Google+

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Promotoria denuncia Aécio por desviar mais R$1.000.000.000,00 (1 Bi) da Saúde

O Ministério Público de Minas Gerais acaba de entrar com mais uma ação pública contra Aécio Neves (PSDB) sobre o desvio de verbas para a Saúde. Desta vez, o montante questionado chega a R$ 1 bilhão em 2009. O valor pode ser somado aos R$ 4,3 bilhões já questionados em processos anteriores.
Foi apurado pelo Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) que, também em 2009, o percentual constitucional de 12% do Orçamento para a Saúde, não foi obedecido. A irregularidade é observada desde que a Emenda Constitucional 29, que garante a obrigatoriedade do repasse, entrou em vigor em 2004.
Dos mais de R$ 3,3 bilhões destinados para a Saúde, em 2009, R$1,017 bilhão foi repassado para a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Apenas R$2,35 bilhões foram aplicados, de fato, na saúde pública do estado.

Segundo o processo, desde 2004, o TCE recomenda que o governo estadual diminua o repasse a saneamento básico, pois não configura investimento direto na Saúde. Uma vez que o setor não cumpre o princípio de gratuidade e nem universalidade, a empresa deve investir os recursos próprios, obtidos com o pagamento das tarifas de água e esgoto.

Por Agência PT

Ex-presidente do PSDB usou CPI para extorquir propina, diz delator. Hoje Aécio é presidente do PSDB

Ex-presidente do PSDB usou CPI para extorquir propina, diz delator. Hoje Aécio é presidente do PSDB

O senador Aécio Neves precisa depor, sob juramento, na CPI da Petrobras para explicar o que ocorre nos bastidores do PSDB relacionado a propinas.

Vamos observar o paralelo entre 2009 e 2014.

2009, ano anterior às eleições de 2010.

Presidente do PSDB era Sérgio Guerra.
Seu partido criou uma CPI da Petrobras.
O delator Paulo Roberto Costa disse que pagou R$ 10 milhões de propina ao presidente do PSDB para enterrar a CPI.

2014, ano de eleições de novo.

Presidente do PSDB é Aécio Neves, sucessor de Sérgio Guerra.
Seu partido criou outra CPI da Petrobras.
Coincidência ou não, os tucanos abandonaram a CPI

Que tal Aécio Neves explicar o que se passou e se passa nos bastidores do PSDB? O povo quer saber.

Lembremos que Aécio não é apenas candidato, nem é apenas senador. Ele é o próprio presidente do partido PSDB. É ele quem tem que tomar atitude sobre o que passa dentro do partido.

Aécio governador não sabe quanto pagou. Aécio dono de rádio não sabe quanto recebeu

Aécio governador não sabe quanto pagou. Aécio dono de rádio não sabe quanto recebeu

O candidato Aécio Neves (PSDB) tem dificuldades enormes na hora de lidar com perguntas que envolvem negócios públicos com privados  e seus familiares.No caso do aeroporto de Cláudio, construído em terras de uma fazenda de seu tio-avô,   e ao  lado de umas de suas   fazendas ele demorou uma semana para responder que pousou no aeroporto.Agora, o candidato  reage mal diante de perguntas sobre propagandas do governo de Minas em suas rádios....Leia mais

Debate no SBT foi devastador para Aécio: nepotismo, bafômetro, propina para o PSDB





O debate do SBT foi diferente do anterior na Band. O nocaute de Dilma sobre Aécio foi de efeito retardado.

Durante o debate houve um duelo entre a força de agressividade (de Aécio, parecendo que encarnou o senador Mario Couto) contra a inteligência de Dilma, que se saiu vitoriosa.

A imagem que vi no fim do debate foi a de uma professora dando lição e puxando a orelha de um moleque malcriado.

Primeiro é preciso olhar o horário em que o debate foi ao ar. Às 18hs é horário dos programas do Datena, Marcelo Rezende, e outros do gênero popular.

Assuntos como o bafômetro, nepotismo, construção do aeroporto na fazenda do tio, gastar dinheiro do governo de Minas com as rádios da família de Aécio, foram devastadores contra o tucano para o telespectador deste horário.

Além disso tem o "day-after", os dias seguintes em que as pessoas comentam o debate, e vão conferir no Google coisas que foram faladas ali. E aí meu amigo, na hora em que o eleitor ainda desavisado toma contato com a biografia secreta do tucano, adeus Aécio.

Ao procurar por nepotismo e Aécio no Google, quem ainda não sabe verá que o tucano não apenas nomeia parentes, mas também foi nomeado por parentes desde os 17 anos, inclusive morando no Rio, quando o trabalho deveria ser em Brasília. O mesmo ocorre com outros temas.

Mesmo a tentativa de Aécio rebater dizendo que um irmão advogado de Dilma trabalhou na prefeitura de Belo Horizonte, quando Fernando Pimentel foi prefeito, é desfavorável a Aécio. E Aécio foi tão burro que usou a expressão "funcionário fantasma". Logo Aécio que morou no Rio e tinha cargo em Brasília no gabinete do pai deputado aos 19 anos. Há outro cargo aos 17 anos na biografia oficial na Câmara que o tucano não contestou e não tocou no assunto ainda.

Dilma nunca trabalhou na prefeitura de BH para nomear o irmão. E se procurar no Google, não existe nenhuma ligação profissional entre o irmão e Dilma. Cada um fez seu próprio caminho, e nenhum nunca nomeou, nem indicou o outro.

Um tema em que Aécio vinha levando vantagem, que era o ex-diretor corrupto da Petrobras, ele perdeu a vantagem com a notícia de que o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, teria recebido propina do esquema, e ainda para fazer a CPI da Petrobras em 2009 terminar em pizza. Ali Dilma desmascarou Aécio, ao apontar como os tucanos sempre operam em busca da impunidade querendo investigar só os outros e poupando os seus.

Dilma foi bem ao questionar os corruptos do PSDB estarem todos soltos, porque os governos tucanos aparelhavam a Polícia Federal para não investigarem os "amigos do rei". Aécio ao rebater dizendo que foram inocentados, passou a imagem de defensor de corruptos impunes.

Dilma foi muito bem também em não deixar passar em branco, toda vez que Aécio fugiu da resposta e tentou desviar o assunto. Dilma continuou exigindo explicações sobre os aeroportos de Cláudio e Montezuma, sobre nepotismo e sobre o dinheiro público que foi para as rádios de Aécio e ele esconde o valor que foi repassado.

No próprio olho no olho com o telespectador, Aécio quis passar para o eleitor a imagem de que ele é o paladino da ética e bastião da moralidade. Aécio não tem cara nem biografia para isso. Seria melhor baixar a bola um pouco.

Dilma passou mais sinceridade e foi muito mais convincente ao dizer que ninguém está acima de qualquer suspeita. Que todos tinham que dar respostas sobre qualquer questionamento e todo dia tanto Aécio como ela tem que provar que são honestos em cada ato que praticam. Deu uma aula de moral em Aécio sobre como ser republicana.

Houve muitos ataques de lado a lado. É certo que muitos telespectadores não gostam destes ataques. Mas para este telespectador, se houve empate nivelado por baixo durante o debate, Dilma vence no dia seguinte.

E Dilma tinha que revidar também porque a campanha tucana, os laranjas da campanha tucana na imprensa, já jogam lama nela o tempo todo. Neste ponto Dilma conseguiu empatar o jogo com Aécio, que saiu completamente enlameado.

Há três tipos de eleitores que poderiam votar em Aécio. Os incorrigíveis que votam nele em qualquer circunstância, mas estes não são suficientes para vencer a eleição. Os que estão envenenados pela imprensa contra Dilma, mas agora percebem que Aécio é pior, e acabarão anulando o voto ou votando em Dilma, mesmo zangados. E os que estão percebendo que Dilma não está sendo tratada com justiça pelo noticiário e que Aécio estava sendo protegido, vendido com propaganda enganosa. Estes últimos acabarão votando em Dilma.

Em tempo: após o debate, quando o SBT entrevistava os candidatos, Dilma pediu para sentar porque sentiu queda de pressão. Pouco tempo depois, passou o mal estar e ela voltou a ficar em pé para continuar a entrevista, mas o tempo já havia esgotado.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Aécio quis falar de corrupção, mas não explicou aeroporto e nepotismo

A presidenta Dilma Rousseff aceitou o debate sobre corrupção proposto pelo candidato do PSDB, Aécio Neves, no primeiro debate do segundo turno, da TV Bandeirantes, na noite de terça-feira (14).
Além de apresentar as medidas de prevenção e investigação tomadas durante o atual governo, demonstrando rigor com o bem público, ela perguntou ao tucano como ele explica o caso do aeroporto de Cláudio e as denúncias de nepotismo envolvendo sua família.
“Você construiu um aeroporto ao lado da fazenda de um familiar e entregou a chave para ele. O aeroporto que valia R$ 13,9 milhões, agora custa 18 milhões. Queria que você ressaltasse o que ocorreu”, solicitou.
Em resposta, Aécio argumentou dizendo que o Ministério Público atestou a regularidade das obras. Dilma rebateu o oposicionista dizendo que ele está “extremamente enganado” sobre a decisão do MP, que não aceitou a investigação criminal, mas aceitou a investigação do aeroporto de Cláudio sobre improbidade administrativa.“O senhor sabe o que é improbidade administrativa?”, questionou.
A presidenta acrescentou ainda o ex-governador de Minas Gerais pratica o nepotismo, onde cinco parentes do tucano possuem em cargos públicos no estado.
Petrobras – Questionada sobre as denúncias da Petrobras, Dilma afirmou ser fundamental que “nós saibamos tudo sobre os processos da operação Lava Jato” e que sua postura é de combate à impunidade. “A minha indignação inclusive no caso da Petrobras é a mesma de todos os brasileiros”, disse. Em sua gestão, Dilma regulamentou as leis 12.830, que garante a independência do delegado, e a 12.550 sobre delação privilegiada. Ao final, questionou o resultado dos escândalos dos casos envolvendo o PSDB.
“Onde estão os envolvidos na compra de votos da reeleição? Onde estão os envolvidos no mensalão mineiro? E no caso de trensalão tucano? Todos soltos”, afirmou. Aécio refutou comentar os casos sem entrar no mérito da quetão, dizendo que se tratam de assuntos “completamente diferentes”.
Saúde - A presidenta abriu o primeiro bloco do debate da Band lembrando o candidato Aécio Neves que o PSDB se posicionou contrário à CPMF, medida que contribuiu para a perda de R$ 260 bilhões em recursos para a Saúde. Dilma apresentou ainda dados do Tribunal de Contas que mostram que Aécio, quando governador de Minas Gerais, deixou de investir R$ 7,6 bilhões para investimentos na Saúde.
Aécio desconversou sobre os números citados pela presidenta e argumentou que Minas Gerais possui a terceira melhor saúde da região Sudeste. Em réplica, Dilma apresentou números da rede de atendimento de emergência, o SAMU, “Vocês não cumprem os principais programas e o SAMU tem um dos piores desempenhos no país. Em 38% dos municípios, 45% da população não tem SAMU”.
Educação - Ao falar sobre Educação, Dilma questionou Aécio se ele pretende dar prosseguimento ao Pronatec, caso seja eleito. A presidenta afirmou que durante a era FHC, apenas 11 unidades de escolas técnicas foram construídas, porque o ex-presidente tucano teria proibido em lei ampliar a rede federal de ensino. “Elevamos esse número em 1600%, totalizando 280 unidades”, enumerou. Em resposta, Aécio disse que o Pronatec é uma inspiração nas Etecs do governador Geraldo Alckmin e nas Pecs que ele teria feito em Minas.
Em réplica, Dilma disse que os programas referidos são pequenos e pilotos e muitos deles sequer são gratuitos. “Hoje o Pronatec tem 8 milhões de matrículas”, o que teria mudado o cenário de desemprego, que, em 2002, tinha a segunda maior taxa do mundo, perdendo apenas para a Índia. “Vocês conseguiram ter 11,4 milhões de desempregados”, relembrou Dilma.
Crise econômica -Dilma Rousseff questionou o tucano sobre geração de empregos e falou sobre a lógica do retrocesso, onde o governo tucano adotaria uma postura de redução de empregos para controle da crise econômica. “70% dos brasileiros ganham dois salários mínimos e queremos melhorar. Só uma pessoa que não tem sensibilidade acredita que alguém sem emprego é melhor do que com este emprego”, disse a presidenta.
Aécio reclama - Em várias ocasiões durante o debate, Aécio reclamou da campanha de TV de Dilma Rousseff, alegando que ela adotou uma postura de ataque aos opositores. O governador da Bahia, Jaques Wagner, no intervalo, disse que Aécio perde muito tempo reclamando da propaganda de TV da Dilma e não faz o que eleitor quer ouvir, que é debater propostas.

Ex-diretor da Petrobrás diz que pagou propina para ex-presidente do PSDB




Ex-diretor da Petrobrás diz que pagou propina para ex-presidente do PSDB
Paulo Roberto Costa, em delação premiada, apontou data e valores que teriam sido entregues ao ex-senador Sérgio Guerra (PE) para ‘travar’ CPI da Petrobrás,
Em um de seus depoimentos no âmbito da delação premiada que fez perante força tarefa do Ministério Público Federal, Paulo Roberto Costa citou o nome do ex-dirigente tucano, principal partido de oposição ao PT e que até agora não havia sido implicado no escândalo da Petrobrás. As informações do novo vazamento do depoimento de Costa foi divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira, 16.
Guerra fez parte da Comissão Parlamentar de Inquérito. Ele morreu em março de 2014. Paulo Roberto revelou data e valores que teriam sido repassados ao então senador.
Costa disse que entregou propina para Guerra a pedido de empreiteiras que tinham interesse em neutralizar a CPI.
A delação de Costa está nas mãos do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal.
Em seus relatos, o ex-diretor da estatal petrolífera citou pelo menos 32 parlamentares que teriam sido beneficiados pelo esquema de corrupção que se instalou na Petrobrás.

Fonte:Estadão

Nepotismo: Irmã de Aécio chefiou órgão que fiscalizava verbas para rádios de Aécio

Até a Uol prova que Dilma estava certa e falou a verdade. Aécio precisa explicar  por que aplicava dinheiro público nas rádios de sua família. Isso, depois de Aécio ter feito dois aeroportos para sua família


A irmã de Aécio Neves (PSDB), a jornalista Andrea Neves da Cunha, comandou o órgão responsável por coordenar a aplicação de recursos de publicidade do governo de Minas Gerais (PSDB)  no mesmo período em que veículos de imprensa da família Neves receberam verba publicitária referentes a anúncios do governo do Estado.

Rádio de Aécio a  Arco Íris recebeu R$ 210.693 em 2010. Durante as gestões de Aécio em Minas, os gastos com publicidade oficial aumentaram em 300% --de R$ 24 milhões para R$ 96 milhões.
Nepotismo: Irmã de Aécio Neves chefiou órgão que fiscalizava verbas para rádios de Aécio
 Andrea foi designada por Aécio para a função, que exerceu sem receber remuneração. Hoje, a jornalista é responsável por coordenar a comunicação da campanha do irmão à Presidência da República.
Aécio governou Minas Gerais por dois mandatos, entre 2003 e 2010. O órgão, chamado Grupo Técnico de Comunicação Social, foi criado por um decreto (nº. 43.245/2003) assinado pelo tucano em 3 abril de 2003, no início do primeiro mandato.
O decreto estabeleceu que o grupo técnico funcionaria no âmbito da Secretaria de Estado de Governo e teria como função "coordenar, articular e acompanhar a execução da política de comunicação social do Poder Executivo."
Segundo o texto do decreto, o grupo técnico também teria como atribuição acompanhar a "alocação de recursos financeiros aplicados neste segmento [comunicação e publicidade] na Administração Pública Direta e Indireta do Poder Executivo estadual, inclusive quanto ao patrocínio de eventos e ações culturais e esportivas."
Entre as competências do grupo técnico estaria "estabelecer diretrizes para a política de comunicação social" do governo, "manifestar-se previamente sobre a realização de despesas com publicidade" e "representar à Auditoria Geral do Estado" quando houvesse gastos irregulares.
A família de Aécio é proprietária de ao menos quatro veículos: as rádios Arco Íris --retransmissora da Jovem Pan em Belo Horizonte--, São João e Colonial, ambas de São João Del Rei, terra natal do presidenciável. Os Neves também são donos do jornal "Gazeta de São João Del Rei". Na rádio Arco Íris, Aécio é sócio com Andrea e a mãe, Inês Maria Neves Faria.

Reportagem da "Folha de S. Paulo" publicada na última terça-feira (13) mostra que o governo de Minas Gerais não divulga os gastos com publicidade em órgãos da família Neves.

De acordo com o jornal, só a rádio Arco Íris recebeu R$ 210.693 em 2010. Durante as gestões de Aécio em Minas, os gastos com publicidade oficial aumentaram em 300% --de R$ 24 milhões para R$ 96 milhões...Aqui no Estadão, Aécio disse que não sabe de nada disso

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Aécio afirma: não era 'irregular' ele receber dos cofres públicos "Bolsa família de papai deputado". O que você acha?


Diante de provas irrefutáveis por documentos, Aécio Neves (PSDB) confessou em nota emitida por sua campanha, que foi funcionário da Câmara dos deputados, aos 19 anos, sem concurso, comissionado no gabinete de seu próprio pai, o então deputado federal Aécio Ferreira da Cunha (ARENA, PDS, PFL), da base governista da ditadura.

Detalhe: Seu pai era deputado por Minas, o gabinete ficava em Brasília, e Aécio morava e estudava no Rio de Janeiro.

Continuou recebendo este salário dos cofres públicos por 3 anos (e ainda falta explicar outros dois cargos, um no Ministério da Justiça em 1977, e outro no BDMG sem data informada).

É um claro caso de nepotismo, mamatas e privilégios e forte indício do que chamam "funcionário fantasma" no jargão popular.

A nota é tão arrogante que ataca quem o critica, e diz que "não havia nenhuma irregularidade".

http://aecioneves.com.br/noticia-a-coligacao-muda-brasil-esclarece-as-mentiras-e-farsas-propagadas-pela-campanha-do-pt.html?utm_source=portal-aecio-neves&utm_medium=home-ultimas-noticias-minibar&utm_campaign=&utm_content=

Ora, políticos de oligarquias como a de Aécio Neves fazem regras como aquelas para tornar mamatas regulares, legislando em proveito próprio, mamando nas tetas do estado.

Logo não era irregular porque as regras eram feitas para permitir estas mamatas, mas é esse tipo de "regularidade" que o povo deseja?

Enquanto isso, naquela época ainda existia no Brasil a vergonhosa situação de crianças morrendo pela fome, nas regiões mais pobres do país.

O jovem filho de deputado Aécio Neves estava no orçamento da União, ganhando para viver na praia do Rio de Janeiro. Crianças vivas ou mortas subnutridas pela fome, ficavam sem verbas que iam para o bolso de Aécio quando a família do tucano estava no poder (seu pai era deputado da base governista da ditadura).

Olhe esse documentário do Globo Repórter de 35 anos atrás para ver o que acontecia quando a versão do "Bolsa família" era "Bolsa família de papai deputado":



O povo está cansado de políticos como Aécio, que se aproveitam da "legalidade" de mamatas indevidas para perpetuar injustiças.

Não é só a questão pessoal da mamata que Aécio teve aos 19 anos que está em questão. É muito mais do que isto. São modelos diferentes de governar, de enxergar e de resolver os problemas do povo e da nação.