Google+ Governo tucano de Minas Gerais não construiu nenhuma escola técnica em 12 anos

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Governo tucano de Minas Gerais não construiu nenhuma escola técnica em 12 anos

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Em 12 anos não foi construída uma única escola técnica pelo governo tucano mineiro

Uma das principais propostas do candidato ao governo de Minas Gerais pelo PSDB, Pimenta da Veiga, é o aprofundamento de um programa que é bom no papel, porém não tem em seu partido seriedade para a execução. Trata-se do Programa de Ensino Profissionalizante, o PEP, dessa maneira o PSDB não investiu em escolas técnicas públicas para a população.

Através do PEP o estado compra vagas em escolas particulares de educação profissional. No entanto, quando se aprofundou a crise do choque de gestão em 2013, o governo parou de pagar regularmente as instituições e cancelou o programa para o segundo semestre de 2014. “Não tenho mais como cobrir os cheques que emiti nas negociações. Nessa situação se encontram quase todas as escolas técnicas de Minas que estão participando do PEP. Umas agonizando e outras já comprometidas com bancos, empréstimos, sem ter mais de onde tirar”, diz uma carta de diretora de escola técnica. Quando procurada, a Secretaria de Estado da Educação simplesmente comunicava que não tinha dinheiro e não sabia informar sobre os repasses a serem feitos.
“A Minas real que a gente assiste é, no ensino, o governo federal fazendo o que pode e o que não pode para ajudar os municípios e prefeituras e, onde tem o governo estadual, ele não faz nada”, afirmou o ex-ministro Fernando Pimentel sobre a situação da Educação em Minas.
No uso da tribuna do Plenário da ALMG, o deputado Ulysses Gomes (PT), vice-líder do Bloco Minas Sem Censura, também já apresentou relatos que teve acesso de diretores de instituições que estão desamparadas pelo governo estadual após acreditarem e aderirem ao programa. “O governo estadual ao longo dos meses não realiza o pagamento dessas escolas, que investiram e contrataram profissionais para atender a demanda das vagas disponibilizadas”, explicou o parlamentar.
A negligência do governo do estado expôs as instituições parceiras a diversos problemas, levando até escolas a fecharem as suas portas, indo na contramão da proposta de levar mais educação ao povo mineiro. Outras dificuldades são a falta de pagamento de funcionários, o comprometimento da credibilidade da instituição e o endividamento devido aos empréstimos para cobrir a ausência dos recursos que deveriam ser repassados.
 - Fonte: - Plantao Brasil

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