaca que é
preciso lembrar que “o cidadão tem o direito a uma mobilidade segura e é
obrigação do Estado oferecê-la”.
O suicídio também teve aumento na taxa de crescimento. Diferentemente
das outras situações, a elevação vem se dando desde os anos 1980.
Conforme o relatório, o aumento foi 2,7% entre 1980 e 1990; 18,8%, entre
1990 e 2000; e 33,3%, entre 2000 e 2012. Nesse caso, a idade das
pessoas envolvidas é também menos precisa. Tanto jovens quanto idosos
têm sido vítimas.
Com a publicação do estudo, feito com o apoio da Secretaria de
Políticas de Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria Nacional de
Juventude e da Secretaria-Geral da Presidência da República, espera-se,
conforme o texto, “fornecer subsídios para que as diversas instâncias da
sociedade civil e do aparelho governamental aprofundem sua leitura de
uma realidade que, como os próprios dados evidenciam, é altamente
preocupante”. (*Com Agência Brasil via Hoje em Dia)
terça-feira, 1 de julho de 2014
Arruda e Jaqueline Roriz, do mensalão do DEM, declaram apoio e se unem a Aécio.
Arruda, Jaqueline Roriz, Luiz Estevão, trensalão, mensalão do DEM e mensalão tucano ... esse passado é a "mudança" de Aécio.
![]() | ||
| Foto de Arquivo - Arruda e Aécio tem uma longa história de afinidade política e compadrio.
O ex-governador José Roberto Arruda (PR-DF), do mensalão do DEM, graças à
lerdeza do ex-Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, em
denunciar, e do sistema Judiciário em julgar, oficialmente ainda tem a
ficha limpa e é candidato ao governo do Distrito Federal.
Ele já declarou apoio a Aécio Neves (PSDB-MG). Aliás Arruda é um ex-tucano. Na época da violação do painel do Senado, ele era líder tucano na casa. Esse compadrio entre Arruda e Aécio é uma espécie de coligação dos mensalões que "deram certo" para eles, pois os dois casos acabaram em pizza até agora, e não há a menor pressão da TV Globo, da revista Veja, dos jornalões Folha e Estadão em cobrar ética na política nestes casos, nem indignação dos colunistas destes meios de comunicação demotucanos com a pizza. Trensalão do Alckmin e de Arruda
|
Apoios de Jaqueline Roriz e Luiz Estevão
A convenção que oficializou a candidatura de Arruda, teve a presença e o apoio da deputada Jaqueline Roriz, flagrada em vídeo recebendo maço de dinheiro no mensalão do DEM. Outro apoio de peso (e bota pesado nisso) é o ex-senador Luiz Estevão, condenado a 31 anos de prisão, por fraude em licitações e superfaturamento na construção do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, na década de 1990. Estevão já teve condenação confirmada no STJ, mas ainda recorre no STF.
Blitz
Enquanto o STF não julga Estevão ele leva um estilo de vida em Brasília muito parecido com o que Aécio levava no Rio. Estevão foi pego em uma blitz dirigindo sua Ferrari sem carteira e sem placa dianteira. Aécio foi pego em um blitz na madrugada do Rio dirigindo um Land Rover registrado como sendo veículo de trabalho de uma rádio em Belo Horizonte, com a carteira vencida e se recusou a fazer o teste do bafômetro.(No Vimeo porque o nosso canal do Youtube foi censurado por Aécio e o Youtube)
Senador Aécio Neves recusa-se a fazer teste do bafômetro e tem CNH apreendida from forapsdb on Vimeo.
Confiram http://www.diariodopoder.com.br/estados/distrito-federal/arruda-declara-apoio-ao-tucano-aecio-neves/ e
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/07/arruda-e-jaqueline-roriz-do-mensalao-do.html
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