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domingo, 11 de maio de 2014

Empresários produtivos se apavoram com ameaça de Aécio quebrar o Brasil

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O senador Aécio Neves (PSDB-MG) foi programado por FHC e Armínio Fraga com um discurso neoliberal bem ao agrado do setor financeiro e banqueiros, só que deu "bug" na hora de falar a industriais do setor produtivo.

Olhem só esta nota do jornalista Ilimar Franco:

Efeito ioiô
.
Os aliados de Aécio Neves estão preocupados com a consistência de seu discurso. Após criticar incentivos fiscais do BNDES, ele prometeu mantê-los diante da reação dos industriais na Abimaq. “Ele não pode adotar o discurso da Casa Das Garças”, resume um aliado. Ontem, foi a vez da presidente Dilma: “Tenho ouvido certas pessoas falarem contra (os subsídios), mas a agricultura sem crédito a custo adequado não se viabiliza".
O problema é que todo empresário do setor produtivo conhece Armínio Fraga, aquele que elevou a taxa básica de juros a 45% e levou muita empresa à falência no segundo governo FHC.

As tais "medidas amargas" prometidas por Aécio não causam só o desemprego do trabalhador. O efeito danoso é mais amplo. Causa o fechamento de empresas brasileiras também.

Desse jeito, além de cortar o "S" do Social no BNDES, Aécio ameaça cortar também o "D" de desenvolvimento, levando o Brasil a um retrocesso econômico como ocorreu no governo tucano.

Já tem muito empresário do setor produtivo "desertando" de apoiar Aécio, apavorados com suas propostas recessivas, com medo de voltar a quebrar o Brasil.

O governo FHC quebrou o Brasil três vezes com crises localizadas em outros países como no Japão, na Rússia e a na Argentina. Imagine diante de uma crise mundial do tamanho desta que atingiu os EUA, a Europa e até reduziu o crescimento chinês? Ia ser um tal de fazer acordo com FMI e vender a Petrobras a preço de banana para pagar dívidas, como fizeram com a Vale.

Por mais afinidade ideológica com o modelo neoliberal e concentrador de renda de Aécio, tem muito empresário reaça com muito mais confiança na competência e na política desenvolvimentista de Dilma para conduzir o Brasil. Vão fazer careta na hora de votar, inclusive por mero preconceito, mas quem é do setor produtivo vai acabar votando na Dilma, até por instinto de sobrevivência.

Empresários produtivos se apavoram com ameaça de Aécio quebrar o Brasil como FHC quase quebrou

3 comentários:

Anônimo disse...

terminado de fazer o que FHC não conseguiu

Anônimo disse...

SÓ DE PENSAR ME ARRIPIA DE MEDO. VIVI AQUELES ANOS MALDITOS. QUEBRADEIRA GERAL , SALÁRIOS DE MISÉRIA, QUANDO TINHA EMPREGO, O QUE ERA MUITO DIFÍCIL. GANHAVA 10 SALÁRIOS MÍNIMOS QUE DEPOIS DE 6 MESES , QUASE NADA MAIS VALIA. REMARCAÇÃO DE PREÇOS E SALÁRIOS CONGELADOS, OS EMPRESÁRIOS SOBREVIVIAM, POIS ELES TAMBÉM PENAVAM COM UMA POLÍTICA RETRATIVA DO PSDB. PSDB NUNCA MAIS.

gileno disse...

Trabalhava no Banco do Brasil e perdi meu emprego por conta das ações do FHC.

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